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Entre Parêntesis

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

05
Nov17

O meu organizador de anéis

Este blog não é para desarrumados ou desorganizados. Tenho uma leve noção da quantidade de coisas que aqui publico relacionadas com formas de arrumar e organizar objetos (reais ou virtuais) e, por isso, peço desculpa se isto for uma autêntica seca para a maioria das pessoas. Acho que se houvesse um blog só a falar sobre formas de organizar tralhas eu seria a primeira subscritora: estou sempre à procura de formas mais eficazes de ter tudo arrumado, ocupando o menor espaço possível, e por isso é que às vezes posso abusar do assunto aqui. Muitas vezes são soluções que eu nunca antes tinha encontrado e que acho que podem ser úteis a outras pessoas - por isso, se já estiverem em overdose de posts-sobre-arrumações, peço desculpa em avanço.

Hoje, mais uma vez, trago um achado do ebay. Uma das minhas gavetas mais caóticas é a das bijuterias/adornos. Tenho lá os óculos de sol e os relógios e depois todas as coisas mais pequenas como colares, pulseiras, brincos e anéis. Quem me conhece sabe que os anéis são, de longe, a minha peça favorita para usar no dia-a-dia - tenho muitos (demasiados, confesso) mas vou sempre alternando e formando novos conjuntos. Normalmente, com a pressa, deixo-os em cima de um prato que tenho junto à porta de saída (mesmo prontos a pegar, pôr no dedo e sair) e passado uma semana está tudo lá ao molhe, já não consigo distinguir os anéis um do outros e acabo por pegar sempre nos que estão em cima (e, por isso, usar sempre os mesmos).

Fui à procura de soluções e encontrei a mais óbvia: um arrumador de anéis, daqueles que se vêem nas lojas ou nas feiras de artesanato, mas muito mais barato do que aquilo que é costume. Custou-me três euros, e o toque em cima é muito semelhante ao veludo - a parte de baixo é que é claramente fraca e barata, feita de cartão, daí o preço tão em conta. Mas se for para o manter dentro de uma gaveta, para além de servir perfeitamente, ainda faz um brilharete - e ajuda imenso a dar um ar arrumado à gaveta do demónio. 

Deixo a foto abaixo. Para comprar basta clicar aqui.

 

DSC_0160.JPG

 

18
Mai13

Novo anel no dedo

Quando, há coisa de dois meses, o meu anel/aliança de filigrana partiu, decidi que iria ser uma pessoa normal e deixar de comprar anéis deste género para mim própria; porque, afinal de contas, já estava em tempo de alguém me dar os anéis em forma de compromisso em vez de ser eu a oferecer a mim própria.

Mas a verdade é que sentia falta do meu anelzinho que me acompanhou durante uns dois anos e borrifei-me para a treta de ser eu a dar-me a aliança (até porque se for a esperar que me ofereçam, pelo andar da coisa, bem que vou passar anos sem ter anéis nos dedos). Já me tinha apaixonado pelo que queria quando fui com a minha mãe comprar a minha prenda de aniversário e, felizmente, dois meses depois, o dito ainda lá estava na ourivesaria à minha espera. Ontem fui à baixa e trouxe-o para casa, já com ele enfiado no dedo. Ainda solteira, claro - mas pelo menos mais adornada e completa do que antes.

 

22
Fev13

O compromisso foi à vida

Praticamente ano e meio depois de ter comprado o meu anel de filigrana e de o ter usado todos os santos dias após o ter comprado na feira medieval de Silves, ele partiu-se. Um dia calquei-o por acidente e a filigrana quebrou, mas hoje foi fatal - um pedaço estalou mesmo para fora do anel.

Costumo dizer que o facto de usar alguns anéis de uma forma contínua é uma espécie de compromisso comigo mesma. E, ao que parece, este teve o seu fim, ficando um espaço livre por preencher.

18
Fev13

Maldito vício

Roer as unhas e gostar de usar anéis não é incompatível - desde que, claro, se tenha dentes para roer as unhas e dedos para enfiar os anéis. É possível mas definitivamente horroroso. Pavoroso. Terrivelmente horrível. E o pior é que eu conjugo as duas coisas.

Comparado com outros vícios, roer as unhas não é assim tão mau - para além do facto de não ter nenhuma componente química viciante. Mas eu costumo dizer que o problema é outro: estão mesmo ali à mão de semear. Se eu fumar, preciso de dinheiro para tabaco, preciso de levantar o rabo da cadeira para o ir comprar à tabacaria e ainda gastar dinheiro num isqueiro. As unhas não. Levantamos o braço à altura da boca e tcharam!, tudo o que um viciado precisa para se deliciar.

A verdade é que, depois de algum tempo com o "bichinho" adormecido, este voltou em força. Já não tenho unhas e, de umas mãos que considerava bonitas, passei a ter umas patas horrorosas. Que, ainda por cima, gosto de adornar com anéis que chamam ainda mais à atenção! Fisiologicamente compatível, incompatível em tudo o resto.

A tática costuma ser pinta-las, mas não está a resultar. Não sei se é do stress, da irritação ou da ansiedade, mas independentemente da causa preciso das minhas unhas de volta. Não estou para gastar fortunas em unhas de gel e os vernizes com aquele sabor péssimo estão fora de questão. Estou aqui a pensar naquelas unhas postiças fracotas mas que, durante uma ou duas semanas, deverão servir para o efeito. Acho que amanhã já tenho coisas para fazer.

26
Nov11

Compromissos comigo mesma

Desde há uns tempos para cá que gosto muito de anéis. Inicialmente, trocava-os todos os dias, consoante a roupa que tinha vestida ou simplesmente o meu estado de humor. Hoje em dia, esses passam mais tempo arrumados.

A partir do verão, cansei-me um pouco dos anéis rotativos e optei por ter um fixo - anel esse que já pus aqui, que comprei na feira medieval de Silves e pelo qual me apaixonei na hora em que o vi. Esse ficou no anelar esquerdo.

Ontem, a minha mãe, durante as suas exaustivas arrumações e no meio de tanta bugiganga, encontrou um anel fininho, fininho, em ouro (mas é tão fininho que pouco ou nada vale) e com uma pedrinha cor pérola em cima. Tão pequenino e fofinho que mal se nota. Mas faz a diferença. E por isso, tomou oficialmente lugar no anelar direito.

Obviamente que sei que parece que estou comprometida, casada ou sabe-se lá o quê. Hoje, quando cheguei à escola, uma colega perguntou-me em tom de gozo: "Carolina, quem é ele?". Bem, não é ninguém. Os meus anéis são quase um compromisso comigo mesma - compromisso esse que eu ainda não descobri bem, mas estou no meu caminho.

 

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