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Entre Parêntesis

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

09
Dez14

Então e o comic-con?

E lá passou este fim-de-semana de azáfama no norte do país. Comic-con para trás, Fox para a frente, toda as séries na boca do mundo. Uma festa! Já tinha falado aqui sobre a minha indecisão entre ir ou não ir, e o medo que tinha se alguém das minhas séries favoritas viesse e eu não estivesse lá. Acabei por não comprar bilhete e, sorte ou azar, por não ser selecionada para o programa de voluntáriado, onde me candidatei logo no primeiro dia. Resumindo: não fui.

E ainda bem. Já vi muitas fotos, li muitas notícias, e percebi que - pelo menos este ano - aquele não era evento para mim. De pessoas famosas que gostasse, só foi o Paul Blackthorne - do Arrow - e, pelo que percebi, foi uma confusão desgraçada para receber autógrafos ou sequer ir ver os painéis onde estavam as estrelas. A maioria das séries lá representadas não me diziam nada (Walking Dead, DaVinci's Demons), havia confusão para dar e vender e filas de horas para entrar no evento. No fundo, livrei-me de boa!

Aproveitei o fim-de-semana para trabalhar e pôr um bocadinho o sono em dia, o que valeu bem mais a pena. 

02
Nov14

Acabou-se a procura por legendas

Desde há uns anos para cá que sei e falo muito bem inglês mas tenho de admitir que sou preguiçosa. Não gosto de ler livros sem ser em português e prefiro ver filmes e séries com legendas - não porque não perceba, mas porque sinto que não desfruto na totalidade. Goste de perceber tudinho, de me apaixonar por inteiro, de não ter de entender o significado por meias palavras - principalmente nos livros, onde isso é importantíssimo.

Mas o que venho aqui agora dar é uma dica para todos aqueles que são preguiçosos como eu ou não percebem tão bem as línguas faladas em filmes e séries. Há muita gente que anda sempre muito desesperada atrás de legendas, e a descarrega-las de sites duvidosos onde elas vêm com vírus atrelados; mas eu, felizmente, nunca me defrontei com esse problema. Isto porque tive sorte e quando comecei a ver filmes e série no computador descarreguei o programa certo. Chama-se BSPlayer, tem uma versão grátis muito boa, lê quase todos os tipos de ficheiros (vídeo e aúdio - espetacular para aqueles ficheiros estranhos que mais nenhum programa abre) e, last but not the least, tem um serviço de legendas automático. Ou seja: quando abro um episódio de uma série, o programa começa logo a correr três bases de dados que lhe estão associadas à procura de legendas na língua selecionada - e normalmente encontra, mesmo que sejam muito fanhosas. Por acaso costumo ter sorte e apanho legendas com tradução portuguesa (de Portugal), mesmo que seja pouco tempo depois dos episódios saírem - três ou quatro dias é a maioria das vezes suficiente.

Por isso acabem já com o problema de encontrar legendas, de as programar para o tempo certo e dos termos brasileiros que teimam em nos perseguir. Não têm de quê! ;)

22
Out14

Outlander

De vez em quando lembro-me de vos perguntar que séries é que andam a ver, a ver se alguma pega aqui para os meus lados. Devem achar que sou uma chata, a perguntar sempre a mesma coisa, mas a verdade é que surgem coisas novas todos os dias (ou quase, vá) e gosto de ir sabendo opiniões. Muitas vezes não dá em nada, continua a ver as minhas (poucas) séries, mas outras - como agora - desenvolvem-se paixões. Daquelas a sério.

No último post que fiz do género uma amiga comentou e aconselhou-me a série "Outlander". É nova e só tem 8 episódios - mais só em Abril (que dooooor!). Conta a história de uma rapariga que, acidentalmente, viajou no tempo - dois séculos anteriores ao que ela vivia - e é obrigada a adaptar-se; pior, é obrigada a conviver (e viver) com os escoceses, sendo ela inglesa, numa altura em que os ingleses eram o maior alvo a abater. Para além deste enredo logo à partida interessante, há outros pontos positivos: temos escoceses giros, ingleses com um sotaque delicioso e, claro, um triângulo amoroso (ainda que num registo bem diferente do normal).

Eu estou rendida e a contar o tempo até Abril. Os episódios são um bocadinho mais longos que o normal e parecem mais pequenos filmes do que séries - e está tudo tão bem filmado que é delicioso de ver. E aquela música inicial? Tão boa. E a atriz principal? Enfim, não é preciso dizer mais nada, pois não? Vão mas é ver isso e em Abril cá estamos para mais.

 

Outlander-TV_series-2014.jpg

 

26
Set14

Decisões, decisões (sobre o Comic-con Portugal)

Estou aqui um bocadinho apoquentada e sem saber o que fazer da vida. Como sabem (ou não), vai haver um Comic-Con aqui na Exponor, dia 5, 6 e 7 de Dezembro. Eu já ouço falar deste evento - particularmante o que se passa em San Diego que, arrisco-me a dizer, é o maior de todos - desde 2010, tendo em conta que há sempre painéis de atores que vão falar sobre filmes seus que vão estrear - e normalmente são sempre filmes mais jovens, ligados ao fantástico, coisas que eu gosto.

É claro que eu não espero que um evento destes aqui em Portugal se assemelhe a um dos Estados Unidos, mas estou com vagas esperanças de que tragam cá alguém que eu goste. Até agora, assim de muito conhecido, só vem a Natalie Dormer (Hunger Games e Game of Thrones), mas de certeza que eles têm mais cartas na manga - e que só vão dizer no fim, quando os bilhetes já estiverem muito mais caros. E eu pus-me a pensar: e se, por um milagre qualquer, me trazem aqui, por exemplo, o Stephen Amell (de Arrow) e eu não comprei bilhete? Nunca mais na vida me perdoaria! Inclusivé há bilhetes com direito a foto e tudo e tudo (que devem custar uma fortuna, mas enfim). Por outro lado, arrisco-me a comprar bilhetes para um fim-de-semana onde não há assim nada de muito, muito especial que queira ver (embora ache que vai ser sempre giro e interessante). 

Só no início do mês é que os bilhetes weekend (para os três dias) estão à venda, mas ando aqui indecisa e apoquentada com isto. Posso perder uma oportunidade de ouro... ou então não. Ai, decisões difíceis...

25
Set14

Do regresso das séries

O início é o que custa mais. Já lá vão duas semanas de aulas e, já deu para ver, este vai ser provavelmente o semestre mais trabalhoso desde que entrei na faculdade: a parte boa é que me parece tudo consideravelmente mais interessante. Mas, enfim, o pior já passou: o início, a habituação - a outra parte má ainda está para vir, o fim, quando tudo se acumula.

Até lá, meus amigos, para além do estudo, temos mais com que nos entreter. O que é, o que é? As séries!!! A parte boa destes inícios é que, pouco depois, as nossas fiéis companheiras semanais voltam. Hoje já estreia Anatomia de Grey, daqui a duas semanas é Arrow e eu já estou em pulgas por mais desses momentos de escape e puro entretenimento (estou aqui a fazer figas para que o realizador do Arrow tenha posto para lá muitas cenas de treino, em que ele anda lá nas barras e a fazer exercício... de tronco nu, porque isso sim é entretenimento de qualidade, não é verdade?). Também vai estrear o Flash, que estou muito curiosa e estou a arrastar a asa para o "Scandal", tal a quantidade de elogios que ouço da série. Mentes Criminosas também devem estar aí ao virar da esquina, por isso tenho muito que fazer e estudar antes de me refastelar no sofá a consumir séries de modo industrial. Três e quatro meses de espera dá nisto... cá vos espero, séries boas. Até lá, vou enfiar o nariz nos livros.

 

(há coisas novas e fixes para ver, ou é mais do mesmo? alguma coisa bombástica para eu acompanhar desde o início ou não vale a pena?)

03
Jun14

Aquele momento do ano

Chega-se a esta altura e é um drama. Porquê?, perguntam vós, leitores preocupados. Porque as temporadas das séries acabaram todas e a sensação que fica é que estamos sozinhos e abandonados até Setembro.

Arrow acabou, Anatomia de Grey acabou, Mentes Criminosas acabaram. E agora, que faço eu da minha vida? Eu ainda deixei durar a pílula, resisti à tentação de ver na net (com excepção do Arrow, com que fiquei desiludida) e esperei que passasse na TV, para ver se esta dor interior ainda demorava a chegar. Mas o tempo passa rápido e as minhas séries favoritas esgotaram. E agora?!

Ainda tenho aqui muitos episódios de Revenge para ver mas, para ser honesta, não sei se tenho paciência para aquilo. Também podia ver The Vampire Diaries, mas a série está tão mal que, se deixei a a meio, é porque a vontade de lhe pegar é mesmo muito pouca. Naked and Afraid é bom para se ir vendo, mas não há aquela ânsia de devorar mais e mais. 

O que raio vou fazer durante as férias ou nestes tempos mortos onde me falta a inspiração para escrever, a falta de vontade de ler e ou vontade de fazer outra coisa qualquer mais útil? Vou ter de arranjar alguma série para devorar. E muito, muito em breve. 

(Acho que vou fazer uma petição contra os hiatos nas séries e contra o fim das temporadas)

06
Abr14

The Vampire Diaries

Se bem se lembram, aqui há uns tempos eu andava doidinha por The Vampire Diaries. Na altura tinha comprado a máquina de pressoterapia, saquei a série, e via um ou mais episódios por dia, enquanto fazia o tratamento de muito boa vontade. 

Vi tudo num tirinho e depois restou-me esperar, semana após semana, que mais um episódio saísse. Entretanto chegou a faculdade, que tem uma característica particularmente interessante: numa semana podes andar a dormir e a não fazer nada, mas na seguinte estás atolada de coisas e quase sem tempo para respirar. Depois de várias semanas assim, os episódios de TVD começaram a ficar em atraso e eu nunca mais os recuperei - há meses que não vejo a série. E, por muito que me custe a admiti-lo, não me faz falta (só mesmo o Ian e o seu Damon, por quem era assumidamente apaixonada). 

A verdade é que a série se tem vindo a degradar ao longo dos tempo: inventam-se coisas sem nexo só para terem história e tudo evolui muito rapidamente: olhando para trás eu já sou incapaz de me lembrar de metade da história, tal é o amontoado de coisas que aconteceram num tão curto período de tempo. As próprias personagem começam a perder as características de tão "mexidas" que já estão e o enredo começa a cansar; por outro lado, acho que mataram-se ao longo da série personagens chave que fazem muita falta. 

No meu ponto de vista, é um bom exemplo de como uma boa série pode perder fãs e tanta qualidade só e simplesmente porque a autora não soube conduzir a história devidamente.

08
Fev14

O problema das séries policiais

Eu gosto de séries, muitas delas policiais. Adoro Mentes Criminais e Castle, gosto do NCIS (os dois) e só os CSI's é que nunca me caíram no goto. Mas este tipo de séries têm um grave problema (pelo menos para mim): são as personagens e a história delas. 

Muito particularmente no Castle, por exemplo, eu passei a interessar-me mais no romance do Castle e da Beckett do que pelos crimes em si. Eu via a série numa ânsia de que algo entre eles acontecesse, não de ver apanhar mais criminosos. O pior foi quando aquilo que eu mais queria aconteceu: os pombinhos juntaram-se e a minha reacção foi algo como "my job here is done", pelo que me desleixei por completo da série. E pior ainda foi a continuidade que eles deram: o facto de eles estarem em cidades diferentes acabou por me desesperar e eu, sem grande vontade, deixei de ver regularmente a série (ups, deixei uns spoilers aqui espalhados...).

O mesmo não se passa com as Mentes Criminosas, que acompanho há anos. Quando a história de uma personagem é aprofundada não é mais do que um ou dois episódios; depois passam à frente, porque está claramente definido que a história principal da série são os crimes e não quem os resolve. E não sei se sou só eu que faço uma má gestão das várias "partes" das séries - ou seja, a parte profissional e a parte emocional e mais íntima das personagens - ou se elas, de facto e em algum momento, se sobrepõem àquilo que a série diz ser. 

07
Fev14

O sexo e a cidade

Eu devo ser das poucas mulheres à face da terra que não gosta de ver O Sexo e a Cidade. Não gosto, não acho piada nenhuma e acho que dá uma imagem deturpada das mulheres em geral. Compreendo que na altura em que a série foi lançada não se falasse dos assuntos tão abertamente, que as mulheres gostassem da roupa da Carrie (que, só por acaso, e tendo em conta a maioria do que vi - que não foram muitos episódios, apenas os bastantes para perceber que não gostava -, acho hediondas), mas não acho justificável para o sucesso que teve (e ainda tem).

Ali, as mulheres mudam de homem como quem muda de cuecas, não têm um jantar (e elas passam a vida em jantares e lanches e almoços e outras refeições que tais) em que o assunto "sexo" não seja tocado e os problemas do dia a dia são quase só baseados no namorado que perderam ontem e no outro que planeiam arranjar no dia seguinte. Cansa-me, pronto. E acho que é pouco fidedigno. Ou então sou eu, que gosto de passar os meus tempos livres a ler, a escrever e a ver televisão, em vez de tentar arranjar namorado a toda a hora. E de falar de outras coisas para além de sexo e gajos e coisas que tais com as minhas amigas. Sou assim tão ave rara e elas o protótipo de mulher, ou há alguém que esteja do meu lado nesta causa nobre?

Ou se calhar sou eu que sou mulher e, ainda assim, não entendo nada do mundo feminino. Não é menos provável...

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