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Entre Parêntesis

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

30
Dez12

Sou uma tia para lá de fantástica

Já tinha ouvido falar de um jogo para a Playstation 3 assim estilo Harry Potter e que me chamou à atenção. Depois li críticas positivas e blogs a dizerem que era super giro e apeteceu-me traze-lo para casa. A questão é: eu não tenho playstation 3.

Tinha uma PS2 que deu o berro há coisa de três meses - não sei o mal que lhe deu, mas também não a usava muito, e verdade seja dita que não ia para nova; tenho também uma wii, que está em casa do meu irmão, pois sei que a usa mais do que eu, e fico muito contente que alguém lhe dê a devida utilidade. Por saber a minha relação com estas máquinas, nem me passa pela cabeça comprar uma PS3.

Mas a verdade é esta: eu aproveitei o facto de ir trocar um livro à Fnac e comprei o jogo. E como é que vou jogar? Resgatando a PS3 que está em casa da minha irmã, parada que só ela, chamando por mim para a desenferrujar. Depois exploro o jogo, passo noitadas em frente à televisão e, quando me fartar, devolvo o aparelho mais um bónus (que é jogo) à casa onde ele pertence. Assim, ficamos todos felizes e contentes: eu posso jogar um bocadinho e regressar por uns minutinhos que sejam ao mundo da magia; os meus sobrinhos, depois de um curto período sem a PS3 (nem notam), ganham um jogo novo! Digam lá que eu não sou uma tia mesmo porreira?

 

22
Set12

Mistérios da vida

Por entre as muitas coisas que não compreendo, nomeadamente nos homens, é a paixão pelo PES. Pronto, é um jogo de futebol e tem piada andar a passar a bola de um jogador para o outro, virtualmente. Mas porquê que todos os anos sai uma nova edição, se a base é exactamente a mesma? Setenta eurinhos ali, todos os anos, para o focinho do Cristiano Ronaldo ser mais parecido com o real ou por ter uma finta nova?

As diferenças são assim tantas para, todos os anos, ouvir nos corredores "já tens o pés dois mil e não sei quantos?", com um entusiasmo fora do normal? Que raio de bactéria viciante tem aquele jogo, que move mundos e fundos no universo masculino?

19
Ago12

Jogos de tabuleiro

Sou louca por jogos de tabuleiro. Apesar de ser uma fanática por computadores e de passar horas aqui, sempre o fiz, em parte, por não ter muita gente com quem brincar. Os meus irmãos, muito mais velhos que eu, acabaram por sair de casa quando eu era nova; a minha mãe nunca teve paciência para brincadeiras; o meu pai era a minha salvação, com quem jogava dominó e o "Quem é quem?" - jogos que não exigissem muito e não fossem excessivamente demorados. Sempre fizeram as minhas delícias e podia passar horas a jogar aquilo, que a diversão era garantida.

À medida que fui crescendo, a minha paixão por este tipo de jogos também aumentou - mas apercebi-me que, com as outras pessoas, tal não se verificava. Sempre adorei jogar monopólio (embora seja sempre demasiado igual), cluedo (adoro), trivial, damas, dominó e todo o tipo de jogos de cartas, mas sempre me faltaram parceiros. Alguns destes jogos, hoje em dia, jogam-se online, mas nunca é a mesma coisa (ainda assim, em tempos entediantes, é ver-me jogar damas com concentração máxima).

São raros os dias em que pego nessas preciosidades mas, quando posso, não deixo escapar a oportunidade. Foi o caso de ontem, quando a piscina não esteve excessivamente populada e esteve calmo o suficiente para estar uma horinha e meia na brincadeira, com primos e tios. E que saudades eu tinha.

 

09
Ago12

Já vou em seis euros de prejuízo

Ao ver aqueles números enormes no sorteio do euromilhões, fiz algo que muito raramente faço: jogar.

Arranjei um parceiro (um péssimo parceiro para estas coisas, diga-se de passagem) e jogámos os dois, a meias. Jogámos seis euros, a semana passada. Estava eu toda esperançosa, quando vejo os números que estão na folha de papel e no ecrã do meu computador. Uma estrela.

Terça-feira, vendo o número aumentar mais, caí no mesmo erro. Três apostas, seis euros, um número. UM! SÓ UM!

Só tenho pena de não ter herdado a sorte da minha mãe ou do meu avô. Quando pergunto a um deles se ganhou algo, a resposta mais provável é "oh, nada... serviu para pagar o que gastei". Ou seja, eles não ganharam: simplesmente não perderam. Isto é quando não ganham quantias consideráveis.

Já eu, para acertar num só número, vejo-me grega. O que me vale é que jogo a meias e o prejuízo é divido. Isto, a continuar assim, na esperança de ficar rica (o que se calhar nem é assim tão bom, mas disso falo noutro post) vou mazé' à falência.

 

Moral da história: quando quiser fazer parcerias, arranjar um parceiro sortudo. Dois azarentos juntos dá azar a duplicar.

21
Jul12

A minha infância em cinco minutos

Era ver-me com uma lagriminha no canto do olho enquanto ouvia isto. Há alguém que não reconheça?

Já no outro diz me diziam que vivo de saudades - que seja! Ouvir isto é melhor do que ver uma fotografia de infância. Não é um momento: são milhões. Não quero pensar nas vezes em que ouvi isto enquanto decorava as minhas casas. Foram anos a fio, a jogar e a ouvir todos os dias a mesma coisa. Era a fã número um: comprava tudo nos dias em que saíam e ficava noitadas a cuidar das minhas famílias. Joguei com primos, amigos e, essencialmente, sozinha. E gostava tanto. Mas tanto.

15
Jul12

O que as insónias fazem

Tive uma insónia terrível, hoje à noite. Deitei-me pouco depois da meia-noite e só por volta das quatro da manhã é que consegui adormecer. Por muitas voltas que desse na cama, o sono não vinha e eu estava a entrar em desespero.

Levantei-me, peguei no game boy (sim, aquele ancestral, ligeiramente transparente e roxo) e pus-me a jogar super Mário (um jogo mais velho que eu, que data de 1989!). Acho que me faltava um nível para acabar o jogo e perdi - fiquei passada. Tinha umas 18 vidas quando cheguei aos últimos níveis, e fui ficando nervosinha, qual criança que joga algo pela primeira vez e fui perdendo-as uma a uma, até que acabei mesmo por morrer.

Verdade seja dita que depois consegui adormecer, mas enquanto não acabar o jogo não descanso. Não pegava nele há uns bons anos e acho que só o acabei uma vez - os sete/oito primeiros níveis são piece of cake, visto que sei todos os truques e mais alguns e a prática ainda se mantém (é tipo andar de bicicleta: nunca se esquece), mas os restantes exigem concentração. Não tivesse eu que estudar e estava aí agarrada ao game boy. Ai estava, estava.

 

16
Fev12

(A falta de) Cultura

Admira-me a ignorância geral da juventude. Espanta-me não saberem o que é uma polaroid ou o significado da palavra "corroboram" ou "cariz". Há toda uma falta de cultura geral que faz com que ter uma conversa com um adolescente - com assuntos para além dos ordinários e (geralmente) medíocres - seja uma missão impossível.

É por isso que eu digo que há poucas coisas em alguém que me atraiam tanto como a cultura geral e a possibilidade de uma boa conversa.

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