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Entre Parêntesis

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

04
Fev14

Mini-férias

Ora bem, acabei de decidir que entrei em férias (isto dito assim soa fantástico, não soa?). Devia ir a recurso de economia, porque fiquei para lá de insatisfeita com a nota, mas honestamente não me apetece. Não tenho forças nem vontade para pegar de novo em qualquer papel que seja. Fiz um "pacto" com um colega e para o ano acordamos em puxarmo-nos um ao outro para o exame de economia, a ver se melhoramos este pequeno desastre.

Sendo assim, meus amigos, estou de férias! Devo admitir que este passado fim-de-semana já me soube a descanso pleno: passeio-o a ler, a escrever, a ver séries e lixo televisivo, no quentinho da minha casa. Soube-me tão, mas tão bem, que a segunda feira me custou a passar, mesmo não tendo de trabalhar ou estudar. Agora só me apetece cozinhar. (Isto foi toda uma rima, repararam?) Para minha alegria, o aniversário do meu irmão está a dois dias de distância e eu ofereci-me para fazer o seu bolo de anos (e, pelo menos, um cheesecake, que já comprei o queijo philadelphia para outra ocasião e agora não se pode estragar, não é verdade?!). Só estou aqui num grande dilema: que bolo de aniversário faço? Um de chocolate, todo janota, com um recheio no meio? Um estilo pão-de-ló, também com qualquer tipo de coisa no centro? Ajudem-me, inspirem-me! Se vos pudesse dar a comer um bolo agora, qual é que queriam? Aceito sugestões de tudo, tudo, tudo!

29
Jan14

Calcanhar de Aquiles na cozinha

Eu suponho que todo o cozinheiro tem o seu calcanhar de Aquiles. O souflé que não sobe, as claras que não pegam, o chantily que não se forma, a maionese que não se mistura, o bolo que fica sempre colado à forma. Pois eu, até agora, considerava-me uma vencedora: não tinha nenhum!

Toda a gente sabe que eu adoro cozinhar, principalmente doces. Se pudesse, passava umas horas na cozinha todos os dias a fazer uma especiaria diferente. O mal dos doces é que engordam e, portanto, feitos com tanta frequência não dariam bom resultado. Mais: a verdade é que eu, com o meu jeito (modéstia à parte) e o meu paladar, acho que dava uma boa pasteleira. E é das coisas que dá emprego... mas que se tem uma vida de escrava. É trabalhar até às tantas, acordar de madrugada.... enfim, não é uma vida que queira para mim.

Mas voltando à minha fraqueza: o leite creme! O idiota do leite creme, acham normal? Primeiro, não atinava com a receita. Eu, que depois de ver fazer uma vez faço tudo direitinho e seguidinho, tive de pedir várias vezes ajuda à minha mãe, porque me esquecia sempre como se fazia isto e aquilo. A verdade é que na primeira vez que fiz, sozinha, o dito doce, esqueci-me de lhe pôr ovos. Arrrrrrg. Mas eu não sou de desistir. Dias depois, tentei de novo. Estava a correr tudo bem até que vi a minha mãe lá fora a fazer qualquer coisa e fui ajuda-la, qual boa samaritana. Quando cheguei à cozinha, já o leite tinha vertido pelo tacho, o disco ficou todo sujo e o leite creme poderia estar condenado, não fosse a minha mãe uma boa cozinheira e me safar daquela situação. Hoje, que vou receber amigos, tornei a tentar a minha sorte. Dizem que à terceira é de vez, e eu gosto de acreditar que sim. Só lá para o fim é que eu me apercebi que alguma coisa estava errada; quando virei o leite creme para a tigela, o fundo estava... esturricado. Perdão: esturricadíssimo! Acho (e espero) que o sabor não tenha passado para o doce, tendo em conta que passei uns vinte minutos à volta do tacho para tirar todo aquele negrume do fundo - e já foi castigo suficiente.

Como se vê, independentemente da forma, o leite creme arranja sempre forma de me tramar. Mas eu já fui avisando: ele tem ganho as batalhas, mas sou em que vou ganhar a guerra! Nem que seja o último prato que eu faça, pá!

21
Nov13

Natal: o que dar? 3#

Toda a gente tem uma mãe, um pai, um namorado, uma irmã ou um amigo que tem uma paixão pela cozinha. E mesmo que não tenha, para mal dessas pessoas, comer é necessidade do ser humano, pelo que temos mesmo de cozinhar. Eu acho adorável ver pessoas (então homens!) com um lindo avental. Hoje em dia há lojas que fazem aventais super giros e originais, muito inspirados em coisas portuguesas. Normalmente aquelas lojas de souvenirs das cidades também vendem disso, mas há tantas outras com  outras ideias bem originais. É das coisas que dá sempre jeito, mesmo que não seja habitual usarmos na nossas lides domésticas: vai sempre haver aquela altura em que estamos a fazer algo que nos possa sujar ou que vem alguém ajudar e está habituado a usar em sua casa. Um ou outro avental nunca é demais. Ficam duas sugestões, ambas do Ikea: 

 

(podem cliclar nas imagens para irem directos para o site)

 

 

 

12
Ago13

Na cozinha

Eu gosto mesmo muito de cozinhar. A prova disso é que, em dias menos bons, o que me apetece é enfiar-me na cozinha a fazer bolos e mais bolos, experimentar novas receitas e meter a mão na massa. Infelizmente, a cozinha passa muito pelo estado de espírito, e nesses dias a coisa acaba por dar para o torto: normalmente estou tão em baixo que as claras não pegam, os ovos partem, o bolo não sai da forma e coisas que tais. Como tal, nos últimos tempos, quando estou em dia-não e me dá vontade de ir cozinhar, contrario-me e deixo-me ficar pelo sofá, pois sei que o resultado não será o melhor que se me virar para a confecção de comida - aliás, doçaria, que é aquilo que realmente gosto de fazer.

E ultimamente, por ter mais tempo, acabo por ver mais televisão - e aqui há dias fiz uma descoberta fantástica! O 24Kitchen é agora o meu escape sempre que não está a dar nada de jeito nos outros canais (que, embora pareça improvável com a quantidade de canais que existem, acontece muitas vezes) - e sou capaz de ficar ali horas a salivar e a aprender, principalmente quando é o Jamie Oliver que está no ecrã. Tenho pena de ser tão esquisita no que toca a comida, porque só um "bom garfo" é que poderá ser mesmo um bom cozinheiro; ainda para mais, eu tenho um paladar apuradíssimo, o que me traria uma enorme vantagem. Mas enfim, para já fico-me pelos doces. Talvez com o passar dos anos a minha boca fique menos intransigente.

 

(um dos últimos programas que vi, que tem uma sobremesa super simples que me parece ser de bradar aos céus)

09
Mai13

As máquinas de cozinha não são assim tão fantásticas

Eu posso ser a pessoa mais desarrumada do mundo (que não sou), até posso nem ser muito organizada (mas só em algumas coisas) e ter algum pó na secretária, mas se há coisa que eu não tolero é sujidade na cozinha. Faz-me uma impressão tremenda entrar em cozinhas sujas, que dão a ideia de que nada é asseado.

Sempre que cozinho, lavo e arrumo tudo o que sujo. Passo o esfregão cinquenta mil vezes, seco tudo com o máximo cuidado e inspeciono sempre para ver se não ficam restos de água, que não gosto nada quando vejo que a louça ficou mal seca, começando logo a pensar que a água já está meia-choca ali no sítio onde vou comer ou cozinhar. E é por isto que odeio (ODEIO) aparelhos de cozinha - fazem trinta por uma linha, são fantásticos e práticos e essas coisas todas, mas e limpa-los? Têm sempre cantos intocáveis, dentes não-limpáveis, coisas que nem sequer se podem meter na máquina. Aquilo, depois de meia dúzia de utilizações, fica uma nojeira tal que eu sou capaz de passar meia hora a lavar a máquina ao pormenor (sou um bocado passada, eu sei). Todas as vantagens dos aparelhos caem pelo cano quando me apercebo que é uma autêntica saga deixar aquilo limpo - não há paciência para tanto.

01
Mai13

Pasteleira ao serviço

Aproveitei a desculpa de ter um hoje almoço de família para me afogar na cozinha e nos doces, algo que me dá cada vez mais prazer. Fiz, pela primeira vez, profiteroles (que saíram deliciosamente bem) e o meu típico bolo de cenoura, desta vez com cobertura de chocolate.

Depois desta semana que está a ser a pior dos últimos meses, pareceu-me uma boa opção (não foi, tendo em conta que o bolo de cenoura, ontem, se partiu todo quando o desenformei e fiquei ainda mais frustrada e triste e tudo mais) - mas enfim, sabe sempre bem deambular pela cozinha e depois saborear aquilo que nós próprios confeccionamos. E no fim de tudo, receber elogios às nossas sobremesas. Nem tudo é mau...

 

 

 

10
Fev13

Pasteleira em vez de blogger - as fotos

Fazer bolos "é a minha cena". Gosto imenso, dá-me muito prazer e divirto-me à brava quando as coisas correm bem (o que não foi bem o caso este fim-de-semana, visto que tive uma série de percalços no processo de quase todos os bolos). Ainda assim, valeu o esforço, porque fizeram sucesso.

 

Para quem não sabe, a povlova é um doce típicamente australiano, mas que já há vários anos que fazemos aqui em casa. É, basicamente, um suspiro gigante com chantilly e frutos no centro. É um doce extremamente vulnerável e que calha mal metade das vezes, vá-se lá saber porquê - mas não foi o caso, felizmente. Estava lindo, lindo e só se quebrou quando pegamos nele - mas enfim, não deixou de estar menos delicioso por isso. Ornamentei-o com frutos vermelhos e a mistura do chantilly doce com os frutos um pouco mais amargos resultou muito bem. Foi o doce com mais saída - 10 minutos depois de o ter posto na mesa já tinha desaparecido.

 

A mousse já é típica por estes lados.

 

O meu primeiro cheesecake (!!), que acabei por chamar C-Cake por ter vergonha de admitir que era, de facto, um cheesecake. Nunca tinha visto igual: ficou amarelado, relativamente baixo e com uma base de bolacha muito mais baixa que o normal. Mas guess what? Surpreendentemente bom. É daqueles que vai ao forno (e cozeu em banho maria, nunca tinha visto tal), ao contrário dos "normais" que só vão ao frigorífico. Coloquei-o na mesa mesmo muito a medo, mas acabou por não resultar mal. Até ficou bonitinho, não ficou?

 

Bolo de iogurte número 1, com fruta por cima e chocolate branco pelos lados.

 

Bolo de iogurte número 2 com gomas por cima e kit-kats pelos lados. Este era feito especialmente para as crianças (e não sobrou nadinha!).

 

O meu clássico: faço pão-de-ló desde que me lembro, sem exagero. Ontem cozeu um pouquinho de mais, mas estava bom na mesma.

18
Out12

Com fome e vontade de poupar

À conta do aniversário dos meus diabinhos, a minha dieta ficou em stand-by. Porque sejamos sinceros: com doces em casa, dieta é uma verdadeira missão impossível. O truque de tudo é mesmo esse: não ter em casa e, consequentemente, não comer.

Mas enfim, depois de terminar com a mousse que fiz (que estava para lá de divinal) e do resto da casa acabar com o pudim, ainda sobravam as claras no frigorifo (porque para o pudim é preciso as gemas). Como não estamos em altura de deitar nada fora e como eu estou com uns desejos maléficos de açúcar, arranquei-as do fresquinho do frigorífico e fiz delas um bolo de chá. Muito simples, mas fofinho e com um suave travo a limão. E quentinho... hummmm!

 

10
Set12

Tarde na cozinha

Hoje estava profundamente entediada e sem saber o que fazer, quando me ocorreu algo: "há duas barras de chocolate na despensa".

Como está toda a gente de dieta (que é como quem diz: mais sobra para mim), pensei que podia aproveitar as duas para fazer coisas diferentes, em vez de fazer algo em dose dupla, como é meu costume. Assim sendo, fiz a minha habitual mousse e um bolo de chocolate (que há anos que não fazia, e utilizei uma receita nova e ficou para lá de delicioso, pouco forte e fofinho como eu gosto).

Nada como o chocolate para me fazer feliz.

 

 

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