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Entre Parêntesis

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

08
Out14

Aquilo que tenho a dizer sobre o meu carro

Eu adoro o meu carro, não o trocava por nada - nem mesmo um novo. Gosto dele assim, como é, com os 14 anos que tem em cima mas sempre cheio de estilo; gosto dos riscos que já lhe fiz, embora me tenha doído a alma quando tal aconteceu, gosto das pancadinhas de amor que dei com ele, gosto de cantar dentro dele, enfim, gosto!

Mas ultimamente tem andado com uns problemas e uns barulhos estranhos que me têm posto doida. Dei conta deles há umas três semanas - um barulho alto, que se nota bem e (descobri esta semana) que vem do ar-condicionado -, e na altura fiquei preocupada. Pedi ao meu irmão para dar uma volta comigo, para ele ouvir o ruído, mas nada - silêncio, carro como novo, impecável como sempre. Mas na segunda o barulho voltou - e é alto, e consome-me e eu tento desligar o ar condicionado, mas com este tempo terrível os vidros embaciam-me todos e eu (para além de abafar) não consigo ver nada - e tornei a pedir a alguém (desta vez ao meu pai) para ver se ouvia alguma coisa. E não é que o carro se portou impecavelmente?

E eu que normalmente só tenho elogios a tecer ao meu carrinho, a única coisa que me surge de cada vez que penso nele e no abafo que me dá quando lá ando é uma só palavra: cabrão! Cabrão do carro, caraças. E falso e intriguista, que comigo porta-se pessimamente, e quando ando com outras pessoas tem a mania de ser um carro exemplar. Já disse que só me apetece chama-lo de cabrão? Era isso.

18
Mar14

Há dias que não deviam ter 24 horas

Às vezes uma pessoa sabe. Sabe e pronto. Mas sabe o quê? Alguma coisa. Não é algo que se explique,  mas que se sente; algo tão puro,  genuíno,  intenso,  que vem cá de dentro e tão estúpido que não há como explicar. É como aquela história de sairmos de casa com a sensação de que nos falta algo - não percebemos bem como,  mas a sensação está lá e, na maioria das vezes, tem razão. Hoje também tinha. 

Eu percebi rapidamente que o que eu sentia,  a minha apreensão,  tinha que ver com o trânsito e os carros e tudo mais. Fui concentrada durante todos os quilómetros que fiz hoje de casa para a faculdade,  da faculdade para casa (e hoje foram duas viagens para cada lado). Ao contrário dos outros dias,  não faltaram situações para bater: de lado,de frente, na rua,  na estrada. Foi stress acumulado em cada situação que parecia que era posta propositadamente no meu caminho para me assustar. Acho que hoje comecei a acreditar um bocadinho no destino. Vi um acidente feio,  com três carros, e tentei não olhar nem me focar naquilo. 

Quando à tarde vinha para casa,  comprimida,  stressada,  com aquele feeling mau, pensei: "já só falta um bocadinho para chegares a casa sã e salva, respira fundo". E nesse momento,  nesse preciso segundo em que esse pensamento me passa de rajada no cérebro, pumba, foi-se o retrovisor. OUTRA VEZ. O mesmo! Na mesma situação: um carro mal estacionado,  eu passo o mais rente possível para não bater no carro que está  no meu lado esquerdo e,  em vez disso,  bato no cabrão que decidiu que não fazia mal deixar o carro quase em segunda fila numa das ruas mais movimentadas da cidade. Desta vez tive a frieza de estacionar o carro (sim,  meus amigos,  porque havia lugares para dar e vender),  ir buscar o espelho e meter-me outra vez dentro da viatura,  onde finalmente caí em mim e comecei num pranto fenomenal, que me deixou com as olheiras até ao chão com que vos escrevo agora. Não era tristeza,  nem tanta raiva como da outra vez (embora também existisse,  porque caso ainda não tenham reparado eu lido muito mal com este tipo de infracções que são tão normais no nosso país que as pessoas acham que até já nem tem mal). Foi a vergonha,  a frustração, a dor de ter tornado a estragar o carro,  o orgulho demasiado ferido e,  acima de tudo,  a descompressão. A sensação de "já está, já aconteceu, eu estou bem,  o carro nem por isso,  mas eu estou bem. Universo,  estamos de contas soldadas?". O resto do caminho foi um dilúvio, onde chorei pelo carro e por tudo o resto que tinha a chorar e não chorei nos meses passados. Uma lavagem da alma, confundida com uma dor e uma raiva que só passa com o tempo. Ou com o polish que tira os arranhões do carro. 

Hoje foi um dia tão mau que eu desejei que não tivesse 24 horas. 

30
Jan14

Os polícias gostam claramente de mim

Aqui há pouco fui levar uma amiga minha à escola, pois tínhamos almoçado juntas. Acontece que não tinha estacionamento nas redondezas, por isso parei o carro num dos três lugares destinados a deficientes em frente à escola. Por causa disso, não saí do carro, e fiz tempo com ela lá dentro, até às aulas começarem, na eventualidade de alguém incapacitado precisar do lugar que, de facto, é seu por direito. 

Importa dizer que eu, sempre que estaciono o carro, sou aquela que desliga e liga o carro três vezes porque não ficou bem dentro da linha, porque ficou com o rabo de fora ou porque ficou ligeiramente torto; e que, se for preciso, deixo o carro quatro ruas abaixo para não ficar em situação ilegal (rogo pragas sempre que vou a casa da minha tia por causa disso). Não é para tentar ser correcta nem seguir os princípios - não sei, faz parte de mim, não consigo deixar o carro mal estacionado: fico com um peso na consciência tal que, mesmo que o estacione, trinta segundos depois já estou lá dentro cheia de remorsos e pronta para o tirar do sítio.

Pois bem, estava eu na conversa quando passam dois senhores polícias. Olham para mim, sorriem, apontam para o sinal e abanam com a cabeça, como quem diz "é bom que tire daí o carro, sabe o que lhe fazemos, certo? Ai a menina feia!". Apoquentei-me. Acenei com a cabeça, como quem diz "desculpe, estou só a fazer tempo" e levantei a mão num sinal de desculpas redobradas. Tirei o carro rapidamente dali e estacionei uns bons metros mais abaixo, tendo depois de subir a rua da escola quase toda, aproveitando para dar uma volta no átrio que tantas vezes me acolheu. Mas fiquei doente! Doente!!! Eu sei que é o dever deles e que não podem saber que eu tenho sido uma pregadora das boas maneiras enquanto se está ao volante de um carro, e que faço os possíveis e impossíveis para não cometer infrações. Mas à mínima coisa, tau! Há gente que nem sequer sabe o que é estacionar num lugar legal, e nunca lhes dizem nada. Mais: ao meu lado estava um carro também no lugar deficientes, parado, estacionado, sem ninguém lá dentro; atrás de outro carro que estava ao meu lado mas já em situação legal, estavam dois carros parados em segunda fila, a prejudicar o trânsito. Acham que eles fizeram alguma coisa, que lhes deixaram uma notazinha ou sequer um aceno como me fizeram a mim? Nada, nicles, niente! 

Já estou como o outro: "fico chateado, é claro que fico chateado!". Que raio de sorte.

25
Jan14

6 meses e um dia depois de ter tirado a carta (ou adeus espelho retrovisor)

Verdade. Fiquei sem um espelho retrovisor aqui há dias, a caminho do ginásio.

Não sei o que se passa, mas agora o trânsito ao fim da tarde na estrada (e na rotunda) que dá acesso à minha rua é gigante. Consegui meter-me no trânsito (que anda bem, mas que não deixa grandes espaços para entrar) porque o meu pai que, por sorte, vinha no sentido contrário, parou e me deixou passar. Ia muito bem na minha vidinha quando, uns metros mais à frente, estava um carro estacionado na estrada, na minha via - nada de anormal naquele lugar, mas que me irrita solenemente, tendo em conta que só há duas faixas de rodagem, e é possível passarem três carros, mas muito "resvés campo de ourique". Nesses casos, costumo parar, rogando-lhes todas as pragas que me vêm à cabeça, mas a coisa faz-se. Mas naquele dia o trânsito para os dois lados era imenso e se eu parasse nunca mais dali sairia, com o bónus de levar com buzinadelas a torto e a direito, não fosse a típica pressa dos nossos condutores. Sendo assim, e como o carro da minha frente passou, eu passei também. Com o coração apertadinho, fui e... tau. Num momento conseguia olhar para trás através do espelho do retrovisor e noutro ele já não estava lá. Insultei-me a mim e ao outro carro de todas as maneiras e feitios, disse todas as asneiras mentalmente possíveis e roguei ainda mais pragas que o normal. 

Quando finalmente parei o carro, vi que os estragos no meu carro tinham sido mínimos - um risquinho de dois centímetros no retrovisor - o que não me admira, tendo em conta que o dito cujo nem encolheu quando bati, tal deve ter sido a tangente. Mas foi o suficiente para o espelho cair - porque, muito provavelmente, também já estaria meio solto. 

Felizmente ia para a Zumba e descarreguei todas as minhas más energias naquela aula. E na possibilidade de que o idiota que deixou o carro plantado no meio da rua tenha ficado em pior estado do que eu. Porque a brincadeira podia ter-me saído cara (para cima de cem euros) - só não saiu porque tenho um irmão para cima de espectacular (ahah) que me arranjou um espelho novo bem rapidinho e por um preço bem mais reduzido. Valha-nos isso. (E é por estas e por outras que eu não quero um carro novo - se isto me acontecesse num carro novinho em folha acho que me atirava da ponte).

11
Dez13

Assaltante sem intenção (ou como dei o meu primeiro bate chapas)

Isto tem sido uma semana cheia de peripécias. Pergunto-me - com medo - o que virá a seguir.

Ontem dei o meu primeiro bate-chapas. Literalmente (escusam de estar a pensar noutras coisas, está bem?). Estava atrasada para a faculdade, parada numa fila de trânsito, e decidi olhar para o banco do pendura à procura do papel do parquímetro que tinha tirado naquela manhã; inclinei-me e, sem querer, devo ter aliviado o pé do travão. Ainda estava a olhar para o banco quando ouço o "puum" e sinto o embater. Assustei-me tanto, que nem sei descrever. Fiquei irritada, chateada, medrosa e preocupada; não me acreditava que aquilo estava a acontecer. Fiquei tão abananada que nem sequer saí do carro: quando o senhor da carrinha saiu para ver os estragos, calculo que a minha cara estática fosse de espanto e a boca em forma de O. O senhor foi impecável, disse que não tinha sido nada e para seguirmos sem problema - enquanto ele gesticulava isto, eu continuava no carro, boquiaberta e petrificada. Só descongelei quando ele já ia a entrar no carro, e ainda fui a tempo de abrir a janela e de pedir mil desculpas. Dia estragado.

Hoje não foi tão mau assim - pelo menos não no sentido de que me poderia ter magoado ou estragado alguma coisa. Ao sair, derreada, do ginásio, dirigi-me ao carro; quando estava a chegar, cliquei na chave para o abrir e lá fui. Vi a luz ligada, como usual (ou pelo menos acho que vi), abri a porta e acho que cheguei a atirar a minha mala para o lugar do passageiro. Nisto, reparo que há papéis nesse mesmo lugar, e julguei imediatamente que tinha sido assaltada e que tinham deixado lá os documentos. Um microssegundo depois, olho para a superfície onde os papéis estavam pousados: era couro! Couro! Meu deus, o meu carro é em tecido! Aquele não era o meu carro!!! Fechei de rompante a porta e saí rapidamente dali, olhando à volta, esperando ver um dono furioso por invasão de propriedade ou a acusar-me de furto. Não havia ninguém, para bem da minha bela saúde. Em minha defesa, vale dizer que o carro era tal e qual o meu, sem tirar nem pôr.

Moral da história: um segundo achava que tinha sido assaltada, no segundo seguinte a assaltante era quase eu. Coisas irónicas da vida.

03
Dez13

Os portuenses

Este post é para todos aqueles que, sem conhecer, falam sobre os portuenses com cinco pedras da mão (e que normalmente são portugueses e não estrangeiros, porque a maioria dos estrangeiros adora o Porto). Eu sei que a imagem que passa para o exterior é só dos adeptos do FCPorto a atirem pedras e petardos para outros adeptos e até para o próprios jogadores, mas a verdade é que nem todos somos assim. Não partimos estações de serviço por diversão ou andamos aí ao murro só porque alguém tem um cachecol vermelho. Isso é o que fazem parecer, não é a realidade.

Hoje, tinha eu estacionado o carro para ir para a faculdade e preparava-me para tirar o bilhete do parquímetro, quando um senhor abre a janela e me pergunta, com um daqueles papéizinhos na mão: "vai demorar? Ainda tem uma hora". Eu agradeci-lhe, mas disse-lhe que sim, que infelizmente ia demorar - fui burra, porque basta-me ter um papelzinho para a minha consciência não ficar pesada, porque no fundo eu demoro sempre mais tempo do que o limite que está no papel. Mas enfim, o que conta é a intenção.

Da mesma forma que vários senhores já me vieram ajudar a estacionar o carro, em dias que eu não estava para ali virada e o carro parecia nunca encaixar. Viam, ajudavam e iam à sua vida. É uma coisa normal por aqui.

Vejo muito turista que parece meio perdido no meio da cidade, a olhar para o mapa como um burro olha para um palácio, e que é ajudado - voluntariamente - por pessoas. Desde os mais novos aos mais velhos - e que giro que é ver aquelas senhoras, com mais idade e sotaque acentuado, a tentar ajudar pessoas que não se conseguem fazer expressar para além do inglês! Eu própria sinto-me invadida por este espírito e já não é a primeira, a segunda ou a terceira vez que ajudo pessoas meias perdidas (e eu não sou pessoa de falar, prontamente, com desconhecidos). 

Tenho pena que os meios de comunicação social só passem este tipo de imagens negativas de quem vive na Invicta: somos os rudes, os mal-educados, os que têm o sotaque "mais feio", os mais brejeiros, os mais arruaceiros, os mais incultos. E isso porque só mostram uma amostra - que existe - mas que não demonstra aquilo que verdadeiramente somos. Porque nós somos muito mais do que isso.

13
Nov13

Dia marcante na vida de uma condutora

Hoje foi a primeira vez que fui chamada à atenção pela polícia. Tive de parar o carro (mal parado, mas já estava em situação de desespero) e ligar o GPS para ter a certeza para onde estava a ir, muito perto do Hospital de S.João. A certa altura, ouço um daqueles bip's dos carros da polícia atrás de mim. Valha-me deus, acho que me saltaram os olhos das órbitas de tão assustada que fiquei!

Mas foi justo: por muito aflita que estivesse, estava com o carro mal parado; mas a verdade é que às vezes sinto-me mal e um tanto ao quanto injustiçada; se bem me lembro, esta foi a terceira vez que parei o carro de forma "ilegal" e maljeitosa, sendo que duas delas foram por causa da minha mãe (sim, estou a ilibar-me de culpas, porque não o fiz por livre vontade!). Mas eu vejo pessoas a perturbar o trânsito todos os santos dias, obrigando-me a ir para a via oposta, a passar contínuos.... tudo! E eu, que evito ao máximo fazer isso, sou logo apanhada e levo nas orelhas. Bolas!

28
Mai13

(In)Dependentes

Esta fase de transição da dependência para a independência está a ser muito gira de se ver. Ter 18 anos, em termos práticos, não é nada - dá-nos é a possibilidade de crescermos, de podermos fazer mais do que fazíamos antigamente. E uma das coisas em que se nota mais é a carta de condução.

Agora é uma festa, está meio mundo a tirar a carta. Nas aulas fala-se de tudo um pouco: do código, dos sinais, da embraiagem, de mecânica, de deixar ir os carros abaixo... isto porque tudo o que mais queremos é, no mais breve tempo possível, poder ir nos nossos carrinhos para onde quisermos. É claro que há pessoas em diferentes fases: uns no código, outros na condução e outros até com a licença na mão!

Ontem foi o dia em que mais senti isto de que aqui falo, e ri-me a bandeiras despregadas à custa disso. À segunda-feira vou sempre almoçar com  colegas da minha antiga turma - que é, ao fim e ao cabo, o meu grupo de amigos, com quem fui para Barcelona -, mas tendo em conta que temos menos de uma hora para almoçar, vamos sempre comer pertinho da escola (e mesmo assim, em modo speedy Gonzales). Mas ontem deram-lhes os apetites de McDonalds e eu fiquei parva com a hipótese de lá irmos, tendo em conta que só a ir e vir gastaríamos quase meia-hora. "Vamos de carro!".

E fomos. Foi a primeira vez que andei com o único rapaz que geralmente nos acompanha e foi de morrer a rir. Não que ele conduzisse mal - que não  conduz - mas pela situação caricata em si, com que ainda não tinha sido confrontada. Dá uma pinta e um jeitaço do caraças! E lembra-nos que o tempo voou e que já estamos grandes (e que a seguir sou eu!!).

26
Dez12

Veio mesmo a calhar

Ontem, quanto fizemos uma paragem no jogo que estávamos a jogar (ou o que estava a fazer para não adormecer em pleno Natal), caiu uma notícia estilo bomba: uma prima minha tinha tido um acidente e destruído o carro. Prima essa que estava ali há uma hora atrás e tinha saído para ir ter com não sei quem.

Apesar do carro ter ficado em muito mau estado, ela saiu sem um arranhão. Assustada, claro, mas intacta e de boa saúde. O sítio onde ela se esborrachou é um dos mais populares a esse nível, e com chuva é certinho para quem não tem grande experiência (caso dela) - tem umas junções que fazem com que o carro deslize e... pum.

Posto isto, se eu já não tinha grande vontade de tirar a carta, fiquei com ainda menos. É que para além de ter medo de mandar um carro para a sucata, tenho medo de me mandar sabe-se lá para onde e bater a bota num acidente de viação. Não tenho (e não sei se alguma vez vou ter) confiança em mim ao volante de um carro, e a chuva e os acidentes e os imprevistos são coisas que acontecem todos os dias e em todo lado, que não podemos controlar. E isso mete-me um medo do caraças.

Ontem o clima abateu à custa disto, mas hoje eu já acordei mais aliviada. Mau foi ter passado no local do acidente, à hora de almoço, e ter visto o pára-choques do carro dela, completamente engolido pelo rail. É sempre bom para nos relembrar.

21
Dez12

Tenho de tirar a carta (e não me apetece)...

Janeiro está aí a espreitar e traz um letreiro amarrado: "Carolina, tens de começar a tirar a carta!".

Eu anseio por mais indepêndencia, poder ir a qualquer lado sem ter de pedir aos meus pais para me irem levar ou buscar. Aquelas aulinhas que tive com o meu pai correram melhor do que o esperado e eu, na altura, até fiquei ligeiramente motivada. Mas a verdade é que ter trinta aulas de código aborrece-me e dá-me um sono imenso logo à partida, sendo que a minha vontade de as fazer é nula. Por outro lado, não me agrada nadinha ter de passar imenso tempo metida num carro, sozinha, com um indivíduo que não conheço de lado nenhum (a minha mãe bem diz que eu tenho um trauma neste sentido, mas eu chamo-lhe um sentido de auto-protecção bem apurado).

Sei que vai custar a arrancar e que vou ter de me arrastar para conseguir fazer, pelo menos, as aulas de código (as de condução, apesar do homem, sempre são mais "agitadas"), mas tem de ser. Sou uma sortuda e até tenho carro à minha espera: o que poderia pedir mais? A bem ou a mal, tem de ser feito.

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