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Entre Parêntesis

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

29
Jun15

O filho da... Fruta do grilo!

Então e como estão a correr as férias? Muito bem, muito obrigada! Tudo corre às mil maravilhas com a excepção das noites, tendo em conta que não tenho conseguido dormir nada de jeito. Ou é o calor, ou a sede, ou as almofadas ou... O grilo.

O filho da mãe do grilo anda por estas bandas desde o primeiro dia que cá cheguei. Só dá sinais de vida à noite mas nunca, nunca, nunca se cala até ao sol começar a nascer. É suposto os quartos serem insonorizados (que são, não ouço nada de uns quartos para os outros), mas a porta que dá para o corredor é sempre uma questão sensível, ouve-se sempre qualquer coisita. Mas as pessoas, as crianças e os passos bem que se aguentam... Mas sobre um grilo que canta ininterruptamente durante oito horas a fio, já não se pode dizer o mesmo.

Há duas noites acordei cheia de calor e, quando me apercebi da barulheira tremenda, não consegui adormecer. Eram cinco da manhã, eu estava super moída da praia que tinha feito no dia anterior, mas sem conseguir pregar olho à custa do bicho! Só às sete horas, quando o sol nasceu, é que se calou - e a essa hora já estava eu pronta para fazer uma caça ao grilo e mata-lo à dentada. Por o hotel ter muito azulejo o som ecoa e, embora ele esteja algures no corredor (a minha mãe comprovou, que ontem ficou irritada de tal forma que foi à procura dele, em pijama, a meio da noite), parece que está mesmo junto aos nossos ouvidos. Calculo que isto fosse usado nos tempos medievais, estilo tortura, porque é tão alto e tão ritmado que nenhuma alma consegue adormecer com aquilo!

Agora o truque é ligar o ar condicionado (barulhento) e tentar adormecer o mais rápido possível, antes que comece a sinfonia. Ninguém merece!

01
Mai15

Um ano de Molly

Parece que foi ontem que vi aqueles ratinhos em forma de cães em volta da Luna, a mãe. Eram tão pequeninos que até metia impressão pegar-lhes. Eram todos demasiado fofos - tão fofos que só apetecia comer e estrafegar com beijos e mimos bons. Mal eu sabia, nessa altura, que um daqueles cãezinhos iria ser meu.

Parece até que foi hoje que vi a Molly entrar aqui em casa, dentro de um saco de papel e um lacinho vermelho ao pescoço, em forma de prenda de anos da minha mãe. Mal toda a gente sabia que aquela tinha sido a melhor prenda do mundo, não para a aniversariante, mas sim para mim.

Ainda me lembro da primeira noite que passei com ela, quase metida na minha cama; do drama que foi introduzi-la na matilha, uma vez que o Tomé tinha uma vontade louca de a comer de um só trago; da diferença de tamanho grotesca entre ela, com dois meses, e os outros cães; da primeira noite em que dormiu aqui dentro de casa, completamente enroscada em duas mantas onde a embrulhei para parar de tremer de frio. Foi o primeiro cão que conquistou lugar aqui dentro de casa, mas desde o início que conquistou os nossos corações. Tenho uma relação com ela que não tenho, nem nunca tive, com mais nenhum cão - talvez porque ache que tudo aquilo que sinto por ela é recíproco. Ela mima-me quando eu preciso, eu faço-lhe o mesmo; ela é chata quando quer alguma coisa, mas eu também sou chata quando quero que ele faça o que quer que seja; ela tem a mania que manda, e eu mostro-lhe que quem manda sou eu. Mas, dentro das nossas grandes diferenças, completamo-nos. Acho que somos quase feitas uma para a outra. 

Como prenda de anos antecipada, a semana passada esqueci os trabalhos, o programa, os computadores, as internets e os telemóveis e levei-a à praia pela primeira vez. Todos aqueles passeios e treinos tinham esse grande objetivo: começar a leva-la de carro a alguns sítios para nos passearmos uma à outra. Para primeira experiência correu bem. Fomos para uma praia com pouca gente e ficamos lá meia hora. Não estranhou a areia nem tentou meter-se na água; no passeio portou-se lindamente, com excepção dos momentos em que via outros cães ou mirava os pássaros para caçar (o que é um problema porque eu não reparo neles e não estou à espera do puxão que ela me dá). Nunca a soltei da trela, com medo que ela fugisse ou se metesse com outros cães, mas estamos num bom caminho. Acho que foi a melhor prenda de aniversário que ela podia ter tido.

Em suma, há um ano tinha acabado de nascer uma das minhas melhores amigas. Parabéns Guacamolly*!

 

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*um nome fofinho que eu lhe chamo, num trocadilho entre o prato "guacamole" e o seu nome, Molly

09
Abr15

Passeios

Aproveitei estes dias mais solarengos para começar mais uma das minhas missões com vista ao bom tempo: os passeios com a Molly.

Quando quis uma cadela mais "maneirinha", pequena e fácil de transportar, foi também com o objetivo de ela me tornar mais sociável e "passeadora" (isto existe?). Mas para sair com ela é preciso educa-la, ensina-la que sou eu que a quero passear e não ela a passear-me a mim, arrastando-me atrás dela. O ano passado ainda fui tentando, ensinei-a os truques básicos (senta, deita, salta, dá a pata - que ela se esquece subitamente de cada vez que vamos dar uma volta) mas sair de casa só aconteceu meia-dúzia de vezes, claramente insuficientes para a preparar para saídas ao café ou à praia - ainda por cima eu irritava-me e era pior a emenda que o soneto.

Mas agora estou empenhada na minha missão. N terça-feira passeamos uma hora, hoje de manhã mais meia - aproveito e também eu faço exercício paralelo à zumba e aos workouts pontuais que ando a tentar fazer. Fui vendo vídeos, apanhando truques, e cinco minutos depois de me tentar passear, consigo finalmente passea-la a ela. Sem berros, sem me chatear, sem lhe dar umas pancadinhas de amor naquele rabo jeitoso. Tudo calmo. E ela fica calma também, andando ao meu lado e passando metade do caminho a cheirar tudo o que encontra pelo chão. A coisa só piora quando vemos outros cães ou quando estamos a chegar a casa, onde os outros cães já ladram e saltam tipo loucos do outro lado do muro.

Apesar de tudo, ela já melhorou muito e acho que daqui a pouco já consigo mete-la no carro para irmos dar uma volta mais longe de casa. No dia em que isso acontecer, concretizo o sonho de uma vida!

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(se alguém que percebe disto tiver sugestões úteis, é favor partilhar!) 

24
Mar15

Animais felizes

Às vezes aparecem-me no feed no facebook pedidos para resgate de cães que estão em abate. Ou então aqueles vídeos de salvamento, com músicas deprimentes como pano de fundo. Eu já devia saber que não me devia pôr a ver estas coisas, mas quando há finais felizes anunciados eu não resisto. É claro que para ver os finais felizes é preciso ver as partes iniciais, não tão felizes, e eu fico com instintos assassinos.

Juro que não percebo como é que há pessoas capazes de atirarem cães para lagos, lhes cortarem as pernas, os prenderem até à morte. Esse tipo de coisas mexe comigo de uma forma tremenda, até porque, às vezes, me esqueço que há pessoas que fazem isso. Olho todos os dias para os meus quatro cães e gato (o Lorde Tobias, sobre o qual tenho de vos dar um update) e vejo como eles são felizes, como correm de um lado para o outro como os desvairados. Como dormem encostados à parede ou estilo cabritinhos, todos esticados a apanhar sol. Como ficam em êxtase por verem que temos ossinhos para lhes dar. Como correm para mim quando chego a casa e como não se importam que lhes levante a mão quando ameaçam sujar-me as calças com as suas patas cheias de terra. 

No meu mundo só há cães felizes, como os meus são aqui em casa. E só quando vejo essas coisas é que caio na realidade e vejo que não. Que há pessoas terríveis que fazem este tipo de atrocidades aos melhores animais do mundo, que não olham a meios para atingir os fins, que vêm os bichos como meros objetos. Nesses momentos, para além das ganas que me dão de bater e pôr na cadeia toda e qualquer pessoa que maltrate os animais, apetece-me ir beijar os meus. Estraga-los com beijos e mimos, deitar-me ao pé deles, fazer-lhes festinhas - tantas que, ao sair dali, o meu próximo passo é ir tomar banho, tal é o cheirinho a cão que se agarra a todo o meu corpo.

 

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02
Jan15

Tobias

Esta era a segunda coisa que vos queria contar. Devia tê-la colocado no breve e terrível resumo sobre o meu ano 2014, mas não queria estragar a surpresa. E qual é? Passei a ter - mais ao menos - um gato!

A história é longa. Começou no início de Outubro, quando o apanhamos no quintal, todo cheio de remelas, frio, medo e muita fome. Decidi que não o podia deixar à sua sorte (ou deverei dizer morte?) e acolhi-o, ainda que em segredo (porque sabia que o meu pai não queria um gato, porque ia ser difícil com os cães, porque me iria afeiçoar a ele). Muitas peripécias se passaram, incluindo algumas que envolveram pulgas (mesmo muitas pulgas) e alguns sustos, mas tudo passou. A certa altura tivemos de dizer ao meu pai e restantes familiares o que se passava: que tínhamos um gato, que eu me tinha afeiçoado a ele e que ele não podia continuar fechado numa divisão da casa. 

Uma vez que, para já!, não tenho autorização para o ter em casa, a solução passou por lhe dar comida, cama e mimo no quintal, num sítio fechado, vedado aos cães e completamente coberto. Vou todos os dias lá dar-lhe mimo. Às vezes enfio-o dentro do casaco e trago-o para casa, para ele dar umas voltas. Quando preciso de trabalhar ou a noite se aproxima, volto a po-lo em "casa dele", para onde ele já "salta" fora do nosso colo para lá ir, alegremente. É um mimalho, faz ron-ron por tudo e por nada, e enfia a cabeça no meu pescoço mal pego nele, de uma forma hiper carinhosa. Adora apanhar sol e sempre que saio de casa lá está ele, estendido de papo para o ar, do outro lado das redes, a bronzear o seu pelo clarinho. Deteta-se a milhas: é olhar para o chão, junto das árvores, e ver uma manchinha branca; quando se chama por ele, arrebita as orelhas, levanta a cabeça e corre para o portão, a pedir o mimo que tanto gosta. O Tobias é um doce sem fim.

 

No Natal, onde passou pelo colo de quase toda a gente e foi a figura de destaque:

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Numa das doses de mimo que gosto de lhe dar:

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13
Dez14

Em modo desratização

A minha vida nos últimos dias (ou deverei dizer meses?) tem sido um filme. Na quarta-feira acendeu-se uma luzinha no carro da minha mãe, sinal de que alguma coisa estava mal. Desvalorizamos, mas tratou-se logo de ligar para a oficina. Vieram os mecânicos no dia seguinte, olharam para aquilo, disseram que nem sequer se devia conduzir o carro e que era preciso um reboque. Veio o reboque e, poucas horas depois, ligaram com o diagnóstico: "uma rato roeu o cabo XPTO". O QUÊ? Não acreditamos, a garagem tinha sido limpa há menos de quinze dias e não havia sinais de roedores. Não podia ser. Foram ver o carro com os seus próprios olhos.

E era verdade. Tudo roído, incluindo a esponja do capô, plásticos e etc. Quando os mus pais chegaram a casa começaram uma inspeção aos carros todos:o meu também já tem peças roídas, o do meu irmão nem quero pensar. Mas ao abrirem o capô do último carro, plim!, salta o rato, desvendando todo um cenário de destruição. Um ninho montado ao lado da bateria, a esponja e os plásticos todos roídos para a produção do mesmo. Um desastre - se calhar sem resolução possível. O rato, depois de ter apanhado o susto de uma vida quando confrontado com humanos e a luz do dia, fugiu e nunca mais o conseguimos apanhar. Filho da mãe, cobardolas. 

Agora estamos à espera que venham montar o sistema de desinfestação, na esperança de apanharmos o bicho e podermos pôr os carros de volta na garagem e dormir descansados sem ter pesadelos com um roedor a invadir propriedade privada - e a danifica-la de forma permanente.

Este blog encontra-se, portanto, no mood desratização. Esperemos que funcione.

15
Nov14

Um acordar muito soft (ou não)

Tenho passado dias horríveis e noites atribuladas. Hoje planeava dormir um bocadinho até mais tarde, porque mesmo nos dias em que não tenho aulas de manhã acabo por acordar cedo para estudar, fazer trabalhos ou tratar de recados.Tinha tudo pensado: não me deitei tarde, desliguei o condensador de energia (já a pensar na possível falta de luz devido à trovoada, mais que recorrente por estes dias) e não pus qualquer despertador. Tinha tudo para correr bem.

Mas ainda não eram 7:45h e a Molly (que tem dormido na cozinha por causa do frio que faz de noite) entra-me disparada pelo quarto, aos pinchos, pulos, derrapagens e lambidelas - histérica e elétrica como é normal da parte da manhã - e, claro!, acorda-me. Ainda nem oito da manhã eram, por amor de deus! Levei-a rapidamente lá fora, que se passasse mais tempo com ela ainda a fazia num picadinho, com tanta raiva que fiquei.

 

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12
Out14

Carolina, a mata-moscas profissional

Eu detesto moscas. São assim o animal mais odioso à face da terra, depois dos ratos (e seus derivados) - a única diferença é que as moscas atazanam-me o juízo durante os meses de verão e outono, enquanto que os ratos é uma vez ao ano na melhor (e, pensando bem, na pior) das hipóteses. Já relatei aqui vários episódios na minha luta contra este inseto, mas até agora nada funcionava. Leram bem: até agora.

Sou da opinião de que se devia dar um nobel a quem inventou a raquete-que-eletrocuta-moscas (à minha amiga C., que me deu a conhecer a invenção quando veio cá passar férias, não vai um nobel, mas sim um grande beijinho de agradecimento). A sério que sim, porque para além de ser divertido, acaba com elas todas em meio minuto. E agora que lhe apanhei o jeito, extermino cerca de dez moscas a cada dez minutos, o que é uma coisa estupenda. E o gozo que dá ouvir aquela estalo quando elas batem na rede? Epá. Toda eu sou contra a violência nos animais, mas as moscas cá de casa (vivo próxima de uma leitaria) tiram-me do sério - é que para além de chatas, as idiotas mordem (e não me perguntem como).

Dito isto, era só para informar que, se precisar de uns trocos, sou capaz de fazer serviços ao domicilio. "Não consegue ver televisão descansado porque as moscas estão sempre a pousar-lhe em cima? O seu pesadelo acabou! Carolina mata-moscas resolve o seu problema!". Vou já acrescentar isto ao currículo.

 

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05
Out14

Dia do animal

Celebrou-se ontem o Dia do Animal, e acho que não houve melhor forma de o festejar do que com a penalização dos maus tratos aos animais. Já há muito que se pedia isto, já há muito que maltratar os animais devia ser crime, mas finalmente deram-se passos nesse sentido.

Não que eu seja ingénua e ache que muita gente vai para a cadeia à custa disso: mas, como digo sempre, é uma questão de princípio. A justiça em Portugal é o que é, para ser culpar alguém é preciso (quase) que um milagre aconteça, mas ainda assim acho que este tipo de avanços devem ser considerados. Com eles vêm mudanças de mentalidades, introduzem-se outras premissas quando estes acontecimentos ocorrem. Acontece, vai continuar a acontecer, mas a partir deste momento as pessoas não só sabem que estão a fazer mal do ponto de vista moral, mas agora também do ponto de vista jurídico. Esse erro, essas futuras consequências, vão agora pairar na cabeça de quem comete estes crimes, tal como pairam nas mentes de quem rouba, viola, etc. E isso, espero eu, pode mudar alguma coisa.

Esta semana, no que aos animais diz respeito, foi uma semana feliz.

 

 

29
Jul14

Uma cadela diferente

Interagir com a Molly tem sido uma experiência diferente de todas as outras. Ela tem uma personalidade forte, é inteligente, tem energia para dar e vender, mas também dorme como se de um bebé pequenino se tratasse. É delicioso vê-la a brincar com a Olívia, que a adoptou como filha, assim como é espantoso ver como ela ladra à "velhota" - a nossa Mimi, que já não tem paciência para ninguém, muito menos para uma cadelita arrebitada.

A Molly vai ter a sorte que os outros não têm de ser mais "transportável". Eu amo os meus cães, adorava mostra-los ao mundo, tal como gosto de mostrar os meus sobrinhos lindos ou os meus maravilhosos pais: mas tenho medo. Eles são demasiado grandes para alguém, com o meu porte, controlar; tenho coleira de "esgana", posso tê-los controlados, e alguns deles até são sossegados, mas sei que se avistarem algo e eu não estiver à espera, me arrastam com eles até onde quiserem e, com sorte, ainda me partem um braço pelo caminho. Não arrisco, porque já me aconteceu (tenho uma queimadura no joelho que o comprova), e os meus passeios com os cães são agora restritos a esta zona, onde os posso trazer para casa com alguma rapidez.

Mas como a Molly é bastante mais pequena, consigo ter mais controlo sobre ela (e pegar-lhe, se for preciso, mesmo quando atingir o porte adulto). Ando determinada a ensinar-lhe uma série de coisas, passo a minha vida a ver vídeos no YouTube sobre como ensinar os cães a sentar, deitar, ficar, andar de trela e mais uma série de coisas, mas ela nem sempre me facilita a vida. É muito enérgica, só faz o que eu lhe mando na presença de recompensas, cansa-se dos biscoitos e a certa altura já só brinca com eles, não os comendo. É inteligente, percebe as coisas... mas se calhar é inteligente demais! Temos treinado todos os dias, que estou decidida em torna-la numa cadela exemplar. Quero mesmo muito passeá-la, leva-la a tomar café, vê-la molhar-se na praia, a crescer e ser feliz, tal como os outros que tenho aqui em casa. Vai dar trabalho, mas no fim vai ser bom.

 

 

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