Melhores amigas
Se há alguém que acredita na Ziva, sou eu. Mas devo admitir que não esperava uma reacção tão boa por parte dela à chegada da Olívia. No inicio, ignorou-a. Depois adoptaram-se mutuamente, mais ao menos como aconteceu com ela e com o Tomé, na altura em que ela veio cá para casa.
É pura e simplesmente delicioso vê-las brincar as duas - a Zivinha tem uma paciência de santa para aturar a nova cachorra. Ela deixa-a fazer tudo com exceção de uma coisa: comer da comida dela enquanto ela está a petiscar. Respeitinho é muito bonito e ela gosta muito. Mas, fora isso, a pequena Olívia está autorizada a fazer tudo: puxar pelo rabo, orelhas, focinho, morder as canelas, assim como o resto do corpo. É uma festa. E a Ziva cuida dela, preocupa-se, tal e qual uma mãe a cuidar do seu bebé. Uma pessoa derrete-se. Pode ver-se as duas, com toda a sua fofura, a a acordarem da sesta, bem juntinhas:





