Experiência traumática na Primark
Eu sempre louvei as pessoas que se metem dentro das lojas no primeiro dia de saldos e que conseguem fazer boas descobertas: giras, baratas e, com sorte, com alguma qualidade. Invejo quem o consigue porque eu não tenho pachorra para tal: compras ideais para mim são na net, onde está tudo arrumadinho e discriminado; em loja, pelo menos que esteja tudo organizado de modo a que consiga ver as coisas decentemente. E, como toda a gente sabe, em época de saldos tal nunca acontece.
Mas há dias descobri que não é só nos saldos que há este tipo de desafios - há lojas que são assim, com ou sem promoções. Exemplo? A primark. Fui lá pela primeira vez e, julgo que a última, atraída pelos elogios que faziam aos modelos e devido àquilo que via aqui na blogosfera. Foi entrar e sair rapidinho, que eu cá prefiro ir à feira, onde é tudo mais organizado, do que ir ali. Não sei se é por estar no local onde está ou se é mesmo assim em todo o lado, mas eu senti logo os nervos em franja mal lá entrei. Vi montes de roupa desarrumados com uma altura maior do que a minha, tudo misturado, tudo apertado e.... ai que aquilo não é para mim. Ainda passei pela zona da bijutaria, que da roupa desisti rapidamente - mas acabei por vir embora de mãos a abanar que aquele ambiente estava a mexer comigo. Eu bem sei que sou uma florzinha de cheiro, mas a primark é pior que as bancas dos ciganos em todo o lado, ou é só aqui?
P.S. Não posso deixar de dar os parabéns a quem, de qualquer das formas, encontra coisas giras no meio daquela barafunda. Eu sei que essas pessoas existem e merecem, portanto, todo o meu respeito.




