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Entre Parêntesis

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

10
Jun16

Adeus amostras!

É com muito orgulho que anuncio aqui que aquele porta-moedas cheio de moedas pretas está quase - e finalmente - vazio! No dia seguinte a ter escrito aquele post, há quase um ano, entupi o parquímetro com moedas de 5 cêntimos até ele não aceitar mais. Depois disso, a técnica para gastar as moedas mais pequenas resumiu-se a ter sempre algumas na carteira que anda comigo e, sempre que posso, ir gastando - supermercados, mercearias e feiras foram sem dúvida o meu maior escape para as moedas pretas. Já só me restam umas 20 para despachar. Yeyyyyy!

Agora que esse desafio está quase concluído, parti para outro: amostras. Sim, eu confesso: eu era uma daquelas pessoas que trazia sempre as amostras dos hóteis para casa. Chegava ao fim de cada estadia e metia tudo para o saquinho dos cosméticos para posterior uso (uso esse que, claramente, não se verificava). Verdade seja dita que, nos tempos do secundário, usava esses frasquinhos para tomar banho depois de educação física - mas esse uso nunca foi o suficiente para dar vazão à quantidade absurda de amostras de shampôs, cremes de corpo e amaciadores que tinha para usar.

Para além desses, há também todas as amostras de novos cremes e coisas para o cabelo que vêm coladas nas revistas ou que, por exemplo, me dão no cabeleireiro. Todas essas coisas tinham o mesmo fim: uma caixa na prateleira mais escondida do meu armário da casa de banho. E usa-los ou lembrar-me deles? Só mesmo quando lá ia pôr mais.

Por isso a minha nova resolução "está-na-hora-de-despachar-isto" deste ano é mesmo acabar com as amostras. Já há muito que não trago coisas de hotéis para casa (a não ser que sejam mesmo muito boas), mas mesmo não tendo contribuído muito para a maldita caixa nos últimos tempos, tenho muito com que me entreter. Vou pô-los, um a um, a uso até aquilo ficar vazio. Tenho para mim que não vou ter de comprar coisas para o banho nos próximos seis meses. 

09
Jun16

Níveis de inveja preocupantes

Vou dizer isto de forma direta e virtualmente gritante:

 

EU JÁ NÃO AGUENTO VER MAIS POSTS SOBRE A FEIRA DO LIVRO EM LISBOA!

 

A sério. Para uma book lover que resida fora da capital, ver todos os dias um post sobre a feira é quase como arrancar uma unha lentamente. Ou seja: é doloroso. São livros novos, promoções, sessões de leitura, sessões de autógrafos e, claro, milhões de livros no mesmo sítio. E, segundo dizem, até comida boa têm direito!

E vocês dizem: "mas porquê tudo isto se vocês aí no Porto também têm uma feira do livro?". Amigos, mordam essa língua: a nossa feira do livro, desde que a APEL entrou em rotura com a Câmara do Porto (se não estou enganada), nunca mais foi a mesma - e não chega nem ao dedo mindinho dos alfacinhas. Porque, acreditem, é fraca. Não se trata de um conjunto de editoras encontrar-se no mesmo espaço, mas sim de livreiros e alfarrabistas - o que, no fundo, faz daquilo uma fnac ao ar livre e com uma programação um bocadinho diferente do habitual. Ainda assim, as promoções são muito poucas e as presenças de autores ainda menores. É triste, tendo em conta que ainda há poucos anos tínhamos uma feira do livro a sério a decorrer nos Aliados, que era só um do meus eventos favoritos do ano.

Para além da qualidade da feira ter diminuído a olhos vistos, também acho o "novo" local bem pior: pessoalmente, e apesar de achar o Palácio de Cristal muito bonito, prefiro muito os Aliados. Parece mais uma feira a sério, maior, mais ampla, mais urbana. 

Tenho saudades da feira antiga e, por conseguinte, muita inveja de quem tem uma feira de jeito para visitar. Tudo o que me apetece é meter-me num comboio para Lisboa e reclamar o meu direito de também ser uma bookworm como deve ser e me ver no paraíso dos livros. (Mas, como não o vou fazer, aproveitem por mim - mas, por favor, parem de nos mostrar aquilo que nós perdemos em posts de nos fazer roer de inveja).

08
Jun16

Um ano sem Primavera Sound (ou o fim dos voluntários nos festivais?)

Queremos sempre voltar aos sítios onde fomos felizes. Sendo assim, este ano queria mesmo muito repetir a experiência do ano passado e ir ao NOS Primavera Sound. Esses dias são como um nevoeiro para mim, quase como se andasse nas nuvens na altura em que os vivi. Estava mesmo muito feliz.

Há uns tempos, quando disse a uma das minhas cunhadas que ia tentar ir de novo, ela advertiu-me: "nunca vai ser tão bom". E eu acredito que seja verdade - os momentos fazem-se não só daquilo que eles são mas também pelas circunstâncias em que os vivemos (e com quem os vivemos). O ano passado eu ainda estava em êxtase com o melhor ano de faculdade da minha vida, depois de uma semana de adrenalina com entregas de trabalhos e, acima de tudo, partilhei aqueles três dias com as duas pessoas mais importantes que encontrei na vida académica. Não podia ter sido melhor - e sei que este ano qualquer coisa ia falhar; mesmo que os concertos fossem melhores, mesmo que a companhia tivesse sido a mesma (o que seria difícil). Porque as circunstâncias não se repetem e a vida é mesmo assim.

De qualquer das formas, e mesmo sabendo que, relativamente ao ano passado, tinha a fasquia muito alta, queria muito voltar - só para viver a experiência de novo. Mas, ao que parece, este ano não há voluntários nos festivais. Já no Rock in Rio, que normalmente conta com uma base de voluntários gigante, não houve - causou alguma polémica e indignação por entre os "habituais", mas contra ordens não há nada que se possa fazer. Não esperava que a medida se alargasse mas, aparentemente, é um "mal" geral. 

Da pouca informação que há sobre assunto - e que não sei se se aplica só ao Rock in Rio ou também aos outros festivais -, esta decisão prende-se com a taxa de desemprego jovem e as leis relacionadas com esse assunto. De facto, não faz sentido entidades gigantes como estas não pagarem às pessoas para fazer este tipo de serviços - porque não pagar para apanhar copos do chão, tirar fotografias, fazer vídeos, controlar os fotógrafos, ajudar na zona VIP ou no backstage? A premissa está correta: se não se permitir ter voluntários, os festivais contratam para esses serviços. Mas será que contratam mesmo, ou reduzem-se aos "serviços mínimos", só porque são uns agarrados e são incapazes de pagar por um serviço que antes tinham de borla? Eu aposto mais na segunda hipótese.

No fundo, mesmo que paguem, a verdade é que o valor total não chegaria para pagar um bilhete do festival. E, infelizmente, nós (os jovens) não nos importamos de trabalhar para ouvir boa música e estarmos integrados num bom ambiente. É triste, é errado, mas é assim que funciona. E eu, honestamente, adorei o trabalho que fiz - por isso faria tudo de novo, de olhos fechados.

A vontade e as saudades são tantas que, depois de perceber que este ano não havia voluntários para ninguém, até ponderei comprar um bilhete. Mas a verdade é que não faz sentido absolutamente nenhum, porque - apesar de tudo - este é um festival de música e, de todos os artistas que vão (e são muitos), eu conheço uns 3. E eu iria apenas para os ouvir como música de fundo e viver acima de tudo todo aquele ambiente fantástico outra vez, o que, pensando com todos os neurónios, não faz lá muito sentido.

Este ano fico-me então apenas pelas saudades e resta-me fazer figas para que para o ano o panorama mude e eu possa viver mais um festival sem pagar nada.

 

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(descobri esta foto há um par de semanas no "repositório" de fotos dos voluntários do festival - não sei quem a tirou, nem quando tirou, mas adorei-a mal a vi. é a prova de que uma boa foto não tem necessariamente de ser espetacular tecnicamente (uma vez que está desfocada) para passar a mensagem - o sorriso e as olheiras nos meus olhos dizem tudo o que aqui há para dizer)

07
Jun16

Chávena de letras - "All that Jazz"

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 Li este spin-off da série "Eversea" logo após ter terminado esses livros, para sentir que a série ainda tinha um bocadinho mais para me dar e que não tinha mesmo chegado ao fim. Por um lado, este "All that Jazz" sacia essas saudades - até porque fala nas personagens principais do outro livro -, mas por outro, em alguns momentos, a leitura pode tornar-se a confusa.

A linguagem e a forma de escrita são muito semelhantes em todos os livros - e tendo em conta que neste é Jazz a narradora, esperavam-se algumas diferenças relativamente aos livros da série "Eversea". Nos primeiros capítulos confundia-me e já não sabia se quem estava a ler era a Jazz ou a Keri-Ann e sempre que alguém falava na primeira pessoa eu tinha de pensar duas vezes. Apesar deste não ser um entrave de maior, revela pouca versatilidade por parte da autora de explorar várias personalidades dentro do seu estilo de escrita.
A história é gira e cativante tal como nos outros livros e, embora a química e a história do par romântico seja muita, não é propriamente comparável à de Keri-Ann e Jack. Para além disso, achei algo incoerente a relação das duas melhores amigas: por um lado diz-se sempre que contam tudo uma à outra, mas por outro percebe-se que Jazz esconde mais do que conta a Keri-Ann. São pormenores, mas que às vezes fazem a diferença.
Em suma, e apesar de tudo, gostei muito do livro, que cumpre perfeitamente a sua função de entreter e de fazer dourar a pílula em relação às histórias de Butler Cove. Vou ficar com Natasha Boyd debaixo de olho.

06
Jun16

Sobre o amor que não morre

Gosto de cemitérios - mais de uns do que outros, mas não me custa visitar nenhum. Gosto mais daqueles grandes, com árvores e espaço entre campas - no fundo, cemitérios a sério, onde as pessoas podem estar em paz e em comunhão com a natureza e com aqueles que perderam. Por sorte, foi num desses que a minha avó ficou e só lá não vou mais porque fica-me fora de mão e é numa zona onde não costumo passar - porque gosto imenso daquela paz que lá se sente, de ouvir o silêncio ou simplesmente o vento a passar nas árvores centenárias. 

Nunca fui muito de espiritualidades, mas desde que a minha avó faleceu essa veio acentuou-se um pouco em mim. Não sei - e acho que não quero saber - o que há ou deixa de haver "do outro lado", mas de alguma forma sinto-a presente. Esse sentimento pode ser uma coisa real ou simplesmente algo que a minha cabeça criou para que a perda não fosse total - ainda assim está lá, e eu deixo-me ser confortada por ele vezes sem conta. É estranho e mau dizer isto, mas a verdade é que agora lembro-me e sinto-me mais vezes com ela do que quando estava viva.

A última vez que fui ao cemitério foi na semana anterior a começar o estágio. Fui almoçar naquela zona e, já de barriga cheia, decidi parar no cemitério e fazer uma visita. Gastei todos os cêntimos que tinha na carteira e comprei um ramo de flores para lá lhe pôr. Já lá, depois de fazer o melhor arranjinho possível (que não é algo em que eu seja muito prendada, mas ao menos tento), contei-lhe - ainda que interiormente - que ia começar o estágio dali a dias e que precisava de uma força extra. Sei que ficaria orgulhosa - sempre quis que continuasse no ramo e com os negócios da família; ficaria ainda mais feliz por saber para quem vou trabalhar e já a imagino a contar-me todas as fofocas que tinha lido nas revistas e a dar-me a sua opinião sobre tudo o que tinha direito.

Independentemente daquilo em que acredito - que é mesmo muito pouco -, importa-me mais aquilo que sinto. E quando tive a minha proposta de emprego (e quando depois respondi que sim), lembrei-me logo desse dia em que lhe "contei" sobre o estágio. É uma sensação estranha de presença e de acompanhamento; também por saber que era uma coisa que ela queria muito e de que ficaria orgulhosa, apetece quase pensar que ela teve um "dedinho divino" em tudo isto.

Faria hoje 92 anos. E tudo isto para dizer que, mesmo não estando aqui em corpo presente, é como se estivesse: sinto-a nos dias bons e nos maus, dos momentos mais felizes aos mais tristes; ouço interiormente a sua opinião, aquilo que diria ou deixaria por dizer e sinto aquilo que sei que sentiria ao ver-me hoje, como sou e como estou. As pessoas perdem-se, mas enquanto o amor delas viver em nós (e todas as palavras e gestos de carinho que tiveram para connosco) é como se continuassem vivas.

 

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05
Jun16

Leituras de Verão

Mesmo não tendo a melhor relação com as férias grandes, é inegável que esta é a melhor altura do ano para devorar livros. Estar ao sol, a morenar, e a ler um bom livro é só o melhor plano de todos os tempos. 

Em 2016 propus-me a ler 20 livros e 8 já estão. Acho que com o choque da entrada na "vida adulta", todos os livros mais sérios e possivelmente pesados ficaram na prateleira; dediquei-me de alma e coração a todos os romances adolescentes que tinha por ler (e que entretanto mandei vir, porque isto é quase um ciclo vicioso), que me deram o escape diário dos dias mais duros e "adultos" para uma "não-realidade" que sempre me aqueceu o coração. Podem não ser as leituras mais eruditas - que não são, como é óbvio - mas fazem por mim aquilo que eu acho que é o objetivo da literatura: distrair, constituir um escape e treinar a desenvoltura na escrita, na leitura e no uso de mais vocabulário. Como um extra, sete dos livros que li eram em inglês - o que ajudou a desenferrujar e a matar saudades desta língua, que infelizmente uso menos do que desejaria.

Para o bem e para o mal, os romances adolescentes que tinha na prateleira já esgotaram e eu vou ter de começar a dar vazão às outras coisas que fui comprando (embora, confesso, já há mais histórias leves e fofinhas na minha lista de compras). Só começo a trabalhar em Setembro e, com uma semana de Algarve pelo meio, tenciono apostar forte nas minhas leituras de verão. Serão elas:

 

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O "Romance em Amesterdão" de Tiago Rebelo vai fazer a transição dos romances adolescentes para os "simplesmente romances". É um autor de quem já falei várias vezes aqui e que, não estando na minha lista de autores favoritos, funciona para mim como um desbloqueador de leitura. A escrita e as histórias desenrolam bem e, sem notarmos, chegamos ao fim do livro. Comprei-o na última pseudo-feira-do-livro que agora temos aqui no Porto, no Palácio de Cristal, e quero lê-lo, para deixar de fazer peso na minha prateleira.

 

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 Este livro andava debaixo do meu olho há anos, mas só me resolvi a compra-lo quando li a crítica da Maria das Palavras. Aproveitei uma promoção na Bertrand Online e mandei-o vir - caí na esparrela de comprar a edição mais barata e calhou-me na rifa um livro com umas letras mini, que vão ser difíceis de digerir. É bom que o livro seja óptimo e me faça ultrapassar a aversão (e o sono!) que eu tenho a letras pequeninas.

 

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 "O Pintassilgo" está emprestado na minha prateleira há tempo demais. Já há muito que tenho vontade de o ler, mas as suas quase 900 páginas demovem-me sempre. Principalmente em período de trabalho ou aulas, como o tempo não é muito, a leitura e a evolução acabam por ser lentas e desmotivantes, pelo que a obra tem ficado sempre para trás. Talvez lhe dedique a minha semana algarvia e consiga finalmente ler este calhamaço!

 

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Já aqui tinha dito que este verão também ia ser dedicado à escrita criativa. Este é, na verdade, um livro para ir lendo - mas, daquilo que já vi, parece-me ler-se mesmo muito bem, por isso desconfio que quando pegar nele, será de fio a pavio. Sinto que tenho muito a aprender relativamente à construção de narrativas e este será o início de uma aprendizagem que tenciono que dure para a vida. Dentro deste tema também comprei outro livro, mais teórico, por isso ficará para segundo plano e para quando já tiver umas noções daquilo que estou a ler e a aprender.

 

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E porque depois da escrita vem a publicação, também estou muito curiosa para ler este livro que acabou de chegar às livrarias (e que também comprei na promoção online da Bertrand). Sei que o mundo editorial tem muitos meandros e todos nós já ouvimos falar dos muitos insucessos que os maiores autores de todo o mundo enfrentaram antes de se tornarem famosos (basta ver o caso da J. K. Rowling, que já falou bastante do assunto, ou da Stephenie Meyer). Não tenho um livro escrito nem sei quando vou ter, mas acho que não faz mal enfrentar este mundo já com algum conhecimento à partida - para além de que há sempre dicas que se pode ir aproveitando para facilitar a publicação, que dá sempre jeito saber.

 

E para já é isto. Não quer dizer que alguns não fiquem pelo caminho e que dêem lugar a outros, mas o plano de leitura para o verão é este. Já tenho muito com que me entreter :)

04
Jun16

Oh não, estou de férias!

Acho que, quase como todas as pessoas, anseio sempre o meu período de férias. Vemos esses dias sempre como os mais felizes e descansados do nosso ano e é natural que estejamos sempre à espera que eles cheguem - mas a verdade é que, no meu caso, só 10% das minhas férias é que são felizes e descansadas (que é quando estou no Algarve ou viajo e entro em modo turista). O meu cérebro teima em esquecer-se que eu não sou uma pessoa de férias e que passo sempre pior no período de férias do que em trabalho ou aulas.

Bastaram 4 dias para eu entrar no meu eterno drama das férias. Na segunda-feira ainda fui trabalhar - mesmo já estando fora do período de estágio e com uma gripe em cima - e despedir-me das minhas colegas, que estavam claramente mais entusiasmadas com as minhas férias do que eu. Para além do mau estar típico de quem está com gripe, esse dia foi difícil: despedir-me de vez daquele cantinho de secretária e das minhas colegas doeu-me a sério. Mantive-me composta enquanto lá estive, mas à vinda para casa chorei como uma perdida, já com saudades daquele caminho que no dia seguinte não iria fazer.

Como no dia seguinte estava meia febril, cansada e envolta em lenços de papel, nem deu para viver aquela euforia (que também dura pouco, mas ao menos existe) do primeiro dia de férias. Desta vez até essa parte passei à frente e vim dar diretamente ao ciclo vicioso em que acabo sempre, a curtir a depressão e a solidão em que me vejo sempre metida nestes dias de férias. É quase difícil lembrar-me de quando saí de casa, durante esta semana; e do sofá, na verdade. 

Comecei mal e já estou a dar em louca. É urgente que comece a preencher a agenda com tarefas para que os meus dias incluam mais do que televisão e sofá. E eu sei que isto é chato de dizer, mas começo a concluir que é verdade: odeio férias. 

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