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Entre Parêntesis

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

07
Nov15

É oficial

Sou paga para escrever. Fiquei com o trabalho de que vos falei aqui.

 

Li o email de confirmação no meio da rua e levei com um "baque" incrível, que não vos sei descrever nem como felicidade ou tristeza. Um misto, sei lá. Acho que também se pode chamar de "medo". Abateu-se sobre mim o medo de ser incompetente, o medo de não saber escrever suficientemente bem inglês (embora já lhes tenha mandado um texto de exemplo), medo de não ter tempo, enfim. Receios de principiante e receios de quem sente que isto é sorte demais. Porque eu posso fazer tudo nesta vida: ser assessora de comunicação, trabalhar na têxtil, numa livraria, numa caixa de supermercado ou loja de roupa, porque sei que, no fim, o que me faz verdadeiramente feliz é escrever. Onde quer que seja - embora, em livros, seja o meu desejo final -, mas, pura e simplesmente, escrever. E a primeira oportunidade que apareceu e que eu tentei agarrar, ainda que muito à pressa e atabalhoadamente... consegui. Sou paga para escrever e nem me acredito!

É claro que isto não é só ouro sobre azul - nunca é. Não vou escrever sobre a minha vida, como escrevo aqui, ou sobre aquilo que quero e bem me apetece. Mas, diga-se de passagem, tenho bastante espaço para falar, dentro do tema que me é atribuído, daquilo que quiser - o que já não é mau de todo. Também não envolve só escrita - a parte da pesquisa é essencial, uma vez que eu não percebo nada de algumas coisas que eles me vão pedir para escrever (inclusive sobre este primeiro tema).

Mas, como sempre, vou dando notícias sobre esta nova fase - e, mais uma vez, obrigada pelas boas energias e força enviada! Agora vou só ali procurar informações sobre alcachofras (eu bem disse que o trabalho envolvia pesquisa - quem é que percebe alguma coisa sobre alcachofras?!) e já volto.

 

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07
Nov15

Miúda de 95 40#

Champomy

 

Eu, de facto, sempre fui uma chata de tão certinha que fui. Mesmo em tempos de criança, nunca fui - nem tive instintos - de rebeldia. Conheço muitas crianças que gostam de meter o dedo dentro das bebidas dos pais, que gostam de pegar nos cigarros e fingir que fumam... e eu nunca fiz nada disso (embora às vezes gozasse com os meus pais, que fumavam, com aqueles pauzinhos de canela que vinham com os cafés, no final das refeições). 

Ainda assim, e porque quando somos criança queremos sempre ser crescidos (e depois quando somos crescidos queremos exatamente o oposto) e agir  como tal, lembro-me de beber, numa ou duas festas de família, o Champomy. Se os adultos brindavam com champanhe, nas suas lindas flutes, porquê que nós tínhamos de estar - ainda por cima num "andar" abaixo, porque toda a gente tende a levantar os copos até não poder mais e nós não chegávamos lá - com coca-cola ou seven-up nos copos manhosos do dia-a-dia? Lembro-me vagamente de abrirmos e bebermos aquilo com sentimento de gente grande mas, como de costume, de eu não gostar do que bebia - do que me lembro (e acho que ainda se mantém) aquilo é sumo de maçã ligeiramente gaseificado, algo que nunca apreciei muito.

Mas pronto, nessas idades, uma pessoa faz de tudo "para ser grande" - mesmo que seja beber suminho de maçã vindo de uma garrafa parecida à de champanhe. E agora que já sou crescida e podia usufruir de todas essas coisas, continuo a brindar com coca-cola nos copos do dia-a-dia e - pior que isso - a repelir o champanhe (e o álcool) em geral com todas as forças que tenho. A vida dá estas voltas, não é verdade?

 

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06
Nov15

Farta dos "bips" que nos enchem a vida

Hoje, exausta depois de uma manhã stressante, almocei e deitei-me na cama antes das 15h, com a intenção de tirar uma sesta. Para meu espanto, dormi até às 18h30. Sem medicamentos (que tenho tomado esporádicamente por causa dos ataques de pânico), com luz a entrar no quarto, com pessoas a entrarem e a sair de casa constantemente. Só com uma excepção à regra: desliguei as tecnologias. Desliguei os telemóveis, o computador, o tablet, a televisão. Dormi uma sesta sossegada e pesadíssima como não dormia há anos: sem "bips", tremuras de notificações do chat do facebook ou respostas a comentários, sem chamadas (que, embora receba poucas, acontecem sempre quando decido dormir um pouco) ou SMS's. Fechei a loja. 

Nos dias de hoje queremos estar rodeados de tudo, de todos, com todos os aparelhos e mais alguns para não perdermos pitada do que a vida nos pode dar. Queremos estar em todo o lado ao mesmo tempo, de todas as formas possíveis; fazer tudo, ver tudo, estar em todas as frentes. Estamos rodeados de merda que não serve para nada: de pessoas que nada nos acrescentam, de likes no facebook com que não nos identificamos, de tablets e smartphones que, refletindo a minha realidade, só servem para esconder a solidão em que vivemos mas que escondemos com tudo o que mostramos e com todos os "bips" manhosos que preenchem a nossa vida e nos stressam até aos píncaros.

Ao menos hoje, desligada de todas estas porcarias, estava verdadeira e realmente sozinha. Hoje em dia tendemos a desvalorizar o silêncio. Se é para estar sozinha, que seja em bom. 

05
Nov15

Uptades sobre a minha cauda extra*

*nome carinhosamente dado pelo meu irmão ao meu quisto


Uma semana e meia depois de dores horríveis, de sofrimento físico e mental… Tenho boas notícias! A infecção está muito controlada, a cicatrização está perto de ser perfeita (alguma coisa tinha de correr bem!) e já não tenho dores nenhumas para além daquelas que já tinha, que no fundo é sempre um desconforto (e medo) constante.

Ontem foi o primeiro dia em que preferi não fazer penso e deixei-me andar normalmente e sinto-me mesmo muito bem; hoje, de visita ao médico para ele ver a cicatrização da coisa, o veredito foi muito positivo - o que me deixou amplamente aliviada. Mais duas semanas e, se quisesse, podia ir à faca - algo que só vai acontecer em Janeiro, depois dos exames, porque o pós-operatório é chato e exige que durante praticamente duas semanas esteja deitada ou em pé, nunca sentada. Como vou ter de levar uma anestesia geral e ficar internada durante um dia, pedi para também me tirarem dois sinais que tenho - um na perna e outro no pé - que sempre me disseram serem muito "feios" e terem todo o potencial para provocar problemas, nomeadamente ao nível do cancro de pele. Assim, mato três coelhos de uma cajadada só - e tudo a dormir!

Mas hoje tive stress em dose dupla: não me chegava ir ao médico por causa do quisto, ainda tive de ir tomar a vacina do tétano (seguida de uma visita da médica de família que, por estar ali ao lado e não me ver há muito tempo, também veio saber de mim) - logo, hoje, conto com dois médicos e uma vacina para o total! E tudo sem choro ou ataques de pânico à mistura - uma vitória total e completa que, por muito infantil que possa parecer, me deixa a rebentar de orgulho.

Quanto ao tétano, só daqui a dez anos é que volto a ter de me preocupar. Ufa!!! Já relativamente à operação... faltam dois meses (que passam sempre a voar). Mas pronto, tendo em conta as últimas duas semanas, dou-me por muito feliz por pensar (a menos que aconteça algo de mau) que não vou ter de ver batas brancas à minha volta durante cerca de 60 dias. Uma autêntica maravilha! Vou concentrar-me em tentar não fazer algo que faço muito - sofrer por antecipação; vou pensar em coisas boas, definir objetivos, preparar um monte de livros deliciosos para devorar enquanto estiver em recuperação e, na altura, logo se verá. Até lá... é respirar este ar livre e limpo de médicos, sentir o Natal e as coisas boas que a vida nos dá todos os dias, por mais pequeninas que sejam. 

Obrigada a todos, mais uma vez, pelas mensagens, pelos comentários, pela preocupação e apoio generalizado - desde falarem diretamente comigo a terem o mínimo pensamento estilo "espero que aquilo corra bem". Acho, sinceramente, que tudo isso interferiu positivamente - pelo menos deu-me força nos momentos em que me apetecia chorar pela 369º vez e não o fiz. Obrigada.

03
Nov15

Torçam por mim!

Hoje de manhã, depois de tratar dos vários recados que vou acumulando ao longo da semana para fazer no meu dia livre (hoje), puseram no facebook uma oportunidade de emprego que consiste em escrever para o blog de uma empresa americana sobre os seus produtos. Os produtos - e sim, isto são coincidências boas da vida - são comidas orgânicas, saudáveis, daquelas que tenho vindo a aprender muito ultimamente e de que tenho intenção de vos ir falando a muito breve trecho (nomeadamente neste blog).

Achei que era a minha cara. Eu escrevo porque amo escrever, mas pagarem-me para o fazer é a cereja no topo do bolo - ainda por cima sobre algo que estou a aprender e a gostar tanto! Tem o lado bom e mau de ser em inglês - bom porque eu adoro escrever e falar em inglês e porque me vai ajudar a desenferrujar e mau porque, de facto, sinto algumas fragilidades por não ser a minha língua materna.

Ainda assim, e porque sou uma menina nestas matérias, não tinha nenhum currículo feito (só o LinkedIn, o que é pouco). Já há mesmo muito tempo que ando para o fazer, sabendo que um dia ia precisar dele sem pestanejar, mas a tarefa foi sendo adiada... até hoje. A ideia que tinha - e tenho - é de uma coisa mais fora do normal, visualmente mais apelativa do que o tão visto europass, mas desta vez não deu para mais (ainda por cima em inglês, algo que não conto usar tanto). Foi no modelo clássico, mas espero nas próximas semanas melhorar isto e fazer o currículo português da forma que tanto idealizei. Hoje, dediquei parte da tarde e noite a fazer o CV em inglês e a minha carta de motivação, a ler trinta vezes cada palavra que escrevia para ter a certeza que não dava erros ortográficos (é o que dá não ler em inglês) e, há uns minutos, enviei a minha candidatura. Ainda pesquisei alguma coisa pelo caminho, relembrei tantas outras e, só por este sentimento de esperança e de querer muito fazer algo, o meu dia está ganho - mesmo que não fique com o trabalho.

Mas, continuando a pensar positivo... gostava mesmo muito de ficar com este part-time. Torçam por mim!

02
Nov15

Construíndo lentamente o roupeiro de Inverno

Sinto que no Inverno me visto sempre da mesma forma. Tenho sempre um frio tremendo, ando sempre agasalhada até aos ossos e opto sempre pelas peças mais quentes que tenho no roupeiro, com os devidos conjuntos que já sei que ficam bem. No verão também já sinto isto, mas só mesmo no final - no Inverno passa um mês e eu já estou farta e não sei como variar.

Por outro lado, de tanto uso, as minhas camisolas mais quentes não costumam durar mais do que uma estação. Ficam gastas, ganham borboto, as linhas começam a quebrar, os botões que as enfeitam começam a cair. Tenho adiado a tarefa de fazer uma revisão ao meu roupeiro porque sei que há muita coisa que vou dispensar quando o tempo mais frio chegar. Já tenho vindo a comprar algumas peças e ando a fazer o esforço de ver mais além e comprar coisas diversas e diferentes, para não andar sempre com os mesmos conjuntos. Outra das coisas que estou a ponderar fazer é comprar um par de camisolas de caxemira (no El Corte havia várias a 50 euros o que, para este material, não é nada caro) - embora uma destas dê para comprar quase 5 das de algodão, acho que deve compensar; chego a usar dois e três básicos de algodão ao mesmo tempo e queria ver se diminuía as camadas de roupa e deixar de andar estilo cebola enchouriçada, usando peças mais quentes - sendo que mais quente e suave que a caxemira é difícil, embora seja claramente um investimento. É algo a pensar.

Outra coisa em que estou a investir é em alguns vestidos, bem quentes. Para além de usar sempre os mesmos conjuntos, no inverno não vario do par camisola-calça. Mas a verdade é que com umas meias opacas e umas botas altas, a diferença entre usar calças não é assim tão substancial; e nos dias em que o frio não é tão agreste, deve conseguir aguentar-se bem um vestido quente (ou pelo menos assim o espero, tentarei passar toda esta teoria à prática).

Estou à espera que o frio se instale mesmo, sem estas oscilações entre tempo-de-quase-Verão e tempo-quase-de-Inverno para poder trocar a roupa de Verão e de Inverno e ver, de facto, aquilo que vou despachar, aquilo que fica e os "buracos" que vou ter de tapar com coisas novas. Está tudo nas mãos de S. Pedro! 

 

[texto escrito há uma semana atrás - entretanto, durante o fim-de-semana, precisei de descarregar energias e a fúria de uma semana complicada e... Foi-se metade do roupeiro de inverno. Só cruzetas, libertei umas trinta. É quase certo que nunca tive o armário tão vazio como agora. E, inesperadamente, sinto-me muito bem com isso.]

 

01
Nov15

A minha relação complicada com a comida

Eu tenho uma relação complicada com a comida, mas muito balizada pela racionalidade que acho que me caracteriza em quase tudo nesta vida. Nunca fui a miúda magrinha e, pelo contrário, já passei uma fase em que estava bem gordinha - tenho fotos disso que prefiro nem recordar, mas posso garantir-vos que nessa altura me excedi e não eram manias de adolescente ou algo do género. Tudo aconteceu depois disto e eu comia para esquecer, para me recompensar de todo o mal que sentia que me estavam a fazer. Quando tudo passou, sentia-me muito mal com o meu corpo e prometi a mim mesma, mal emagreci dez quilos, não me esquecer dessa sensação para não ter de voltar a ela. Acho que, à custa disso, me tornei um bocadinho obstinada - até hoje. Aliás, tem sido algo que tem "piorado" ao longo do tempo.

Mesmo depois disso, de ter normalizado, sempre continuei a ser (ou sentir-me) a mais gordinha das minhas amigas - aquela que sempre se escondeu mais na praia, a última que os rapazes olhavam. Enfim, essas coisas que existem sempre e que podem até nem corresponder à realidade mas que nos criam sempre complexos, que deixam cicatrizes profundas. Como já disse imensas vezes, há muita coisa que detesto no meu corpo e que, com mudanças graduais, vou tentando mudar para deixar todos esses sentimentos para trás. É por isso que hoje em dia tento ir ao ginásio três vezes por semana, que tento comer fruta e sopa todos os dias, que ando a deixar gradualmente os açúcares e alimentos processados e etc. São trabalhos que demoram anos a construir, hábitos que não se constroem da noite para o dia.

Mas depois, quando algo de mau acontece, parece que deito estes anos todos de aprendizagem a perder. Tenho recaídas e o meu refúgio continua a ser a comida. Nos momentos a seguir aos tratamentos que fiz, pensei: "depois disto mereço um prémio", "depois de tanta dor tenho de ter uma recompensa", "depois de ter ultrapassado o meu medo e de me ter portado tão bem posso fazer as asneiras que quiser". E sabem qual é o "prémio", a "recompensa" envenenada? Comida, da pior que há. Foi mandar vir uma pizza ao jantar (algo que faço uma vez a cada três meses, se tanto), foi comer dois pães com manteiga como ceia, foi jantar um prato cheio de picanha e arroz e não deixar um grão de fora (quando normalmente não como hidratos ao jantar), foi deitar-me no sofá a comer bolachas caseiras. E depois disto vem o arrependimento; olhar-me ao espelho - inchada, porque já nem estou habituada a comer tanto - e recriminar-me. E se não parar o ciclo imediatamente, se não levantar a voz a mim mesma, tudo isto continua em estilo ciclo vicioso - como aconteceu há sete anos atrás - até chegar a um ponto que eu não quero imaginar.

Isto - desta vez - durou três dias e eu não deixei que durasse mais. Impus-me. Mas entristece-me sempre que acontece. Sei que é uma fragilidade minha (hereditária, o meu pai faz o mesmo e a minha avó também fazia) mas apercebi-me dela cedo o suficiente para aprender a controla-la (e acho que cada vez melhor a cada dia que passa) e sei que é algo com que vou ter de lidar toda a vida. Por outro lado, tenho de aprender a desculpar-me e a parar de me culpar por todos estes comportamentos: porque isto sou eu, faz parte de mim, e tudo o que eu tenho de fazer é viver com isso e aprender a dar a volta: comandar a minha própria vida.

Todo este controlo de alimentação que as pessoas acham muitas vezes exagerado passa por aí e por estas duas causas: querer sentir-me cada vez melhor com o meu corpo (corrigindo umas coisas e aprendendo a lidar com outras) e não me deixar destabilizar e desequilibrar, porque sei que se abro uma brecha, por vezes entra mais do que eu consigo controlar e começa todo um ciclo vicioso muito mais difícil de parar. 

Este fim-de-semana fica marcado por voltar ao ritmo, ao trabalho (tenho-me sentido uma sostra por não estar a fazer nada de útil) e por voltar à alimentação regrada e saudável - mais restrita que o normal, uma vez que vou ter de me ausentar do ginásio por uns tempos e quero voltar à forma que estava há umas semanas atrás, antes de começar neste ciclo menos bom (lembram-se dos pães com manteiga?) que culminou com a operação. Porque, afinal de contas, quem tem o comando da minha vida sou eu, só tenho é de aprender a mexer direito com ele. 

 

01
Nov15

Miúda de 95 39#

O dois cavalos

 

Uma das melhores memórias que tenho de infância é de andar no dois cavalos da minha tia. Era uma alegria quando ela nos ia buscar à escola ou quando eu ia para casa dela mas pelo meio tínhamos de fazer alguns recados e passear pela cidade com aquela relíquia. 

Acho que continua a ser, até hoje, o único carro descapotável em que andei - e, num certo aspeto, será para sempre o melhor. Quer dizer, basta olhar para o carro para imaginar o quão fixe era andar ali, em dias de sol e com os cabelos ao vento! Ainda para mais, nos dias em que nos juntávamos aos três e quatro primos de cada vez dentro daquele carro minúsculo (o que não era propriamente legal), a risota era geral - neste momento, considero a minha tia uma heroína por nunca ter batido no meio de toda a galhofa que nós fazíamos. Gritávamos para as pessoas na rua, dizíamos-lhes olá e depois escondiam-nos para que ninguém nos visse e as pessoas ficassem com ar de perdidas a olhar para o ar. Ríamo-nos como uns perdidos, choravamos de tanto rir... e depois repetíamos outra vez.

O carro era vermelho como o da foto abaixo - parecia uma joaninha, só lhe faltavam as pintinhas pretas. Já não se fazem coisas como destas nos dias de hoje =)

 

carro_citroen_2cv_pagina.jpg

 

P.S.: O carro ainda existe e ainda anda! Só nós é que já não devemos caber todos lá dentro e, certamente, já não dizemos olá a pessoas desconhecidas na rua só para a ver, confusas, a olhar para o ar...

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