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Entre Parêntesis

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

15
Jan15

Queriam um vídeo da zumba?

Comecei a fazer zumba há coisa de um ano e meio. Primeiro num ginásio, devagar e irregularmente, de forma muito obrigada (obrigava-me a mim própria) e depois, quando mudei de ginásio, passei a ir certinho, duas a três vezes por semana. Ganhei-lhe o gosto, e é uma coisa de me orgulho imenso, pois toda a gente sabe o enorme "trauma" que tenho com a dança.

Ao longo do ano passado, a zumba serviu para canalizar a energia para o lado certo e evitar bater em alguém, serviu para me rir muito de mim própria, serviu para aprender a não desistir mesmo quando algumas aulas parecem o inferno em terra, serviu para ganhar uma resistência e uma coordenação motora que não sabia existir em mim e, claro, serviu para queimar muitas calorias. É claro que continuo a detestar ver-me dançar e ai de quem me puxe para uma pista de dança ou para dançar o que quer que seja fora das aulas. Tudo o que tenho, de mau e de bom, fica dentro daquelas quatro paredes com espelhos. Porque a coordenação pode estar melhor, porque a timidez pode ter baixado um bocadinho a guarda, mas continuo a ser a Carolina-que-teve-três-anos-de-aulas-de-dança-que-a-traumatizaram-para-a-vida.

Ainda assim, já me pediram muitas vezes - aqui incluído - para me verem a dançar zumba. Já há, por essa net fora, dois ou três vídeos comigo a dançar, mas nunca me senti confortável para os mostrar, a não ser à família mais próxima. Mas esta semana gravamos mais um, com uma música e uma coreografia que gosto muito e com um dos melhores professores que já me deu aulas, por isso aqui fica. Têm é de me encontrar. Eu engano-me mas, se virem bem, também me rio (e sorrio). É o mais importante. Sintam-se na liberdade de se rirem também das minhas figurinhas. 

 

14
Jan15

Morangos com Açúcar, 10 anos depois

Apercebi-me há coisa de um mês a forma mais fácil de ter a minha sobrinha/afilhada perto de mim, sossegada e sem dizer um ai. Qual é? Ligar o Panda Biggs e pôr os Morangos com Açúcar (série 2) a dar. É remédio santo. Fica ali uma, duas, três horas - quantos episódios houver para ver. 

À custa disto - e porque achei piada ao facto de ela adorar os Morangos, a Ana Luísa e o Simão, tal como eu adorei - pus uma foto no instagram com a Clara a ver a série. Passado minutos, recebi um comentário na foto que me fez sentir uma velha ao lado dela. Era algo assim: "e quando pensas que quando tu vias isso ela nem era nascida?". Oh meu deus, caiu-me a ficha. É mesmo verdade! A segunda série dos morangos passou em 2004 e 2005: há dez anos, portanto. Tendo em conta que a minha sobrinha tem 7, ainda faltavam 3 anos para ela nascer quando a série foi emitida! Caiu-me o queixo.

Mas agora é isto: sempre que ela vem cá a casa, fazemos maratona de Morangos. Para ela ver e ficar agarrada a mim e para eu matar saudades daquela série que tanto gostei (sim, eu via Morangos e não sou nenhuma arruaceira ou coisa parecida). Incrível como uma série já com dez anos (e que dizem tão mal, e tantas cobras e lagartos) continua a prender os miúdos (e se calhar os graúdos, que eu não me faço de rogada). 

12
Jan15

Golden Globes - o top 5!

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Dizer que A-D-O-R-O este macacão da Emma Stone é pouco. Amo-o, mesmo. Sei que é controverso, sei que há imensa gente que vai detestar, mas eu usava-o sem hesitar duas vezes. É lindo, irreverente e diferente - e já que não houve grandes vestidos de gala este ano, que ganhe um macacão o prémio de melhor vestimenta! Num Lanvin.

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Kate Beckinsale no único Elie Saab da festa (pelo que me apercebi). Foi dos últimos vestidos que vi e já ia dizer que uma festa destas sem um Elie Saab nem era digna de seu nome! Ao menos a Kate salvou-lhes a pele, simples mas bonita. Gosto sempre daquilo que ela veste.

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 A Helen Mirren é uma senhora. Sempre bem vestida, sempre com classe, sempre com um corpaço que eu invejo daqui até à lua. Só quero estar assim quando chegar a metade da idade dela. Ganha o prémio de mais-velha-melhor-vestida. Num Dolce & Gabbana.

 

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Bem, agora fora de brincadeiras, que com a Julianne Moore não se brinca e ela prepara-se para ser a próxima Meryl Streep de Hollywood.Não sou muito de metalizados (e, na verdade, tabém não sou grande fã daqueles "folhos" em baixo), mas acho que lhe fica perfeito. Mais nada a dizer. Em Givenchy.

 

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 Não sei porquê, mas apaixonei-me por este vestido da Sienna Miller. Talvez seja pelo decote. Ou por ser diferente. Ou mesmo por ela ser super bonita (não está particularmente favorecida na fotografia). Ainda assim, numa gala monótona como esta, entra no meu top!

12
Jan15

Golden Globes - os que estiveram muito bem

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 Dakota Johnson em fifty shades of grey! (Perceberam a piada?) Não costumo ser fã de metalizados, mas este conquistou-me pela simplicidade dentro de todo aquele brilharete. A Dakota Johnson está claramente na fase de ascenção da sua carreira e o brilhozinho para chamar à atenção não lhe fica nada mal. Sempre a achei insossa, mas surpreendeu-me pela positiva. Em Chanel.

 

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Adoro looks diferentes, que saiam do esperado, que misturem o masculino com o feminino e que, mesmo assim, continuem lindos e sensuais. Talvez por isso ponha sempre nesta categoria alguém de calças ou de macacão (a minha perdição). Hoje foi a Lorde. Gostei muito. Coerente com o estilo dela e chique a valer (Dâmaso Salcede não diria melhor). Em Narciso Rodriguez.

 

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A Heidi é mais uma com um corpaço mas que cai sempre no erro de o mostrar demais e de tentar ser a mais sexy ali do pedaço. Para além de estar demasiado magra, o que me faz impressão, já estou cansada deste seu estilo sempre mulher-bomba. Mas não se pode dizer que ela esteja feia, pelo contrário. Mas... é mais do mesmo.

 

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 Zeta-Jones, simples mas bonita, e a trazer um bocadinho de cor à festa, que foi reinada por pretos e cinzas. Tirava-lhe os brincos e punha-lhe um colar, mas também não é uma questão de vida ou de morte. A Catherine é bonita de qualquer das formas.

 

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Diane Kruger, com a cor que reinou a festa mas numa versão bem sóbria e claramente vencedora. Cada vez que olho para o vestido gosto mais dele. Tem uma forma bonita, faz-lhe um corpo bonito... tudo de bom. Num Emilia Wickstead.  

12
Jan15

Golden Globes - os assim-assim/ podia ser melhor/ mas ao menos não são terríveis

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Tenho as lágrimas nos olhos de tamanha emoção. Pela primeira vez na vida ponho a Kelly Osbourn numa categoria que não a dos tremendamente horrorosos. Levamos sempre com aquele cabelo roxo, pronto, mas ao menos não temos um vestido a condizer. Estamos num bom caminho, Kellyzinha. Ao menos, este ano, não me feriste os olhos de terror! 

 

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Se há coisa que eu de facto aprecio nas pessoas é a coerência. E a Naomi é coerente: é sempreeeeee insossa. Até o amarelo é pálido, valha-me deus! Safa-se o colarzito que deve valer uma pequena fortuna e é giro nas horas. Num Gucci.

 

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 Não se pode dizer que a Kate Hudson esteja mal. Quer dizer: com um corpo destes, NINGUÉM está mal. Mas, para mim, é demasiada pele à mostra. É a vida, nasci púdica. Num Versace.

 

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 Eu acho que a Amal, como mulher do Clooney, não se quis destacar demasiado (não é atriz, já tem destaque que chegue por ser mulher de quem é). Vai daí e vestiu um trapo que tinha no armário - que lhe fica sempre bem, porque tudo lhe fica bem -, pôs umas luvas e achou que estava pronta para a festa.

Só lhe tirava, precisamente, as luvas. Porque mesmo com o vestido que não é nada de especial, bate aos pontos 90% do resto da malta que lá estava. Num Dior.

 

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 Reese Witherspoon num Clavin Klein. Sempre igual a si própria, esta rapariga.

 

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 A Katie Cassidy, do Arrow, esqueceu-se da lei da compensação. Ainda assim perdoa-se porque ela é linda e tem um corpaço de fazer inveja. Da próxima vez, com um bocadinho menos de pele à mostra e talvez vá para os meus escolhidos.

 

 

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 Detesto, mas detesto!, a cor caramelo deste vestido. Acho pavorosa. Ainda assim, tenho de admitir que fica bem com o ruivo do cabelo da Chastain. E que tem um corte que a favorece (e que já é típico nela). Só por isso é que não vai para os piores. Porque a cor merecia, percebeste Jessica Maria?!

12
Jan15

Golden Globes - os piores / os muito maus / os terríveis e monstruosos

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Rosamund Pike, do Gone Girl, a desvalorizar toda uma luta de décadas por parte das mulheres pelo uso do soutien. Há coisas que não se vestem. Este vestido é uma delas. Num Vera Wang.

 

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 Mas alguém consegue sequer reparar naquilo que esta criatura tem vestido? Uma pessoa nem precisa de passar do pescoço para baixo (ou deverei dizer que uma pessoa nem sequer consegue olhar do pescoço para baixo, tendo em conta que fica logo ali entalada!?).

 

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 Lana, querida, há três opções para o que estou a ver aqui: 1) o chá que estou a beber tem substâncias ilegais e estou-te a ver ao dobro do que costumavas ser, 2) estás de facto o dobro do que costumavas ser, 3) estás a anunciar ao mundo que estás de esperanças. Em qualquer uma das três hipóteses, o vestido é pavoroso.

 

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 Eu assumo-me como uma mulher de palavras... mas há casos dramáticos em que estas me falham. Este é um dos casos.

 

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 Conclusão a que chegamos: os mortos não são bons fashion advisers (Patricia Arquette, de Medium). Num pavoroso Escada.

 

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Incrível como tudo aqui consegue ser mau. Até a cara da Ruth Wilson. Acho só que este é um dos Prada mais medonho da história. (E ela sabia-o, tendo em conta a expressão facial de clara alegria e satisfação).

 

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 A parte boa da Lena Duhman é que nos poupa imenso trabalho, vai sempre para esta categoria no matter what. Nem precisamos de olhar para o vestido. Há sempre dois dados adquiridos: é feio e assenta-lhe mal. É que não falha! Num Zac Posen.

 

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 Tina e Amy, uma parelha que falha tanto nas vestimentas como nas piadas. A Tina já dispensa comentários (em Antonio Berardi), a Amy sofre for contágio.

 

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A Keira Knightley inspirou-se no seu estado de graças e trouxe um vestido com uma babete incorporada e estilo balão, tal e qual se põem aos bebés. Tem rendinha e tudo! Um Chanel que mete medo.

 

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 Uma coisa é certa: a Kerry Washington, toda ela altruísta, deixa o bom gosto e as vestimentas bonitas só para a sua personagem, Olivia Pope. Isso ou, como o ano passado disse numa das rúbricas deste género em que ela, mais uma vez, entrou na lista das mais pavorosas: "a tua estilista odeia-te e tu ainda não percebeste". A Kerry ainda não chegou lá. Num Mary Katrantzou.

 

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 Melissa McCarthy, mais um must nesta categoria. Têm de compreender que já há toda uma competição para saber quem é que está pior vestida (hoje em dia têm até mais concorrente do que a outra versão, como se pode ver) e a Melissa dá sempre tudo para ganhar!

 

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 Mas, meus amigos, eu deixei o melhor para o fim! Porque a vencedora da pior roupa dos globos vai para... esta senhora que eu não sei quem é. Ainda assim, Melissa McCarthy, Lena Dunham, Kelly Osbourn e outras celebridades desta categoria, ponham os olhinhos nesta menina! Ele é transparentes, ele é brilhantes, ele é rosa bebé, ele é tecido mal passado a ferro, ele é pernoca de fora. TUDO DE B-O-M. Ponham-se a pau, meninas, ponham-se a pau! 

11
Jan15

Já vos disse que detesto exames?

Esta altura dos exame é altamente castradora. Depois de um semestre terrível - em todos os sentidos, incluindo trabalho - ainda temos exames por cima (o que, em algumas cadeiras, não faz o mínimo sentido - mas isso já é assunto para outra discussão). Uma pessoa está cansada, quer - nem que seja - uma semaninha de férias: mas não. Acabam as aulas, começam os exames. Não há cá tempo para descontrações.

E eu sei, porque sinto, que não sou minimamente produtiva nesta altura. Ando a arrastar-me e a arrastar tudo comigo, sempre para a última, sempre a rezar que aquilo que consegui estudar chegue para tirar uma nota decente. E a verdade é que não faço nada: nem o que quero fazer nem o que devo fazer. Ou seja: fico em casa porque sei que tenho de estudar - no entanto, durante a maior parte do tempo que aqui estou, não pego nos apontamentos e fico a vaguear, a fazer coisas super desinteressantes mas que, ainda assim, conseguem ser melhores do que estudar. Privo-me de sair para poder estudar mas depois não o faço, acabando por não fazer nada daquilo que queria ou devia fazer.

Digo-vos: é um drama. E eu sou normalmente super organizada com o meu tempo, divido tudo na agenda e cumpro sempre prazos para não ter de andar a correr. Mas nestas alturas... faltam-me as forças. Como dizia a outra na canção, "não tô nem aí!". (Agora vou desligar isto e fingir - enganando-me a mim própria - que vou estudar).

10
Jan15

Chávena de letras - Se eu ficar

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 Li este livro de fio a pavio, num só dia (o que não é comum em mim). A história de Mia, embora trágica, prende-nos desde o início da primeira página e desde cedo percebemos que tudo se vai resumir a uma escolha. 

A escrita de Gayle Forman é muito informal e fluída, sem floreados e pouco rica em vocabulário, ajudando a uma leitura rápida - o que dá ainda mais vontade de ler o livro de uma só vez.
Esta é um boa interpretação do "limbo" entre a vida e a morte (se é que ele existe). É capaz de não ser o livro ideal para quem perdeu alguém próximo recentemente, como é o meu caso, pois traz à tona os sentimentos de perda, de fim, e todos os "se" que são atrelados a esta questão da morte.
Ainda assim, e apesar de este tipo de livros trágicos não ser a minha praia, gostei de ler este em particular. Traz com ele uma mensagem de esperança que acaba sempre por nos inspirar um bocadinho e pensar que, mesmo na pior das situações, talvez tudo isto valha a pena.

09
Jan15

O drama das visitas à balança

Hoje tive a infeliz ideia de me ir pesar (coisa que só faço de mês a mês, e é com sorte). Claro que a balança me mostrou o que eu não queria ver.

Não que esta época das festas tenha sido de grandes jantaradas e porcarias - foi, aliás, o ano em que me lembro de comer menos. Com tudo o que se estava a passar a fome esvaiu-se e nem cabrito comi por aí além (coisa que, em dias normais, nunca aconteceria). No dia de Natal dei-lhe nos meus bolinhos de bolina (que, modéstia à parte, ficaram divinais) e nos restantes dias foi repenicando no bolo-rei. Nada de especial.

O pior foi após a morte da minha avó, com a descompressão. Uma francesinha para afogar as mágoas, uma pizza para ser uma refeição rápida, uns chocolatinhos para animar, uns crepes para o lanche, umas torradinhas para o pequeno-almoço. Uma desgraça, que já vinha sendo acumulada há uns meses por alguma desmotivação no ginásio, uma fome que não dava tréguas e onde só apeteciam coisas más e uma vida universitária que não me dava folga para pensar sequer no que estava a fazer.

Esta vida acaba na segunda feira, quando puser as minhas resoluções de ano novo em prática. Voltamos aos cereais ao pequeno-almoço, à fruta como lanche e sobremesa e à sopa ao jantar. E também ao ginásio, sem faltas e com coragem para ir a novas aulas (sou a única que detesta experimentar novas aulas no ginásio e tem medo de ser uma falhada? E cair? E partir um dente ao fazer um exercício fácil e outros acidentes que tais?). 

Agora é aproveitar o fim-de-semana para comer todos os chocolates que restam espalhados por aí. Para a semana vão ser trocados por fruta (a dor, senhores!).

09
Jan15

Chávena de letras - Quem disser o contrário é porque tem razão

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 Nunca escrevo nos livros. Mas quando comecei a ler a obra mais recente de Mário de Carvalho apercebi-me que ia ser uma espécie de bíblia da escrita, com inúmeras dicas que queria aproveitar, sublinhar e escrevinhar. E por isso este é um dos poucos livros que tenho que está riscado, com notas e muitos sublinhados, porque acho que o vou abrir muitas vezes ao longo dos anos.
Claro que isto só pode ser um bom sinal. Este "Quem disser o contrário é que tem razão" é claramente escrito para quem quer escrever (o autor dirige-se ao leitor como "escritor em potência", "futuro escritor", etc.), e aborda a escrita literária com objetividade mas, ao mesmo tempo, muita piada e clareza. Aqui são abordadas, literalmente, dezenas de obras - desde os títulos, aos capítulos iniciais, os prefácios, as personagens, as descrições, os diálogos. São dados muitos exemplos, muitas dicas de leitura - tudo coisas muito úteis para quem ainda anda a iniciar-se nestas andanças da escrita e ainda tempo muito por onde aprender.
Devo admitir que gostei muito mais dos primeiros capítulos do que dos últimos (pelos temas abordados, pelo ritmo e estilo de escrita). No início é tudo mais filosófico, onde há mais lugar para piadas e tiradas do autor, enquanto que no fim são questões mais técnicas abordadas com mais alguma seriedade.
Aconselho muito a todos os que, um dia, pensem em escrever ficção - ou que simplesmente queiram saber como é que tudo se faz, pelas palavras de alguém que sabe realmente escrever.

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