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Entre Parêntesis

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

04
Mai14

Chávena de letras: Anna e o beijo francês

A primeira palavra que me ocorre para descrever este livro é "delicioso" - porque é isso wue ele é, uma delicia de ler. Fora isso, não há assim muita coisa para dizer. Este livro conta a história de Anna, uma rapariga que vai para um colégio americano em Paris a mando do pai. Ela vai contrariada, a contar os dias para voltar para a Atlanta, a sua terra natal, mas Paris acaba por a encantar de alguma forma - algo que ele não contava. Mas a coisa que mais gostei, para além da escrita fluida e simples e, claro, da personagem principal masculina (incrível a facilidade com que me apaixono por personagems fictícias), foi o facto deste livro ter duas facetas: pode ser uma leitura descontraída de verão, em que não queremos nada muito pesado ou que nos dê que pensar, ou então pode ser uma leitura agradável mas com uma memsagem importante por desvendar, que só conseguimos atingir se refletirmos um bocadinho. Para mim, esta obra acaba por mostrar os erros que todos cometemos por acharmos que estamos a fazer o melhor para os outros ao mentir ou omitir, por exemplo. Temos sempre uma ideia formada sobre algo e agimos consoante essa ideia, muitas vezes com a melhor das intenções: mas nem sequer nos lembramos que as outras pessoas podem interpretar as coisas de outra forma (mesmo oposta). Ou seja, que o melhor é sermos sinceros connosco e com os outros, porque podemos estar a perder tempo ou coisas que são importantes. Em suma, uma livro que correspondeu às expectativas, fofinho que só ele, com uma mensagem bonita, assim como a historinha de amor que conta.

03
Mai14

De fácil reconhecimento?

Ontem fui buscar uma bebida a meio da manhã,  que apanhar sol faz sede mesmo aos mais experientes nesta arte de esturricar ao sol e de nada fazer. Fui ao bar e pedi uma cola ao simpático funcionário. 

Depois de me perguntar sobre como estavam a correr as férias,  disse-me:

-Mas já esteve cá antes, não já? 

-Já... o ano passado....

-Ahhhhh! Bem me parecia que a conhecia!

 

E eu fiquei a olhar para ele com cara de "como é que te lembras de mim quando te passam milhares de pessoas pelos olhos quase todas as semanas?". Espero que seja por boas razões. 

03
Mai14

A moda dos turbantes

Gosto desta moda dos turbantes e acho que trazem personalidade a uma mulher. É - para já - algo ainda relativamente pouco visto e portanto torna um look muito mais único e marcante.

Devo confessar que gostava de usar um - é diferente, é marcante e tem personalidade, tudo o que gosto de usar. Mas acho que é uma peça que não fica bem a toda a gente e a única loja que conheço (a HEAD-ji, que conheci através do blog da Kika) é virtual, pelo que não posso experimentar previamente. É um feeling que tenho, mas acho que me vai ficar mal - também pode passar por uma questão de hábito, tendo em conta que é uma coisa tão... diferente. Mas não me apetecia muito arriscar, apesar de existirem coisas giríssimas. Alguém tem uma? Experiências, feedbacks, opiniões? Digam coisas!

02
Mai14

Felicidade

Ontem publiquei uma foto em frente à praia, com uma paisagem de cortar a respiração com a descrição "no sitio onde sou mais feliz". Porque de facto é verdade. Desde que o ano começou, ontem foi sem dúvida o dia mais feliz de todos - e espero que os restantes lhe sigam o exemplo. Não que não goste do Porto, da minha casa. Adoro-os, não os trocaria por nada neste mundo - mas são estes dias que me fazem recuperar o fôlego; não sei o que é a faculdade, os dramas familiares ou entre amigos. Aqui o mundo é outro, é uma bolha que só algo muito grave consegue perfurar. O Algarve é o meu destino de férias predileto - foi aqui que cresci, que passei todas as minhas férias de verão, numa casa onde, ainda hoje, lembro todos os mais pequenos recantos. E isso marca, fica para a vida. Descanso é aqui, praia é aqui, mar é aqui, pulseiras no pé são aqui. Eu sou um bocadinho daqui e uma das minhas melhores partes mora cá. É aqui que sou feliz, mesmo que essa felicidade seja efémera. 

 

Fotos, para já,  só no instagram (@carolinagongui). As de jeito só chegam quando puser os pézinhos em casa.

02
Mai14

Porque os fatos de banho não são para velhas

Cada vez os biquínis ficam mais de parte para mim. Adoro cada vez mais triquinis, fatos de banho e, no mínimo, coisas diferentes e originais. E não, as marcas não me preocupam, assim como não me preocupa o facto de os rapazes gostarem de ver mais pele ao léu - porque eu visto-me para me agradar a mim própria e da forma como me sinto melhor. E já lá vai o tempo em que os fatos de banho eram para velhas e eram peças - quase que propositadamente - feias.

Tenho-me vindo a apaixonar por mil e umas coisas que vejo na internet - o pior é que a tendência é para os preços subirem, e eu admito que me custa bastante das quase (ou mais de) cem euros por um fato-de-banho ou biquíni. Nunca o fiz, nem sei se vou fazer - só assim num ato de loucura espectacular. Mas ando com eles sempre, sempre debaixo de olho, não vá algum baixar de preço. Aí, tau!, apanho-o e trago-o para casa (o que acontece muitas vezes no Inverno, a melhor altura para comprar este tipo de coisas - não está tempo para as usar, mas são os "restos" que sobraram e as marcas estão a tentar despachar).

Gosto particularmente de duas marcas portugueses (se conhecerem mais, partilhem!!!): a LATITID e a S4L. Da primeira já tenho um biquíni, que comprei com promoção e é lindo e diferente e que eu vou estrear no Algarve (partilharei depois fotos); da segunda, ando só a babar. Muito. Imenso. Enormemente. Porque estou perdida de amores e adorava ter um fato de banho daqueles. Enfim, resta-me sonhar e partilhar convosco estas pequenas maravilhas.

 

S4L:

 

 

LATITID:

 

 

 

01
Mai14

Não me esqueci do dia mundial da dança

Terça-feira foi o dia mundial da dança. Este início de semana foi atribuladíssimo, pelo que não tive tempo de fazer um post sobre o assunto (basicamente faltava-me tempo para dormir e respirar, portanto escrever - por muito que eu goste de o fazer - passou para segundo plano).

Pois que este é um dia que eu nunca esqueço. É verdade: alguém como eu, que afirma não gostar de dançar, lembra-se sempre deste glorioso dia. E porquê, perguntam vocês? Não é porque fui feliz nesse dia em particular nem porque tenho uma memória de elefante: é porque este dia faz parte integrante do meu trauma com a dança. Juro!

Foi à custa do dia 29 de Abril que fomos fazer um workshop e onde aprendemos a dança da agricultura (que acabamos por apresentar no final desse ano). Era uma dança... com movimentos de agricultores: dar com a inchada na terra, andar com o alguidar em cima da cabeça, lavrar a terra e todas essas coisas muito bonitas que até se costumam pôr em danças (cof cof). Para além do mais, a indumentária eram calças de fato de treino e uma camisola branca suja com terra (imaginam bem, estive a esfrega-la num vaso) - acho que ainda a tenho para aí, mas os estragos foram suficientes para a sujidade nunca chegar a sair por completo.

Também me lembro de um outro workshop de dança contemporânea que fomos fazer à Ribeira. Só me recordo de duas coisas: de me sentir a pessoa mais ridícula do mundo e de ter apanhado com a caca das 50 pombas que estavam num telhado e que decidiram defecar todas ao mesmo tempo sobre um grupo de estudantes que esperava pelo autocarro. Só boas memórias, hun?

Depois lembro-me de mais coisas, mas não tenho bem a certeza de terem sido para este dia em particular. A dança das andorinhas, dos anjinhos e aquela em que dancei uma música da nelly Furtado em mini-saia também me ficaram no coração. Naquela parte em que há um buraco negro e onde as coisas más se escondem. Nunca mais me vou ver livre deste trauma. Viva a dança! (ou não)

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