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Entre Parêntesis

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

24
Mai14

Os melhores de Cannes

O prometido é devido, e cá está uma bela seleção daquilo que de melhor passou pelo famoso festival de cinema de Cannnes. Alguns lindos, teatrais, outros mais simples mas a arrasar com qualquer um. Há para todos os gostos e feitios, para o menino e para a menina. Aqui vai disto, já com saudades, que eu ADORO este festival, por todas as razões e mais alguma. Traz-me boas coisas à memória e tantas coisas bonitas para os olhos.

 

 

O casal mais bonito de Cannes: Blake Lively e Ryan Reynolds, em Gucci, na premiere do filme "Captives". A foto não é a melhor de todas, mas vale a pena verem mais e babarem para aí.

 

Sonam Kapoor em Elie Saab na premiere de "The Homesman". Tão grande, tão teatral, tão bonito. Ou não fosse um Elie Saab.

 

 

23
Mai14

As (más) mulheres

Há uns tempos tive uma aula de zumba que não foi dada pela professora do costume. Veio outra rapariga nova substitui-la, porque ela não podia vir. Era simpática e claramente cheia de genica.

Acabou comigo logo nas primeiras duas músicas - uma delas, então, ia-me matando logo ali. Mas eu gostei, foi diferente do habitual, com músicas novas para fugir à rotina e - a meu ver - bastante mais duro que o costume. Pôs-nos a dançar a pares, a fazer agachamentos, enfim... uma mistura bem feita entre dança e fitness, enquanto que a outra professora vai mais para as danças latinas e mais "dançadas". É claro que nós - alunas habituais - estranhamos, mas não tinha necessariamente de ser uma coisa má.

O bom de se ter uma professora já conhecida é que já sabemos as músicas, as coreografias, a forma de nos ensinar, os sinais e que se nos enganarmos não precisamos de nos esconder a um canto envergonhadas. É tudo muito mais natural e descontraído - enquanto que alguém novo puxa e exige mais de nós. E numa aula dominada por mulheres, o veneno invadiu a sala (e foi evidente, mesmo em frente à professora). É claro que não era a mesma coisa, o estilo era diferente, não era uma relação tu-cá-tu-lá, nem as mesmas coreografias ou sequer o estilo se assemelhava. Mas a aula foi boa (muito mais parecido à do ginásio onde andava antes), divertida e diferente. 

No entanto, não para algumas senhoras que fizerama aula comigo. Que ela não tinha ritmo, que aquilo era zumba fitness, que foi horrível, que não iam mais se ela continuasse. E chegaram a ir dize-lo à recepção, garantindo que não tinham aulas com a pobre rapariga, que no fundo só foi substituir uma professora e deu uma aula ao estilo dela. Tive pena dela e do facto de ter sida descartada para canto só por "estranheza" (e maldade, que eu cá não lhe chamo outra coisa) por parte das alunas.

As mulheres são umas víboras (e eu sou mulher e admito-o).

23
Mai14

Os macacões

Esta minha paixão pelos macacões já não é nova - mas está a intensificar-se. Eu ADORO macacões. Curtos, compridos, de manga curta, manga comprida, costas fechadas, costas abertas, para inverno, para verão, de renda, de algodão ou viscose. Adoro tudo e tenho de quase tudo, porque é mesmo a minha perdição (e ainda por cima arranjo sempre pechinchas de bradar aos céus e não dá mesmo para resistir). 

Para mim não é díficil, hoje em dia, trocar um vestido por um macacão. Alguns são tão mais bonitos e fazem uma figura esguia e às vezes bastante mais clean. Tenho uns não sei quantos no roupeiro, tenho pelo menos mais um a chegar-me pelo correio, e dão-me para situações infinitas, do mais descontraído ao mais formal. É um amor que não acaba, este.

 

22
Mai14

As crónicas do Alfaiate

Sigo muitos blogs, alguns deles famosos. Leio um bocadinho de tudo, mas confesso que acho que há uma relação de proporção entre a fama e a progressiva falta de genuinidade. Há blogs que passam a ser só publicidade, deixam de ser eles próprios, passam a ser demasiado feitos, fictícios, artificiais e sem piada. O crescimento de cada um é muito bonito de ser ver, e podemos até ficar felizes pelo sucesso que as pessoas atingem, mas a verdade é que, em muitos casos, a ferramenta do trabalho delas perde qualidade.

Mas enfim, esta introdução foi para vos falar de um autor de um blog que sigo há uns anos (e que não perde a essência)e que toda a gente conhece: o Alfaiate Lisboeta. Sou uma grande adepta de fotografia, também adoro moda, por isso aquele blog tem tudo para resultar comigo (por acaso nem resulta muito, pelas mais diversas razões, mas isso é assunto para outro post). A questão é que José Cabral faz outra coisa (quase) ainda melhor que fotografar: escrever. Ele escreve crónicas semanais para o jornal "Metro" e eu fico quase sempre deliciada da vida com o que ele escreve. Esta história começou quando li uma crónica dele sobre uma rapariga que vira na farmácia... desde aí que vou acompanhando e aconselho vivamente a que façam o mesmo, porque é merecido.

Às terças, no jornal "Metro", ou às segundas à noite no facebook do jornal diário.

 

 

22
Mai14

A ler pouco

Ando cansada, e estar cansada é sinónimo de poucas leituras. Isto porque em tempos de aulas eu leio-o maioritariamente à noite, já quando a bateria já está quase toda descarregada mas ainda há espaço para uns minutos num mundo que não é o meu. Mas, exausta como ando, mal me meto na cama nem me apetece ligar a luz e sentar-me para alimentar a minha fome de livres. O cansaço fala mais alto. E durmo.

Normalmente leio à noite e, quando estou num ponto fulcral, num fim-de-semana deito-me e leio o resto do livro numa assentada. Por azar, o livro que estou neste momento a ler - o "Neverwhere" - não me está a puxar muito, pelo que o esforço que faço também não é muito.

Aqueles quatro dias no Algarve foram milagrosos para pôr a leitura em dia, mas desde que de lá cheguei que ainda não parei. Trabalhos, trabalhos e trabalhos é o que tenho feito. Faculdade, comer, dormir e ginásio tem sido a minha vida, sem direito a muitas falhas. E só agora é que está a começar a acalmar, apesar do aperto dos exames que se aproximam a passos largos.

A ver se, com o acalmar da coisa, volto a devorar os livros que para aqui tenho. Fazem-me falta, esses meus mundos paralelos.

 

21
Mai14

A nova "nos"

Agora mais desperta para esta realidade da comunicação empresarial (mais uma área que adoro - é capaz de ser a minha disciplina preferida este semestre) e confrontada com a passagem da ZON e da Optimus para a "Nos", fico totalmente boquiaberta com a enormidade desta campanha. Mais agressivo que isto é muito, muito difícil. Por outro lado, pior que isto também não é fácil.

A começar pelo nome. "Ah e tal, que rede és?", "Sou nos, e tu?". Nãããã, não fica bem. E tenha-se em atenção que não é "nós", mas sim "nos", tendo em conta que não está ali acento nenhum a abrir a vogal. É, sim, um nome muito fácil para fazer slogans e boas brincadeiras com palavras, mas péssimo para andar nas bocas do mundo.

Depois foram os primeiros anúncios: uma roda toda colorida igual à coleção de pratos do continente, sem quaisquer sinais daquilo que por aí vinha. Mal!

E agora aqueles anúncios de dois minutos que passam em pleno horário nobre (nem quero pensar nos custos de uma brincadeira destas) que só transmitem informação útil durante os últimos 10 segundos: tudo o resto é o Freddie Mercury a cantar com uma miúda aos pulos, sem me dar qualquer pista sobre o quê que aquele anúncio está a vender.

Acredito que não estejam tão entusiasmados em relação a esta campanha quanto eu, mas tenho mesmo de desabafar. O mais difícil para uma marca é ganhar nome; mudar os logótipos, nomes e até slogans é algo que se faz em último caso, pois a marca vai deixar de ser reconhecida e perde, portanto, valor. Mas eu olho para trás e a ZON já mudou não sei quantas vezes num curto período de tempo. Era a netcabo, depois passou a ser ZON, depois juntou-se-lhe a Lusomundo - e nisto os logótipos também foram mudando. Já a Optimus apostou tanto, tanto, tanto na divulgação da marca e da nova imagem há relativamente pouco tempo, com aqueles anúncios giríssimos com músicas dos Beatles, e agora isto?

De facto, não me lembro de uma campanha tão agressiva como esta - só alguém totalmente isolado do mundo é que não sabe o que é a "nos". Tenho a impressão que 85% dos outdoors do Porto estão com cartazes da nova marca, toda a reitoria da minha universidade está com uma fachada GIGANTE com publicidade, as carrinhas da antiga ZON já estão atualizadas, os sites estão crivados de publicidade relativa à "nos", e até os cinemas já não se chamam Lusomundo. Foi tudo tão rápido e tão em grande que é impossível não chegar até nós. Agora pense-se nos gastos que uma "brincadeira" destas custa. É mudar carrinhas, é pôr milhares de cartazes pelas ruas, é mudar o nome nos cartões, o site, os emails, tudo o que estava já pré-feito em termos de imagem, é colocar novas placas nos cinemas e nos edifícios que são da marca, é mudar os designs das boxes, é dar novos coletes aos colaboradores, é mandar mensagens a todos os clientes. É mudar t-u-d-o. E esse tudo é tanto que até é difícil de imaginar.

19
Mai14

Momento

Hoje ia a entrar em casa, depois do ginásio, e enquanto esperava que o portão abrisse fiquei sossegada no carro, com a janela aberta. Foi uma das primeiras vezes na minha vida - se não a primeira - em que senti tudo, tudo parado. 

Naquela direção onde parei o meu olhar só via o horizonte arroxeado com as nuvens que no dia de hoje nos acompanharam. Senti aquela brisa muito leve que refrescou a tarde, e mais nada. Fiquei ali. Não havia pássaros, cães, carros, e o próprio barulho do meu carro passou-me despercebido. Foi um momento de sossego e alívio tão grande, que aquele foi o melhor momento do meu dia. E apeteceu-me chorar quando acabou.

Sinto um peso nos ombros a piorar de dia para dia, que é tão grande que às vezes me impede de andar. Só me apetece dormir, fechar os olhos e fingir que não se passa nada. E sob um stress que já não tinha há muito. Íssimo, íssimo, cansaço, como dizia o outro.

19
Mai14

O brilharete dos Globos de Ouro

Pois que ontem foi a grande noite de gala para este cantinho à beira mar plantado, não é verdade? Antes de falar das fatiotas, deixem-me dizer que ontem, enquanto decorria a festa, ainda fiz meia dúzia de críticas no facebook do blog (que quem ainda não tiver posto um like é um ovo podre). Passem por lá para ver e confirmem o amor que tenho por estas "grandes galas" da SIC.

Passando aos trapos, hoje vamos do melhor para o pior, para ir variando. Vou ser boazinha e dizer que já houve galas bem piores (inclusivé no estrangeiro) e que não nos acho assim tão mal. Aqui vai disto. 

 

AS MELHORES

 Ana Rita Clara em Ricardo Preto. Simples, bonita e com as costas em aberto, que foi o que mais se viu naquela festa, mas não deixa de ser uma bela escolha. Ficava-lhe bem e não há muito mais a dizer.

 

Acho este casalinho muito fofo e a Nuria Madruga tem um corpo que suporta um vestidinho destes. Simples, bonito e perfeito para quem tem tudo no sítio.

 

 

18
Mai14

Estrela de David

Falava com o meu irmão pelo skype. Mostrei-lhe o meu turbante, pelo qual estou profundamente apaixonada (e ele também gostou) e depois um colar que estava a usar, que a minha mãe descobriu algures e que supomos que me tenha sido oferecido no meu aniversário, não sei ainda por quem.

Disse-lhe:

- É a estrela de David.

- O quê? Quem é o David?!

- É a estrela de David...

- MAS QUEM É O DAVID?

Quando me deixou falar:

- A estrela de David, dos judeus...

 

Silêncio da parte dele. Risos da minha cunhada. 

Duas lições a retirar daqui: ter cuidado com o que digo ao meu irmão (e falar-lhe como se de uma criança se tratasse) e nunca, nunca lhe apresentar um namorado, mesmo que seja no ano 1932. O que vale é que não há grande risco, pelo andar da carruagem. Está descansadinho, meu irmão, está descansadinho.

18
Mai14

Não procurem mais, meus amigos

Que quem eu quero é este. Não há Ian's Somerhalder ou Stephen Amell's que se safem. Assim à primeira vista pode ser, principalmente quando os olhos falam mais alto. Mas o Robert é e será sempre o Robert. O meu menino. E é por isto que vou ficar solteira até ao resto dos meus dias.

Já agora, já vos disse o quanto adoro Cannes? Epá, adoro Cannes.

 

 

 

 

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