Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Entre Parêntesis

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

25
Nov13

Os chineses cheiram a polipele

Hoje descobri que aquele cheiro que nós identificamos como "cheiro a chinês" (sem faltar ao respeito aos chineses - o que quero dizer é que as lojas deles e os produtos que de lá vêm cheiram a isso) é cheiro a polipele. Como é que descobri tal coisa? Eu explico:

Fui à Natura trocar as botas que cheiravam mal. A minha mãe foi comigo e apresentou a situação, pelo que pedimos a devolução por o calçado não estar nas devidas condições. A senhora cheirou e disse "ah, não cheiram a nada". Pois bem, eu não a culpo por não ter um faro como o meu, mas ainda assim aquele fedor sentia-se a quilómetros. Lá lhe pedimos para tentar outra vez - e ela lá sentiu, fez um esgar de "não é nada de especial" e proferiu a revelação do dia: "cheira a polipele!". Ahhhhh, então deve ser isso. Ainda assim, queremos a devolução. "Não aceitamos". Muito bem, passe para cá o livro de reclamações, se faz favor.

E assim foi. Vale dizer que o livro já ia a mais de metade, pelo que não é muito bom sinal. No fim, ficaram com as botas, com o mau-cheiro (que a senhora não sentiu, portanto não deve incomodar) e mais uma folha do livro de reclamações preenchida. Sempre a somar!

24
Nov13

Oi? É domingo?

Eu só gostava que me explicassem como é que é domingo e são cinco da tarde. Expliquem-me! Como é que o tempo passou tão rápido e eu não fiz nada de jeito para a faculdade?

Não me podem ter acusado de ter andado na sornice durante todo o fim-de-semana, porque tal não aconteceu. Nem um sestinha curta durante a tarde eu tirei! Lavei o carro, fui a um aniversário, estou prestes a ir a outro, comprei uma prenda, ajudei a fazer outra, cozinhei e... mais nada! Para tão pouco, gastou-se um fim-de-semana! E a única coisa que sinto que fiz de bom foi, de facto, dormir umas quantas horas durante a noite. Como é que isto foi acontecer?

Tenho uma viagem para Inglaterra marcada para quinta-feira e, infelizmente, acho que não vou. Começo a ver tantas coisas a condensarem-se no meu futuro próximo que até me dá os calores só de pensar. Ontem foi giro ver que, no meio de uma dezena de novos estudantes universitários, todos estamos a sofrer desta patologia: chama-se falta de tempo (desse lado sofre-se do mesmo?)! E agora vou voltar para a minha agenda, para ver se tenho tempos livres para gastar. Que vida, esta. Ugh.

24
Nov13

Natal: o que dar? 4#

Esta é (mais) para as meninas. Sempre ouvi dizer que "mulher prevenida vale por duas" e levo esse lema muito a sério: ando sempre com coisas "a mais" na carteira, no caso de ser preciso: medicamentos, uma lima, estojinho de costura (embora não saiba costurar, o que tem piada), toalhitas, normalmente um casaquinho de malha a mais... enfim, toda uma panóplia de tralhas que, na maior parte do tempo podem não ser utilizadas, mas nos momentos certos podem ser essências.

É nesta linha de raciocínio que sugiro um kit de manicure para andar sempre connosco. Há sempre uma unha que se parte, um espigão que aparece e que nos consome a alma... tanta coisa! Nós mulheres sofremos muito com as nossas queridas garras (vão ousar nega-lo???), portanto uma coisinha destas na carteira faz sempre jeito. Por 9 euros na Ale-Hop.

 

 

 

23
Nov13

Não sou aquela que anuí

Por causa de tudo o que li, de tudo o que já me disseram, por tudo o que já passei, fui-me apercebendo que os meus verdadeiros amigos não anuíam simplesmente. Mais: quase todos os meus amigos já me magoaram com as palavras que me dirigiram. E não foi insultando-me, acusando-me de algo, mas sim por me terem chamado para a realidade. Acho que todos temos momentos na vida em que estamos toldados pela nossa maneira restrita de ver as coisas, pelo medo que temos de avançar ou pelos sentimentos que são demasiado grandes para os conseguirmos entender. E aí precisamos de um empurrãozinho.

Claro que não gostei do dia em que me disseram que eu devia ir a um psiquiatra, do dia em que chamaram à realidade sobre as amizades virtuais e de como um contacto se perderia para sempre num mero azar ou do dia em que me disseram que certos comportamentos não eram de alguém que se preocupasse comigo. Caraças, dói! Dói o suficiente para ficarmos chateados durante horas, de pensarmos que quem nos devia estar a apoiar nos está a empurrar ainda mais para a lama , de chorarmos até adormecermos. A questão é que, no dia seguinte, já com a alma lavada e a cabeça mais fria, nos apercebemos que aquelas pessoas nos deram a maior ajuda possível em situações que eles próprias não podem resolver, só aconselhar, e partilhar a nossa dor.

Eu posso não ser a melhor conselheira, a pessoa mais sensível do mundo. Que não sou, eu sei. Sou fria, a maioria das vezes. Vou directa ao assunto, sem rodeios ou floreados para a situação se dissimular. Digo o que tenho a dizer, deixo que as pessoas reajam, e depois colho os frutos: quer estes sejam lágrimas, murros ou um simples "tens razão". Eu sigo-me pela minha noção de "amigo" - não vou ser algo em que não acredito e em que até crítico. Não vou anuir, não vou dar mimos quando a situação não está como deve ser e eu acho que há formas de corrigir e ver as coisas de uma outra forma. Eu não sou esse tipo de amiga. Eu sou aquela que prefere apanhar murros, que prefere que as pessoas fiquem chateadas mas que, no dia ou na semana seguinte, façam alguma coisa para serem felizes e corrigirem a situação, depois de terem pensado naquilo que eu lhes disse. 

23
Nov13

The Hunger Games: Em Chamas

Ontem lá fui eu para o cinema, toda bem-disposta porque ver filmes é um dos meus passatempos favoritos e vê-los uma semana antes de estrearem sabe ainda melhor. Quando lá cheguei vi gente, gente, gente. Ahhhhhhhhhhhh, senti-me engolida! Obviamente que aquela multidão não podia ser toda por causa da sessão especial, mas ainda assim assustou-me. A verdade é que estou cada vez menos habituada a multidões.

Safei-me rápido de tudo aquilo, entrei na sala, sentei-me no meu lugarzinho solitário e pouco depois o filme começou. E com ele os gritinhos, os "ohhhh", as palmas, os gestos! "Epá, calem-se, estou a tentar ver este filme direito!", pensava eu. Depois ocorriam-me pensamentos estúpidos tipo "estou velha para isto, vou fugir daqui"; o mais engraçado de tudo é que, apesar destes comportamentos histéricos por parte dos fãs assoberbados sempre me terem irritado, eu já fiz parte de um fandom igual ou maior do que este e não me sentia tão... abafada. Sim, às vezes apetecia-me correr certas pessoas ao estalo e amordaça-las para que me deixassem ver o filme em silêncio, mas acho que era mais tolerante porque, em parte (e em menor escala, claramente) sentia o mesmo que elas. Ontem vi tudo aquilo com os olhos que os meus pais viram a minha época twilightiana, que os pais delas as vêem agora ou o público em geral - e foi estranho. Mas enfim, podem estar descansadinhos que não fugi, embora me tenha apetecido encolher de vergonha de quando em vez.

 

Quanto ao filme (crítica livre de spoilers para quem leu os livros):

Eu gostei, achei-o muito bom. É inevitável eu fazer isto: em termos cinematográficos, é muito melhor do que a saga twilight. Gostei das cores do filme, que contrastam entre si mediante as situações e as cenas (às vezes um cinzento muito "twilight" e outras mais alaranjado e verde) e adorei as actuações. A Lawrence é uma atriz e peras! Mas o mesmo se pode dizer da Elizabeth Banks, que faz de Effie, por exemplo. Brilhantes exibições, na minha opinião. O sentimento na cara delas quando à reviravoltas na história, contratempos, é indescritível. Não é preciso palavras para se perceber o sentimento que elas querem transmitir, porque está tudo lá estampado nos seus olhos e expressões.

O filme está bastante fiel ao livro (faltam algumas coisas - que eu própria me lembrei, o que não é lá muito bom sinal - mas que suponho que sejam dispensáveis), com excepção da quantidade de beijos que há ao longo do filme, para o encantamento das raparigas. Há cenas que dão para rir (as expressões da Lawrence são impagáveis), outras em que a lágrima fica no canto do olho e outras em que nos apetece fazer parte da multidão e pôr os três dedos no ar em sinal de revolta (houve quem pusesse, só para que conste). Em suma, consegue chegar e tocar as pessoas.

Por fim, resta-me dizer que não gostei do final. Primeiro, porque já sei o próximo passo que aquilo vai tomar e a consequente destruição da história por parte da autora; segundo, porque aquele momento em que a personagem principal está deitada, com os olhos abertos e meio em choque e a câmara corta e o filme acaba já está mais que batido e já perdeu toda a piada.

Gostava de dizer que espero ansiosamente pelo próximo, mas não é verdade; esta trilogia funciona ao contrário do vinho do Porto: quando mais velha (ou quanto mais avança) mais piora. E eu, apesar de toda a qualidade do filme, não me consigo abster disso.

 

22
Nov13

Também sou uma "anormal"

Para mim, o conceito de "normal" tem que ver com a frequência com que as coisas acontecem. Ou seja, o "normal" é aquilo que acontece com mais frequência, o "anormal" o que acontece com menos. Portanto, sem qualquer depreciação, para mim o "normal" é ser heterossexual, é comer de tudo e não ser vegetariano, é fazer da faculdade uma festa, é ir para uma praia sem ser de nudismo. Os "anormais" não têm por isso de se sentirem discriminados por serem "anormais".

Eu acho que sou uma "anormal" em várias coisas. Em particular hoje, demonstro mais uma das minhas anormalidades. Sim, eu vou ao cinema sozinha. De facto, é anormal: o "normal" é as pessoas irem acompanhadas. Mas eu não percebo qual o problema de ir ver um filme sem ninguém a acompanhar; não percebo o drama que fazem, as exclamações que emitem, a preocupação que se esboça na cara das pessoas. 

Ir ao cinema não é necessariamente uma atividade a dois. Aliás!, a única altura em que nos apercebemos que estamos sozinhos é aquando daqueles intervalos de sete minutos e nos não temos ninguém com quem comentar a metade de película que já passou. Fora isso, não se sente quase diferença nenhuma. Não é igual a ir jantar ou tomar um café sozinho, pois não é um sítio onde, idealmente, se ponha a conversa em dia.

Não nego que seja estranho uma miúda com 18 anos - que devia estar na flor da vida, cheia de amigos e companhias - ir sozinha para um cinema. Mas acontecem tantas coisas estranhas neste mundo, porquê que esta não poderá ser uma delas? Eu vou sozinha porque posso, porque quero e porque não me vou privar de fazer uma coisa que adoro por não ter ninguém que queira ou me possa acompanhar.

22
Nov13

Coisas que me acontecem

Com este frio todo que se está a fazer sentir pelo país fora, estou outra vez meio constipada. 

Hoje, ao sair de casa, apressada, passei pelo meu quarto de banho para recolher um bocado de papel higiénico para me assoar. Baixo-me, apanho o papel, levanto-me e... dou de caras com a porta. Ou de testa, se quisermos ser mais específicos. O barulho que se ouviu foi quase equivalente a uma estante ter caído e batido brutalmente no chão... mas desenganem-se, foi mesmo o impacto que a minha cabeça teve com aquele pedaço de madeira.

A pressa serviu-me de pouco, tendo em conta que nos minutos seguintes andei praticamente de lado, a ver estrelas durante todo o caminho, enquanto tentava chamar a minha mãe, entre lágrimas de dor e gargalhadas da situação caricata. Não tive escape: fiquei imediatamente com a testa vermelha e, neste momento, encontro-me com um galo monumental, que se consegue ver a quinhentos metros de distância. Eu, de facto, não faço a coisa por menos.

21
Nov13

Natal: o que dar? 3#

Toda a gente tem uma mãe, um pai, um namorado, uma irmã ou um amigo que tem uma paixão pela cozinha. E mesmo que não tenha, para mal dessas pessoas, comer é necessidade do ser humano, pelo que temos mesmo de cozinhar. Eu acho adorável ver pessoas (então homens!) com um lindo avental. Hoje em dia há lojas que fazem aventais super giros e originais, muito inspirados em coisas portuguesas. Normalmente aquelas lojas de souvenirs das cidades também vendem disso, mas há tantas outras com  outras ideias bem originais. É das coisas que dá sempre jeito, mesmo que não seja habitual usarmos na nossas lides domésticas: vai sempre haver aquela altura em que estamos a fazer algo que nos possa sujar ou que vem alguém ajudar e está habituado a usar em sua casa. Um ou outro avental nunca é demais. Ficam duas sugestões, ambas do Ikea: 

 

(podem cliclar nas imagens para irem directos para o site)

 

 

 

20
Nov13

Pormenores

Andava já há uns tempos a querer fazer modificações no meu quarto. Acho sempre bom mudar de ares, acordar e ver coisas novas, surpreendermo-nos com aquilo que nos envolve mas que é sempre tão nosso. Inspirada por uma série de imagens que vi, decidi deitar mãos à obra e perder a amor a umas (poucas) dezenas de euros.

O meu quarto não prima por ter muita arrumação e por isso decidi investir por aí. Não em arrumação muito útil, mas sim para todas aquelas tralhas que tenho, que vou comprando, que acho giras, que trago das viagens que faço e etc. Acabo sempre por ter de as meter algures num recanto escondido e isso faz com que a piada se perca toda.

O "projeto" ainda não está finalizado, mas está a meio caminho. Terei, em breve, uma foto do antes e do depois para vos mostrar. Para já, que ainda não está completo (falta uma prateleira, mais molduras e outras coisas que tenho de descobriria que estarão por aí perdidas), mostro-vos pormenores desta minha nova parede, por não resistir à tentação de partilhar. 

 

(a porta também deixou de ter a bruxa ao dependuro. foi um bónus)

 

 

 

 

20
Nov13

"És uma invejosa!!!"

Eu ainda não conheço totalmente a minha "plateia". Há publicações que eu acho cheias de potencial e que não têm qualquer tipo de sucesso, outras que considero fracas e forçadas e que têm imensos comentários. Ainda não consigo perceber a cabeça das pessoas que me lêem: pelo menos, até um certo ponto. O meu post de ontem não era uma provocação: era um desabafo, como os outros que aqui faço. Mas eu sei que aquele tema em particular toca as pessoas: ofender (que não ofendi, só disse que não gostava) o Ronaldo é quase considerado um crime nacional punível por lei. Já esperava comentários odiosos, a dizer que eu não percebia nada daquilo, que o meu texto não fazia sentido e que era tudo inveja. E em particular esta última parte intriga-me muito.

Porquê que as pessoas tendem a confundir o não gostar com a inveja? Eu não gosto do Ronaldo (e tem uma razão), mas não tenho a mínima inveja dele. Não tenho inveja do seu dinheiro, da sua namorada, dos seus casarões, das suas roupas pirosas, da sua família, dos seus abdominais, do seu sucesso. De nada. O dinheiro que felizmente tenho dá-me para viver e consolar alguns dos meus caprichos, não tenho namorado mas também sou feliz assim, já tenho uma casa que me enche o coração, já tenho roupa que chegue (e sobre), tenho a melhor família do mundo, não tenho abdominais mas também não quero, que não gosto de abdominais salientes em mulheres, não tenho grande sucesso mas espero um dia vir a ter - e nisso, da mesma forma que ele, trabalhando e adquirindo-o de uma forma sincera. Não eram meia-dúzia de carros mais caros ou mais luxuosos que me fariam feliz. Não há nada naquela pessoa que me faça falta. Absolutamente nada. Faria mais sentido, em casos como o Saramago ou o Lobo Antunes (com quem eu não simpatizo nem como pessoas nem, na maior parte das vezes, na escrita) dizerem-me que sim, estou é cheia de inveja (embora também não tenha). Coisas estilo: "tu tens é inveja, querias era escrever como eles e ganhar um Nobel como o Saramago!". Ao menos, neste caso, o raciocínio estaria certo, embora não correspondesse à verdade. Agora com o Ronaldo? Nem por sombras.

Mas o "não gostar" pode estar aliado à inveja, de facto. Se eu digo, "aquela estúpida é linda e roubou-me o namorado", estou claramente com inveja da beleza da rapariga e raivosa por me ter roubado quem eu gostava. Por outro lado, tenho inveja de algumas coisas e mesmo assim gosto muito delas: por exemplo, sempre tive inveja do (ex)namorado da Kristen Stewart, dos Louboutins dela, da quantidade interminável de óculos de sol que ela possui. Mas isso não faz com que eu a odeie - e, muito provavelmente, nem sequer me faria mais feliz, se de facto possuísse todas essas coisas que ela têm. 

O que quero dizer é que o argumento "tu tens é inveja" não funciona. Atirem-me à cara que sou uma merda de pessoa por não gostar de um jogador assim, que sou uma hipócrita, uma parva. Mas invejosa não sou.

Pesquisar

Mais sobre mim

foto do autor

Redes Sociais

Deixem like no facebook:


E sigam o instagram em @carolinagongui

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Leituras

A ler:



goodreads.com


2019 Reading Challenge

2019 Reading Challenge
Carolina has read 1 book toward her goal of 12 books.
hide

Arquivo

    1. 2019
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2017
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2016
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2015
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2014
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2013
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2012
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2011
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D

Ranking