O vídeo tardou mas chegou e eu não podia estar mais contente com o resutado final! Depois do cansaço e das molhas que apanhei à conta disto, faço um balanço positivo. Acima de tudo, devido à sensação de fazer parte de algo grande e que, de alguma forma, se move como um só.
Orgulhosa de mim e de todos os outros que fizeram parte disto. Ainda bem que me arrastaram até lá.
Há certas primeiras impressões que nós passamos que nos são intrínsecas, que não conseguimos evitar que as pessoas tenham. Eu sei que quando entro pela primeira vez numa turma, "sabem" todos que eu sou certinha, que faço os trabalhos de casa, que os professores gostam de mim; não sabem que não bebo álcool nem fumo, mas calculam; que, ou tenho um namorado de longa data, ou não tenho nenhum; que acho muito melhor do que sou na realidade, que tenho a mania que sou chique e sou super polite. Enfim, tudo coisas que estão ligadas à imagem que transmitimos, consciente e inconscientemente, e que, por mais que queiramos, nunca vamos conseguir mudar.
E depois, no dia em que eu digo "merda" ou "fodasse", rebenta o escândalo: meu deus, a Carolina disse uma asneira! Ou então, quando admitir que me deito para lá da uma da manhã, é o espanto total: epá, a Carolina certinha não se deita às nove e meia da noite! Nem estuda todos os dias! E mostra as pernas, mesmo tendo um pé horrível! E tem decotes maiores do que o suposto! Meu deus, meu deus, meu deus!
Mas pronto, já sei, não se pode fazer nada. E, no fundo, a primeira impressão não está assim tão errada: de uma forma geral, sou mais sossegada que a maioria, oqu e me pode rotular como "chata", "certinha" ou até "betinha" (odeio este em particular, mas é a vida). A verdade é que nem tudo o que vem conjugado com esses conceitos é real - ninguém é 100% rebelde, assim como ninguém é totalmente certinho. Todos temos as nossas variantes e é essa a razão de sermos todos diferentes. Por isso deixem de se espantar se se aperceberem de algo que não corresponde à ideia de que fazem de mim - afinal de contas, a vida é feita de surpresas!
Às vezes ponho-me a pensar naqueles concursos que se fazem nas escolas, nos pequenos clubes ou nas turmas para angariar fundos para alguma coisa - quando põem os putos a vender rifas por um euro em troca da possibilidade de ganhar um cabaz de compras ou tretas que tais.
É óbvio que nós, quando compramos, a maioria das vezes, é para ajudar o nosso primo, sobrinho ou filho a vender a parte que lhe compete, nunca estando na esperança de ganhar nada (digo eu!). E a verdade é que eu nunca ganhei - o que não me espanta, dada a minha falta de sorte. A minha questão é: será que esses sorteios se realizam mesmo ou os organizadores deixam-se estar à sombra da bananeira, sabendo que a maioria das pessoas pensa como eu (ou seja, julgando que nunca vão ganhar ou nem sequer pensando no assunto)? Sou a única que nunca viu ninguém ganhar nada nesses sorteios ou estou a ser uma injusta do pior?
Duraram mais do que todas as apostas dadas que em comentários! Nove dias, duraram a maioria. A meio da semana passada saiu-me uma, mas de resto, foram umas vencedoras: apanharam com água muitas, muitas vezes, tendo em conta que tomei mais banhos do que o normal e lavei imenso as mãos, deram banho à Ziva, enfrentaram a sachola diversas vezes, entre outras coisas...
Só hoje saíram-me 4, mas nada que não se resolvesse rapidamente. Infelizmente, as minhas unhas ainda não estão suficientemente grandes e lindas para se aguentarem por si só, pelo que ainda vou andar uns tempos com o plástico dos chineses aqui colado. Nada que me importe muito, para ser sincera: ficam bonitas, mais finas que as de gel e naturais o suficiente.
Posso ter tido sorte, comprado uma cola mais eficaz do que o normal... não sei. Mas que não me arrependo nada de as ter comprado, ai isso não. Bela opção a minha!
Anda aí um alarido dos diabos por causa da dieta da Dr. Agata Roquette - uma dieta com base em proteínas e na completa e total exclusão dos hidratos de carbono. Dizem maravilhas, que se pode comer tudinho, na quantidade que se quiser - pois, está bem.
Antes de ela aparecer nos jornais e de lançar segundas edições e coisas que tais, tínhamos ouvido falar dela aqui em casa e compramos o livro. Aos poucos, cada um de nós - que temos a mania que estamos gordos - foi tentando... e desistindo. Neste momento, estão o meu irmão e a minha cunhada a faze-la, a leva-la bem a sério e a emagrecer de forma proporcional (que é como quem diz, bastante!). Porque em termos de eficácia, sem dúvida que é uma coisa do outro mundo. Mas fácil... fácil não é.
Eu diria que é uma dieta para quem trabalha em casa - porque a dificuldade não está nas refeições maiores, mas sim nos lanches e refeições pequenas. Nas duas primeiras semanas não se pode comer fruta - só fiambre, queijo, omeletas... e eu agora pergunto: como é que alguém que ande na escola ou num trabalho "normal" consegue levar esse tipo de coisas para comer? Normalmente, uma pessoa com uma alimentação saudável, leva um iogurte, meia-dúzia de bolachas, uma peça de fruta... mas guess what? Tudo proibído (menos o iogurte, em alguns casos). O que faz com que seja impraticável para quem passa muito tempo fora de casa ou para quem, como eu, não seja grande apreciador de queijos, fiambres e outras coisas do género sem ser dentro do pão.
Por outro lado, há uma coisa péssima: a dieta obriga a comer de 3 em 3 horas, qual bebé recém-nascido. Mas, ainda assim, a falta de açúcar é mais que notável: é incrível como as pessoas ficam rabugentas e chatas quando precisam de algo doce e não o podem comer! É como um diabético com hipoglicémias: o resultado é para lá de insuportável.
Tudo isto para dizer que a dieta que tanto se fala não é tão fácil como apregoam. É eficaz, sim, mas não é fácil de todo! Vale sempre a pena tentar, se acharem que vale a pena, mas é preciso ter uma grande força de vontade e imaginação para que a coisa funcione como deve ser. Quem avisa vossa amiga é!
Mas nenhuma delas vem para cá para casa... adoro a primeira frase, mas a mala é preta e às riscas, o que me traz dois problemas: é primavera, estão uns dias lindos e eu estou, por isso, a tentar fugir ao preto; por outro lado, tenho uma carteira com o mesmo padrão.
A segunda era a ideial. Adoro a frase, grita Carolina... mas é rosa, e rosa só entra no meu roupeiro em muito, muito, muito raras excepções.