Veio mesmo a calhar
Ontem, quanto fizemos uma paragem no jogo que estávamos a jogar (ou o que estava a fazer para não adormecer em pleno Natal), caiu uma notícia estilo bomba: uma prima minha tinha tido um acidente e destruído o carro. Prima essa que estava ali há uma hora atrás e tinha saído para ir ter com não sei quem.
Apesar do carro ter ficado em muito mau estado, ela saiu sem um arranhão. Assustada, claro, mas intacta e de boa saúde. O sítio onde ela se esborrachou é um dos mais populares a esse nível, e com chuva é certinho para quem não tem grande experiência (caso dela) - tem umas junções que fazem com que o carro deslize e... pum.
Posto isto, se eu já não tinha grande vontade de tirar a carta, fiquei com ainda menos. É que para além de ter medo de mandar um carro para a sucata, tenho medo de me mandar sabe-se lá para onde e bater a bota num acidente de viação. Não tenho (e não sei se alguma vez vou ter) confiança em mim ao volante de um carro, e a chuva e os acidentes e os imprevistos são coisas que acontecem todos os dias e em todo lado, que não podemos controlar. E isso mete-me um medo do caraças.
Ontem o clima abateu à custa disto, mas hoje eu já acordei mais aliviada. Mau foi ter passado no local do acidente, à hora de almoço, e ter visto o pára-choques do carro dela, completamente engolido pelo rail. É sempre bom para nos relembrar.












