A minha semana vai resumir-se a ir, todos os santos dias, à secretaria saber se já saíram umas regras quaisquer que são essenciais para eu saber se a possibilidade de mudar de humanidades continua de pé. Até sexta, que é até quando as inscrições estão abertas.
Se vivessemos num país de jeito estas coisas não aconteciam, e muito antes de termos de nos inscrever tínhamos toda a informação necessária em mãos. E eu estou mesmo a ver que talvez tenha de fazer isto às escuras, porque uma cambada de idiotas do ministério decidiu que lançar aqueles papéis a tempo era dispensável.
Enquanto desço a rua inclinada que dá acesso a minha casa com a cara levemente molhada de lágrimas e olho o céu, pergunto-me como uma coisa tão perfeita como a vida às vezes nos pode trazer coisas tão más. Somos, de facto, uns privilegiados em termos nascido, em termos a oportunidade do que chamamos "viver". Temos um planeta especial, somos todos especiais. Respiramos, controlamos a natureza(controlamos?), movemos mundos e fundos. Criamos o dinheiro, aprendemos uma ou mais línguas e até descobrimos a electricidade.
Mas sofremos tanto. Mas tanto. Quantos ácidos corroeram o nosso peito? Quantas facas esfaquearam o nosso frágil coração? E, porra, continuamos vivos. Dói, dói mais do que tudo. Nós, com a mania que controlamos tudo e todos, esquecemo-nos do pequeno pormenor de que, pura e simplesmente, há coisas incontroláveis. Oh, terrível acaso. Quantas vidas tornaste num inferno?
A morte é incontrolável, por vezes. As ações dos outros são incontráleis. A dor que sinto no peito é incontrolável. As lágrimas que nos escorrem nos rostos são incontroláveis. Vivemos num mundo quase perfeito, não fossemos nós os seres mais imperfeitos e o tempo e o espaço os condicionantes do inferno. Há dias tristes. Hoje é sem dúvida um deles - mais um.
"Pessoal, estamos em crise e o dinheiro não me assiste. Passa-me aí meia-duzia de sacos do lixo que a coisa resolve-se." Sim, resolve-se. Resolve-se é mal.
A Stacy Keibler é linda de morrer, tem uma cara laroca que só ela e pumba... vem-me com um dourado brilhante. Gosto do corte e do vestido em si... mas a cor... ai a cor!
Eu acho que a Shaun Robinson, de tanto mexer no cabelo do Robert Pattinson e falar com as estrelas, deu o tilt. Que vestido é esse, hun?
Costuma ser a diva da elegância e vem-me tipo trambolho dourado. Costumo adorar os outfits dela, super sofisticados, e nos Óscares aparece assim. Ai vida...
A Milla Jovovich foi das primeiras que lá apareceu. E durante uns bons tempos não apareceu mais ninguém de jeito, pelo que subiu direitinha para o pedestal. Não sou grande fã de vestido brancos, mas este Ellie Saab é bem giro.
Ah, vermelho eu já gosto. Fluido e bonito, tal como a Emma Stone. Gostei mesmo muito.
E mais branco. Desta vez da rapariga de quem eu mais gostava lá para o meio, a Rooney Mara. Confesso que quando vi o vestido pela primeira vez e reparei naquele detalhe no peito, não lhe achei muita graça. Mas depois comecei a olhar para o conjunto, e a olhar, e a olhar e... pronto, caí de amores. Adoro a estranheza desta rapariga. Ela tem algo de muito especial que não sei descrever. No entanto, já a vi melhor (mas, claro, não pode deixar de entrar no meu top).
Por fim, mais branco (e ainda dizia eu que não achava piada ao branco). A Gwyneth Paltrow ia simplezinha, mas muito elegante. Aquela capa à super-heroína era (super) dispensável, mas enfim - no evento em si lá despiu a personagem. O cabelo não me agrada nadinha. Visto de frente acho que fica mal, mas que se há de fazer?... Safou-se bem.
Já a viii! Já a vi bem melhor, mas pronto. Continua a ser linda de morrer e eu adoro-a. Amanhã faço comentário completo, sim? Os piores, os melhores e os horrendos.