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[Entre Parêntesis]

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

31
Jan13

When people see good, they expect good

Carolina

Ser mau aluno é muito mais fácil do que ser bom aluno. E não falo só do facto de não trabalharem tanto, de não se esforçarem e todas essas coisas (não desprezando as pessoas que às vezes encalham numa disciplina e, independentemente do que estudam, não saem dali); falo mais na questão das expectativas que põem sobre nós.

Lembro-me muitas vezes de uma frase do Damon, do The Vampire Diaries, que me marcou. Dizia ele que "when people see good, they expect good". E é mesmo assim. Ninguém espera muito de um aluno que tira notas medíocres, que não se cala durante as aulas e que não faz a ponta de um chavo em casa - mas se esse aluno tira um notão no teste, vai de lhe fazer alta festa (a não ser que tenha copiado, obviamente). Mas de um bom aluno a coisa já muda de figura: tem de ser sempre a subir. Tira 17, mas é para chegar ao 18. Tira 18, mas é para chegar ao 19. E é até rebentar a escala. A questão é que já não há festa nenhuma - já estão tão habituados a coisas boas, que só se pronunciam nas coisas más. E mesmo que se pronunciem quando os níveis se mantêm, nós sentimos, cá no fundinho, aquela pressão: sentimo-nos dentro de uma seringa, bem fechada, enquanto estão a pressionar o embolo e nós já não temos muita margem de manobra.

Dizem-me, às vezes, que certos testes são "canja" para mim, porque sabem as notas que tiro - e eu penso neste pequenino grande fator, que tanta influência tem em mim (não sei se desse lado sentem o mesmo, mas enfim). Porque ainda pior que ferir as expectativas dos outros, é ferir as minhas, que são normalmente ainda mais altas.

09
Dez12

O medo é coisa que me assiste

Carolina

Mesmo com todas aquelas vantagens adjacentes ao teste estilo exame de português, já descobri que 1,5 valores já voaram na gramática. Para piorar as coisas, estou com um medo que só visto de ter fugido ao tema na composição final (que vale 5 valores).

A culpa é da minha professora que falou no texto na última aula, dizendo que "esperava que não tivéssemos falado do tema x" na composição, porque na verdade era sobre o tema y. E eu acho que falei dos dois, mas mesmo assim cheira-me que a coisa vai correr mal. Muito mal.

Uma fuga ao tema representa um 13, na melhor da hipóteses, o que faz com que o meu 18 (que devia ser 19) no final do período, vá pelo cano abaixo. Muito abaixo. Demasiado abaixo.

02
Dez12

É sempre bom quando isto acontece

Carolina

Temos mil e uma coisas para fazer a não fazemos nenhuma.

Tinha planeado estudar o fim-de-semana inteiro e ainda não pus um olho em cima de um livro que seja. Para piorar a situação, amanhã o meu irmão chega - o que quer dizer que as probabilidades de continuar a não olhar para os ditos são grandes.

O pior é que eu fico com remorsos do tamanho do mundo, mesmo sabendo que estou adoentada e que tenho apenas uma semana para disfrutar com o meu irmão, e muitas outras para poder estudar.

Acho melhor pegar nos livros enquanto posso (e consigo), ou as coisas ainda dão para o torto quando for a ver os resultados dos testes.

05
Nov12

Os copianços

Carolina

Sou das piores pessoas a copiar à face da terra. Quer seja para o meu próprio bem ou para bem dos outros.

Quem olha para mim pensa que sou daquelas chatas que esconde o teste e que não deixa ninguém ter um vislumbre sequer daquilo que estou a escrever, mas não é verdade. É verdade que, muitas vezes, vontade não me falta - mas também é verdade que só em alguns casos o faço.

Enfim, começa tudo com a minha incapacidade para copiar. Se levar cábulas, o teste fica completamente amarrotado, pois as minhas mãos viram fonte, de tanto suar devido ao nervosismo. Se copiar pelo colega do lado, não vejo ou não percebo a letra. Se for para dizer baixinho ou ler os lábios, é certo que não percebo. E, pior de tudo, é o medo que tenho - sei que os professores têm confiança em mim, e sei que se me apanharem, tudo aquilo que construí durante meses ou anos vai pelo cano.

Eu não me importo nada (e faço os possíveis) em ajudar aqueles que precisam - mas que estudam! Mas confesso que me irrita solenemente que pessoas que não pegam num livro me venham chatear a meio de um teste porque estão à rasca; a questão é muito simples: estudassem. Depois há aqueles como eu, e como toda a gente, que estudam mas que não têm a certeza daquela resposta ou estão à nora com aquela pergunta: sendo assim, digo-lhes tudo tim-tim por tim-tim se o meu tempo e a minha confiança o permitirem.

Posso ser uma chata de primeira em muitas coisas, mas sou fiel aos meus príncipios - e se digo que ajudo, é porque ajudo. Agora não queiram é subir às minhas custas quando não fazem a ponta de um chavo, sim?

29
Out12

Um 14 teve direito a escândalo interior

Carolina

Hoje recebi a minha primeira nota (de teste) do 12º ano: um 14. Fiquei horrorizada. Um 14 a geografia: em que planeta?!

Apesar de todo o meu escândalo interior, descansei-me a mim própria. Embora achasse que o teste até me tinha corrido bem, fui numa de conhecer o estilo de perguntas e de teste e o tipo de correcção do professor. Já tive a minha amostrinha, não é verdade?

Tenho quase um ano lectivo pela frente para subir e sei que a tarefa não será difícil. Sociologia e geografia estão enquadradas nas disciplinas onde se trepam paredes, em algumas aulas, tal a seca que é - e admiti perante mim mesma que os meus esforços iam ser direcionados para História e Português, dos quais vou ter exames no fim do ano (e a Historia vou auto-proposta). Tenho resumos todos direitinhos e catitas desde o inicio do ano - a História - e (vejam bem isto!) até já vou percebendo as funções sintáticas, embora não as saiba pôr bem em prática!

Agora vamos indo e vamos vendo, ver como a coisa corre. Tenho a certeza que, com algum trabalho, acabo o ano com uma média bem razoável.

09
Fev12

Da merd* do teste intermédio

Carolina

Era bastante mais díficil do que todos os outros que fiz. Estou de consciência tranquila por um lado, porque sei que trabalhei para estar preparada - e estaria preparada, se me saísse um teste como os dos anos anteriores. O teste era maior (com mais exercícios de desenvolvimento) e complexo (estou para ver a opinião da minha professora de matemática, por acaso..) Ainda não falei com ninguém a quem o teste tenha corrido bem (e eu tenho uns quantos crânios na minha turma).

Principalmente agora, depois de ver a correcão, estou perfeitamente ciente que a positiva é impensável. Enfim, é mais uma para a coleção.

É triste, por um lado: tive uma série de vitórias interiores ao longo destes dias (sendo que fazer os "mostra que"'s foi a maior delas), e estava confiante que este teste me iria correr melhor e que finalmente conseguiria adquirir alguma vontade de fazer mais e melhor a matemática.

Eu tentei. Agora vou só ali lixar o Nuno Crato (e, já agora, dizer-lhe que se os exames tiverem este nível de díficuldade, lhe tiro a tosse) e já volto.

11
Jan12

Do teste

Carolina

O teste... fez-se. Estar sozinha foi bom. Tinha uma sala só para mim, podia fazer e dizer os meus raciocínos em voz alta (entretanto, podia também repreender-me em voz alta).

No entanto, ficaram na mesma exercícios por fazer, uma insatisfação interior e... um desânimo geral. Já sei; calma, calma, muita calma. Mas hoje não estou nos meus dias.

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