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[Entre Parêntesis]

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

29
Jan17

O luxo que é ter tempo

Carolina

Eu acho que uma das maiores riquezas que há na vida é ter tempo. De que serve ter muito dinheiro se não há tempo para o despender? De que serve ter uma família grande se não temos tempo para ela? Eu acho que este equilíbrio é dos mais difíceis de conseguir e hoje em dia dou por mim sempre a correr, a sair de manhã para o trabalho e chegar já com a noite cerrada e perguntar-me: é isto a vida? É durante o tempo do pequeno-almoço e do jantar que se vive, sem fazer algo a que estamos obrigados por parte da sociedade? E isto para não falar de todas as outras obrigações que as pessoas normais e independentes têm: fazer a cama, arrumar a casa, preparar refeições. Que tempo sobra?

Ainda para mais eu tenho a mania dos planos, das listas, das tarefas. E adoro quando chego ao fim do dia com tudo preenchido e feito - aliás, só assim fico realizada e verdadeiramente sossegada. Mas a verdade é que me esqueço da liberdade e do sossego que é ter dias para não fazer nada. Sem planos, sem horas, sem bilhetes para isto e aquilo, sem jantares, sem ter de fazer uma sobremesa para levar não sei onde, sem viagens às 8 da manhã. E sem ter de escrever, de ler, de ver aquele filme, de estudar, de arrumar. Sem nada destinado - porque só deixando a minha agenda mental livre de tarefas é que consigo efetivamente desfrutar do tempo totalmente livre e não ficar a remoer em tudo o que devia ter feito e não fiz.

Sabendo que o mês que se aproxima vai ser caótico, que os fins-de-semana ricos em descanso não vão existir, que o trabalho vai estar a 200%, que nestas duas pernas vão estar muitos quilómetros e demasiadas horas em pé e que eu vou ter de beber muito café para aguentar a pedalada, decidi que este fim-de-semana ia ser para descansar. Sem planos, sem obrigações - só as refeições e a ida ao supermercado para ir buscar o pão. 

Já li, já vi séries, já vi um filme, já planeei a minha viagem, já escrevi. Sem check-lists, sem stresses, ao sabor do tempo que resta. Governada pelo sono ou falta dele, pela vontade de fazer coisas ou a falta dela. Que bem que soube e que pena estar a acabar. Sinto que vou passar de um passeio domingueiro para uma corrida de fórmula 1. E a única coisa que espero é chegar ao fim com os fusíveis todos. Até lá, vou só dormir mais um bocadinho para queimar os últimos cartuchos.

09
Out16

A rapariga dos mil e um projetos

Carolina

Desde há uns anos para cá que eu estou sempre a ter ideias novas. Algumas simples, algumas complexas, algumas simplesmente parvas e outras que não me saem da cabeça por muito que eu diga para mim mesma "não dá!". Porque antes eu ainda fazia com que algumas delas fossem avante, mas muitas acabavam por ficar pelo caminho ou incompletas porque, de facto, não há tempo para tudo. Quer dizer: no meu ponto de vista há sempre tempo para aquilo que realmente gostamos e queremos, mas há que fazer uma hierarquia natural de prioridades e perceber o que vale de facto a pena ou se são horas ou minutos simplesmente deitados ao lixo. 

A verdade é que o meu tempo útil desde que estou a trabalhar diminuiu drasticamente e, neste momento, ainda estou a tentar arranjar tempo para rotinas obrigatórias - já me consigo deitar mais cedo e ler meia dúzia de páginas, mas ainda não consegui encaixar o ginásio no meio disto tudo ou dedicar uma hora por semana ao postcrosing, por exemplo. Os meus fins-de-semana ainda não passaram a ser de descanso, porque continuam a estar apinhados de tarefas que ainda não conseguem ver a luz do dia à semana, a par de algum trabalho que trago para casa por não conseguir fazer em tempo útil - e mesmo assim estes dois dias não chegam, sobra sempre para o fim-de-semana seguinte, o que é um ciclo vicioso que eventualmente terá de parar (quanto mais não seja fruto do cansaço). Por isso, todos os projetos que tenho em mãos, foram à partida ou assumidos ("são para levar à séria"), ou apagados da minha memória ("não dá") ou postos em stand-by, para quando um dia der.

O blog é, por exemplo, um projeto mais do que assumido - o meu plano era que este inverno ele desse um salto, por mais pequenino que fosse. Queria testar os limites dele - ver se não há mais leitores por falta de conhecimento ou mesmo por falta de interesse (o que é mais provável). Mas para isso preciso de investir nele, de mudar e aperfeiçoar uma série de coisas que me fazem comichão e que quero que estejam perfeitas; não quero que passem cinco dias sem eu escrever porque nessa semana trabalhei de sol a sol, por isso há todo um planeamento para que isto resulte. É um esforço racional, muito planeado e que faço sem pensar duas vezes - mas que me dá trabalho, lá isso dá. 

Gostava de fazer muito mais coisas (se soubessem as coisas que eu me lembro...), mas sei que ao fim de algum tempo, sem horas para poder dispensar e sem "fãs"/likes/comentadores a puxarem-me para cima (o que, numa fase inicial é perfeitamente normal), iria desistir - e, para isso, mais vale nem começar. O meu tempo é o de uma trabalhadora, mas a minha cabeça - pelo menos a esse nível - é a de uma miúda do secundário com as ideias a borbulhar.  

14
Mar16

Dar tempo ao tempo (para ter tempo)

Carolina

Estou numa fase estranha, entre altos e baixos consoante o dia. Aliás, consoante a hora do dia. Tanto estou feliz, cheia de ideias e a imaginar um futuro brilhante pela frente, como estou em baixo, cansadíssima e com umas covas debaixo dos olhos que me aparecem instantaneamente mal o meu espírito cai.

Estou a descobrir uma nova vida. Uma vida definitivamente mais ocupada, mais atarefada, sem grande tempo para pausas - pausas essas que, descubro agora, me fazem muita falta. Penso mais do que achava que pensava (esta frase faz sentido?). Por um lado, sempre soube que overthinking era uma das minha especialidades, mas esse é o lado negativo da questão; o lado positivo, onde se inclui a medição, o ato de auto-debater comigo mesma, de construir raciocínios e argumentações lógicas, foi algo que nunca valorizei mas que agora vejo que tem uma importância enorme para mim. Daí escrever tanto, daí ter ainda mais textos "escritos" na minha cabeça. 

Sempre gostei de fazer as coisas com tempo. Sempre acordei mais cedo para poder levantar-me dez minutos depois, para poder tomar o pequeno-almoço com calma e aproveitar aqueles minutos matinais com a minha mãe; sempre saí mais cedo de casa para não chegar atrasada à faculdade, para não ter de carregar demasiado no acelerador, para não stressar ao tique-taque do relógio; sempre fiquei quinze minutos a apanhar ar antes de entrar nas aulas, com tempo para apanhar um bocadinho de sol (ou chuva, dependia dos dias) na cara e renovar as energias; sempre gostei de me deitar com alguma genica, para poder ler algumas páginas do livro que tenho na mesinha de cabeceira, sabendo, ainda assim, que as horas de sono e a minha energia do dia seguinte não iam ser comprometidas.

E agora não tenho conseguido fazer isso. Vou a correr para todo o lado, não leio, não escrevo, não apanho sol antes de entrar ao trabalho, não descanso antes de ir para o ginásio, não passo grande tempo de qualidade com os meus pais. E não me interpretem mal: o trabalho está a correr muito bem, sinto-me uma sortuda por ter conseguido encontrar algo que me satisfaça minimamente (porque eu sou difícil de satisfazer). No entanto, o facto de ainda não ter reajustado a minha vida a este novo ritmo, deixa-me desnorteada; ter aberto mão, sem dar conta disso, das coisas que me fazem feliz, tira-me o chão de cada vez que penso nisso. A adaptação está a fazer-se, mas bem mais lenta do que eu pensava.

Não deixa de ser curioso o facto da cura para a minha falta de tempo ser, de facto, dar tempo ao tempo. 

 

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03
Mar16

Diário de uma estagiária 3#

Carolina

Praticamente duas semanas depois de ter começado a trabalhar, ainda estou em modo de "ajuste de horários e rotinas". Embora tenha um horário flexível (e em regime quase "não-obrigatório") e o importante seja deixar o trabalho feito, optei por fazer um horário a tempo a inteiro (ou semelhante, mais ou menos meia hora), também para sentir o que é isto de "trabalhar" e não fazer a coisa por metade. E perceber que até estou a gostar é, para mim, uma satisfação e um alívio enormes.

Nos primeiros dias custou-me muito estar fora do meu "porto de abrigo" (mais conhecido como "casa"), mas tenho-me vindo gradualmente a habituar e a gostar de trabalhar; embora adore o meu "habitat natural" e a companhia constante da minha mãe, também queria obrigar-me a sair de casa, onde a maior parte do tempo passava a dormir ou a gastar - literalmente - tempo na internet, em coisas que não interessam a ninguém. O facto de agora ter menos tempo também faz com que o valorize mais; aprecio mais a companhia dos meus pais, faço um uso muito mais racional do computador (e da internet!), organizo muito melhor a minha vida e, de certa forma, torno-a mais equilibrada. Estar mais tempo no escritório também ajuda à minha integração e socialização com as minhas colegas, que na última semana melhorou a olhos vistos e me deixou muito mais confortável.

A minha única dificuldade neste momento é ultrapassar o cansaço com que chego ao final das tardes. Percebo, hoje, que apesar de sempre ter sido fanática (e quase viciada) em computadores, passava muito tempo fora deles - em grande parte graças às aulas, onde nunca aderi à moda de levar os portáteis e sempre me fiz acompanhar dos clássicos caderno e caneta. O facto de, agora, passar seis ou sete horas seguidas em frente ao computador, cansa-me de uma forma que não esperava. E não tenho conseguido aproveitar o meu tempo livre tão bem como esperava porque, mal me vejo em casa, aterro no sofá - bem que tento ver uma ou outra série, mas o sono ganha sempre.

Ainda estou para me inscrever no ginásio, a descortinar os meus novos momentos de escrita, a encontrar forças para ler antes de me deitar. Ainda há pequenos (grandes) pormenores a serem ajustados nesta minha nova vida, mas sei que é algo que com o tempo, hábito e - acima de tudo! - vontade vai ao lugar. Está tudo no caminho certo.

04
Mai15

Farta do frio, da chuva e do vento

Carolina

Vou apontando na agenda as coisas sobre as quais quero escrever aqui no blog, para evitar que coisas que eu me lembro se desvaneçam na minha memória e que bons textos sejam perdidos para todo o sempre. Ainda assim, há muita coisa que me escapa, até porque sempre que me lembro de alguma coisa começo logo a escrever o texto na minha cabeça - e aquilo que parece brilhante na minha mente, um dia depois, quando o estou a passar para o papel, já não sai tão espectacular como isso. Continuo a dizer que o melhor era ter um papel e caneta ao estilo da Rita Skeeter, do Harry Potter - assim, sempre que estivesse a conduzir, prestes a adormecer ou a fazer outra tarefa qualquer, só precisava de dizer aquilo que queria apontar e já estava, a canetinha fazia automaticamente a tarefa por mim. Fica a ideia para os inventores do futuro, hun? 

Mas bem: há umas três semanas tinha apontado na agenda o seguinte tópico "farta roupas inverno". Uma pesquisa rápida no blog dá para perceber que eu não escrevi sobre isto. E porquê? Porque o tempo melhorou e já não faria sentido escrever o texto. Não melhorou substancialmente, uma coisa berrante, nada que dê para andar toda acalorada e de manga caviada. Mas, enfim, chegou para trocar a roupa de inverno pela de verão, encostar os casacos pesadões para o canto e guardar os camisolões grossos para o fundo da prateleira. Isti até estes últimos dias, que têm sido típicos de um inverno rigorosíssimo. 

Não sei como tem estado no resto do país, mas aqui no Porto esteve, durante o fim-de-semana, um tempo terrível - chuva até dar c'um pau, vento frio, dias que não saíram do cinzento. Então hoje foi uma autêntica tempestade, com ramos pelos ares, árvores caídas a cada canto, telhas e telhados no meio do chão. E chuva, muita chuva. O que traz roupa de inverno atrelada, como é óbvio.

Lá tive eu de me esticar para ir buscar as camisolas mais quentes mas, sinceramente, já não sei o que hei-de vestir. Comprei pouca roupa no início da estação e as quatro ou cinco peças que comprei, usei-as até à exaustão (de tal modo que já têm mais borboto do que malha) e estou farta, fartinha delas, até ao tutano! Já não as consigo reinventar, sinto que as usei de todas as formas e feitios imaginários, com todas as calças, botas e acessórios que aqui tenho. 

Preciso urgentemente do bom tempo!

04
Dez14

A falta de tempo e como era bom ser um polvo

Carolina

Há uns tempos ligou-me uma amiga que está em direito, com quem só falo muito raramente. Quando lhe perguntei pelas aulas ela disse-me: "Vão bem. Acho eu. Eu raramente vou, só leio os livros que nos são aconselhados e depois vou a exame". Acho que o meu estômago, quando acabou de "ouvir" isso, até deu um nó.

Eu não estou a brincar: eu passo meus meus dias todos a trabalhar. E não posso faltar às aulas, porque tenho trabalhos para entregar, constantes dúvidas práticas para tirar. Até ao ano passado os fins-de-semanas eram sagrados para mim - muitas vezes nem sequer trabalhava durante esses dois dias e, se o fizesse, era somente durante a tarde. A manhã? Era para dormir. A noite? Para ir ao cinema, ver filmes e séries, ficar a ler e a chocar por aqui por casa. Agora acordo cedo aos fins-de-semana para trabalhar, a televisão não liga nem para veros meus programas preferidos e as tardes, essas, é na certa que são passadas em frente ao computador.

Por isso por entre aulas, estudo, trabalhos e ginásio (este último que fica para trás quando é preciso e já estou às portas do desespero) e, claro, comer e dormir, sobra-me pouco ou nada. Sinto-me sufocada e, quando ouço coisas destas, um bocadinho revoltada. Porque eu há dois meses que estou em modo non-stop

E mesmo o blog ficou prejudicado. À noite lá me lembro de teclar um bocadinho, mas às vezes passa-me, ou estou demasiado cansada ou embrenhada noutro projeto qualquer. Não é falta de temas nem de inspiração: pelo contrário, até porque todos os dias me lembro de coisas novas para escrever. Prova disso é a minha agenda, onde vou apontando as coisas que quero ir escrevendo e, à medida que o faço, vou riscando. Tenho textos em atraso há quase dois meses - um desses exemplos foi o texto das sardinhas que, estive a contar!, estava em "lista de espera" desde há seis semanas atrás.

Às vezes dava jeito ser um polvo. Se fosse, juro que dedicava um dos meus oito tentáculos só à escrita... Como não sou, tenho de dividir o tempo de cada uma das mãos da melhor forma possível.

 

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10
Ago14

Não perdoo o Verão

Carolina

Durante o Inverno passamos a vida a usar uma expressão parva, em forma de pedir que os dias bons voltem: "volta Verão, estás perdoado!".

A frase nunca fez sentido, é uma expressão como tantas outras, mas acho que no próximo Inverno vamos mesmo passar à literalidade. Eu juro que nunca vi verão tão mau nesta minha vida; nunca vi tanta chuva, tantos dias cinzentos e febris. Mas lá para Janeiro, quando estivermos a tremer de frio por causa de mais uma estação gelada, molhada e rigorosa, aí é que vamos mesmo dizer: "volta Verão, estás perdoado" com todo o significado que isso implica. 

Da forma como a meteorogia anda - invernos teríveis, verões maus - vamos querer a solução menos má. Nessa altura, quando estivemos a bater o dente, vamos perdoar o verão e - como sempre, porque somos humanos e temos este eterno defeito de esquecer as coisas más do passado - pedir para que estes dias fraquitos (ainda que melhores do que aqueles em dias de Janeiro) voltem a acontecer. 

Eu cá acho que este ano não perdoo o Verão. Nem o S. Pedro. Acho que nunca estive com tanto pó a um santo como agora. Chato!

29
Jun14

Menos um tópico "desencalhador"

Carolina

Quando alguém nos perguntava, meio desesperado "não sei o que lhe dizer!", respondíamos sempre, a despachar: "falha-lhe do tempo". Dizíamos isto como se falar do tempo fosse sempre o assunto chave desbloqueador de conversas, como se falar do tempo fosse perfeitamente inútil e toda a gente soubesse que não servia para mais nada para além de desencravar conversas encalhadas. Ninguém achava que falar do tempo era interessante, mas ao menos era alguma coisa a dizer, o que, em muitas mentes, é melhor do que estar calado.

A questão é que "falar do tempo" já não se enquadra na categoria de "tópicos de conversa desencalhadores". Porque agora toda a gente fala do tempo de um forma genuína, chateada, preocupada, tornando os fenómenos meteorológicos um assunto real e não apenas cliché! Ouvir falar do tempo nas ruas, no telejornal, nos blogs e nos jornais é algo mais que vulgar e já não serve só para encher chouriços. Ouvem-se tantas preces como pragas a S. Pedro, pede-se sol, perdoa-se o verão, chora-se por um bocadinho de calor que teima em não vir.

E até eu dei por mim a falar do tempo de forma contínua. Que me deprime a chuva, que me chateia esta instabilidade, que quero praia, que quero piscina, que quero moreno, que estou farta disto, que me vou passar com S. Pedro. Tudo de uma forma sentida, dorida, de quem quer mesmo muito que isto do tempo mude.

Este post também é a sério, muito sentido, um grito do Ipiranga para que o raio do santo nos ouça e nos traga sol para dar e vender. Enfim, já nem o tempo faz parte dos "tópicos de conversa desencalhadores". Embora, no caso deste blog, por acaso até tenha ajudado a desencravar a preguiça e a súbita de desinspiração. Se calhar o tempo ainda serve para alguma coisa. 

16
Abr14

O que se passa com os meteorologistas?

Carolina

Eu acho que andam a beber uns copitos a mais, tendo em conta que há semanas que não acertam uma. E não são coisinhas de nada: são erros gigantes. Dizem que vai chover e trovejar e está um dia de sol lindo de morrer; dizem que vai estar sol e chove imenso e passa-se o dia sobre uma gigante nuvem cinzenta.

Mas o que raio se passa afinal? A arte de prever o futuro está a falhar? Os satélites andam maluquinhos, as bolas de cristal não estão bem limpas? Ou contrataram estagiários não remunerados para o instituto de meteorologia e que estão a errar crassamente nas previsões de forma propositada em forma de protesto? Qualquer que seja o problema, é melhor arranjarem solução. É que uma pessoa preparar-se psicologicamente para um dia lindo e espectacular e acordar com uma chuvada é meio caminho andado para ficar deprimida o resto do dia. E alguém mais organizado, que tira e prepara a roupa que vai usar no dia seguinte? Ah pois, esses têm de arrumar tudo e refazer o conjunto que vai vestir, perdendo tempo e ganhando stress! Portanto vejam lá se se arranjam, que brincar assim com a vida das pessoas não é bonito! 

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