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[Entre Parêntesis]

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

21
Fev17

Quem foi o génio que decidiu pôr uma série dobrada em Portugal?

Carolina

Este fim-de-semana, enquanto tomava o pequeno-almoço, liguei o AXN só para fazer barulho de fundo enquanto comia - era melhor que os desenhos animados que passavam na RTP2 ou a missa que dava no primeiro canal. Ao menos via um pedaço de uma série qualquer e ficava entretida. Mas quando liguei, e sem qualquer tipo de espanto, passavam anúncios. Estranhei quando ouvi várias vozes portuguesas, naquilo que me pareceram ser cenas de ação ou de diálogo, e olhei para a TV.

Fiquei em choque quando me apercebi que o anúncio estava dobrado para português. Sim, essa coisa horrível, típica de brasileiros e espanhóis, que fazem com que séries e filmes sérios pareçam autênticos desenhos animados, enquanto alguém fala por cima da imagem de outra pessoa que se nota perfeitamente que não está a dizer nada daquilo que ouvimos. É absolutamente medonho. Apressei-me a escrever no facebook e a comentar aqui em casa, mas o assunto morreu.

À noite, quando falava com a minha cunhada, ela comentou comigo que aqui há dias tinha visto uma série no AXN dobrada, que tinha ficado espantada com o que viu - e aí é que me caiu a ficha. Eu achei, na minha ingenuidade, que o AXN tivesse tido um ataque de loucura (ou pelo menos de experimentação) e passado apenas (!) um anúncio dobrado, tal como faz o TLC; o que nunca me passou pela cabeça é que a série fosse, efetivamente, dobrada! No TLC os anúncios passam todos em português mas as séries mantêm o formato original, apenas com legendas. Mas, no caso do Einstein, pelos vistos não acontece o mesmo.

É claro que fui logo a correr ao facebook do canal, já a prever o chorrilho de críticas que por lá havia. Não me enganei. Aliás, o primeiro comentário já era mesmo um esclarecimento do próprio AXN, em que dizem "As séries dobradas não perdem o seu valor original, ganham um novo valor, como se pode comprovar em vários países. No caso de Einstein, os diálogos são tantos e tão rápidos que não era possível legendá-los todos porque se sobrepunham continuamente, e acabávamos por perder muito conteúdo importante e imprescindível para poder entender a história. Como tal, e para benefício do espetador, o AXN decidiu assumir a dobragem da série.". Ri muito. 

Não havia um único comentário positivo relativamente à dobragem. Um! O que não me surpreende, porque em Portugal só se faz dobragens nos filmes de animação - e, mesmo assim, conheço muito boa gente que vê as versões originais (eu me confesso). Não temos essa cultura - e ainda bem! Por só ouvirem as suas línguas é que os brasileiros e os espanhóis não conseguem falar mais nada direito; já nós apuramos os ouvidos desde pequenos e desde sempre que nos habituamos a ler legendas. Para além de que temos uma aversão natural a tudo o que é dobrado, tal como os hispânicos parecem ter ao inglês e línguas estrangeiras. 

Por acaso nunca calhou de ver a série, mas tenho a certeza de que não aguentaria dois minutos a ver algo de ação com as nossas vozes de pasmaceira (mesmo que estejam aos gritos, o português nunca parece fidedigno neste tipo de cenas, desculpem lá). De qualquer das formas, já vi um comentário algures dizendo que o AXN vai também transmitir a versão original, em alemão. Parece-me uma melhor ideia. Porque uma coisa é certa: quem teve a esperteza de dobrar uma série em Portugal, não é de certeza absoluta nenhum Einstein.

19
Set16

É oficial: sou uma Game of Thron'iana!

Carolina

Ahhhhh, a notícia pela qual todos esperavam! Finalmente comecei a ver Game of Thrones!

O milagre aconteceu há mais ou menos um mês, numa fase mais parada das minhas férias, em que precisava de algo para me entreter. Devorei a primeira temporada em poucos dias; atirei-me logo à segunda, vi tudo de rajada mas não fui a tempo de ver o último episódio antes de ir acampar. E depois, mal voltei, entrei a 200% por cento na vida adulta (ainda à mistura com a vida universitária, porque ainda tive o tal exame e trabalho para fazer), pelo que não consegui ver o dito episódio até há dois dias atrás. Sim, meus amigos, é possível esperar três semanas para ver um final de temporada de Game of Thrones que está guardado no computador e sobreviver!

Conclusões a tirar: estou a gostar muito e agrada-me a ideia de ainda ter várias temporadas pela frente para me ir entretendo (o problema vai ser mesmo arranjar tempo para as ver). A série tem uma onda que eu gosto e tem uma componente de "fantástico" grande, da qual eu sou uma adepta afincada há vários anos. Por outro lado, consegue ser pesada quanto baste em alguns episódios - espadas pelo coração adentro e cavalos cortados pelo pescoço não fazem parte das coisas que goste mais de ver num ecrã (e devo confessar que me custa mais a morte dos animais do que das pessoas). Ainda assim, não é algo que me afaste da série, até porque não a acho "negra" no seu todo (Outlander, por exemplo, consegue ter episódios verdadeiramente pesados, escuros e violentos, tanto física como psicologicamente, e eu não deixo de adorar a série por causa disso).

O que me admira aqui é que, mesmo com este cocktail improvável e pouco fácil de ter clientela, esta é, sem dúvida, a série do momento (quer dizer, agora esmoreceu um bocadinho por só voltar para o ano, mas não há como não lhe atribuir esta nomenclatura). Sei, por falar com as pessoas, que tudo o que mete fantástico ou é profundamente odiado ou adorado - conheço tantas pessoas que adoram como tantas que detestam. Por outro lado, há também muita gente que não tolera violência. Acho que estes dois fatores juntos, numa outra série qualquer sem o prestigio que Game of Thrones conquistou nos últimos anos, podia mesmo ditar um fracasso, a menos que fosse uma coisa de nicho. E aqui, contra tudo aquilo que eu acho, vejo e ouço, é a receita perfeita para um sucesso de massas como nunca antes se viu numa série (nunca esquecendo, claro, a qualidade dos atores, da cenografia e da realização, que numa série de nicho é dificílimo ter, até porque Game of Thrones é exímio em todos estes aspetos).

Devo confessar que, para mim, o lado pior da série consegue ser muitas vezes a história (ou o guião, não sei - como nunca li os livros, não sei onde estão as falhas). Sinto que há muitas pontas deixadas um pouco ao acaso e coisas sem grande explicação aparente (ou explicadas em tempo útil, uma vez que há coisas que só conseguimos entender muito tempo depois), o que muitas vezes dificulta a minha organização mental e faz com que certas partes me passem ao lado. 

No que diz respeito a desgostos em relação a personagens e ao vício do George R. R. Martin tem de matar tudo a torto e a direito, posso afirmar que - até agora - estou a salvo. Tive a grande vantagem de só ver agora a série e, por isso, vir de sobreaviso - tenho tido o cuidado de não me "apegar" demasiado a nenhuma personagem, para não ter nenhum sopapo quando a decidirem matar (e, por acaso, tenho achado tudo mais ao menos previsível). Houve alguns spoilers que também chegaram até aqui (é impossível sobreviver ao facebook em dias de episódio, não é verdade?), pelo que sei que posso estar descansada em relação ao Jon Snow, por exemplo.

E pronto, é isto. Era só para vos dizer que sou agora uma mulher mais atual e completa, agora que percebo (quase) todas as private jokes, mêmes e piadas facebookianas em relação a Game of Thrones. Quando chegar ao fim da última temporada, naquele dia em que me bater uma tristeza profunda por me sentir órfã de série, grito por socorro.

15
Jul16

Sobre os guilty pleasures desta vida, uma amizade incondicional e um autógrafo

Carolina

Há duas coisas importantes a saber sobre mim. A primeira é que tenho um punhado de amigos, poucos, mas verdadeiros; sim, eu sou aquela pessoa que distingue os outros categorias: "desconhecidos", "conhecidos" e "amigos" - na verdade, devia haver uma categoria qualquer entre os "conhecidos" e os "amigos", que não sei bem o nome, mas em que caem várias pessoas que me rodeiam. Ainda assim, amigos, tenho poucos - e, surpreendentemente, com alguns deles não tive mais do que uma dúzia de vezes na vida.

A outra coisa que têm a saber é que o meu guilty pleasure do último par de meses tem sido ver a "Massa Fresca", a última série de tarde lançada pela TVI. Podem rir-se à vontade, dizer que é para meninos e que é a Floribella 2. Não quero saber. É uma série levezinha, com personagens super engraçadas e dois atores principais que adoro - principalmente a Mafalda Marafusta, que faz de Maria, e que é das atrizes mais expressivas que tenho visto nos últimos anos a passar na televisão. 

Agora que já sabem estas duas coisas sobre mim, é só junta-las. Resumindo: uma grande amiga (sim, uma dessas com quem só estive uma meia-dúzia de vezes) cruzou-se duas vezes com a Mafalda Marafusta, aquando dos jogos do Euro. Da primeira vez, disso-mo e eu confessei-lhe que adorava a série e a Mafalda - e ela, como provavelmente vai acontecer convosco, gozou-me por (com 21 anos) estar a ver o chamou "um remake da Floribella". Da segunda vez que a viu, sem uma folha para lhe pedir um autógrafo, sacou de um lenço de papel e pediu-lhe um autógrafo - algo que só sei agora, que acabo de receber uma carta com um lencinho rabiscado lá dentro, até porque a sacana andou uma semana a esconder isto de mim!

E vocês dizem: "oh, que grande coisa... já pedi imensas vezes autógrafos para os meus amigos!" Pois, mas têm de ter em conta o facto de tanto eu como ela sermos as pessoas mais envergonhadas deste mundo no que diz respeito a autógrafos. Sabem aquela dor aguda que nos dá quando batemos com o dedo mindinho do pé numa esquina? Pronto, nós temos uma dor semelhante a essa só de pensar em pedir um autógrafo. Eu, para além disso, fico a suar como se tivesse corrido a maratona. Por isso, sim, pedir um autógrafo é, para nós, uma prova de amizade incondicional. 

Não é que eu alguma vez tenha tido dúvidas. Mas agora com um autógrafo da "Maria" está tudo oficializado. Obrigada 

 

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04
Jul15

Miúda de 95 36#

Carolina

O intervalo noturno do canal Panda

 

Eu já fui uma sortuda por ter televisão quando era miúda (os meus pais não podem dizer o mesmo) e de ter, como é óbvio, o Canal Panda para me fazer companhia. Era isso e as cassetes em espanhol, com os filmes da Disney e etc (que não gostava tanto porque, já na altura, me deprimiam com aquelas histórias tristes). Nada comparado com o que há hoje, como é óbvio - agora há Disney Channel 1 e 2, o Panda normal, o Panda Biggs, o Cartoon Network com dobragem em português, o Baby First e devem haver tantos outros que me estou a esquecer. 

Na minha altura era só o Panda e a RTP2 e não era durante vinte e quatro horas por dia, como se vê agora. A RTP2 era de manhã (como ainda penso que é), o Panda era só durante o dia. Chegava a uma hora da noite (se calhar era mesmo à meia-noite) que fechava a loja e a aparecia uma imagem horrível, a dizer que só voltavam amanhã; mesmo como quem diz "vá, vão para a cama que já são horas de dormir e já estamos fartos de vos aturar". Era triste, principalmente se não conseguíamos adormecer e nos aparecia aquela imagem do demónio.

Eu não gostava, porque era escura e parada, mas conheço muito boa gente que tinha horror àquilo. Tinham mesmo medo! Ainda por cima ouvia-se um panda a dormir e a ressonar. Ou seja, à noite, com tudo escuro, aquela imagem e aquele som... eram mesmo razões para fugir. Ou trocar de canal num ápice, mas correndo o risco de apanhar coisas ainda piores pelo caminho.

Enfim, a verdade é que muitos dos pesadelos das crianças da minha geração deveram-se a esta imagem de fim de emissão. As crianças de hoje em dia não sabem o que nós sofremos com isto.

 

 

23
Jun15

Até Voares

Carolina

A reportagem de ontem da TVI é, por um lado, um murro no estômago e, por outro, uma esperança na humanidade. Ouvir as histórias daquelas pessoas - que foram vendidas por um garrafão de vinho, que foram queimadas, que viveram no meio dos animais - fazem parecer os nossos problemas uma ninharia; isso e a bondade daquele homem, que parece não ter fim. 

Tive uma cadeira de ética este semestre onde falamos que "nunca se deve reduzir o homem ao seu crime". Estampei isso em todos os trabalhos que tive de fazer para a cadeira, mas nunca senti, de facto, o peso das palavras que escrevi - seria hipócrita da minha parte dizer que não o faço, que não julgo uma pessoa porque matou outra ou coisas menos graves. E, no entanto, aparece-nos este homem, que acolhe tudo e todos de braços abertos e olhos fechados aos atos do passado.

Do muito que se pode dizer sobre esta reportagem, retiro duas coisas que me marcaram particularmente:

Primeiro, a relatividade das coisas. João Almiro questionou, e bem, como é que uma rapariguinha não há de matar alguém quando, em miúda, foi violada e queimada nos seios e nas axilas quando o homem ainda não tinha tido prazer suficiente? Como é que uma pessoa destas pode ser "normal", boa, feliz, quando sofreu um abuso deste tamanho? De facto, postas assim as coisas, matar não é assim tão complicado.

Segundo, foi uma resposta que deu um dos residentes da casa, quando questionado sobre o quê que vê agora quando olha para si. Respondeu: "vejo que sou um homem". Parece redundante (porque, supostamente, todos somos homens ou mulheres), mas neste caso é tudo menos isso. Ele, agora, já se consegue ver um homem - porque antes não conseguia. Uma questão tão basilar como esta - sentir-se um ser humano - era antes posta em causa e isso, a mim, mexeu-me com as entranhas.

Parabéns à TVI, à jornalista, ao repórter de imagem e ao editor pelo belíssimo trabalho (e sim, eu agora já sei dar valor individual a cada um deles e percebo que cada um fez um trabalho espetacular). Que belo trabalho.

 

Para ver aqui.

14
Jan15

Morangos com Açúcar, 10 anos depois

Carolina

Apercebi-me há coisa de um mês a forma mais fácil de ter a minha sobrinha/afilhada perto de mim, sossegada e sem dizer um ai. Qual é? Ligar o Panda Biggs e pôr os Morangos com Açúcar (série 2) a dar. É remédio santo. Fica ali uma, duas, três horas - quantos episódios houver para ver. 

À custa disto - e porque achei piada ao facto de ela adorar os Morangos, a Ana Luísa e o Simão, tal como eu adorei - pus uma foto no instagram com a Clara a ver a série. Passado minutos, recebi um comentário na foto que me fez sentir uma velha ao lado dela. Era algo assim: "e quando pensas que quando tu vias isso ela nem era nascida?". Oh meu deus, caiu-me a ficha. É mesmo verdade! A segunda série dos morangos passou em 2004 e 2005: há dez anos, portanto. Tendo em conta que a minha sobrinha tem 7, ainda faltavam 3 anos para ela nascer quando a série foi emitida! Caiu-me o queixo.

Mas agora é isto: sempre que ela vem cá a casa, fazemos maratona de Morangos. Para ela ver e ficar agarrada a mim e para eu matar saudades daquela série que tanto gostei (sim, eu via Morangos e não sou nenhuma arruaceira ou coisa parecida). Incrível como uma série já com dez anos (e que dizem tão mal, e tantas cobras e lagartos) continua a prender os miúdos (e se calhar os graúdos, que eu não me faço de rogada). 

27
Dez14

Miúda de 95 27#

Carolina

A minha sogra é uma bruxa

 

Natal também é época de saudades. Ui, e as saudades que eu tenho, de tudo e mais alguma coisa!

Ainda no outro dia, a caminho da faculdade, me lembrei de uma série que adorava e chorava a rir, que passava na RTP: "A minha sogra é uma bruxa", onde Rosa Lobato Faria fazia de sogra malvada e a Rita Blanco de filha. Depois havia o marido totó que não sabia que a sogra era uma bruxa, os netos dela que tentavam impedir os seus feitiços e, claro, a vizinha cabeleireira que dava um toque especial à série.

A parte boa destas novas novas tecnologias é que tudo se pode rever, tanto na TV como na net, e encontrei os episódios quase todos no YouTube, descarregados por alguém que devia ser tão fã como eu. Apetece-me refastelar-me no sofá e rir como antes.

 

18
Nov14

Muito marketing, pouco tato

Carolina

A companhia de seguros Fidelidade lançou há dias uma campanha publicitária, no mínimo, chocante.

“Como imagina o seu funeral?” é a pergunta que dá o mote inicial deste anúncio, a que as pessoas correspondem com alguma naturalidade. Uns querem que as pessoas vão vestidas de branco, outros pretendem uma zumba party em pleno ato fúnebre, mas também há quem queira o funeral tradicional (não vão as igrejas virar só salões de festa). Gostos à parte, de branco ou de preto, numa capela ou à beira do mar, a pergunta já era aborrecida o suficiente. Mas o melhor (ou deverei dizer pior?) estava para vir com a questão seguinte.

Ei-la: “Como imagina o funeral dos seus pais?”.  Aí já não há risos, sorrisos ou respostas leves. Há silêncios e nós na garganta – tudo indicativos de que foram longe demais. A única resposta que alguns conseguiram balbuciar por entre o choque foi “não quero pensar nisso”. Porque ninguém quer pensar naquilo que seria a vida sem quem nos deu vida, que (normalmente) nos ama, nos cuida, nos atura, nos ajuda. Enquanto filhos tendemos a esquecer-nos disso mas, como sempre, quando algo nos falta, todos esses sentimentos vêm ao de cima. No cidadão comum os pais são tudo, e a sua morte implica o fim de um ciclo demasiado doloroso para sequer pensar.

Mas a Fidelidade acertou na técnica de marketing que escolheu: o choque. Nisso todos temos de lhe tirar o chapéu! Mas também acertou na falta de tato, respeito e ética. A companhia de seguros conseguiu tocar num dos pontos mais fracos dos indivíduos e da sociedade em geral: os pais. Quantas discussões já não começaram à custa de termos tocado no nome do pai de alguém? “Podes insultar-me a mim, mas no nome do meu pai não tocas!”. Por outras palavras, foi este o princípio que a Fidelidade quebrou. Tocou nos nossos pais, esse assunto que nunca se toca. A morte de um pai – para quem ainda os tem ou já perdeu – é sempre um acontecimento traumático. E este anúncio é como pôr álcool numa ferida, mesmo que ela ainda não esteja aberta. E dói. Muito.

Porque ninguém quer pensar nisso. Mas no fim deste anúncio todos ficamos.

 

[crónica para trabalho universitário]

25
Set14

Do regresso das séries

Carolina

O início é o que custa mais. Já lá vão duas semanas de aulas e, já deu para ver, este vai ser provavelmente o semestre mais trabalhoso desde que entrei na faculdade: a parte boa é que me parece tudo consideravelmente mais interessante. Mas, enfim, o pior já passou: o início, a habituação - a outra parte má ainda está para vir, o fim, quando tudo se acumula.

Até lá, meus amigos, para além do estudo, temos mais com que nos entreter. O que é, o que é? As séries!!! A parte boa destes inícios é que, pouco depois, as nossas fiéis companheiras semanais voltam. Hoje já estreia Anatomia de Grey, daqui a duas semanas é Arrow e eu já estou em pulgas por mais desses momentos de escape e puro entretenimento (estou aqui a fazer figas para que o realizador do Arrow tenha posto para lá muitas cenas de treino, em que ele anda lá nas barras e a fazer exercício... de tronco nu, porque isso sim é entretenimento de qualidade, não é verdade?). Também vai estrear o Flash, que estou muito curiosa e estou a arrastar a asa para o "Scandal", tal a quantidade de elogios que ouço da série. Mentes Criminosas também devem estar aí ao virar da esquina, por isso tenho muito que fazer e estudar antes de me refastelar no sofá a consumir séries de modo industrial. Três e quatro meses de espera dá nisto... cá vos espero, séries boas. Até lá, vou enfiar o nariz nos livros.

 

(há coisas novas e fixes para ver, ou é mais do mesmo? alguma coisa bombástica para eu acompanhar desde o início ou não vale a pena?)

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