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[Entre Parêntesis]

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

18
Jul13

Superstições

Carolina

Dizem que se deve usar umas cuecas azuis, novas, em cada passagem de ano, de modo a que o ano que chega corra às mil maravilhas. Será que se eu usar uma peça nova, azul, no exame de condução, o efeito é o mesmo?

 

(Fernando Pessoa está como que a sussurrar-me ao ouvido: "vale sempre a pena quando a alma não é pequena").

25
Abr13

As rifas e os sorteios

Carolina

Às vezes ponho-me a pensar naqueles concursos que se fazem nas escolas, nos pequenos clubes ou nas turmas para angariar fundos para alguma coisa - quando põem os putos a vender rifas por um euro em troca da possibilidade de ganhar um cabaz de compras ou tretas que tais.

É óbvio que nós, quando compramos, a maioria das vezes, é para ajudar o nosso primo, sobrinho ou filho a vender a parte que lhe compete, nunca estando na esperança de ganhar nada (digo eu!). E a verdade é que eu nunca ganhei - o que não me espanta, dada a minha falta de sorte. A minha questão é: será que esses sorteios se realizam mesmo ou os organizadores deixam-se estar à sombra da bananeira, sabendo que a maioria das pessoas pensa como eu (ou seja, julgando que nunca vão ganhar ou nem sequer pensando no assunto)? Sou a única que nunca viu ninguém ganhar nada nesses sorteios ou estou a ser uma injusta do pior?

16
Nov12

A sorte só me assiste se for a mando dos outros

Carolina

Há uns dias, quando ia a caminho de fazer a minha raspadinha (olha a surpresa: não ganhei nada!) ligo à minha mãe, pedindo-lhe que me fosse buscar. Ela assentiu e disse-me para fazer o euromilhões por ela, já que ia à papelaria fazer a raspadinha. Adverti-a que não iria ganhar nada, pois de cada vez que jogo trago o azar comigo - ela insistiu.

Depois do sorteio sair veio gozar comigo, vangloriando-se com o seu resultado: tinha ganho 10 euros, ou coisa que o valha. E eu fiquei escandalizada! Sempre que joguei não lucrei nem um mísero eurinho - quando jogo por ela, sai-lhe logo prémio!

A sorte não quer nada comigo, isso já eu sabia. Agora gozar-me desta forma é algo assim para o cruel, caraças!

17
Out12

A sorte não me assiste

Carolina

Não tenho dito nada a ninguém, mas às segundas-feiras, depois de ir almoçar com os meus colegas, tenho passado na papelaria e jogado no euro-milhões. Só naquela de provar a mim própria que o azar não dura para sempre e um dia ganho qualquer coisa. Mas, sinceramente, saí vencida e desisti. Não há provas de que a sorte me assiste: só há provas em contrário.

Ontem, depois da depilação, lembrei-me do que a minha avó me tinha dito: "as raspadinhas é que estão a dar!". Vai daí, enchi-me de esperanças e comprei uma raspadinha, sem saber minimamente como aquilo funcionava. Li as instruções, saquei de uma moeda e pus-me a raspar.

Desenganem-se se acham que é desta que há final feliz. Nada, nicles, nim. Nem um premiozito de consolação. Comprova-se que isto das sortes não é para mim - se um dia vos disser que tenciono entrar num casino, lembrem-me disto antes que fique na miséria.

 

02
Set12

Quando a sorte me assiste

Carolina

Quando não tenho nada para fazer e quando me dá na realgana, passeio-me por diversos sites e participo em vários passatempos - obviamente que, com a minha sorte, nunca ganho nada, mas não perco em tentar. A maioria das vezes são DVD's ou merchandising de um filme qualquer, mas a verdade é que quando me vejo frustrada por não ganhar nada acabo por participar ao desbarato (desde que não me dê muito trabalho, porque escrever mega textos ou fazer trabalhos manuais é coisa que não me assiste).

Há uns tempos participei num passatempo da MTV, onde se podiam ganhar alguns produtos da L'Oreal. Tinha apenas de se escrever algumas frases e, num surto de inspiração que me inundou (ou não), tentei a minha sorte. Imaginem agora o meu espanto quando há coisa de uma semana recebi um email a dizer que tinha ganho?! Festança total.

Enquanto andava pelo Algarve o carteiro deixou-me a prenda aqui em casa e eu fiquei bastante contente, quando vi o que havia chegado: dois vernizes e dois batons (não costumo usar batom, mas já experimentei estes e são muito bons - nem se sente que se tem tinta nos lábios, "seca" super rápido!). Mas o melhor foram mesmo as cores: os vernizes chegaram em coral e vermelhão, e os batons em vermelhão e rosa (assim pró' soft).

Fotos em baixo:

 

09
Ago12

Já vou em seis euros de prejuízo

Carolina

Ao ver aqueles números enormes no sorteio do euromilhões, fiz algo que muito raramente faço: jogar.

Arranjei um parceiro (um péssimo parceiro para estas coisas, diga-se de passagem) e jogámos os dois, a meias. Jogámos seis euros, a semana passada. Estava eu toda esperançosa, quando vejo os números que estão na folha de papel e no ecrã do meu computador. Uma estrela.

Terça-feira, vendo o número aumentar mais, caí no mesmo erro. Três apostas, seis euros, um número. UM! SÓ UM!

Só tenho pena de não ter herdado a sorte da minha mãe ou do meu avô. Quando pergunto a um deles se ganhou algo, a resposta mais provável é "oh, nada... serviu para pagar o que gastei". Ou seja, eles não ganharam: simplesmente não perderam. Isto é quando não ganham quantias consideráveis.

Já eu, para acertar num só número, vejo-me grega. O que me vale é que jogo a meias e o prejuízo é divido. Isto, a continuar assim, na esperança de ficar rica (o que se calhar nem é assim tão bom, mas disso falo noutro post) vou mazé' à falência.

 

Moral da história: quando quiser fazer parcerias, arranjar um parceiro sortudo. Dois azarentos juntos dá azar a duplicar.

24
Mai12

Gastei toda a sorte que me restava

Carolina

Ontem fui para o teste de português com apenas metade d"Os Maias" lido. No teste podia sair qualquer coisa, sendo que nós em aula só analisamos alguns episódios até à Corrida de Cavalos.

Em breve teremos também uma apresentação oral em que temos de apresentar um episódio (dos mais significativos) do livro. O que me calhou foi o episódio da Imprensa, com a notícia que foi publicada sobre Carlos na Corneta do Diabo - sendo que esta parte é bem mais à frente do sítio até onde consegui ler, pelo que tive de passar mais de uma centena de páginas à frente para preparar o dito cujo.

Vou eu para o teste, de rabinho entre as pernas, sabendo que tinha apenas 50% de probabilidades de sair um episódio que conhecesse. Chego lá e... é o episódio da imprensa.

Era ver-me aos pulinhos na cadeira, a irradiar felicidade por todos os lados. Talvez o meu 19 não esteja assim tão fora de questão. Ufffffffffa.

15
Jan12

Dos rasgos de sorte

Carolina

Acho que para tudo na vida é preciso sorte. Tudo bem: tudo (ou quase tudo) o que tem sucesso tem qualidade. Mas é preciso sorte para dar aquele salto. É preciso sorte para ter fama, é preciso sorte para se ascender na vida. Sorte nas pessoas com que nos cruzamos, sorte no sítio onde estamos.

Os livros da J.K.Rowling são fantásticos, mas foi um rasgo dde sorte que a colocou no sítio onde ela está agora. O mesmo digo sobre a Stephenie Meyer.

A Pipoca Mais Doce teve o seu rasgo de sorte. Os Gato Fedorento tiveram o seu rasgo de sorte. O Paulo Futre teve o seu rasgo de sorte.

Todos por razões diferentes, é verdade - as escritoras, porque alguém leu o livro e adorou, e passou a palavra e a palavra chegou a um crítico; a Pipoca Mais Doce porque, de alguma forma, ganhou um pouco de fama e a palavra foi passando "ah e tal, o blog daquela rapariga que não dá a cara, mas que tem uma escrita engraçada e fala de tudo um pouco, metendo veneno em tudo quanto é lado"; os Gato Fedorento, que viram alguns dos seus sketchs - feitos por pura brincadeira - na Sic Radical e foram ganhando fãs, e fama e fama e fama até chegarem onde estão hoje - alguns cronistas, outros entrevistadores, e por aí fora; o Paulo Futre, que para mim é um enigma total, que ganhou fama por um discurso feito num estado completamente drogado ou bêbado - ou então com um truque de marketing do caraças - e que hoje é conhecido em todo o lado, pelo "ó sócio, estou concentradíssimo".

Enfim, são coisas pequenas que acabam por tomar proporções enormes. E eu não vou esconder que um dia também gostaria de  ter um desses rasgos de sorte - principalmente no que toca à escrita.

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