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[Entre Parêntesis]

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

19
Abr17

Review da semana #19

Carolina

Suporte para telemóvel ou #CoisasSupostamenteInúteisQueComproNoEbay, parte 1

 

Há uns meses decidi encomendar um suporte para telemóvel, daqueles para pôr em cima da secretária. Há quem tenha a mania de andar a circular por aquele corredor terrível do Lidl à procura de coisas um tanto ao quanto inúteis para comprar (sim, mãe, estou a olhar para ti - e sim, também sei que estou a ser injusta, porque até há lá coisas fixes e tu até nem tens comprado muita coisa, mas isso fica para as nossas discussões domésticas); eu tenho a mania de andar a percorrer o ebay à procura de coisas giras, baratas e com utilidades duvidosas. Mas depois surpreendo-me e essa é a melhor parte de todas (e, já agora, o facto de receber coisas pelo correio - adoro receber encomendas!).

No meio das minhas expedições "ebayianas" devo ter dado de caras com este suporte para telemóvel e encomendei um para mim, para ter no escritório. E a verdade é que fiquei fã! Quando estou a trabalhar tenho sempre vários jornais abertos à minha volta, mais o bloco de notas, mais a agenda, mais o estojo e as canetas, a par do copo de café e a carteira e... enfim. Resumo: o telemóvel ficava sempre perdido naquele caos todo e sempre que precisava dele quase que tinha de pedir para me ligar.

Agora não. Fica ali em pé, mesmo ao meu ladinho. Para além de agora ter um sítio fixo para o pôr e de já não ter de fazer autênticas expedições na minha própria secretária, vejo com muito mais facilidade todas as notificações que me caem no telemóvel (que, como pessoa pouco popular que sou, se resumem praticamente a coisas o género "Cebolas já estão prontas para ser colhidas", do Star Chef - sim, porque eu continuo a jogar!).

A verdade é que passado pouco tempo encomendei um para o meu chefe e vi-me obrigada a mandar vir mais um para mim, para ter em casa. Dei por mim a trabalhar no meu quarto e a sentir falta de ter um sítio fixo para o telemóvel, mesmo ali à mão de semear. Virei fã. 

Podem mandar vir do ebay aqui. Chega relativamente rápido, vem super bem acondicionado e, no meu caso, tornou-se o meu melhor amigo contra expedições-demoradas-e-inúteis-numa-secretária-inundada-de-papéis.

 

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22
Mar17

Review da semana #18

Carolina

Produtos de beleza da Body Shop

 

Andava em pulgas para contar esta história, porque é raro ficar tão encantada com alguma coisa como fiquei com estes produtos.

Aqui há dias saí do trabalho tardíssimo e tinha um jantar de aniversário ainda mais tarde - e faltava-me comprar a prenda! Já contava sair tarde por isso levei uma camisola para trocar e, já que o trânsito estava caótico, aproveitei para ir comprar o presente a um shopping que tenho perto do escritório. Andei para trás e para a frente, não sabia o que comprar, e acabei por entrar na Body Shop, já em desespero de causa - a minha máxima é "se não sabes o que oferecer a uma mulher, compra produtos de cosmética - usam-se sempre!". É só essa a razão que, até aqui, me levou a entrar nesta loja - tem uns pacotinhos muitos giros e em conta para esta espécie de presentes relâmpago e a qualidade sempre me pareceu boa.

Lá entrei, escolhi o que queria e ainda aproveitei para comprar umas coisas para mim. Mas, na verdade, tinha outro plano paralelo em mente: depois de um dia inteiro concentrada a olhar para o computador, eu parecia um morcego, de tão horrível e cansada. E, apesar de ter pensado em trazer uma muda de roupa, nunca me passou pela cabeça trazer maquilhagem atrás - até porque nunca a uso! Mas, apesar de tudo, ia para um jantar e não queria ir estilo morta-viva, pelo que pensei "vou-me pôr aqui a experimentar estes produtos, fingir-me muito interessada, e nos entretantos já tenho alguma base na cara para disfarçar o meu estado de zombie".

Pois que esta história me saiu melhor que a encomenda. A loja - tal como o shopping, diga-se de passagem - estava vazia e eu, que tinha tempo para queimar até ao jantar, acabei por me deixar levar pela funcionária que lá estava. Já aqui tinha dito que, apesar de não usar muita maquilhagem, gostava de não ser tão ignorante como sou neste âmbito - mas a verdade é que quando entro, por exemplo, numa Sephora, fico ofuscada com os milhares de produtos expostos e com aquelas empregadas que parecem estar sempre demasiado ocupadas a cochichar. Para além disso, as coisas são todas demasiado caras para se arriscar e todas dizem fazer milagres - e se todas dizem, é porque quase todas mentem, porque já se sabe que milagres há poucos neste mundo.

Mas voltando à Body Shop: eu nem sequer sabia que eles tinham uma linha de maquilhagem. A senhora perguntou-me se eu conhecia, eu respondi a verdade e ainda acrescentei que era uma leiga naquele tópico. Havia uma promoção de 40% no segundo produto de maquilhagem, eu tinha tempo e queria mesmo muito tapar as minhas olheiras e fiquei lá uma hora, com a senhora a fazer-me testes na cara e a experimentar este e outro produto. Na verdade, foi uma hora bem passada, relaxada e esclarecedora: fiquei a saber que a minha pele, afinal, não é oleosa - até é muito normal, mesmo na zona pior - e fiquei a conhecer uma gama de produtos que me rendeu totalmente. Saí de lá com uma saca cheia. E, o melhor, é que os produtos - em comparação com os que vejo nas outras lojas de cosméticos - não são nada caros, e pelo que me apercebi muitos deles são vegan e amigos do ambiente.

Apesar de ter trazido várias coisas e de ter aproveitado a promoção em todo o seu esplendor, destaco três dos produtos que trouxe para casa e com os quais estou absolutamente rendida. A minha mãe, tias, irmã, cunhada e primas são testemunhas em como ando a vender isto a toda a gente. Ora vamos lá:

 

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Este é o creme de dia, que dá para todos os tipos de pele. Eu só punha creme à noite e nunca de manhã e a senhora aconselhou-me vivamente a que mudasse este hábito. Para mim, é essencial que os cremes sequem rápido: não aguento coisas gordurosas na pele. Este creme é super fresco, dá uma sensação de revitalização imediata e tem uma textura espetacular, estilo gel. E seca num ápice! Adoro. Fujo de cremes como o diabo foge da cruz e agora não saio de casa sem pôr isto na cara. E como ele deixa a pele macia?

 

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Este é um creme tipo esfoliante. Nos últimos tempos, graças a uma desregulação hormonal, apareceram-me imensas borbulhinhas pequeninas - e se há coisa que prezo é uma pele minimamente limpa. Este esfoliante não tem grãos, como é costume, mas parece magia: mal o colocam na pele e o esfregam, em movimentos circulares, começa logo a sair a pele morta. No fim já só sobram bolinhas de pele que só estava cá a perturbar. É espetacular, porque notam resultados imediatos e eu fiquei logo rendida.

 

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E, last but not the least, esta base. Experimentei um BBCream e esta base, e esta ganhou de longe: não é gordurosa, seca relativamente rápido, tem uma óptima cobertura e, mais uma vez, é super fresca e deixa a pele hiper macia. Lá está: não sou nenhuma especialista, não tenho grandes referências, mas gostei mesmo muito. Detesto peles onde se notam os quilos de base e coisas pouco naturais; esta deixa a pele uniforme e, quando bem espalhada (comprei um pincel também), mal se nota. Era tudo o que queria.

 

No meio dos outros produtos que trouxe, talvez alguns também merecessem destaque: mas fica para outro post, para não vos maçar mais.

 

Nota: não tenho qualquer relação com a Body Shop e fiquei sinceramente surpreendida com a qualidade dos seus produtos, e ainda para mais com a relação qualidade/preço. Foi tudo aconselhado pela funcionária da loja e pago esta que vos escreve. 

01
Mar17

Review da semana 17#

Carolina

Here WeGo

 

Quando estive em Madrid, na altura de jantar, o pessoal que estava comigo decidiu o restaurante onde íamos e ligou o que me pareceu o GPS do telemóvel para saber o caminho certo, desde o hotel ao restaurante. Pelo caminho trocavam bitaites, porque o telemóvel de uns dizia para ir por um lado, o de outros dizia para ir por outro. E só pelo andar da conversa é que percebi que aquilo que eles estavam a utilizar não era o GPS mas sim várias aplicações que utilizavam o GPS, mas não gastavam internet (como eu, mente brilhante, fazia até então).

Perguntei a um deles como se chamava a aplicação: é a Here WeGo. O que aquilo faz é descarregar os mapas do sítio onde o utilizador está (em viagem pode descarregar-se com o wi-fi do hotel, por exempo) e depois pode-se utilizar aquilo em offline, sendo que o telemóvel só necessita da vossa posição geográfica para vos dar direções (utilizando o GPS e não a internet, algo necessário quando se utiliza, por exemplo, o Google Maps).

Quando fui para Munique e andei sozinha, foi o que me safou. Pus um "pin" em cima do meu hotel e depois, sempre que estava noutro qualquer ponto da cidade e queria voltar a pé, era só pedir o caminho de volta. Aquilo, à partida, não é a coisa mais intuitiva do mundo - funciona com "vire a norte" e "vire a oeste" (o que para pessoas normais e meias desgovernadas, pode ser um pouco confuso), mas depois de se perceber a lógica é sempre a virar frangos. Para mim foi particularmente útil porque, a certa altura, já não tinha sequer net para gastar, esqueci-me do papel com as informações do hotel e estava desesperada por voltar (para ir buscar o dinheiro e o passaporte que tinha deixado no cofre), por isso só tenho a agradecer ao meu sentido de orientação e ao Here WeGo por ter chegado a todos os sítios, sã e salva e sem qualquer registo de perdas pelo caminho.

A aplicação é gratuita e está disponível em iOS e Android.

01
Fev17

Review da semana 16#

Carolina

Champô seco da Klorane

 

Já tinha visto num vídeos da Maria Vaidosa o châmpo seco da Klorane. Já foi há muito tempo - não sei precisar quando nem em que vídeo - mas confesso que fiquei com aquilo na cabeça mas nunca calhou de comprar. Na verdade, na altura em que soube disto, também não precisava.

O meu cabelo já teve várias fases - há uns anos tinha uma zona mais gordurosa, que me obrigava a usar um champô específico e a lavar o cabelo todos os dias. Simplesmente não conseguia não o lavar, sentia-o sempre sujo - mesmo que não estivesse - e durante anos a fio lavava sempre o cabelo de cada vez que tomava banho. Durante todo esse tempo tive pessoas a chatearem-me o juízo porque lavar o cabelo diariamente fazia mal, independentemente de todas as razões que eu alegava (e que faziam sentido).

Entretanto, há um par de anos, notei que mesmo sem o tal champô o meu cabelo estava normal e decidi tentar não o lavar diariamente, apenas dia-sim, dia-não. Custou-me imenso, passava muito tempo com o cabelo preso porque achava sempre que ele estava todo colado, feio ou gorduroso (enfim, cenas de mulheres), mas acabei por me habituar e conseguir impor uma nova rotina. 

Até que há uns meses o meu sistema hormonal desregulou todo e o cabelo voltou a ficar um desastre - não com a "mancha" que tinha há uns anos, mas mal de uma forma geral. Passado um dia sentia que tinha de o lavar - e ainda o faço muitas vezes, porque não me sinto confortável em sair de casa assim. Mas quando me dá a preguiça ou não me sinto assim tão mal, ponho este champô seco. Lembrei-me dele numa ida à farmácia, em que ele estava num expositor - e com uma promoção no compra da segunda unidade - e decidi experimentar.

Posso estar a dizer uma grande asneirada, mas a sensação que tenho é que isto é uma espécie de pó-de-talco para o cabelo, que absorve a gordura e dá ao cabelo um melhor aspeto e volume. Apercebi-me disso na primeira vez que o coloquei: como não tenho jeito nenhum para estas coisas, aproximei o spray demasiado à raiz e apercebi-me de como vou ficar daqui a uns anos, com o couro-cabeludo todo branco. Até teve graça, parecia uma velhinha (depois, quando escovei, desapareceu). 

Mas bom, de uma forma geral até gostei muito do resultado. A verdade é que muita desta sensação de ter o cabelo sujo é psicológica: eu sei que não se nota nada, mas é uma sensação esquisita que tenho e que, para todos os efeitos, é aliviada quando ponho o spray. Para além disso é um produto de colocação fácil e rápida, espetacular nos bad-hair-days de uma forma geral, por isso acho que a compra já valeu a pena.

 

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25
Jan17

Review da semana 15#

Carolina

O pequeno-almoço no McDonalds

 

Há uma semana, quando fui a Lisboa, levantei-me com as galinhas, engoli qualquer coisa e fui para o aeroporto. Entre segurança, dar uma volta na Parfois e entrar no avião foi uma rapidinha e mal me sentei no meu lugar aterrei. Juro que nunca me tinha acontecido tal coisa, mas aquele sol matinal a bater-me na cara fez com que adormecesse profundamente e só acordasse quando aterramos, um bocado carrancuda por a viagem ter sido tão curta (também nunca me tinha acontecido querer que a viagem fosse mais longa).
Chegamos mais cedo que o previsto e, depois daquele sono de beleza, apeteceu-me um segundo pequeno-almoço. Em vez de me pôr a andar do aeroporto, como fazem as pessoas normais, decidi ir ao McDonalds experimentar o menu de pequeno-almoço, algo que já queria fazer há muito tempo. Pedi panquecas e um café com leite; achei que me iam perguntar que molhos (ou doces) queria com as ditas mas não me deram opção e foi surpresa até as abrir.
Vamos então ao veredito: as panquecas eram enormes, três, e não consegui comê-las todas; o molho era uma espécie de maple syrup - porque já que é para comer o pequeno almoço no mac, tal e qual os americanos, ao menos que o façamos da forma devida. Devo confessar que, quando abri a caixa, fiquei um pouco de pé atrás: cheirava-me demasiado a baunilha, coisa que não gosto, e pareciam-me plásticas. Depois acabei por ficar surpreendida: a textura era boa e não eram muito abaunilhadas, apenas desenxabidas, o que faz sentido se o objetivo for colocar qualquer coisa por cima (eu em casa, como não costumo pôr nada a acompanhar - devoro-as tão e simplesmente - acabo por as adoçar para lhes dar um travo melhor). O maple syrup não é das minhas coisas favoritas mas, naquele contexto, resulta bem - embora ache que devessem ter outras opções, como compotas, chocolate e etc.
Não esquecer, no entanto, o café com leite, que é uma ciência por muitos desconhecida! Também ia a medo, uma vez que há muitos cafés que me fazem mal e eu já me imaginava aos tremeliques durante todo o dia, mas correu tudo bem e a meia de leite estava no ponto: sabia-me àquele café de hotel, de saco, que eu também gosto muito.
Por isso, e de uma forma geral, o pequeno almoço do McDonalds está aprovado. Agora o problema é mesmo escolher entre as panquecas e o Big Mac.

18
Jan17

Review da semana 14#

Carolina

Cabify

 

Este domingo fui a Lisboa. Ia e vinha no mesmo dia, que agora os dias e as horas são contados - cenas de "gente crescida" -, por isso optei por ir de avião. A verdade é que a viagem me ficou ao mesmo preço do comboio e acaba por ser muito mais rápida, mesmo tendo em conta todos os entretantos dos aeroportos. Já levava o meu trabalho de casa feito, por onde queria ir e passar - precisava de ir do aeroporto para o Cais do Sodré, daí para os Pastéis de Belém, com passagem pelo novo MAAT, depois almoço no LX Factory e de seguida para a zona de Carnide.

Do aeroporto para o Cais do Sodré fui de metro, mas depois como queria seguir pela marginal e não há linha por aqueles lados, optei por me estrear na Cabify. Já me tinha precavido no dia anterior, instalando a aplicação. Enquanto estive no aeroporto fiz o registo - super rápido, diga-se de passagem - e depois foi só chamar o carro. Achei o processo super intuitivo - aliás, até o acho fácil demais: uma pessoa engana-se facilmente num botão e, sem se aperceber, já vem um carro a caminho. Eu não me preocupei com custos e distâncias, mas a esse nível não me pareceu tão fácil a navegação na app - ainda assim, como disse, isso esteve longe de ser um entrave.

No total fiz 3 viagens, com 3 condutores diferentes. Foram todos impecáveis, os carros tratados como novos, sempre com águas à disposição. O primeiro que apanhei também era do Porto, por isso tivemos a trocar uns bitaites - ofereceu-nos rebuçados e foi super simpático. Os outros dois, ainda que mais calados, também foram sempre de uma delicadeza incrível - perguntaram se a música estava do nosso gosto e um deles carregou-me o telemóvel, porque estava a ficar sem bateria.

No fundo, se tivesse que pontuar esta review, era de 100%. Foi perfeito, não houve absolutamente nada que não gostasse na Cabify - não tenho termo de comparação direta porque nunca andei de Uber e optei por me estrear nestas andanças com a Cabify - por qualquer razão, atraiu-me mais. Não achei nenhuma das viagens absurdamente caras - e uma delas demorou meia hora. De qualquer das formas, mesmo que fossem mais caras do que os táxis, valia a pena: ter um carro limpo, bem-cheiroso, música para além da Rádio Festival, águas ao dispor e, acima de tudo, simpatia e respeito no trato para com os clientes compensa largamente.

Fica a certeza de que voltarei a usufruir destes serviços e de que dificilmente me apanharão num táxi nos próximos anos.

21
Dez16

Review da semana 13#

Carolina

O chá da Twinnings

 

Há uns dias a minha mãe foi a Inglaterra buscar o meu sobrinho e, apesar de ter sido uma visita curta, ainda deu tempo para me trazer um miminho. Aliás, vários. E podem não acreditar nisto, mas o melhor de todos foi uma caixa de chá da Twinings, que é só o melhor chá deste universo e do outro.
A primeira vez que o provei foi precisamente quando fui a Bristol pela primeira vez, quando esse meu sobrinho nasceu. Estava a tomar o pequeno almoço no hotel quando tive a brilhante ideia de fazer chá; arranquei da caixinha o que tinha sabor a menta e, a partir desse momento, percebi que todos os outros chás eram uma brincadeirinha. Não há nada comparado com aquilo, não há chá de menta igual aquele - o fresco da menta combinado com o quente do chá... aquela sensação refrescante pela garganta abaixo enquanto ao mesmo tempo aquecemos o corpo e a alma... não há nada igual. Na altura peguei nos outros dois pacotinhos de chá e, sorrateiramente, meti-os na carteira, para poder beber aquilo em Portugal e procurar pontos de venda.
Desde aí que, quando bebo chá, é da Twinnings - e sempre de menta, que eu sou fiel aquilo que realmente gosto. Até há uns tempos comprava sempre no Continente (nos grandes, nunca encontrei nos mais pequenos), mas agora não o encontro em lado nenhum - há todos os outros sabores menos o de menta, uma tragédia.
Andava aqui de coração partido, a beber chá da Lipton (que é como passar de cavalo para burro), até que a minha mãe voltou de Inglaterra com uma caixa milagrosa com 15 saquinhos daquele chá mágico. Quase verti uma lágrima de alegria. Apressei-me a abrir o saco e a enfiar lá o nariz, qual viciada, só para sentir aquele cheirinho a menta pura. É caso para dizer que não há nada como chá inglês. (E hoje começa o Inverno - é sempre uma boa desculpa para fazer litros de chá e aquecer a alma!)

 

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23
Nov16

Review da semana 12#

Carolina

Nail Corrector Pen

 

Eu sou tão boa a pintar as unhas como a programar em javascript. Eu sei que nunca que viram a programar em javascript (agradeçam aos deuses!), mas eu dou-vos uma ideia: sou péssima. Por isso já estão a perceber o meu nível de perícia no que diz respeito à manicura.

Embora tente ir arranjar as mãos uma vez a cada dois meses (ou coisa assim parecida) para tirar peles e essas coisas todas, todas as outras vezes sou eu que pinto as unhas em casa. Podia não pintar, é um facto, mas a probabilidade de roer as ditas quando estão "limpas" é muito maior e este é um hábito que eu tenho feito um esforço enorme para deixar. Posto isto, e embora o meu jeito seja quase nulo, ponho em prática todos os meus dotes artísticos e muito amor de cada vez que saco dos vernizes.

É claro que, apesar dos meus esforços heroicos, fico sempre com cerca de meio centímetro pintado à volta de cada unha. No fundo, pinto quase tanto da unha como do dedo, mas vamos fingir que é tudo uma ilusão de óptica. Por isso, para dar os retoques "finais", encontrei a ferramenta ideal. No início molho um cotonete na acetona para tirar o excesso (pouquito, como imaginam) mas depois, nas zonas mais próximas da unha, utilizo o Nail Corrector Pen da Kiko. No fundo, tal como o nome diz, não passa de uma "caneta" de filtro, que lá dentro tem um removedor de verniz. Para além da ponta que já vem enfiada, a caneta tem mais três de substituição - é claro que, nas minhas mãos, para isto durar devia trazer pelo menos meia dúzia, mas tenho de me ajeitar com as quatro. Eu pinto tão mal as unhas que, logo na primeira utilização, sujo aquilo tudo e a ponta já fica quase imprópria para consumo, mas deixando secar, ainda dá para umas utilizações valentes. Acho que, para pessoas "normais", uma só caneta já deve dar para uns bons tempos.

E pronto, é este o meu "segredo" para unhas minimamente arranjadas e apresentáveis. É claro que não há milagres, nunca ficam perfeitas, mas pelo menos dá-se o jeitinho. A caneta custa 5,90 euros e está à venda nas lojas Kiko.

 

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16
Nov16

Review da semana 11#

Carolina

Barras de amendoim da Tiger

 

Eu sou louca por amendoins. Limito-me a esquecer que eles existem a bem das minhas ancas e da minha saúde, senão comia um pacote de amendoins fritos e salgados por dia. Se caem no erro de pôr esta iguaria em cima de uma mesa de festa onde eu vá... digam-lhes adeus ou escondam-nos de mim; caso contrário, é um dado adquirido que eles vão desaparecer em menos de dois tempos.

Para dizer a verdade sou uma fã acérrima dos frutos secos, mas o amendoins são sem sobra de dúvida os meus favoritos. Não digo que não a uma mão cheia de pinhões, a um bolinho de noz ou a uns bolinhos de bolina cheia de frutos lá pelo meio... mas amendoim é amendoim. Faço uns biscoitos, com uma receita surripiada da minha tia, que são só assim de bradar aos céus - são doces e salgados ao mesmo tempo, é uma coisa tão boa que nem consigo descrever (sei que não conseguem ver - e ainda bem - , mas estou neste preciso momento com água na boca).

À falta dos meus biscoitos descobri umas barras de amendoim na Tiger que também são deliciosas. Parecem os típicos torrões que se vêem em todo o lado mas bastante mais doces e só com amendoim; são também mais finos, menos compactos e mais compridos que os torrões tradicionais mas, para mim, são mil vezes melhores. No fundo, são amendoins "colados" com caramelo. Há melhor combinação no mundo?

Pois que tenho por isso ainda mais uma desculpa para ir a Tiger (como se já lá não fosse de cada vez que passo à porta de uma). É claro que agora, para além da tralha do costume, ainda venho guarnecida com a minha dose-diária-não-recomendada-de-amendoim. Já disse que adoro a Tiger?

 

P.S.: Malta do Porto que também é uma Tiger-lover: passem na nova loja no cimo da Rua dos Clérigos. É de perder a cabeça!

 

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02
Nov16

Review da semana 10#

Carolina

Os "footies" da Primark

 

Que eu sou uma friorenta do pior já todos sabemos. Mal vem um bocadinho de frio já gosto de andar toda encasacada (também porque os casacos são a minha real perdição e acho que tenho uns belos exemplares para mostrar ao mundo), mas a verdade é que nesta época do ano em que faz frio de manhã, está uma caloraça de dia e outra vez frio à noite é bom ter peças que sirvam de meio-termo.

É sempre um filme para me vestir nestes dias; demoro sempre o dobro do que nos dias normais. O drama vai desde a camisola até ao calçado. Pois que, no que diz respeito às camisolas, continuo muito indecisa, mas este ano descobri que gosto de me ver de sapatos. Já tinha comprado uns o ano passado, castanhos, mas tive imensa dificuldade em conjuga-los, pelo que ficaram a maioria do tempo na gaveta; esta estação fiz um esforço para os calçar, passei a adora-los e ainda comprei uns parecidos em preto, para ter sapatos para todo o tipo de roupas. Descobri que são óptimos para este tempo! Mas aqui um grande problema se coloca: e meias? Eu, friorenta, não aguento andar sem meias - até porque me faz aflição estar em contacto direto com o sapato. 

A minha mãe disse-me que tinha uns soquetes da Primark, que eram espetaculares, e eu experimentei e fiquei rendida. Lá fui eu a correr para a Primark, logo ao abrir do shopping para não enlouquecer no meio da multidão, e não tendo encontrado uns iguais às da mãe, comprei outros que ainda gostei mais, em renda preta. São super confortáveis e bonitos e têm uma parte de silicone no calcanhar, para a meia não escorregar: acabam por ser muito mais giros do que aquelas meias de algodão que costumo usar e que eventualmente acabam por ficar com um ar meio desbotado. Também trouxe outras de algodão muito fino, em cor de pele, que também gosto muito - mas estas de renda roubaram o meu coração. 

Já aqui falei várias vezes da Primark e no facto de não ser cliente habitual, por mil e uma razões; no entanto, há certas peças e artigos que acho que vale mesmo a pena. Este é sem dúvida um deles, óptimo para esta altura do tempo bipolar entre frio-quente-frio. Acreditem no que eu vos digo!

 

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