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[Entre Parêntesis]

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

09
Abr15

Passeios

Carolina

Aproveitei estes dias mais solarengos para começar mais uma das minhas missões com vista ao bom tempo: os passeios com a Molly.

Quando quis uma cadela mais "maneirinha", pequena e fácil de transportar, foi também com o objetivo de ela me tornar mais sociável e "passeadora" (isto existe?). Mas para sair com ela é preciso educa-la, ensina-la que sou eu que a quero passear e não ela a passear-me a mim, arrastando-me atrás dela. O ano passado ainda fui tentando, ensinei-a os truques básicos (senta, deita, salta, dá a pata - que ela se esquece subitamente de cada vez que vamos dar uma volta) mas sair de casa só aconteceu meia-dúzia de vezes, claramente insuficientes para a preparar para saídas ao café ou à praia - ainda por cima eu irritava-me e era pior a emenda que o soneto.

Mas agora estou empenhada na minha missão. N terça-feira passeamos uma hora, hoje de manhã mais meia - aproveito e também eu faço exercício paralelo à zumba e aos workouts pontuais que ando a tentar fazer. Fui vendo vídeos, apanhando truques, e cinco minutos depois de me tentar passear, consigo finalmente passea-la a ela. Sem berros, sem me chatear, sem lhe dar umas pancadinhas de amor naquele rabo jeitoso. Tudo calmo. E ela fica calma também, andando ao meu lado e passando metade do caminho a cheirar tudo o que encontra pelo chão. A coisa só piora quando vemos outros cães ou quando estamos a chegar a casa, onde os outros cães já ladram e saltam tipo loucos do outro lado do muro.

Apesar de tudo, ela já melhorou muito e acho que daqui a pouco já consigo mete-la no carro para irmos dar uma volta mais longe de casa. No dia em que isso acontecer, concretizo o sonho de uma vida!

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(se alguém que percebe disto tiver sugestões úteis, é favor partilhar!) 

06
Ago14

Uma escapadela: Feira Medieval de Santa Maria da Feira

Carolina

Estas últimas semanas não têm sido fáceis no que diz respeito a arranjar um bocadinho de paz e sossego para mim. Não é só ter gente em casa: é ter sempre miúdos em casa. Por muito que goste dos meus sobrinhos, a verdade é que eu não tenho (e nunca tive) queda para crianças, e que a minha paciência é reduzida. São gritos, correrias, não fazem nada do que se lhes manda... enfim, coisas típicas de criança, mas eu fico logo a espumar. Preciso de férias - coisa que ainda não tive e, nos próximos tempos, não vou ter. São festas, gente, jantares e churrascadas, mais crianças!, um entra e sai constante. Nem ler, nem escrever, nem... enfim, até dormir tem sido mau (os pesadelos voltaram em força).

Mas tenho conseguido dar umas escapadelas (mesmo que seja com crianças atreladas). Estes últimos dois dias fui à feira medieval, uma vez com a minha mãe e os meus sobrinhos, outra com amigos. Comi lá o melhor pão com chouriço de sempre, comprei uma coroa de flores e andei que me fartei: foi a primeira vez que subi ao castelo de Santa Maria da Feira. É, de todas as feiras medievais a que já fui, a maior de todas: tão grande que acho que uma pessoa até se dispersa lá pelo meio. Mas tem montes de coisas giras para ver (e comprar!), desde espectáculos até às personagens que estão espalhadas pela feira. Vi um espectáculo com os meus sobrinhos, com um "palhaço" que punha as pessoas a interpretar um teatro, onde me ri tanto que já nem sequer conseguia conter as lágrimas. Já na noite de ontem vimos uma encenação (a tomada de Elvas) que também foi muito bem conseguida, com cavalos, fogos, mechas a serem atiradas de um lado para o outro. Foi giro. A revisitar - quem não foi e que é da zona do norte, que aproveite: está lá até dia 10 de Agosto.

 

 

07
Ago13

Hoje

Carolina

Passei a manhã na cozinha e a tarde foi atribulada. Fui pela primeira vez a Melres, numa viagem terrível, cheia de curvas e contra-curvas quando podíamos, simplesmente, ter vindo pela auto-estrada (obrigada GPS). Levámos a Olivía, com medo que ela ficasse sozinha em casa - com tanta curva, vomitou. Levámos dois dos meus sobrinhos, para terem mais tempo para brincar - uma delas, para além de ter chorado metade do caminho, também vomitou (adoro crianças, já mencionei?).

Depois chegamos. E não, não foi um mar de rosas. Primeiro, estavamos num estado tal de stress que só me apetecia era chorar. Depois, a cachorrinha andava por todo o lado até que, só assim na loucura, se atirou à piscina. Primeiro banho da Olívia, yey! Frio, tremores, mas lá acalmou. Ela e nós. Nos entretantos adormeceu e, já mais para o fim da festa, com a barulheira que se fez, a cadela assustou-se e desapareceu do mapa. Meio mundo a procurar a desaparecida até que a encontramos, por detrás de umas grandes folhas a dormir a sua sesta. A partir daí não saiu do colo, para que não houvesse mais incidentes.

Mas pronto, fora isto, correu tudo na perfeição. A vista para o Douro era para lá de espectacular, a casa era um mimo, digna de revista, e a companhia também era boa. E chegamos agora a casa, exaustos, sãos e salvos sem perceber bem como.

 

12
Jun13

Então, o quê que a desaparecida fez estes dias?

Carolina

Estas últimas duas semanas têm sido extremamente atípicas - por outras palavras ando a fingir ser uma pessoa muito social. Entre cafés, aniversários, concertos e saídas com amigos, não tenho parado em casa.

Os últimos dias em particular foram passados inteiramente fora de casa, a passear e a conhecer ainda mais um bocadinho da minha cidade. De entre todas as voltinhas que demos, fomos ao final das 40 horas de Serralves, passeamos pela baixa e pela ribeira, comemos scones no Majestic, vimos os Muse, visitamos as caves Sandeman do vinho do Porto, fizemos uma voltinha de eléctrico, visitamos o Bolhão e fomos à Januário, uma das lojas mais especializadas em doces da cidade. Isto, é claro, por entre refeições calóricas como francesinhas ou crepes acabadinhos de fazer.

Era, literalmente, sair de casa antes do almoço e chegar depois da uma da manhã, direitinhos para a cama que as pernas não dão para tanto. Entre saídas e entradas de casa, acabei por deixar o mundo virtual um pouco ao abandono, em detrimento de uns bons momentos e boa companhia, que nem sempre tenho a oportunidade de desfrutar. Ficou por visitar a Torre dos Clérigos e por ver algumas vistas lindas que tenho descoberto ultimamente mas que, com este tempo que S. Pedro nos proporciona, nem vale a pena visitar - apesar de tudo, acho que já deu para aperfeiçoar os meus dotes de "guia" para próximas excursões!

 

 

 

 

 

01
Abr13

Dia de ir à Serra

Carolina

A minha mãe já há muito que andava a pedinchar para ir ao Sabugueiro passear e comprar as coisinhas do costume. Estávamos sempre a adiar, mas hoje de manhã o sol sorriu e achamos que era um bom dia. Era um sol mentiroso (de acordo com o dia, claro), pois mais à frente, na viagem, apanhámos um dilúvio de chuva e granizo que meteu medo.

Mas de resto correu tudo mais do que bem. Almoçamos num daqueles restaurantes típicos, bem caseirinhos, e depois lá fomos à loja onde se vende tudo o que é típico na Serra: desde queijos, passando pelas botas quentinhas, trenós, presuntos e casacos de peles. Eu bem que queria trazer mais um cãozinho lindo e fofinho, mas a coisa não ser proporcionou (snif snif). Saí de lá com umas botas novas, para trocar as que tenho há uns três anos atrás e que estão feias e horrorosas de tão usadas (coçadas e completamente azuis das calças de ganga), um casaco quentinho e perfeito para mim que ando sempre estilo cebola com imensas camadas de roupa, e um belo de um presunto.

E assim se passou o meu último dia de férias. Já há muito que não passava umas férias da Páscoa de forma tão viajada - Lisboa no primeiro dia, depois Barcelona e Serra para finalizar em beleza. Pena amanhã acabar-se o bem bom...

 

17
Ago12

A tarde de ontem

Carolina

 

Adoro apresentar a minha cidade a pessoas de quem gosto e que são de fora. Acredito que a minha cidade deixe de ser apenas mais uma cidade, mas que passe também a ser a cidade que eu lhes apresentei, da melhor forma que pude e tentando demonstrar o carinho que lhe tenho.

Foi isso que senti quando me guiaram por Lisboa, de carro ou a pé, e me disseram - mesmo sabendo que eu não ia decorar - o nome de todas as praças e pormenores que, normalmente, só os "nativos" conhecem. As cidades passam a ter uma outra conotação, elevando-se na hierarquia e subindo para um outro patamar que não sei qual é, mas sei ser bastante superior. Passa a ser um bocadinho "nossa", algo que os guias Michelin não conseguem fazer, porque a nada nos ligam.

Ontem passeei uns bons quilómetros pela baixa do Porto: Ribeira, Cais de Gaia, Santa Catarina, Bolhão, Aliados, Galerias de Paris, Praça dos Leões, Sé, Tabuleiro Superior e Inferior da ponte Luís I. Almocei uma bela de uma francesinha e comi um dos meus gelados preferidos, sobre um dia solarengo e com um calor não excessivo para se passear pela cidade.

Vi gente e estive com a "minha" gente, coisa que já há muito precisava de fazer, tendo em conta que não havia saído de casa há quase duas semanas. Foi (muito) bom.

 

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