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[Entre Parêntesis]

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

11
Nov13

A verdade sobre os british boys

Carolina

Nós estamos rodeados de maus exemplos. Nós - mulheres, na nossa pura inocência - achamos que todos os rapazes ingleses são Robert Pattinson's, Jude Law's, Jack's e Finn's Harries'; continuamos a achar, por grande influência dos media, que são o cúmulo do cavalheirismo, uns verdadeiros gentlemans; acreditamos que aqueles velhotes todos vermelhos e barrigudos que vemos no Algarve não são os exemplos mais fiéis da "raça" inglesa. 

Pois bem, deixem que vos atire com um balde de água fria: sim, os turistas ingleses que habitam as praias algarvias no verão são os melhores protótipos que podem arranjar. Já agora, a maioria dos rapazes britânicos são feiinhos, uns copinhos de leite. Como se tal não bastasse, são broncos (é que podiam nem ser giros, mas um rapaz educado já é sexy só por si)! Broncos mesmo. E, last but not the least, no meio da amostra da população que vive em Inglaterra, o difícil é arranjar um inglês de gema. Já o sabia, mas confirmo-o de cada vez que lá vou: o meu irmão vive rodeado de jamaicanos, espanhóis, indianos e pessoal do resto do mundo... com excepção de ingleses.

Em suma: já não é fácil arranjar ingleses a sério. E quando se arranja, já não são aquela pérola que tanto esperamos. Não quero, com isto, que percam as esperanças, tendo em conta que até eu continuo com aquela máxima do "Don't worry if your single, God is looking at you and saying: I'm saving this girl for a british boy.", mas diria para se despacharem e começarem a procurar a sério. É que se eles existem, estão bem escondidos na toca; tudo o resto é uma desilusão pegada. Vão por mim.

10
Jan13

E dar explicações?

Carolina

Desde que, há uns anos, me inscrevi num instituto para aprender inglês que me tornei fluente nesta língua. Tinha dificuldades extremas, chorava, não entendia e odiava tudo o que se relacionasse com a língua inglesa até ir para lá e apanhar professoras para lá de maravilhosas que me ensinaram muito bem e me fizeram passar a amar a língua.

Hoje em dia não tenho aulas no instituo e também não tenho na escola, o que se reflecte no "traquejo" com que falo e escrevo. As palavras já estão num recanto mais escondido e empoeirado da memória e, às vezes, em discurso, um verbo falha ali e acolá, e tudo isto por falta de prática - porque embora morresse de tédio nas aulas da escola, estas sempre me obrigavam a praticar um pouco.

Tenho feito umas traduções esporádicas, mas não chega. Entretanto, já há algum tempo que ando a pensar em algo: dar explicações. Enquanto tinha aulas dava-as aos colegas que me pediam e eles ficavam sempre satisfeitos; não sou dotada de grande paciência, mas acho que consigo explicar muito bem e que a coisa podia funcionar. Tenho tempo e espaço, e aproveitava e punha mais um dinheirinho no mealheiro.

O problema é começar... entre arranjar explicandos e não arranjar, lá se vão as explicações...

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