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[Entre Parêntesis]

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

13
Dez15

As loiças da Vista Alegre

Carolina

Eu acho que sou, de facto, uma criatura um bocadinho rara; tenho corpo de vinte aos, mas alma de sessenta.

Sempre que passo em frente à montra da Vista Alegre babo-me para cima da maioria das peças. Tivesse eu dinheiro e espaço para tanta loiça e trazia a maioria dos serviços para casa. Adoro aquilo, acho-os a todos lindos e dignos de exposição. Na verdade, acho que mesmo que os comprasse, comer sobre aquelas obras de arte era coisa que não tinha coragem para fazer.

Mas enfim, tenho a impressão que quando digo isto a pessoas da minha idade, ficam a olhar para mim com cara de "mas esta miúda pensa que tem quê, 70 anos?". Acho que o pessoal hoje em dia vai mais para o minimalista, como aquelas linhas do IKEA com cores básicas mas com formas diferentes do normal; talvez o próprio selo "Vista Alegre" seja visto como algo antiquado e fora de moda, e só a ideia de herdar serviço dos pais, como antes se fazia, para a maioria das pessoas é um pesadelo. Mas, para mim, não. Desde que sejam bonitos - porque há sempre coisas bonitas e feias, independentemente do preço ou da marca - eu não me importo de herdar ou comprar seja o que for.

A verdade é que eu já pus mesmo em equação começar a pedir para o Natal peças de uma coleção para, daqui a uns anos e com casa formada, ter uma coleção linda e completa. Entretanto, porque não me apetece receber sempreee a mesma coisa no Natal e porque gosto de tantos servilos que não tinha a certeza do que escolher, decidi adiar a decisão. Mas um dia será o dia, e eu vou ter um daqueles servicinhos lindos na minha casa. Escrevam o que eu vos digo.

 

 

15
Nov15

Domingo é dia de passar uns minutos com a agenda

Carolina

Eu sou uma miúda dada a rituais, rotinas e hábitos, não há nada a fazer. E um dos muitos hábitos que tenho é fazer um planeamento da minha semana no domingo anterior a essa semana começar - sento-me, abro a agenda e começo a distribuir os afazeres pelos dias que (acho que) tenho livres. No fundo, distribuo tarefas a mim mesma - e o facto de as ter escritas ajuda-me a cumprir esse plano que traço para mim, porque sei que gosto de chegar ao fim do dia com a agenda cheia de "checks" coloridos, como quem diz "yes, missão cumprida, este dia valeu a pena!".

Faço isto, primeiro, porque gosto de fazer uma boa gestão do tempo - e, não querendo parecer vaidosa, acho que o faço muito bem (excluindo os dias em que estou a morrer de sono e ponho a sesta à frente de todos meus afazeres); segundo porque sou um tanto ao quanto esquecida, principalmente com coisas a médio e longo prazo, por isso preciso de assentar tudo para garantir que nada me passa ao lado; e terceiro - e mais importante - porque preciso de encher a minha vida de coisas para fazer. Preciso de fazer aquilo que critico que é, no fundo, enganar-me a mim própria; o pensamento é este "ui, tenho tanta coisa para fazer que nem posso parar para pensar ou respirar!". Porque parar para pensar é o pior que posso fazer a mim mesma, é o meu auto-flagelo pessoal.  

Conheço-me suficientemente bem para saber que, se paro, deprimo; por outro lado, também sei que chegar completamente estafada a casa, ao fim de um dia em que fiz tudo aquilo a que me tinha proposto, é das melhores sensações que tenho na vida. Não vos sei dizer porquê, mas é. São aqueles segundos singulares de felicidade em que as pernas já doem, os olhos já caem de tão pesados - mas ainda têm força para ler um capítulo do livro que está na mesinha de cabeceira, que é sempre a última tarefa do dia a "cumprir" (embora não a veja como uma tarefa mas sim como um prazer, na maioria dos casos) - e em que todo o corpo relaxa ao cair em cima do sofá ou da cama e percebemos que trabalhamos para caraças mas que, afinal - e por qualquer razão - valeu a pena. 

Normalmente, ao fim do dia, olho para aquilo que me tinha proposto fazer e ponho "checks" naquilo que concretizei e cruzinhas naquilo que não fiz - sendo que essas costumo redistribuir para o resto da semana ou, eventualmente, para a semana seguinte. Tudo isto com canetas de várias cores - azuis-bebé, verde-alface ou cor-de-rosa, para servirem de incentivo e, no fundo, darem vida à minha própria vida. 

E é por isto que a minha agenda está sempre rabiscada, com mil e um afazeres. É lá que também faço o meu planeamento das vezes que vou ao ginásio nessa semana, é lá que escrevo os descontos que tenho de aproveitar no Continente e - algo também muito importante - é lá que aponto, sempre, os temas sobre os quais escrevo aqui no blog. Eu posso andar com a carteira mais minúscula de sempre, mas a agenda está sempre lá dentro, sempre comigo - e sempre pronta para receber as minhas ideias, por mais estranhas que sejam. 

A esta altura do campeonato já ando à procura da agenda de 2016 - para encontrar a de 2015 foi todo um drama e, confesso, comprei-a por ser a melhor dentro de todas opções que descobri, que me pareciam todas más (embora, hoje, perceba que até foi uma boa compra e que a agenda até é gira). Algo que ande todos os dias comigo e que me vá acompanhar durante um ano tem de ter o tamanho certo, tem de ter o espaço correto para eu escrever as coisas - nem a mais nem a menos e, se não é pedir muito, ser gira. Hei-de escrever sobre isso em breve, mal encontre a agenda ideal. Por agora - e já que é domingo -, vou voltar para a minha, que tenho uma semana para planear.

21
Out15

O reacender de uma paixão antiga

Carolina

Todos os santos anos tenho como resolução de ano novo (re)começar a ir ao cinema - e todos os anos falho. Lembro-me perfeitamente, há uns cinco anos, de ser uma louca apaixonada por cinema e de ir lá, pelo menos, umas duas vezes por mês - numa altura em que era bem mais complicado, porque implicava boleias dos pais e outras questões de logística normais de quem não é maior de idade. Mas, agora que o sou (já há dois anos), não tirei partido das vantagens que "ser grande" me trouxe - pelo menos nesse sentido. 

Passei de ir ao cinema imensas vezes para não ir nenhuma - isto começou porque deixei de ter companhia para ir, logo passei a ir menos vezes e, gradualmente, acabei mesmo por perder o hábito. Passei a ir só quando grandes filmes estreavam e eu queria muito ir ver, ora por estar à espera daquele filme há séculos ou por ter no elenco um ator que adorava. E tinha consciência disto: que tinha deixado para trás uma das coisas que mais gostava de fazer porque - pela 5986º vez na minha vida - me vi sozinha e sem companhia. Ainda cheguei a ir uma ou duas vezes sem ninguém mal tirei a carta de condução e ainda estava naquela euforia de independência, mas não ter alguém que me puxasse fez com que fossem vezes sem exemplo. E andei uns quatro anos nisto...

Até há pouco tempo. Estava desesperada por sair de casa, de me abstrair dos problemas e dramas do dia-a-dia, por isso meti-me no carro e fui ver o meu Robert ao cinema (o último filme dele que estreou, o "Life", que eu sabia que não ia ficar muito tempo nas salas, portanto também tinha de me apressar). Apesar do filme não ser nada do outro mundo, aquela ida ao cinema soube-me pela vida e serviu para me relembrar o que eu gosto daquelas duas horas sentada naquelas cadeiras, completamente abstraída do meu mundo e absorvida no mundo que outras pessoas criaram para mim. E apesar do hábito que as pessoas criaram de ir ao cinema em grupo ou em parelhas, este é um dos poucos sítios em que não há mesmo necessidade de ter alguém a acompanhar-nos porque, no fundo, só no intervalo é que dá para pôr a conversa em dia. 

Depois do "Life", já fui ver o "Perdido em Marte" e "O Estagiário" - muito diferentes, mas ambos bons. Tem sido uma óptima forma de escape - nos dias menos bons ou em que sinto que preciso de me alhear da realidade, começo logo a pensar no filme que vou ver nessa noite. Nas últimas semanas tenho passado mais tempo a ver as programações, as horas e as próximas estreias, porque sinto que reacendeu em mim uma paixão antiga. Já tinha saudades!

27
Jun14

Cheira a peixe fresco

Carolina

Há uma série de coisas que os meus pais me puderam proporcionar, experiências tão simples como ter uma horta, ter meia-dúzia de galinhas onde pegar e arreliar, cães para brincar. Não sei, mas acho que faz falta -e a diferença - se se for ao cerne da questão, se se vir de onde verdadeiramente vêm as coisas: desde pequena que vi os ovos a saírem do rabo da galinha, os morangos a "pingar" dos morangueiros, os figos lá bem no alto da árvore e as cenouras a serem arrancadas da terra. Outra das coisas que sempre vi foi o peixe a chegar fresquinho, fresquinho (muitas vezes ainda vivo) à lota - ver os pescadores, os seus barcos, mesmo ali a meia dúzia de passos, a chegarem e e entregarem o seu peixe. 

E embora não seja rapariga de andar na terra - não gosto particularmente de plantar coisas nem de pegar em galinhas, apesar de gostar de ter fruta e comidinha caseira - há certos rituais que continuo a adorar, que me trazem terra-a-terra e que me fazem lembrar dos meus tempos de pequena: ir à lota é uma delas. Acordo com facilidade, mesmo em tempo de férias, se me disserem que vamos a Angeiras comprar peixe fresco para o almoço - porque mais do que adorar peixe, aquele ritual, aquela exposição do peixe, tão "crua" mas tão real, viva e boa, faz-me sempre querer voltar. Assim como a boa-disposição das peixeiras, algumas que já me conhecem mesmo antes de eu nascer, ainda dentro da barriga da minha mãe. Sou a menina das "meninas", porque quando era pequena adorava navalheiras fêmeas por causa das ovas; a coisa pegou e ainda hoje se lembram de que aquilo que eu verdadeiro gosto são "meninas".

Hoje lá fui eu, ainda ensonada, para a lota, para trazer filetes de pescada para o almoço de um dos próximos dias - como prémio de consolação, trouxe umas sardinhas, que este ano só comi 3 (três, que ultraje!) e estou aqui a morrer de desejos. A que horas é que é o jantar, mesmo?

24
Jun14

Ai que lá se vai o cabelo

Carolina

Andava a passear pelo site da mango e, claro, fui parar aos macacões. Os meus olhinhos caíram logo em cima deste, às bolinhas e meio desportivo, pelo qual morri logo de amores. Há-de cá chegar nos próximos dias, até porque hoje há promoções de 40% (só para clientes "registados", se não estou em erro).

Adiante: não foi só pelo macacão que me apaixonei. Olhei para a modelo, achei-a gira (nas outras fotos está mais favorecida), mas mais giro ainda é o penteado. Leve, fluído, CURTO e meio despenteado. E deu-me uma vontade tão grande de ir cortar o meu, de levar esta foto e dizer "quero igual", embora saiba que nunca vai ficar tal e qual e que as modelos têm mil e um tratamentos especiais para ficarem assim.

De qualquer das formas, e contra a vontade de meio mundo, não sei se vou conseguir rersistir a esta gana que reside dentro de mim. Talvez o meu cabelo mais comprido tenha os dias contados.

 

23
Jun14

Umas sardinhas diferentes

Carolina

Em algumas coisas tenho gostos muito "popularuchos". Adoro, por exemplo, de símbolos muito portugueses: o galo de Barcelos, o Zé Povinho, as louças da Vista-Alegre e de Bordallo Pinheiro e os vidros lindos da Marinha Grande, as sardinhas, os manjericos, o Tejo e o Douro, as andorinhas, o St. António e o S. João (mesmo não sendo religiosa).

Na parte dos santos, a minha mãe partilha do gosto, pelo que tenho alguns aqui espalhados pela casa (e não, não têm sortido efeito em arranjar um catraio jeitoso) - mas, de resto, não tenho mais nada e sei que, ao longo dos anos, a minha casa vai aprender a estar recheada com estes símbolos que tanto me preencher o coração e que fazem parte de mim como alma portuguesa. E não têm necessariamente de ser em louça - já vi, por exemplo, algumas coisas estilo almofada, que também achei muito giro.

No outro dia, no Senhor de Matosinhos, havia imensas andorinhas de louça à venda. Não resisti, trouxe duas para casa, e já aqui estão nas minhas prateleiras do quarto, esperando que fiquem por cá durante muito tempo e não façam nenhum voo inesperado até ao chão. Fixe, fixe era agora comprar as novas sardinhas da Bordallo Pinheiro, para fazerem companhia às novas andorinhas. Ainda não as viram? Ficam as minhas três favoritas (se tiverem um ataque de generosidade ou se foram os felizes contemplados com o euro-milhões que saiu esta semana em Portugal, podem sempre oferecer-me uma e fazer uma visita às Caldas da Rainha, onde está a fábrica):

 

 

 

 

 (mais aqui)

20
Jun14

Do it yourself

Carolina

Ando muito virada para as coisas "do it yourself" (diy). Nunca fui muito de bricolages, nunca tive muito jeito de mãos mas, sei lá, apeteceu-me - talvez por ver o verão a aproximar-se e saber que, mal esteja de férias, vou precisar de alguma coisa com que me entreter.

Comecei por fazer a minha própria coroa de flores - por causa do picnic de aniversário da minha mãe e depois de ter ido à Tiger e ver uma série de coisas giras (muitas delas trouxe - como disse ao pessoal na festa, a decoração foi "patrocinada by Tiger"), achei que toda a gente devia ter uma coroa. Claro que me esqueci do facto de aquilo demorar tempo e eu estar em época de exames, pelo que só consegui acabar uma a tempo e, no dia da festa, esqueci-me de a utilizar. Fui aos chineses, comprei flores falsas e fita verde, e com a cola quente e o arame que tinha cá em casa pus mãos à obra. E rebentei de orgulho com o resultado!

Por outro lado, também andava há muito tempo para aprender a mexer na máquina de costura. Pode parecer fácil, porque quem manuseia aquilo há muito tempo assim o faz parecer; mas nos primeiros tempos não é assim. Aprender a enfiar a máquina, os seus truques, como se faz o ponto em linha e o em zigue-zague, como se aumenta a amplitude, como se coloca a canela... essas coisas todas demoram o seu tempo. Já tinha aprendido mas tornei a reaprender - primeiro porque acho uma fortuna o preço que se paga por, por exemplo, se mandar subir uma bainha, e quero ser capaz de o fazer; segundo porque sempre estive ligada aos têxteis e, se ganhar mais traquejo, não escondo a vontade de fazer algumas das minhas próprias roupas; terceiro porque dá sempre jeito, para qualquer eventualidade, saber manusear uma máquina de costura, algo que nos dias de hoje não é assim tão vulgar.

Peguei, portanto, numas calças que se tinham rasgado (não percebo como é que estes desastres estão sempre a acontece nas minhas calças, mas enfim), cortei-as, fiz-lhes a bainha e ainda lhes pus uma renda para não ficarem só uns calções de ganga sem graça nenhuma. Se ficaram perfeitos? Não, claro que não. Há várias falhas: a linha não está certinha, a bainha deveria ter sido feita mais acima, não rematei as linhas como devia. Mas estão feitos, e foram só os primeiros. Talvez seja um inicio prometedor (talvez, se isto continuar, faça aqui uns tutoriais, hun?).

 

 

17
Mai14

Mau timing

Carolina

Já aqui falei dos Head-ji, do quanto gostava deles e do medo que tinha que me ficassem mal. Pois que mandei vir um e delirei - o mesmo não se pode dizer do resto da malta aqui de casa, tendo em conta que os gostos se dividiram. O meu pai adorou, a minha mãe diz que pareço meia cigana, a minha irmã está num intermédio e o meu sobrinho chama-lhe touca e, tendo-o eu ameaçado que o levava à escola naqueles preparos, afirmou que diria aos amigos que eu era a "mãe de um amigo dele" (é muito simpático, este rapaz, de facto...).

Hoje estava, como de costume, a folhear a revista Tentações, quando me apercebo que há uma promoção em que, na compra de um turbante, oferecem outro! E eu comprei o meu a semana passada, caraças! Não podia ter pior sorte. E agora a questão que se põem é outra: mando vir outro e fico com ainda mais um? A verdade é que não me importava nada, nada, nada.

Desta primeira vez joguei pelo seguro e comprei um preto e branco, muito ao meu estilo. Achei que não ia gostar e convinha comprar algo mais "básico" para o caso de querer oferecer a alguém ou assim - neste caso, e tendo eu adorado, agora já posso caprichar nas cores e ser ainda mais diferente. A ver vamos se vêm mais dois morar cá para casa.

 

02
Mai14

Porque os fatos de banho não são para velhas

Carolina

Cada vez os biquínis ficam mais de parte para mim. Adoro cada vez mais triquinis, fatos de banho e, no mínimo, coisas diferentes e originais. E não, as marcas não me preocupam, assim como não me preocupa o facto de os rapazes gostarem de ver mais pele ao léu - porque eu visto-me para me agradar a mim própria e da forma como me sinto melhor. E já lá vai o tempo em que os fatos de banho eram para velhas e eram peças - quase que propositadamente - feias.

Tenho-me vindo a apaixonar por mil e umas coisas que vejo na internet - o pior é que a tendência é para os preços subirem, e eu admito que me custa bastante das quase (ou mais de) cem euros por um fato-de-banho ou biquíni. Nunca o fiz, nem sei se vou fazer - só assim num ato de loucura espectacular. Mas ando com eles sempre, sempre debaixo de olho, não vá algum baixar de preço. Aí, tau!, apanho-o e trago-o para casa (o que acontece muitas vezes no Inverno, a melhor altura para comprar este tipo de coisas - não está tempo para as usar, mas são os "restos" que sobraram e as marcas estão a tentar despachar).

Gosto particularmente de duas marcas portugueses (se conhecerem mais, partilhem!!!): a LATITID e a S4L. Da primeira já tenho um biquíni, que comprei com promoção e é lindo e diferente e que eu vou estrear no Algarve (partilharei depois fotos); da segunda, ando só a babar. Muito. Imenso. Enormemente. Porque estou perdida de amores e adorava ter um fato de banho daqueles. Enfim, resta-me sonhar e partilhar convosco estas pequenas maravilhas.

 

S4L:

 

 

LATITID:

 

 

 

30
Mar14

A "Tentações" é a minha tentação

Carolina

Tenho um ritual todos os fins de semana que gosto de cumprir religiosamente: comprar a revista "Sábado", sacar-lhe o suplemento "Tentações" e lê-lo de uma assentada, de uma ponta à outra. Adoro, adoro, adoro. 

A verdade é que muito raramente leio a revista em si: deixo-a na sala, para quem a quiser ler (e, felizmente, de tanta gente que passa nesta casa, ela é sempre lida e relida), porque o que me interessa é mesmo o suplemento. Adoro ler as críticas aos restaurantes, aos filmes, o provedor do leitor, os artigos especiais, as sugestões de lojas diferentes... enfim! Gosto mesmo muito. Tanto que as sugestões e páginas que mais gosto, vou arrancando e arquivando, para uso futuro - assim, se um dia quiser experimentar um restaurante novo ou oferecer uma prenda mais original, já sei onde recorrer.

Esta semana a revista é dedicada aos melhores sushis de Lisboa e do Porto, o que torna a "Tentações" ainda mais tentadora. Isto vai de bom a melhor.

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