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[Entre Parêntesis]

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

08
Out17

Toda eu dedicada à bricolage (ou como consegui pendurar as sardinhas Bordallo Pinheiro)

Carolina

Hoje estou mesmo muito contente porque sinto que consegui fazer algo útil do meu dia. A falta de posts aqui no blog não tem sido por acaso: esta semana foi caótica, daquelas em que não há mesmo tempo para nada que não seja obrigatório ou que já esteja nos planos, por isso cheguei ao feriado e caí para o lado. Atentem a isto que vos vou dizer: nessa noite, dormi 11 horas! On-ze! Acho que os meus pais estiveram prestes a entrar no meu quarto só para ver se eu respirava... e nessa tarde ainda dormi um par de horas e tem sido mais ao menos assim até hoje, em que consegui "desvetalizar-me" (um verbo acabado de inventar por mim, cujo significado é "deixar de ser um vegetal").

Uma das dezenas de projetos que queria concretizar até ao Natal era conseguir tirar as minhas sardinhas Bordallo Pinheiro das caixas. Já aqui falei sobre o meu amor por loiças, sobre as sardinhas da Bordallo e da dificuldade que tinha em lhes dar uso e penso que também mencionei a minha paixão por andorinhas. No fundo, é a confirmação que precisavam de que eu sou mesmo uma velha de espírito: adoro de loiças e, ainda por cima, gosto de as mostrar ao mundo. (Mas calma, ainda não cheguei ao ponto dos cães de loiça, descansem).

Mas vamos ao que interessa: desde que as sardinhas da Bordallo Pinheiro viram a luz do dia que eu as adorei. Entre as que comprei e que me foram oferecendo, colecionei quatro - e só parei porque as tinha guardadas nas caixas originais, no fundo da prateleira, com medo que se partissem, e por isso achei que não valia a pena estar a comprar mais até ter uma solução. Isto porque não as conseguia pendurar de maneira segura e bonita - elas são meio desconchavadas e a própria Vista Alegre, que as comercializa, não tem nenhuma solução viável/vendível para as apresentar. 

Passaram anos. Já as tive expostas numa prateleira, mas elas bambaleavam tanto que eu sabia que era uma questão de tempo até virarem cacos. Guardei-as. Mais anos passaram. Até esta semana. Já tinha andado a pesquisar soluções para este problema e não encontrei nada - apenas uma breve menção num blog, que na caixa de comentários também falava sobre a dificuldade em as pendurar - mas expus a questão aqui em casa e pus mãos à obra, até porque já tinha uma ideia construída na minha cabeça. Já que estava numa de bricolage, ia fazer a coisa bem feita e em dose dupla: para além das sardinhas, também penduraria as andorinhas, que estavam tão abandonadas como os outros animais de loiça. 

Comprei duas molduras médias, com alguma profundidade, assim como um pouco de papel de parede para forrar cada um dos fundos das molduras. Posso adiantar já que tudo o que usei foi comprado no Leroy Merlin, incluindo a cola para o papel de parede - que, neste caso, era para madeiras, uma vez que a tela é de uma espécie de pladur. 

Depois de "forrados" os fundos, vinha o busílis da questão: pendurar as sardinhas. A minha ideia inicial é que elas ficassem "deitadas", na horizontal, mas depressa percebi que isso seria impossível. O sítio onde está o buraco é feito para que elas se (des)equilibrem de pé - e dar a volta ao centro gravitacional das peças dar-me-ia demasiado trabalho (ou seja, mais uns anos à espera), por isso decidi seguir pela via simples: aceitar que era assim e seguir caminho. Encontrei umas ferramentas de pendurar objetos no Leroy, que nunca tinha visto antes, e que me resolveram o problema: são fáceis de colocar, não furavam demasiado a tela (não queria ter pregos do outro lado a riscar-me a parede) e eram perfeitas para o encaixe (ver na foto abaixo).

 

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O resultado final ficou, na minha opinião, incrível. Escolhi um papel de parede em tons de cinzento, que parece traves de madeira, onde a intenção era combinar com os tons vermelhos, brancos e pretos da maioria das minhas sardinhas. 

 

 

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Depois das sardinhas respirei de alívio: com as andorinha seria muito mais fácil. Ou não! Todas elas eram diferentes, compradas em locais distintos, por isso também não consegui pendura-las a todas da mesma forma: umas desequilibravam-se, outras precisavam de mais suporte, umas tinham arame, outras tinham um buraquinho minúsculo. Tive de dar asas à imaginação e, numa só tela, usei três soluções, como podem ver abaixo: primeiro a alternativa que usei nas sardinhas, segundo um preguinho com um cabeça mais alta para segurar no arame e terceiro um pionés. 

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Neste caso, escolhi um fundo azul e branco, para dar a ideia de céu - mas não ser algo demasiado óbvio, com nuvens e derivados. Adoro. Acho que ainda consigo gostar mais deste resultado final do que o das sardinhas - e eu achava sinceramente que isso ia ser impossível! O detalhe do pássaro cor-de-laranja é coisa para arrebatar o meu coração. (Obrigada mãe <3)

 

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Sei que a maioria das pessoas se está a borrifae sobre estes problemas de 15º mundo de como-pendurar-sardinhas-da-Bordallo-Pinheiro, mas eu andei tanto tempo atrás de uma solução que não podia deixar de partilhar. E, para além do mais, qualquer um dos meus projetos de bricolage é digno de um post: são tão raros que têm de ser mencionados! E isto ficou tão, tão giro que eu ainda me babo de orgulho de cada vez que olho para as fotografias. Ah, e já sabem: podem começar a mandar vir mais sardinhas, que agora já não têm de ficar a morar dentro da caixa ad eternum!

20
Jul15

Mudança de quarto & mudança de ares

Carolina

Há uns meses atrás mudei de quarto. A ideia era passar para o "bright side of life" e viver numa área com mais luz, menos sombria e que, mesmo em tempos de estudo, me desse alguma vitimina D. Isso implicou obras, pinturas, instalação de um novo ar condicionado, tornar a pôr as prateleiras, os candeeiros e todas essas chatices típicas de mudanças, mesmo que seja para um quarto poucos metros ao lado do nosso.

Mal as coisas críticas ficaram prontas, mudei-me e dispus as coisas um bocadinho ao calhas. Foi uma altura de muito trabalho na faculdade, com o programa de televisão a aproximar-se perigosamente e eu não tinha tempo a perder com pequenos detalhes. A decoração do quarto foi ficando para depois. E para depois. E para depois. E continua até hoje, uma vez que ainda não está acabado. A parte da parede da cama e a própria cama ainda não estão finalizadas (por isso não fotografei), porque quero alterar alguns pormenores. O objetivo, neste momento, é continuar com o quarto em tons neutros e acrescentar alguns apontamentos de cor - sendo que o amarelo é a cor que quero que predomine nesses pequenos detalhes.

Admito que o facto de querer fotografar tudo isto também deu um empurrãozinho para que terminasse a parte das prateleiras e fizesse algumas mudanças e compras de última hora. A maior alteração foi numa das prateleiras, que virou homenagem a uma parte muito importante da minha vida: os livros! Para dar um brilho especial, também já mora cá o Fernando Pessoa (pintado de azul), uma prenda de anos que me encheu o coração. O "cantinho da minha avô" também mudou de sítio, mas consegui arranjar forma de se manter com destaque no meu quarto.

As velas, as fotos, as frases, as pequenas luzes e os apontamentos de viagem continuam presentes. E, acima de tudo, a luz amarela e acolhedora e todo este envolvimento de coisas minhas que me faz sentir bem, e em casa, mais do que nunca.

 

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25
Jan15

Primeiro fim-de-semana

Carolina

Primeiro fim-de-semana de férias desde que o semestre começou: as aulas acabaram, os trabalhos estão mais que entregues, os exames estão todos feitos e só se esperam os resultados. Primeiro fim-de-semana que não tive de acordar cedo para estudar ou acabar um trabalho; primeiro fim-de-semana que tive tempo para pensar em tudo que se passou neste último mês, em que não me escondi por detrás dos livros e dos resumos para esquecer. Primeiro fim-de-semana que foi de limpezas, mudanças e de ar fresco - tudo um bocadinho do que não tinha há meses!

Com meio mundo doente e com gripes de caixão à cova (eu já tive a minha dose), ontem saí sozinha para sair um bocadinho da rotina casa-faculdade e casa-ginásio, que me estava a desgastar. Também admito: já tinha saudades de estar umas horas só comigo mesma. Fiz uma visita rápida ao IKEA, para comprar umas molduras para algo que tinha em mente (ver em baixo) e depois, como a praia ficava ali ao lado e o pôr-do-sol estava quase a acontecer, despachei-me para o apanhar. Fiquei ali meia hora, a ver o sol descer em direção ao mar.

Hoje foi dia de tirar TUDO o que tinha em cima da secretária e nas gavetas, arquivar a tralha e os milhares de papéis relacionados com a faculdade e dar um toque novo ao quarto, com umas ideias que vi num blog. Preciso de empurrar 2014 para o fundo de uma gaveta - e isso inclui varrer tudo o que possa lá para dentro, para me esquecer de tantas dores de cabeça que o ano passado me deu.

Este fim-de-semana foi bom. Espero que seja o primeiro de muitos.

 

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02
Dez14

As sardinhas mais bonitas

Carolina

Se olharam bem para a minha lista de presentes de Natal, puderam ver que pedi Sardinhas, da coleção da Bordallo Pinheiro. 

A verdade é que me apaixonei por elas mal as primeiras imagens saíram (até escrevi um post sobre isso aqui) e foi uma paixão que não foi só à primeira vista: durou, durou, durou, até que um dia as vi na montra e me apaixonei perdidamente. Não trouxe nenhuma para casa, na altura, mas dois dias depois a minha mãe chegou do shopping e disse que me tinha trazido uma prenda. Como se de uma premonição se tratasse, a imagem das sardinhas surgiu-me na cabeça e comecei a falar como as tinha visto ali há dias, como eram lindas - tudo perante o olhar incrédulo da minha mãe, que só me perguntou como é que eu tinha adivinhado. Acho que foi o destino. No saco tinha a Amparo, a sardinha-fadista.

Noutro dia qualquer, num passeio rápido num shopping em mais um dos tantos dias maus que temos tidos, tornei a parar em frente à Vista Alegre. Mais uma sardinha, desta vez a dos Correios.

E ali estão elas, em cima da minha estante, dentro das suas caixas lindas, à espera que eu tenha uma epifania sobre como as pendurar e mostrar ao mundo sem o risco de as partir. Ainda assim, sinto que estão sozinhas, e que precisam de companhia, daí ter pedido mais como prenda de Natal. É oficial: quero criar um cardume com as sardinhas mais bonitas de que há memória.

 

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23
Jun14

Umas sardinhas diferentes

Carolina

Em algumas coisas tenho gostos muito "popularuchos". Adoro, por exemplo, de símbolos muito portugueses: o galo de Barcelos, o Zé Povinho, as louças da Vista-Alegre e de Bordallo Pinheiro e os vidros lindos da Marinha Grande, as sardinhas, os manjericos, o Tejo e o Douro, as andorinhas, o St. António e o S. João (mesmo não sendo religiosa).

Na parte dos santos, a minha mãe partilha do gosto, pelo que tenho alguns aqui espalhados pela casa (e não, não têm sortido efeito em arranjar um catraio jeitoso) - mas, de resto, não tenho mais nada e sei que, ao longo dos anos, a minha casa vai aprender a estar recheada com estes símbolos que tanto me preencher o coração e que fazem parte de mim como alma portuguesa. E não têm necessariamente de ser em louça - já vi, por exemplo, algumas coisas estilo almofada, que também achei muito giro.

No outro dia, no Senhor de Matosinhos, havia imensas andorinhas de louça à venda. Não resisti, trouxe duas para casa, e já aqui estão nas minhas prateleiras do quarto, esperando que fiquem por cá durante muito tempo e não façam nenhum voo inesperado até ao chão. Fixe, fixe era agora comprar as novas sardinhas da Bordallo Pinheiro, para fazerem companhia às novas andorinhas. Ainda não as viram? Ficam as minhas três favoritas (se tiverem um ataque de generosidade ou se foram os felizes contemplados com o euro-milhões que saiu esta semana em Portugal, podem sempre oferecer-me uma e fazer uma visita às Caldas da Rainha, onde está a fábrica):

 

 

 

 

 (mais aqui)

24
Mar14

As estantes do meu quarto

Carolina

Como o prometido é devido e eu já o prometi há imenso tempo, aqui fica o resultado da breve mudança que fiz no meu quarto. Tirei as molduras, pus estantes. Já tinha mostrado parte do resultado, mas faltava uma das estantes e entretanto já acrescentei coisas. Estas foram pensadas para irem dando vida e mudança ao quarto que tanto amo e que continua a ser o meu habitat natural. À medida que for comprando, viajando e recebendo coisas, vou colocando-as lá, mudando-as de sítios e tirando outras.  

 

 

 

 

 

 

 

29
Dez13

Eu e a decoração...

Carolina

Como disse, eu tenho uma certa queda para algumas áreas das artes. Seria impensável seguir esta área (também já me chegam de áreas para onde ir, valha-me!), porque sou um desastre a tudo o que diz respeito a desenho, pintura e essas coisas, mas sempre me interessei por decoração, por exemplo; sempre adorei conjugar cores, objectos e ver como funcionavam melhor no mesmo local; desde cedo que também me aventurei no mundo das bijutarias, nos colares, nas pulseiras, nos brincos e posso dizer que houve uma fase em que não me saí nada mal; também passei uma fase em que decidi comprar uma mini máquina de costura e, com os tecidos que tinha aqui em casa, andava com malas super simples feitas por mim e a minha amiga máquina; já do lado mais técnico, sempre tive uma óptima visão a três dimensões e a única vez que arranquei um 5 a Educação Visual foi quando tínhamos de fazer a planificação de qualquer objeto de três dimensões, passando-o para o papel.

Mas enfim, a decoração sempre foi a minha paixão maior. Muito por culpa dos Sims, diria eu - é melhor eu não dizer quantas horas da minha vida é que eu perdi a jogar aquele jogo, porque provavelmente ficariam escandalizados. Eu passava horas, horas, e mais horas a jogar - dias seguidos, sem parar! Hoje o mesmo não acontece (às vezes lá mato saudades, mas são assim umas quatro vezes ao ano), mas o amor pela decoração mantém-se. Quando tive aquela ideia de pôr duas prateleiras no meu quarto até dei saltinhos de alegria por poder decorar mais alguma coisa só a meu gosto, como queria e como gostava.

Eu acho até que se ganhasse o euro-milhões gastava o dinheiro em IKEA's, Áreas, Lojas do Gato Preto e Casa's - ir a uma destas lojas é quase um acto de masoquismo para mim. Eu trazia tudo! Gosto tanto de todas aquelas peças, e começo logo a imagina-las em certos sítios, e de como ficaria bem com o papel de parede x que tinha visto num outro sítio e... enfim! Uma tentação. É pena ser tudo tão caro e eu, geralmente, vir de mãos vazias. Ainda assim, sempre que surge uma oportunidade, tau!, lá estou eu prontinha a trazer para casa tudo o que possa adornar mais um bocadinho o meu lar doce lar. 

O Natal deu-me uma bela desculpa para navegar por todas estas lojas e eu entreti-me a tirar fotos àquilo que poderia trazer prontamente para minha casa. Não a tudo, mas a coisas que ia vendo aqui e ali e até achava giras para prendas de natal, caso me faltassem as ideias. Partilho-as aqui, só porque gosto de decoração e não queria que estas peças ficassem perdidas e tristes algures no meu telemóvel. E, já agora, porque uma das peças está nesta momento em cima da minha estante (yesss), graças à minha mãe que ma deu num dia que me estava a correr para lá de mal (obrigada mummy!).

 

Quem não gosta destes globos de neve, especialmente no Natal? (Área)

 

E um destes jarrões já cá mora! Foi amor à primeira vista! (Área)

 

Adoro, amo de paixão esta nova moda das plaquinhas com frases. Trazia tu-di-nho! (Casa)

 

Coisinhas para pôr velas fazem sempre falta, certo? Mesmo quando não se tem velas! (Casa)

 

20
Nov13

Pormenores

Carolina

Andava já há uns tempos a querer fazer modificações no meu quarto. Acho sempre bom mudar de ares, acordar e ver coisas novas, surpreendermo-nos com aquilo que nos envolve mas que é sempre tão nosso. Inspirada por uma série de imagens que vi, decidi deitar mãos à obra e perder a amor a umas (poucas) dezenas de euros.

O meu quarto não prima por ter muita arrumação e por isso decidi investir por aí. Não em arrumação muito útil, mas sim para todas aquelas tralhas que tenho, que vou comprando, que acho giras, que trago das viagens que faço e etc. Acabo sempre por ter de as meter algures num recanto escondido e isso faz com que a piada se perca toda.

O "projeto" ainda não está finalizado, mas está a meio caminho. Terei, em breve, uma foto do antes e do depois para vos mostrar. Para já, que ainda não está completo (falta uma prateleira, mais molduras e outras coisas que tenho de descobriria que estarão por aí perdidas), mostro-vos pormenores desta minha nova parede, por não resistir à tentação de partilhar. 

 

(a porta também deixou de ter a bruxa ao dependuro. foi um bónus)

 

 

 

 

19
Nov13

Natal: o que dar? 2#

Carolina

Bom, esta não é propriamente uma sugestão concreta. É mais uma dica para irem estando atentos: posso-vos dizer até que já me foi útil!

O site showroomprive.pt tem imensa coisa, todos os dias, com ótimas promoções. Algumas mais caras, outras mais baratas; outras claramente fracas, outras nem tanto. Há desde roupas, passando por têxteis para a casa e decoração. Existem lá coisas relativamente baratas, úteis e engraçadas, que podem ser oferecidas a qualquer pessoa: muitas vezes, corre-se o risco de dar-mos um padrão que não gostamos, uma peça de roupa que o indivíduo não usa. Ali, há inúmeras soluções. É preciso é estar atento e pegar logo nas coisas melhores, porque essas voam em três tempos. As promoções têm sempre um limite, que pode ser de dias até uma ou duas semanas. Tudo depende. É irem passando. Ficam algumas ideias - todas unissexo, todas giras, todas abaixo dos 15 euros:

 

(podem clicar nas imagens para irem directos para a página)

 

 

 

 

 

 

21
Nov12

Sugestões para presentes de Natal para quem está em crise 8# - Suporte de velas

Carolina

Pronto, agora que já têm as velas feitas como vos ensinei num dos posts de sugestões de natal (pronto, estou a pedir muito, eu sei - vão lá comprar velas),  precisam de um sitio para as pôr.

Comprem jarras normais, não muito altas, transparentes: deixo dois exemplos aqui e aqui, do IKEA, ambas por 4,99€. Depois imprimam uma foto, uma imagem ou padrão em papel vegetal e colem-na ao vidro, moldando o papel à jarra. Podem usar cola branca para o efeito, por exemplo. Na minha opinião, uma foto a preto-e-branco fica um mimo, mas é ao gosto de cada um e consoante a pessoa a quem pensamos oferecer.

Depois embrulhem em papel, para não partir, e depois com papel de embrulho. Original ou não?

 

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