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[Entre Parêntesis]

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

30
Out15

O melhor bolo-rei da cidade

Carolina

Escusam de vir com concursos e reportagens sobre o melhor bolo-rei do país, do mundo e até do universo. Não acredito em nada e acho que não preciso de experimentar mais bolos e engordar em vão porque já encontrei o melhor bolo-rei desta galáxia e arredores - e, como sou uma querida, faço questão de o partilhar convosco (embora já o saiba há muito tempo, mas mais vale tarde que nunca!). 

O melhor bolo-rei do Porto está na Duvália, um restaurante/confeitaria com fabrico próprio situado na zona do Campo Alegre e que, para além deste doce típico de Natal - que têm durante todo o ano para podermos matar saudades quando bem nos apetecer, o que é óptimo - tem tantas outras delícias de bradar aos céus. Os jesuítas e seminaristas são muito bons, o mini-bolo de noz é delicioso, assim como a tarte de maçã e a tarte de morangos e chantilly. Mas o bolo-rei, esse sim, tem lugar cativo no meu coração - e, não querendo parecer uma marca de pizza amplamente conhecida, o segredo está na massa. Não sei como o fazem, mas não deve ser fácil, porque nunca comi mais nenhum bolo como este: a massa é sempre super fresca, macia, parece que não seca e que toda a humidade fica magicamente retida ali dentro. Por outro lado nunca têm muitas passas, o que é óptimo, porque é a única coisa que detesto no bolo-rei.

Fica então a dica. Acreditem que é de comer e chorar por mais. Comprei este fim-de-semana o primeiro bolo-rei desta época fria e soube-me pela vida. Aliás, corrijo - soube-me a Natal; daqueles bons, quentinhos, que enchem e aquecem o coração. Estou oficialmente dentro do espírito da época.

27
Mar14

Miúda de 95 14#

Carolina

Nunca gostei muito de ir a festas de anos, mas ainda cheguei a ir a algumas (sempre pela ponta dos cabelos, mas vamos ignorar isso). Lembro-me de pouco dos pormenores das festas, dos sítios (sei que cheguei  a ir a alguns daqueles parques temáticos,  que odiava e morria de medo dos escorregões gigantes),  das pessoas e mesmo dos aniversariantes - provavelmente o que me lembro melhor é da comida (e quando me impingiam aquelas sandes de queijo em bicos de pato que eu odiava?! - aí,  criança sofre!). Em particular dos bolos. 

E quem se lembra dos bolos dos rapazes? Não eram Faíscas MCQueen's, figuras de wrestling ou pokemons... Eram campos de futebol com relvinha e uns bonecos para lá para o meio. Aqui há tempos lembrei-me e comecei a reparar e, pelo que vejo, esses bolos de relva verdejante e jogadores de plástico já passarram de moda. Agora o pessoal quer tudo muito mais evoluído, e monstros com super-poderes e coisas que tais. Eu cá, apesar de tudo, ainda prefiro o futebol. E o bolo, claro - acima de tudo, o bolo. 

 

07
Fev14

Oferecem-se calorias

Carolina

Depois de dois dias passados na cozinha, dores de costas quanto baste e mãos bastante doridas por causa do rolo da massa, aqui está o resultado. Umas coisas saíram bem, outras um bocadinho mais ao lado, porque nem tudo pode ser perfeito. Hoje estou cansada e amanhã quero um dia longe do forno e da farinha e de coisas que tais.  

 

A massa folhada, antes de uma das suas idas ao congelador. Andei eu a ver vídeos no YouTube e receitas e tudo mais e a idiota não folhou como devia de ser. Tantas horas, tanto amasso, tanto trabalho, para depois os meus jesuítas saberem a jesuítas mas ficaram vergonhosamente baixos e desconsolados ao olhar. Ainda assim, de muitos que fiz, só sobram uns dois. 

  

Um bolinho de iogurte, que as crianças não querem outra coisa. Hoje ficou muito fofinho, por acaso. 

 

Um cheesecake. O que dizem ser "original", que vai ao forno e coze em banho-maria. Há precisamente um ano fiz esta receita e na altura gostei mais. Hoje não gostei muito da textura e, mais uma vez, ele escangalhou um pouco, para minha desilusão. Não fiquei grande fã. Mas, enfim, tentei!

 

A minha típica mousse, aqui ainda em preparação:

 

E a surpresa do dia! Decidi ser eu a fazer o bolo de aniversário e tentar fazer algo diferente. Acho que consegui.

 

Porque o interior era... vermelho! Tcharam! Isto foi também para pegar com o meu irmão, que aqui há um par de anos fez cara feia quando lhe dei a comer um bolo azul. Mal abriu o bolo, disse-lhe "como não gostaste do azul, pensei que fosses gostar mais do vermelho". Tau! No meio tinha creme com sabor a frutos vermelhos e o bolo em si era "aromatizado" de chocolate. Eu fiquei fã, mas aqui por casa a maioria fez-se de esquisita. Meninos. 

18
Out12

Com fome e vontade de poupar

Carolina

À conta do aniversário dos meus diabinhos, a minha dieta ficou em stand-by. Porque sejamos sinceros: com doces em casa, dieta é uma verdadeira missão impossível. O truque de tudo é mesmo esse: não ter em casa e, consequentemente, não comer.

Mas enfim, depois de terminar com a mousse que fiz (que estava para lá de divinal) e do resto da casa acabar com o pudim, ainda sobravam as claras no frigorifo (porque para o pudim é preciso as gemas). Como não estamos em altura de deitar nada fora e como eu estou com uns desejos maléficos de açúcar, arranquei-as do fresquinho do frigorífico e fiz delas um bolo de chá. Muito simples, mas fofinho e com um suave travo a limão. E quentinho... hummmm!

 

18
Jun12

O bolo da mãe

Carolina

 

Adoro fazer bolos, adoro decorar bolos, adoro comer bolos. Adoro tudo o que seja bolos related (e o Cake Boss? Amo!). Mas a verdade é que o meu jeito fica-se por cozinha-los e come-los, porque decora-los não é de todo o meu forte (como, aliás, seria de esperar, visto que as minhas mãos são desastrosas em quase tudo o que é trabalho manual).

Mas a mãe fez anos, e houve bolo, e massa de açúcar de três cores para decorar o dito cujo. Sabia que provavelmente ia fazer asneira e que a decoração não ia sair grande coisa, mas a diversão era dado adquirido. E portanto dei mãos e alma ao bolo, que saiu como está na foto. A parte de cima muito catita (porque tive a ajuda dos moldes) e a parte lateral, do parabéns, não tão bem, mas com uma bela camada de esforço.

Até me sinto realizada.

 

DSC_0670

12
Set11

Bolo de banana

Carolina

 

Hoje, como havia bananas por utilizar e que estava claro que ninguém as ia comer, a minha mãe sugeriu que fizesse um bolo de banana.

Agora que compramos uma super máquina que tem liquidificadora incluída (não, não é a bimby nem nada que se pareça e sim, compramos mais um electrodoméstico para a colecção), é tudo muito mais fácil. O bolo, de sabor, está muito bom. De aspecto... enfim, devia ter tostado um pouquinho mais.

Não posso deixar de frisar que não consegue bater o meu bolo de cenoura (já vos disse que sábado fiz um e que no domingo já mo tinham comido todo?).

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