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[Entre Parêntesis]

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

09
Jan13

A reabilitação do Bolhão

Carolina

Hoje fui à baixa comprar uma prenda de aniversário para um amigo e aproveitei para ir com a minha mãe ao Bolhão, ver se havia alguma fruta que me agradasse (a fruta do supermercado não sabe a rigorosamente nada). Pelo caminho ainda paramos na mercearia "A Pérola do Bolhão" para comprar algumas coisinhas - nunca tinha lá entrado, mas a fachada conheço-a de ginjeira: já mandei vários postais com a imagem da loja, que é lindíssima. Por dentro é super tradicional e bonita e, para meu espanto, estava com bastantes clientes (o que é para lá de fantástico)!

Já o bolhão é o contrário. Tão triste que aquilo está - tão vazio de lojas e de compradores, num espaço em obras ó-d'eterno e extremamente degradado. O Porto tem vindo a investir - e bem - na reconstrução de espaços e a cidade está de novo a crescer a nível de turismo e a animar. Mas eu bem me lembro de ir a mercados em Barcelona e Paris e sei que são pontos de atracção - no entanto, o Bolhão é um sítio decrépito e triste, que não atrai nada nem ninguém, quando podia ser um espaço fantástico e tão típico. Há algum tempo que penso isto e estou a fazer figas que alguém que está no poder pense o mesmo - há sítios com tanta história que não merecem morrer só por causa do passar do tempo.

 

27
Dez12

Iluminações na baixa do Porto

Carolina

Eu fiquei encantada com as iluminações de Natal deste ano, na baixa. Não eram muitas, é verdade, e estavam pouco espalhadas, sendo que o "cerne" estava na Avenida dos Aliados. Mal as vi, informei os meus progenitores que este ano íamos lá tirar umas fotos, de tão bonito que estava.

E lá fomos nós, ontem ao fim da tarde. Em frente à Câmara está uma árvore altinha, cheia de luzes de Natal. É construída de uma forma muito simples, mas está muito bonita. Mais abaixo, na praça em si, estão uns quantos bancos de baloiço com palavras alusivas ao natal: "Amor", "Abraço", "Magia", "Família", "Porto", "Sonho", "Festa", "Natal",... Uma ideia e peras; um mimo! De todas as vezes que passei lá de carro, estava sempre tudo ocupado e com pessoas a tirarem fotos. Quando lá parámos, tivemos de fazer uma esperinha, a ver qual o banco que ficava livre mais depressa. Calhou-nos o "Amor".

A Avenida está linda e cheia de gente - turistas incluídos. Foi uma ideia maravilhosa e que, de certa forma, acabará por compensar os gastos da luz - razão pela qual as iluminações têm sido erradicadas das cidades (foi bem jogado, Rui Rio!).

 

 

02
Nov12

Starbucks? Ainda não é desta...

Carolina

Ainda não foi desta que o Starbucks chegou à Invicta... mas temos direito à imitação!

Enquanto a minha mãe foi ao dentista, fiz-me ao caminho para ir lanchar num dos mais recentes cafés da baixa: o Costa Coffee. Localizado num sítio maravilhoso, ali à beira dos Clérigos e por debaixo do novo jardim das oliveiras, onde vão abrir uma série de galerias.

É carote para aquilo que serve, mas o espaço é muito agradável e com um estilo jovem e descontraído. Bebi um super chocolate quente (estava frio, sim?) e comi um croissaint francês que me soube pela vida.

Já há muito que espero que a Starbucks chegue ao Porto, e achava que era desta (vi o café a ser construído e, pelo estilo, pensei que fosse), mas enganei-me. Mas a verdade é que as diferenças não são muitas - e, pelo que vejo, a aderência foi mais do que boa.

Como adoro aquela zona da baixa, tenho a certeza que vai ser um bom poiso para um cafézinho ou uma tarde de passeio, daquelas que gosto de fazer de vez em quando para desanuviar a cabeça dos problemas do dia-a-dia.

 

07
Out12

Na rota das lojas vintage

Carolina

Ontem fiz uma coisa que é muito meu costume e que adoro: enfiar-me na baixa. Mas não na "normal", na Rua de Santa Catarina e Passos Manuel. Deixei-me ficar pelo outro lado, desde as galerias até às paralelas e perpendiculares da avenida dos aliados. Tudo porque sabíamos da existência de duas lojas vintage.

A primeira eu já conhecia de vista: chama-se "Novo's" e fica na Rua da Fábrica - perpendicular à Rua dos Aliados. Uma constante neste tipo de lojas é a acumulação de tralhas, demasiadas coisas umas em cima das outras e um espaço demasiado preenchido - este não foge à regra. Muito à anos 20, com música à anos 20 e coisinhas muito giras e fofinhas (tirando umas que davam assim para o gótico) - pena serem um pouco caras para o que é. Deixamos a loja - e o seu dono, um tanto ao quanto sinistro - de mãos a abanar.

Depois procuramos a outra: que segundo sabia, era um cenário perfeito para filmes de terror; escura, cheia de manequins partidos e pernas espalhadas, bonecas em frente a espelhos e papéis de parede um pouco horrendos. Pena foi termos chegado lá e uma das duas salas estar fechada (a mais assustadora, segundo consta). Ficamo-nos pela que estava aberta: depois de estar lá dentro uma hora, trouxe uma peça comigo (vale dizer que custou 5 euros e parte dela é bordada à mão). A outra sala deverá abrir segunda feira, com coisas de inverno e mais promoções. E eu estou lá batida.

Esta segunda loja é de fácil identificação: metam-se na Rua do Almada e olhem para os primeiros andares. Quando virem uma fachada cheia de bonecos, manequins, pernas, peluches e mais coisas assim, é lá. E chama-se Rosa Chock (há também outra loja destas na Rua Formosa, mas que só abre de manhã - esta onde fui, só abre de tarde). Segunda, para além de lá ir ver se arranjo mais pechinchas, vou até Miguel Bombarda, onde acho que há mais duas lojinhas.

 

A fachada da Rosa Chock:

 

No interior da loja:

 A camisola:

20
Set12

Mais uma noite

Carolina

Hoje foi noite de aproveitar o bom tempo que se faz sentir e dar um passeio pela baixa, com o meu pai. Depois de jantarmos uma francesinha (estava com desejos e no fim nem me soube lá muito bem), decidimos parar nas galerias para dar uma volta e beber qualquer coisa. O tempo está a ficar mais húmido e a previsão para amanhã é incerta, pelo que temos é de aproveitar o verão que nos resta.

Saímos quando a coisa estava a começar a animar, mas aqui a menina tem de acordar com as galinhas para ter aulas (ai valha-me nossa que amanhã tenho educação física). Mas soube-me tão, tão bem...

 

 

16
Mai12

Calor a mais no flea passado

Carolina

No sábado fui ao Flea Market, que se realizou na praça e antigo cinema Batalha (ali na baixa). Mal cheguei dei graças por não me ter inscrito para vender – era ver pessoas com leques e tudo o que servisse para o mesmo efeito, escaldões na cara e costas e a suar por todos os lados.

Todo este calor em excesso, acho, não ajudou às vendas. De certa forma, as pessoas (eu incluída) acabavam por se apressar para sair daquele forno inundado de compradores e vendedores. Para eventos como este, mais valem dias mais fresquinhos mas amenos.

Mas foi uma grande feira: contou com desfiles de moda, capoeira, torneio de skate e uma manifestação (que não fazia parte, mas acabou por se colar à festa).

Para casa, só trouxemos uma prendinha para o pai: uma edição limitada e autografada de um livro de Aquilino Ribeiro. De resto, não se pode considerar que tenha sido produtivo. Mas foi uma tarde bem passada.

11
Mar12

Século XXI? Devem-se ter enganado na contagem...

Carolina

No sábado fui à baixa dar um passeio e ver se havia alguma coisa gira que pudesse trazer para casa (não havia, daí o meu desconsolo). Estacionamos o carro no parque de estacionamento do Via Catarina (um dos shoppings que dá acesso directo à rua de Santa Catarina, a rua "principal" da baixa do Porto), e quando estávamos a ir embora deparamo-nos com uma enorme fila de pessoas à espera de um elevador - um dos quatro - que dá acesso ao parque.

Ao chegar um elevador, entram para lá três pessoas - duas raparigas e um rapaz, sendo que ambas eram góticas e ele rastafári. Qual não é o meu espanto quando vejo que, após a sua entrada, ninguém mais entra no elevador, apesar de estar um monte de pessoas à espera para entrar e o elevador praticamente vazio para a sua capacidade. Eu e a minha mãe fizemo-nos ao caminho e entramos no elevador, passando toda aquela gente demasiado esquisita à frente e fazendo a curta viagem de elevador em conjunto com o trio.

Agora, pergunto-me eu: vangloriamo-nos nós que estamos no século XXI e que as mentalidades estão muito mais evoluídas? Tenham vergonha.

13
Dez11

Os palhaços da baixa

Carolina

Devo dizer que, apesar de ter um irmão palhaço, nunca fui grande apreciadora destas criaturas. Sempre que vou à baixa, estão lá pelo menos dois. É claro que, quando estamos com crianças, a probabilidade eles virem ter connosco é maior; mas eu não preciso de crianças para os atrair - eles vêm ter comigo mesmo que eu não queira.

Há umas semanas atrás, quando lá fui para comprar uma carteira, um decidiu perseguir-me num trecho de Santa Catarina - queria dar-me um abraço. E lá andei eu a fugir dele.

No sábado, quando lá fomos com o Zé Luís e a Clara para eles verem as pessoas e as lojas, veio um palhaço chama-los. Lá fez uma flor e um cãozinho para ela e uma espada e um chapéu para ele. E lá pelo meio, ainda teve tempo de me mandar para a cara uma lufada de ar vinda da bomba com que enche os balões.

É karma, não é? Eu bem fujo, mas a coisa não tem resultado...

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