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[Entre Parêntesis]

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

31
Dez16

2016

Carolina

Em 2016 eu...

 

- fui operada, levei uma anestesia geral e pernoitei no hospital - tudo pela primeira vez;

- ouvi a Adele ao vivo e afigorou-se, provavelmente, o melhor concerto da minha vida;

- para além dela ainda ouvi James Bay e Kodaline no Marés Vivas, o Miguel Araújo e o Zambujo no Coliseu e os D.A.M.A. na Régua;

- comprei uma tenda de campismo;

- acampei com a minha família durante dois dias e com as minhas amigas durante três;

- fui a Londres, a Estocolmo, a Helsínquia e Poorvo, a São Petersburgo, a Tallinn e Riga;

- acabei a licenciatura com 16 valores;

- fui ao cortejo académico;

- estagiei durante quase quatro meses;

- arranjei o meu primeiro trabalho;

- por causa disso, vi pela primeira vez o meu nome escarrapachado num jornal, como sendo eu a autora;

- recebi o meu primeiro salário e comprei um relógio com parte dele;

- fui uma semana inteira para o Algarve e foi ma-ra-vi-lho-so;

- fui ao museu do FCPorto;

- fui a Aveiro, Serra da Estrela, Gerês e Régua;

- festejei na rua o facto de sermos Campeões da Europa;

- fui voluntária na livraria Lello no lançamento do último livro do Harry Potter;

- escrevi pela primeira vez numa revista, por convite;

- fui pela primeira vez ao Portugal Fashion;

- vi fotografias minhas expostas no Hard Club;

- fiz arborismo e slide pela primeira vez;

- arranjei um PT e desisti duas aulas depois;

- passei um dia inteiro no Douro a andar de kayak;

- para além do Douro, ainda nadei no Mondego;

- deixei de beber Coca-Cola;

- joguei pela primeira vez num casino;

- perdi pela primeira vez um avião;

- li muito menos do que queria e desisti de demasiados livros;

- comprei uma árvore de Natal com 3 metros;

- fui júri num concurso de jovens estilistas;

- comi demasiados pães com chouriço.

 

Que 2017 traga isto e muito mais. Acima de tudo, sejam felizes - é tudo o que vos desejo para o ano que se aproxima. E, já agora, que me continuem a seguir e a acompanhar a minha vida, os meus pensamentos e as parvoíces do costume!

 

2016_2.jpg

30
Dez16

Desculpa mundo, mas o meu 2016 foi absolutamente espetacular

Carolina

É engraçado como as coisas se repetem: há um ano atrás estava também a escrever um post de balanço e a fazer um esforço para refletir sobre os 12 meses anteriores e não só nos últimos tempos que tinha vivido, que não tinham sido muito bons - eu sabia que 2015 tinha sido generoso comigo, mas tive de me esforçar para o admitir, porque quando nos deixamos invadir por sentimentos negativos parece que tudo na nossa vida é escuro.

Não esperava, mas este ano está a acontecer-me o mesmo. O último mês não tem sido brilhante: mas a verdade é que todos os outros foram (com exceção de Janeiro, que estive de cama). 2016 foi, talvez, o melhor ano da minha vida com aquelas que foram - e aqui sem qualquer tipo de dúvida - as melhores férias até hoje. Até me sinto mal em dizer isto, uma vez que todo o mundo está com vontade de dar um pontapé no rabo de 2016 e nunca mais o ver à frente - mas não é o meu caso. Lembro-me todos os dias das coisas maravilhosas que fiz este ano: o que vi, o que senti, o que viajei, o que conheci. Vivi dias incrivelmente felizes e com uma paz de espírito rara em mim; sinto que cresci imensamente a nível emocional e somei muitas pequenas vitórias profissionais, que tornam os meus dias de "luta" numa guerra que estou feliz por lutar.

O incrível no meio disto tudo é que, para além das viagens e de um par de coisas realmente marcantes, não há assim tanta coisa que eu possa dizer que foram a razão para este "título" que estou a dar a 2016. E isso é maravilhoso, porque é sinal que a vida que levo - todos os dias, a minha nova rotina, as "minhas" novas pessoas - são o suficiente para uma vida feliz. É claro que fui extra feliz quando fui para Estocolmo, quando pisei solo russo, quando ouvi a Adele ao vivo ou quando passei o dia num kayak no meio do Douro - mas tudo isto são adereços no meio de um quadro, só por si, muito bonito. 

E é isto que eu quero reter sobre 2016 - acho que aprendi a ser feliz. Mais: antes disso, aprendi o que é ser feliz. Viver as pequenas coisas, saborear as vitórias e saber deixar ir as derrotas, as tristezas e as coisas menos boas da vida; saber deita-las para trás das costas, não as vivendo ainda mais intensamente do que todas as outras coisas. Diria que o cruzeiro foi das melhores experiências da minha vida e fazia-o todo de novo, mas não há nenhuma viagem ou concerto que se comparem a um ensinamento destes, que acho - e espero - me vai servir para o resto da minha vida.

Fecho 2016 com todas estas lições em mente e tentando pô-las em prática, dando a volta a este estado de espírito menos positivo das últimas semanas. Se 2017 for igual, só tenho a agradecer: acima de tudo, só quero saúde para mim e para os meus e muito trabalho à mistura. Do resto, trato eu. Acho que já tenho pózinhos de prilim-pim-pim suficientes para fazer a coisa brilhar.

 

PicMonkey Image.jpg

02
Jan16

E livros para 2016?

Carolina

Mais um ano, mais 366 dias (é ano bissexto, temos mais um dia - weeee!) que nos dão a oportunidade de ler coisas maravilhosas. Este ano, como sei que a minha vida vai mudar um bocadinho (daqui a pouco o estágio e depois sabe-se lá o que vem a seguir), não quis arriscar muito no meu desafio anual de leitura e baixei a fasquia para 20 livros (já está ali na barra lateral). Faço-o porque gosto de cumprir com aquilo que me proponho e tenho medo de, neste período de adaptação, me desleixar um pouco (embora ache que vai acontecer o contrário, mas a ver vamos). 

 

Então este ano, quero/vou ler:

  • "O Pintassilgo", de Donna Tart, vencedora de um Pulitzer. É um livro que está em lista de espera há demasiado tempo, em grande parte pelo seu tamanho (giganteeee). Já o tenho na minha estante, emprestado, e tenho intenções de o "despachar" nos próximos tempos. Expectativas em alta.
  • "O Homem de São Peterbsburgo", de Ken Follett. Nunca li nada deste autor, uma grande falha da minha parte. Muito também porque escreve livros enormes, o que muitas vezes acaba por não me atrair. Descobri este livro (que penso ser recente) que tem uma sinopse que me cativou e, felizmente, não tem o tamanho de uma bíblia. Acho que é por este que vou começar (se me aconselham outro para começar com este autor, dêem-me dicas!). 
  • "Stoner", de John Williams. Li tanto, tanto sobre este livro no ano passado... mas, honestamente e por todas as críticas que leio, tenho-lhe algum medo. Não sei se será demasiada areia para a minha camioneta. Mas acho que vou tentar.
  • "Fangirl", de Rainbow Rowell. Este, numa onda bem mais light, também já mora na minha estante, graças a um Pai Natal bem generoso. É uma escrita para jovens, mas que eu não deixo de gostar e que sabe sempre em - principalmente depois de livros mais "pesados". Também constitui a segunda oportunidade que dou a esta autora, que toda a gente parece gostar muito, mas que eu não achei nada do outro mundo - li "Eleanor&Park" e pareço ser a única a não me apaixonar por aquela história. A ver vamos como corre com este "Fangirl".
  • "Sensibilidade e Bom Senso", de Jane Austen. Este já morava na minha biblioteca, já com uns anos consideráveis (e aquele cheirinho maravilhoso) - trouxe-o apenas para uma estadia na estante do meu quarto. Tentei, há já uns anos, ler Jane Austen e não consegui. Quero muito tentar outra vez. Não sei se este será o livro ideal para me cativar ou se mudarei de ideias e troque por outro da Austen, mas é definitivamente algo que queria tentar outra vez.
  • "A Tia Júlia e o Escrevedor", de Mario Vargas Llosa. Este, dos poucos autores "Nobel" que li, é de longe o meu favorito. Este também já mora cá em casa há algum tempo, vindo de uma daquelas coleções que saem em revistas, mas a letra miudinha afugenta-me dele de cada vez que olho para ela. Vai ser outro desafio para ultrapassar, mas que acho que vai valer a pena.

Estes são alguns dos livros que gostava muito de ler este ano, embora nunca esteja certa do que vai sair daqui. Tudo depende do meu tempo, da minha vontade e, claro, das novidades que aparecerem nas livrarias e que me roubem a curiosidade. E por aí, já há desafios de leitura? Já sabem o que querem ler ou vai ser mesmo ao sabor do vento?

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