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[Entre Parêntesis]

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

31
Mar16

Chávena de letras - "Just one night"

Carolina

justonenight.jpg

 Este livro era a minha pedra no sapato relativamente à sequela de "Just One Day", que li toda (com excepção deste "acrescento"). Queria muito, muito lê-lo, mas o facto de só existir em ebook desmotivou-me muito e fui tendo a esperança de que fosse publicado em papel. Até hoje, não aconteceu (e agora percebo porquê) - por isso, não aguentando mais a curiosidade, li-o no tablet (e não, não gostei).

Digo que percebo o porquê de ele não ser publicado em papel porque, na verdade, isto é uma espécie de epílogo maior do que o normal do "Just One Year" - algo muito pequeno para um livro mas demasiado grande para um capítulo, que de facto não compensaria passar para o papel. É quase um doce para os fãs da série de livros; para aqueles que queriam mesmo, mesmo saber como é a que história acaba (porque embora o livro anterior dê a entender, acaba precisamente na parte em que todos queremos que continue). É a prova de que um livro (ou, neste caso, um mini-livro), pode não ter um obstáculo enorme e notório para ser maravilhoso.
Gayle Forman afirma-se cada vez mais como uma das minhas escritoras favoritas dentro deste género. Tem a capacidade de me fazer devorar livros e apaixonar-me pelas personagens como poucos têm. Mais houvesse, mais lia.

29
Mar16

Os meus textos grandes

Carolina

Não gosto muito de misturar o mundo real com o virtual, por isso evito falar do que aqui escrevo ou estabelecer comparações. É por isso raríssimo perguntar a alguém se leu determinado texto do meu blog - mas em alguns casos, principalmente com pessoais mais próximas, normalmente com textos ou temas que lhes dizem respeito, por vezes pergunto se leram esta ou aquela publicação. E a resposta é muitas vezes (neste e noutros casos): "ainda não li, é muito grande, não tive tempo". E aquele "é muito grande" fica ali no meu ouvido, a remoer e a remoer até eventualmente me passar a neura que esta afirmação acaba por me provocar. Porque eu fico fula quando me dizem que tenho textos grandes.

Eu escrevo. "Escrevo". Num blog; escrevo textos, escrevo opiniões, escrevo críticas, escrevo pensamentos. Eu não "tweeto", eu não faço estados no facebook, eu não faço vídeos e vlogs, não comunico através de fotos - eu escrevo. E a única forma de escrever... é escrevendo. Há que fundamentar, contextualizar e argumentar: e, para o bem e para o mal, isso exige que as palavras rolem sobre a tela, porque não há outra forma de fazer com que as coisas se expliquem. 

Eu sei que vivemos na era dos tweets que não ultrapassam os 140 caracteres; no tempo dos soundbites, dos estados do facebook onde a brevidade das palavras é quase obrigatória caso queiramos que alguém leia o que escrevemos. Vivemos no tempo dos pitchs de três minutos e das infografias (porque preferimos ver imagens, como os meninos pequeninos, do que ler o que quer que seja e perceber as coisas a fundo). Vivemos no tempo dos vídeos de 15 segundos do instagram e nas micro-receitas deliciosas em páginas giras do facebook. Vivemos no tempo em que os insights nos dizem que as imagens e os vídeos resultam melhor do que textos ou atualização de estados - e por isso prolongamos isto, esta desconcentração e falta de interesse crescente em tudo o que é mais profundo. O superficial é bom. O superficial basta.

Mas eu, como escrevo, contrario isso. A superfície não me chega - assim como não me chegam os estados no facebook, os vídeos, as imagens, os pitchs ou as infografias. Eu quero a superfície e a profundidade; quero ler, pensar e escrever. E, claro, gostava que o fizessem comigo - mas aceito o facto de o meu público ser cada vez mais pequeno: porque não há paciência, não há tempo e, acima de tudo, não há vontade. Os meus textos são grandes.

Desculpem se acho que ainda há ideias e pensamentos que não se transmitem apenas com um tweet.

28
Mar16

Cemitérios de posts nos meus favoritos

Carolina

Houve tempos em que eu, neste mundo da internet, era uma miúda organizada. Tinha centenas (sim, centenas) de links metidos dentro de pastas, que por sinal estavam dentro de pastas (que estavam dentro de outras pastas) na área dos favoritos e achava que assim tinha tudo à mão de semear. Na verdade, nem precisava de ser um site que usasse regularmente: se me lembrasse de um site que um dia me pudesse dar jeito, punha-o logo nos favoritos e era mais um para a coleção. Enfim, maluqueiras!

Hoje em dia já não utilizo os favoritos e, embora para olhos alheios isto possa parecer desorganizado, para mim está tudo nos sítios certos. Mas graças às novas tecnologias e mesmo tendo mudado várias vezes de browser ao longo dos anos, os meus antigos favoritos têm viajado comigo de computador para computador, de browser para browser. E um dia destes, num tempo morto (ou numa altura em que devia certamente estar a fazer algo e não estava), decidi dar uma olhadela naquela secção, mais propriamente na pasta "blogs" (que eram os blogs que seguia na altura, há uns seis anos atrás).

Não foi com surpresa que me deparei com 95% dos blogs que lá estavam (e era muitos) abandonados. Fechados. Com o tão conhecido "Error 404: URL not found." - ou então com a página redirecionada para um site tipo-porno com chinesas estranhas. Alguns que deixei de visitar por minha livre e espontânea vontade, outros que já sabia que tinham deixado de publicar. E não deixa de ser triste. Principalmente para alguém como eu que, naquela altura, vivia a internet literalmente como uma segunda casa e onde todos estes blogs eram quase meus "vizinhos", que me abriam as portas de suas casas e me faziam sentir sua amiga (alguns passaram mesmo a sê-lo, mesmo na vida real - mas muito poucos). 

Hoje, quando olho para aqueles blogs - que se tornaram autênticos cemitérios de posts - foi como se me tivessem fechado a porta. Porque a verdade é que, apesar de mais crescida e desprendida deste mundo, continuo a sentir que morávamos todos no mesmo bairro.

28
Mar16

Pieguices

Carolina

Sabes que és uma saudosista, uma nostálgica, uma sonhadora e uma piegas quando, mesmo passado oito anos, revês esta cena* na televisão (num momento em que estás a fazer zapping e o filme te aparece perfeitamente ao acaso) e as lágrimas escorrem naturalmente. Uns vão dizer que não cresci; outros vão dizer que não consigo largar o passado. Eu digo que ainda não acredito em toda a sorte que tive em viver o que vivi à custa disto. E que tenho saudades. Caraças!, que saudades.

 

 

 

*cena esta que, por mero acaso, estava a começar a passar - e que, ao longo dos anos, se tem vindo a distinguir de longe como a minha favorita. 

26
Mar16

Miúda 95 46#

Carolina

Os tokings

 

Eu faço parte da geração que iniciou estes novos tarifários "jovens" e pré-pagos, que antes não existiam. Lembro-me muito bem de, no meu 4º ano, ir a uma visita de estudo ver uma peça de teatro no Rivoli e de, no início, dizerem nos altifalantes que no fim todos os alunos iam receber um cartão Yorn. Foi a loucura. Recordo-me até que a minha professora pensou em dar-nos ou não os cartões, por achar que era demasiado cedo para termos telemóvel - no entanto, decidiu deixar essa decisão para os nossos pais. E a verdade é que, para muitos de nós, esse foi mesmo o nosso primeiro número de telefone.

Começou aí toda uma nova fase para nós: mandávamos mensagens uns aos outros, ligávamos a torto e a direito, até porque não pagávamos. Ter essa independência já era uma coisa do outro mundo. E vieram também as brincadeiras típicas de criança: ligar em número anónimo, não dizer quem era e... mandar tokings. Essa era a única que eu fazia - e hoje em dia, admito, tenho vergonha; passo-me se fazem brincadeiras do género comigo, por isso não me orgulho de as ter feito. Mas é assim, é a vida, foi o meu rasgo subtil de rebeldia (porque, na verdade, nunca tive jeito para ser rebelde).

Eu a minha prima juntávamo-nos, marcávamos o código do toking (que, para quem não sabe ou não se lembra, é uma espécie de mensagem/notificação que aparecia automaticamente nos ecrãs dos telemóveis a dizer que "o número x pede para lhe ligar") e púnhamos um número completamente à sorte, a ver se colava. Como era uma coisa recente, muita gente ficava à nora - e era a reação que nós gostávamos de apreciar. Quando ligavam de volta, ficávamos aflitas; mas quando mandavam mensagens confusas, deixávamos dourar a pílula e ver até onde aquilo nos levava (que era sempre a lado nenhum, e acabávamos por inventar uma desculpa cobarde ao estilo "é engano, desculpe!").

Esta vergonha dos tokings estava bem enterrada na minha memória até ao dia que a senhora que trabalhava aqui em casa recebeu um toking. Fiquei admirada pela longevidade da coisa - achei mesmo que tinha ficado preso naquela geração, tal como ficou na minha memória. 

25
Mar16

As corridas no Goodreads

Carolina

Já falei aqui várias vezes do Goodreads e de como gosto daquela que chamo carinhosamente como a "rede social dos livros". É lá que descubro coisas novas para ler, que vejo o que vai saindo e, acima de tudo, as opiniões de quem lê - que, apesar de ser tudo muito relativo e de cada um ter opiniões diferentes sobre o mesmo assunto, é aquilo que mais aprecio. É muito comum estar em plena FNAC a ver livros e a olhar também para o ecrã do telemóvel, para ir vendo as opiniões gerais e as classificações que estão no site. 

Mas, como em todas as redes sociais, estão lá os mais diversos tipos de pessoas: os que não ligam nada àquilo, os que ligam demasiado, os moderados, os exagerados, os que põem gifs por tudo e por nada, os pessimistas e os positivistas, os exigentes e os relaxados. E, para mim, os mentirosos e os verdadeiros. Não quero que levem esta classificação de "mentirosos" para um lado muito extremista, não é algo muitoooo grave mas, a partir do momento em que deixa de ser verdade, é porque é mentira - mesmo que seja pequenina ou insignificante.

Então e quais são, para mim, os mentirosos? São aqueles que dizem que, em pouco mais de dois meses, já leram 80 livros. Oi? Isso dá uma média de pouco mais de um livro por dia! Não interessa se são reformados, se estão acamados, se não fazem mais nada da vida: ninguém consegue acabar um livro por dia! A menos que, claro, estejamos a falar de livros para crianças - o que, olhando para os nomes dos livros e suas classificações (e às vezes reviews, uma coisa espantosa!), não me parece o caso.

Ler 50 livros num ano, para mim, já é uma loucura. É muito livro. O meu máximo foram 25 e acho sinceramente que é o meu limite - mas já estou aqui a dar uma margem para os outros que lêem mais rápido que eu (e acho que uma margem do dobro já é bastante razoável). Para mim, a leitura incorpora todo o prazer de saborear a escrita do autor, de ir pensando e refletindo naquilo que se vai lendo; não é passar os olhos - ou mesmo ler - sem que a informação passe para o cérebro e seja lá processada, sem toda a calma que isso exige; não é uma corrida contra o tempo, não é uma luta para se ir aumentando cada vez mais a estante em prol de um rótulo qualquer ao estilo "leitor compulsivo". Ou então na corrida do "top reader", "top reviewer" ou "top librarian", categorias do Goodreads que, isso sim, penso que estão a impulsionar toda esta mania da leitura compulsiva de livros (ou a suposta leitura, devo dizer?).

Se por um lado adoro ver que as pessoas lêem e que se está a conseguir incrementar a leitura, principalmente em algumas camadas mais jovens, por outro, toda esta loucura e corrida em prol de uma mera classificação irrita-me um bocadinho. Um bocadinho grande, vá.

23
Mar16

Review da semana 5#

Carolina

Sandinha

Há coisa de um ano andou aí nas bocas do mundo uma francesinha que se comia à mão - chamava-se Sandinha e podia encontrar-se no Mercado do Bom Sucesso (para quem é de Lisboa, é uma espécie de Mercado da Ribeira). A ideia era tornar a francesinha mais prática, mas eu sempre achei que aquilo desvirtuava um bocadinho o conceito do nosso prato tão típico. 

O "booom" daquilo passou, deixou de ser notícia, e eu nunca mais me lembrei de tal coisa. Até que, a semana passada, fui ao Mercado do Bom Sucesso e me deparei com a tão comum pergunta: "o que raio vou comer"? Passei pelas barracas todas, vi o que mais me apetecia e tinha melhor ar e a escolha - também pela fama de há uns tempos atrás - recaiu sobre a sandinha. 

Pedi a refeição com vontade mas, quando a vi na caixinha de madeira, tive medo. Achei que, com o meu estômago à espera de uma francesinha, o pobrezito ia apanhar o maior desgosto da vida dele. Dei uma trinca pequenina, bem desconfiada... e não é que é bom? Sabe mesmo a francesinha! O pão é bijou, não está tão coberto de queijo como habitualmente e parece bem mais fino do que a francesinha tradicional... mas está tudo lá. Incluindo o sabor, que é mesmo mais importante.

Um menu Sandinha custa 7.50€ e inclui duas sandinhas, uma bebida e batatas fritas - o que, para tanta comida, fica bem em conta. Eu não consegui sequer acabar a segunda sanduíche, se tão cheia que fiquei. Por isso, para a próxima, já sei o que pedir sem ficar a abarrotar pelas costuras. Vale a pena experimentar!

 

fotografia.JPG

 

21
Mar16

1 mês de trabalho!

Carolina

Se ontem fazer vinte e um anos não me fez sentir minimamente velha, pensar que estou há um mês a trabalhar já faz. Como assim, já passou um mês?! Ainda há um par de dias eu não conhecia o nome das minhas colegas, estava praticamente fechada numa sala de reuniões a limpar a minha caixa de correio... e agora já passou um mês inteirinho? Quase que podia jurar que era mentira.

De qualquer das formas, o facto de ter passado rápido é bom sinal: é um indicativo de que o tempo está a passar bem, que não estou a fazer das tripas coração para lá estar. Pelo contrário, na verdade. Apesar do início mais difícil (que acho que acontece em todos os lados), estou a gostar mesmo muito de trabalhar - e a integração acabou por ser muito mais fácil que na faculdade e a vontade com que vou para o escritório também é muito maior do que quando ia para as aulas. Sempre achei que me ia sentir mais completa a trabalhar do que a estudar e, até agora, as minhas previsões confirmam-se; tenho, de facto, um horário flexível e não tenho a pressão nem a responsabilidade de um trabalhador normal - ainda assim, acho que este é um óptimo sinal. Não sei até que ponto é comum gostar-se de trabalhar - mas eu gosto. 

Já tenho o meu cantinho da secretária reservado (não havia secretária para mim, "roubei" um canto a uma colega), o meu trabalho e documentos já lá vão parar, já todas sabem o meu nome e eu já sei o delas; o trabalho cai todos os dias e, felizmente, é diversificado e bastante o suficiente para ter sempre mais para o dia seguinte; estou a dar o meu melhor contributo para melhorar algumas facetas da empresa, nomeadamente a nível tecnológico, e adoro poder fazer coisas que percebo que vão, de facto, melhorar o desempenho de algo. Acho que me estão a "explorar" (no lado positivo da palavra) no sentido certo. E eu também já estou mais habituada a estar fora de casa, já não chego tão arrasada a casa (com algumas excepções, como hoje, em que a gestão de redes sociais me endoideceu de tal forma que, mal me deitei no sofá, dormi três horas seguidas), já organizo melhor o meu tempo e começo a encontrar o equilíbrio certo das coisas.

A cereja do topo do bolo é mesmo estar no ramo da moda, o que me faz sentir um peixinho dentro da água - peixinho esse que, nos momentos em que precisa de inspiração, espreita pela janela para ver o mar. E aí sim, parece que está tudo perfeito. Sei que vou ter saudades disto.

19
Mar16

Em busca da francesinha perfeita 8#

Carolina

Francesinha 8#: Cufra Grill (Edifício Transparente)

É verdade que já não publico esta rubrica há muito tempo, mas isso não quer dizer que tenha deixado de procurar a minha francesinha perfeita. Já encontrei aquela que, de todas, é a minha favorita - ainda assim, nem sempre está como gosto, e procurar não custa (quer dizer... as minhas ancas não concordam com esta afirmação, mas enfim).

Uma das últimas tentativas foi no Cufra Grill, no Edifício Transparente - não sei se este espaço está de alguma forma associado à Cufra da Avenida da Boavista, mas as francesinhas também são o prato principal deste restaurante. E é muito mau quando o prato mais servido num restaurante não é bom - que foi o caso. Aliás, para dizer a verdade, nem sei dizer se a francesinha era boa má nem posso opinar sobre a qualidade dos ingredientes ou outros aspetos do género: isto porque o molho era tão, tão, tão picante que, à primeira garfada, metade do meu paladar se foi à vida. E foi diminuindo à medida que ia comendo, porque a fome apertava e eu não estava com vontade de deixar uma francesinha inteira no prato.

Podia ser só eu a queixar-me, que sou muito sensível em matéria de picantes, mas não fui. Era um jantar de aniversário, com uma mesa longa, e toda a gente se queixou do mesmo. E é pena, porque as francesinhas em si até podiam ser a 8ª maravilha, mas o molho ofuscou todo o seu potencial.

No restaurante há várias "modalidades" de francesinha, sendo que a tradicional é com carne assada. De qualquer das formas, é possível pedir com bife ou até com duas coisas. Eu pedi a primeira opção, normalmente mais segura no sentido da carne ser mais tenra; o sabor da carne assada é um bocadinho diferente, como é lógico, mas não é necessariamente pior - e não se corre aquele que é um dos maiores riscos das francesinhas, que é terem um bife de péssima qualidade que não se consegue comer de forma alguma.

Outro ponto negativo é o preço. A francesinha mais barata custa 8€ (há restaurantes mais baratos, mas este é um preço médio), e as mais elaboradas são um pouco mais caras; o pior são mesmo as bebidas, que tornam as contas bem mais chorudas. Uma coca-cola custou 1,70€ (se não estou em erro) e as cervejas também andaram lá perto. Tendo em conta o quão picantes as francesinhas estavam, o pessoal teve mesmo de abrir os cordões à bolsa para acalmar o "fogo" que ardia nas nossas bocas, pelo que não duvido nada que seja nesse campo que eles façam um bom dinheiro - assim como não duvido que tanto picante seja colocado no molho "inocente".

Posto isto, o balanço não é muito positivo. Acredito que, sem aquele molho, até fosse uma francesinha a ter em conta - mas da forma como foi servida, não dá para o meu palato. De qualquer das formas, dou o benefício da dúvida e aceito que possa ter sido um acidente e uma mão mais "pesada" do cozinheiro do dia em questão.

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