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[Entre Parêntesis]

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

27
Fev15

Tudo em nome das lombas

Carolina

Antes as lombas mal existiam para mim. Não gostava delas, é um facto, mas ignorava-as facilmente. O meu carro tinha - e tem - uma suspensão diretamente vinda do paraíso - os buracos mal se sentem, as lombas passavam-se na boa sem grandes solavancos. Uma paz.

Agora a história é diferente. Andando, quase diariamente, no smart (um carro pelo qual me tenho vindo a apaixonar cada vez mais, diga-se de passagem), há todo um novo mundo de buracos e lombas chatas que não se ignoram tão bem como antigamente. Primeiro porque a suspensão do carro não é nem parecida com o do anterior e depois porque é um smart, um carro mais pequeno onde as rodas estão obviamente mais próximas, o que faz com que a amplitude do carro em relação às lombas seja bem maior que nos carros "normais" e que se sinta a vibração de forma mais consecutiva. Moral da história: agora fujo das lombas a sete pés. 

Então no MarShopping é que é! No corredor principal do estacionamento aquilo é todo um caminho feito de lombas, uma festa. Uma pessoa anda ali aos pinotes, tanto que o estômago até se queixa de andar acima e a abaixo. Assim, desenvolvi uma técnica: ando no corredor normalmente, até chegar à lomba; como os últimos lugares do estacionamento estão sempre desocupados (que são os que estão mais longe das portas), meto por os lugares de modo a não passar nas lombas e depois retorno ao caminho principal. É tipo aqueles exercícios que fazemos em educação física, para futebol, em que temos de contornar os cones, mas desta vez em modo carro.

Por isso se virem alguma maluca aos "esses" dentro do parque de estacionamento do MarShopping, digam olá! Sou eu! 

24
Fev15

Pessoal dos livros chamado à recepção!

Carolina

Depois de ter lido sete livros de uma estupada (só neste ano que ainda vai no início), bloqueei. Não sei o que hei-de ler e as prateleiras da fnac, ao contrário do costume, não me estão a inspirar muito. 

Alguém tem sugestões de livros que tenham lido (ultimamente ou não ultimamente) e que recomendem assim muito a alguém que, ultimamente, não faz mais nada senão ler? Agradecida!

24
Fev15

As pechinchas da internet (ou como andei a fugir dos livros universitários até agora)

Carolina

Passei mais de um ano e meio, num curso de letras, sem ler uma única obra para a faculdade. No início do semestre os professores passam sempre os olhos pela bibliografia obrigatória mas o máximo que fiz foi ir à biblioteca, ler meia dúzia de páginas e pousar. Ler artigos já é outra história, já li umas dezenas, mas nada que me ocupasse demasiado tempo ou que me angustiasse em cima da mesinha de cabeceira.

Ano e meio já foi uma vitória. Admito que era o meu objetivo "preguiçoso" da faculdade - quase toda a gente tenta acabar o curso a ir a menos aulas possíveis, com notas que garantam a passagem da cadeira e nada mais. Eu vou a quase todas as aulas sem faltar, chego sempre meia hora mais cedo à faculdade, sou uma chata com as notas e sou capaz de ir levantar um 15 a recurso só por embirração. Posto isto, tinha de ter um objetivo "preguiçoso" e defini-o bem no início do curso: ler o menos obras possíveis, já que em cursos de letras há pessoas que têm (ou o fazem simplesmente, não sei) de ler um número demasiado grande de livros chatos e grandes.

Mas agora não me safo: tenho um trabalho que me obriga a ler um livro e estou decidida em faze-lo, que quero ter uma nota decente à cadeira. Podia ir requisita-lo à biblioteca, mas preferi procurar primeiro outras possibilidades, porque em livros e artigos académicos gosto sempre de riscar, apontar algumas notas e etc. Descobri que o livro em questão, novinho em folha, custa à volta dos quarenta euros. Depois de perder dez minutos entre o ebay e a amazon, comprei-o por cinco, usado mas em bom estado (e o conteúdo é o mesmo). Para quem não é bom a matemática, eu elucido-vos: poupei, nada mais nada menos, do que 35 euros!

Ler o livro não vai ser bom (sobre política, credo!), mas pode-se dizer que comecei com o pé direito. Como não adorar a internet?

23
Fev15

Óscares - os que se enganaram na passadeira

Carolina

E pronto, já foi mais uma passadeira da noite - supostamente - mais glamourosa do ano. A cada ano está pior: não há nada WOW, nada que me apetecesse meter num avião para LA e sequestrar alguém só para poder usar um daqueles vestidinhos nem que fosse só por um par de minutos. O minimalista está na moda, já não se querem vestidos grandiosos - que são, para mim, aqueles que deviam encher a passadeira.

Para além do mais, toda a gente parece ter recaído sobre cores chatas, insossas, pãezinhos sem sal. Tudo brancos, nudes, crus, beges, pérolas. Que soninho, pá! Já não se arrisca nesta vida, nem para nos dar um gostinho ao olho. Esperemos pelas after-parties - em particular da Vanity Fair - a ver se aparecem alguns trapos mais jeitosos e mais pessoas ilustres, que tenho a sensação de que mais de metade de Hollywood faltou à festa do ano (cadê a Angelina, o Brad, o Gosling, a Hathaway, a Penelope, o Jackman, o McConaughey?).

Até lá... fiquem com os piores da noite (e desculpem lá se a língua hoje não estava afiada o suficiente!). Os aceitáveis e os melhores da noite estão já nos posts abaixo, que não é (só) dos maus que reza a história (embora nenhum vestido vá ficar na memória, nem para o bem nem para o mal). Bora lá:

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Quaisquer semelhanças entre este vestido e o da Katniss Everdeen no primeiro "Hunger Games" (aquele que se transforma em chamas, e brilho, e vermelho, e preto, e uns tons de dourado e outras coisas e formas poucas uniformes) é pura coincidência. O cabelo também é inspirado na saga, desta vez na Joanna Mason, mas em tom mais chique. Fanatismos dão nisto. Mas isso passa, filha. Já a mim também me diziam: "é só uma fase". Tu reza para que seja verdade!

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 America Ferrera a dar uma importante lição de vida a todas as mulheres: como parecer ter o quíntuplo das mamas - e esmaga-las -  apenas com um vestido! (em Jenny Packham)

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 É caso para dizer: se um é mau, dois é TÃÃÃÃO demais!

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 É oficial: os óscares deste ano, para além de serem sobre filmes, também tinham um dress-code inspirado em filmes. Desta vez temos Laura Dern encarnando a Mulher de Aço. Vestida pela loja de ferragens ali do lado. (Não, na verdade foi pela Alberta Ferreti).

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Não, Marion, as fraldas não estão na moda... (Num Dior... what else?)

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 O vestido da Felicity Jones pode até nem ser uma tragédia, mas foi a maior desilusão da noite. Punha todas as minhas fichas nela, a par da Emma Stone. A minha sorte é não apostar em nada, senão já estava falida, a esta hora. Num Alexander McQueen que parece um vestido de noiva prateado. E rasca.

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 A insossa da Keira tira-me do sério. Sempre chata. Sempre com aquela cara. Sempre com corzinhas sem personalidade. Já disse que era chata? E, já agora, não vale roubar a ideia do vestido de noiva da Angelina Jolie, com desenhos feios e frases pelo meio. O que é feio não se copia, Keira!

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 Eu embirro com a Nicole Kidman, mesmo quando não devia embirrar. Mas, tau!, ela vai-me ajudando a cada ano que passa, vestindo-se cada vez pior. Os cintos andam aí a estragar os looks a muita gente, mas este, misturado com aquela cor de ranheta que o vestido tem, é ainda melhor! Vai-me continuando a dar inspiração, Nicole! Estamos num bom caminho <3

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 Alguém foi buscar ao baú o vestido do baile de finalistas, hun? Recordar é viver! (Mas agora a sério: de sabrinas?!)

23
Fev15

Óscares - vamos falar de quem sabe do que faz

Carolina

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 Jamie Chung foi das primeiras a chegar mas arrasou logo com metade da malta que lá estava. Num vestido muito Elie Saab mas que é, na verdade, um Yanina Couture.

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 Kelly Ripa, num vestidinho que usava num abrir e piscar de olhos! Lindo, grande, preto... tudo o que se quer. Simples e vencedor.

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 Duas palavritas mágicas: Cate Blanchett. Less is more, não é verdade? Num Maison Margiela.

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Margot Robbie num Saint Laurent. Se é uma coisa do outro mundo? Não, não é. Mas é giro e fica-lhe bem -  o que, pelos vistos, já se vê pouco nos Óscares.

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 Deve ser a primeira vez na vida que coloco a JLo na categoria dos melhores, mas o overall está a ser tão fraquinho que uma pessoa não tem outra volta. Isso e o facto de ela estar num óbvio - e lindo - Elie Saab. Até se lhe perdoa o facto de ser tão chatinha. E esta foto de lado dispensa o decote do costume, que até já chateia.

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Rosamund Pike vestiu-se horrivelmente para todas as outras cerimónias, mas teve o descirnimento de vestir um trapo bonito na mais importante de todas! E para quem foi mãe há um par de meses, não há como não invejar aquela cinturinha de vespa. E tem cor, meu deus, tem cor!!! Num Givenchy.

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 Reese Witherspoon mostrando que o sorriso é o melhor adereço de todos. Das poucas a mostrar-se genuinamente feliz - e é por isso que cada vez gosto mais dela. O vestido é batidinho, assim como o corte e a mistura de cores, but it never gets old e cai-lhe na perfeição. Em Tom Ford.

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Lembram-se de eu ter dito que a Katie Cassidy, de Arrow, ia dar cartas? Cá está, meus amigos! 

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 Arrisco-me a dizer que foi o único Zuhair Murad da noite, o que diz muito sobre a pobreza de belos vestidos que se verificou esta noite. Aquele cabelo loiro e solto de quem "não teve tempo para mais" não diz com nada, mas o vestido não deixa de ser dos meus preferidos.

23
Fev15

Óscares - "posso não estar perfeita, mas ao menos não estou intragrável!"

Carolina

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 Karolina Kurkova tem sempre vestidos estranhos, um tanto ao quanto futuristas. Às vezes sai bem, outras nem tanto. Achei que este, mesmo visto de frente, não era dos mais bonitos. Muito simples. E assim de ladex parece diretamente saída do Shark Tank.

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Houve muita gente a vestir-se melhor para os Golden Globes do que para os Óscares. Um desses exemplos é a Julianne Moore, que vai ganhar o prémio, e por isso é pena não estar no seu melhor (post escrito antes de se saber o vencedor, mas é quase certo). Tudo o que se vê aqui é... branco. O fundo é branco, a pele é branca, o vestido é branco. Que chato, pá! Num Chanel.

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 Haja cor, meu deus!!! A atriz que dá vida a Anastacia em 50 Shades of Grey pode ser uma insossa de primeira, mas ao menos trouxe vida à passadeira. O vestido até podia ser horrível, mas só por ter cor já ganhava. Pena não ser simétrico. Em Saint Laurent.

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 Devo ter sido a única a não ficar perdidamente apaixonada por este vestido todo feito de pérolas da Lupita. Se calhar já chegou numa fase avançada da passadeira e eu já estava fartinha de brancos, e crus e nudes e coisas chatas do género. Adoro a Lupita, mas adoro-a ainda mais com cor. Ainda assim, acho que é de reparar o pormenor do vestido, principalmente na zona do pescoço. Espetacular.

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 Este é capaz de ser o vestido mais visto e batido deste século e do outro, mas isto tem de se fazer como as crianças: mesmo que o resultado final não seja o melhor de todos, se melhorar em relação ao último, já é de congratular! E tendo em conta que Patricia Arquette não parece um saco de batatas neste vestido, creio que temos uma evolução significativa. Num Rosetta Getty.

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 Juro que esta foto esteve na categoria dos piores... mas não consigui deixar ficar um Elie Saab nesse conjunto. Quase que me caiu uma lágrima quando vi a Emma nestes preparos. O corte, o material... tudo giro. Menos a cor, que estraga tudo. Passando a citar umm comentário que vi no facebook: "Feito de algas regurgitadas por hipopótamos". Está tudo dito. 

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 A Gwineth quis relembrar o passado e tornou a vestir a mesma corzinha rosa-pãozinho-sem-sal com que ganhou um óscar há uns anos atrás. Adoro o vestido, assenta-lhe como uma luva... mas já vomito tanta cor insossa. E tu, querida Gwineth, levas por tabela.

21
Fev15

Paz de espírito

Carolina

Desde miúda que vou a cemitérios sem qualquer tipo de medos ou receios. Ia com a minha mãe, pôr flores no jazigo dos meus avós, que nunca me lembro de conhecer, embora ambos me tenham dado colo, sensivelmente, no meu primeiro ano de vida. No fundo, apesar de ter pisado já vários cemitérios, nunca fui visitar ninguém que me dissesse algo. Até hoje.

Quase dois meses depois da sua morte, fui visitar a minha avó. Queria relembrar o sítio onde ela está, a par dos seus pais, e deixar-lhe umas flores, para que soubesse que me lembro dela. Todos os dias - talvez mais do que me lembrava quando ainda cá estava em vida.

Não tendo eu nenhuma crença específica no que diz respeito à morte, deixo-me ficar pelas possibilidades; não sei o espírito de quem parte fica em terra, se olham por nós, se sabem do que se passa... Não sei nada. Nem quero saber, porque se não descobrimos até agora é porque talvez não devamos saber o que se passa depois de morrermos. Eu quero apenas certificar-me que, se houver alguma coisa do outro lado, ela possa saber que está presente em mim. E no meu quarto, onde coloquei a foto dela de que mais gosto, onde parece uma modelo, na flor dos seus vinte anos. E também na minha memória e, claro, no meu coração.

Os cemitérios são capazes de ser dos poucos sítios da terra que, embora sempre com gente, se mantêm constantemente calmos - e essa calma contagia-se, pelo menos a mim. Ar livre, árvores imponentes, arranjos bonitos por toda a parte, sem telemóveis e redes sociais à mistura. Apenas uma paz palpável, a par da paz de espírito que nos deixa cá dentro. 

20
Fev15

Chávena de letras - Espera por mim

Carolina

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 Adorei este livro. E acho que é uma das primeiras vezes na minha vida em que gostei mais da sequela do que do primeiro livro: algo raríssimo, uma vez que quase todos os "alongamentos" tendem a perder qualidade.

Este livro é mais terra-a-terra, sem grandes misticismos e espiritualismos como o outro (embora haja sempre um apontamento aqui e ali, como é óbvio). Se o "Se eu ficar" é uma luta que Mia, a personagem principal, trava entre a vida e a morte (e essa luta é-nos apresentada como uma escolha, e toda a história se constrói como uma justificação daquilo que ela escolhe) este "Espera por mim" passa-se três anos depois, com Mia e Adam já separados e ambos considerados estrelas em ascensão e o seu reencontro.
A história, intercalada com alguns flashbacks que iam contando a forma como as coisas de passaram entre o acidente de Mia e o presente do livro, passa-se em pouco mais de 24 horas. Nota-se um amadurecimento por parte das personagens e uma boa exploração dos "fantasmas" que os perseguem a ambos.
A escrita continua a ser super fluída; doce quando tem de ser, mais ou menos descritiva consoante as ocasiões. Tudo no ponto certo. Apetece ler de um só trago! E apesar de se enquadrar dentro do leque de histórias "meio-adolescentes" e "lamenchas", pelo menos dentro desse nicho e tendo em conta aquilo que li, é do melhor que se pode encontrar por aí.

18
Fev15

De olhos postos nas novas coleções 2#

Carolina

 Não, o meu ódio de estimação pela Zara não passou nem me parece que esteja em vias de passar. Mesmo não comprando nada, vou passando pelo site para ver as novidades e acompanhar as tendências (alguém melhor que a Zara para copiar aquilo que está em voga?). E, claro, para ir criticando a falta de gosto com que vestem algumas modelos. O resto das críticas ficam para as raras vezes em que vou às lojas físicas e me deparo, inevitavelmente, com peças caras e linhas podres, descosidas e coisas que tais.

Mas enfim, nesta estação vou ter de abrir uma excepção à minha "abstinência-zariana". Tudo por causa desta saia, que é só assim a peça mais linda que me passou pelos olhos durante este ano. Tem de vir morar cá para casa, nem que seja só durante umas horas (porque quando a experimentar a probabilidade de detestar ronda os 95%). De resto, há mais um par de peças com que engracei. Para ver em baixo:

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