Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

[Entre Parêntesis]

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

23
Jun14

Umas sardinhas diferentes

Carolina

Em algumas coisas tenho gostos muito "popularuchos". Adoro, por exemplo, de símbolos muito portugueses: o galo de Barcelos, o Zé Povinho, as louças da Vista-Alegre e de Bordallo Pinheiro e os vidros lindos da Marinha Grande, as sardinhas, os manjericos, o Tejo e o Douro, as andorinhas, o St. António e o S. João (mesmo não sendo religiosa).

Na parte dos santos, a minha mãe partilha do gosto, pelo que tenho alguns aqui espalhados pela casa (e não, não têm sortido efeito em arranjar um catraio jeitoso) - mas, de resto, não tenho mais nada e sei que, ao longo dos anos, a minha casa vai aprender a estar recheada com estes símbolos que tanto me preencher o coração e que fazem parte de mim como alma portuguesa. E não têm necessariamente de ser em louça - já vi, por exemplo, algumas coisas estilo almofada, que também achei muito giro.

No outro dia, no Senhor de Matosinhos, havia imensas andorinhas de louça à venda. Não resisti, trouxe duas para casa, e já aqui estão nas minhas prateleiras do quarto, esperando que fiquem por cá durante muito tempo e não façam nenhum voo inesperado até ao chão. Fixe, fixe era agora comprar as novas sardinhas da Bordallo Pinheiro, para fazerem companhia às novas andorinhas. Ainda não as viram? Ficam as minhas três favoritas (se tiverem um ataque de generosidade ou se foram os felizes contemplados com o euro-milhões que saiu esta semana em Portugal, podem sempre oferecer-me uma e fazer uma visita às Caldas da Rainha, onde está a fábrica):

 

 

 

 

 (mais aqui)

23
Jun14

Dia triste

Carolina

Em dezanove anos, conto 18 São João's. Hoje seria o 19º. Claro que não me lembro das festas em bebé, mas lembro-me bem das festas aqui em casa; suponho que, desde que nos mudamos para aqui, há 16 anos, nunca deixamos passar esta data. E, por alguma razão, ao longo dos anos esta foi-se tornando a minha festa favorita. As sardinhas, a boa companhia, os foguetes, os balões, a tradição de ir para a piscina quando tocava a meia-noite sem os pais saberem.

Eram as únicas festas em que os amigos dos meus irmãos vinham em peso, traziam as guitarras, a boa disposição e bebidas alcoólicas a mais como "multa". Já lá vai o tempo em que a lista de "multas" era extensa e bem preparada, porque ter 50 pessoas em casa é algo que já exige uma boa organização. As luzes coloridas por cima das nossas cabeças, os enfeites, as grinaldas, os manjericos, a hora em que chegavam os doces e que os miúdos paravam tudo para darem de comer à gula. Enfim, o tempo passa. Agora os miúdos são os meus sobrinhos e não nós, os meus irmãos nem sempre vêem, e muito menos os amigos deles; também já não há luzes coloridas, apenas enfeites e grinaldas de papel que, por esta hora, estaria a colocar, porque é uma tarefa que sempre me compete.

Apesar de, ao longo dos anos, esta época festiva me ir entristecendo cada vez mais - pela falta gradual de pessoal, pela falta de alegria, de música, dança, bons vivãs e disposição - faz-me sempre bem celebra-la. É um dos dias mais longos do ano, é um dia alegre, o início do verão.

Mas hoje não há S. João. O S. Pedro, ao atirar-nos com previsões chuva para cima assim o ditou - e, verdade seja dita, a disposição para fazer uma festarola cá em casa também não é das melhores. Está tudo cansado, ou com dores, eu com exames, também cansada e sem tempo para grandes festas. E resultou nisto: uma casa vazia e sem movimento no que, nos anos atrás e por esta hora, já era uma confusão generalizada - as pessoas só chegam ao fim da tarde mas o começo da festa, para quem cá mora, começa sempre cedo e envolve muito trabalho braçal à mistura.

Não hoje. Não vou ao Porto, com 99% de certezas - será um dia como os outros, fechada em casa, com o barulho de fundo do meu computador e os papéis à frente, enquanto - mesmo com chuva - milhares de pessoas vão andar a martelar a cabeça de outras, beber cervejas, comer sardinhas e ver os 16 minutos de pirotecnia esperados à meia-noite na câmara municipal do Porto. Caraças, hoje é um dia triste para mim.

 

 

[23 Junho 2013]

22
Jun14

Praga

Carolina

Há algumas coisas que me tiram do sério neste mundo. Mas acho que quase nenhuma chega ao tópico das drogas. Falarem-me de drogas (ou porem-se a favor da legalização, por exemplo) é meio caminho andado para eu me passar - isto porque, para além do lado racional que tenho sempre (e bem presente), a verdade é que há uma grande componente emocional envolvida. A minha capacidade para lidar com quem fuma ou consome drogas é reduzida; a minha capacidade para lidar com quem é a favor da legalização das drogas é - quase - ainda mais reduzida. 

Acho INACREDITÁVEL como é que nos dias de hoje ainda há tanta gente nova a fumar tabaco e erva. Não estamos em plena segunda guerra mundial, onde fumar era bom, era saudável e fazia bem aos pulmões; onde a vida era contada ao segundo, as esperanças poucas e por isso qualquer prazer era bem-vindo. Estamos em 2014, onde toda a gente sabe os malefícios do tabaco e de todas as drogas possíveis e imaginárias. E, ainda assim, porque é fixe, porque manda estilo, porque o grupo também o faz, toca a meter para dentro do buxo a merda toda que eles rolinhos têm lá para dentro. E enganam-se a eles mesmos, dizendo que não é vicío algum, que quando quiserem param, que não há estudos dizendo que a erva faz mal, que nenhuma doença tem a ver com o consumo de droga e, oh!, os doentes terminais até fumam droga para acalmar as dores, por isso só pode ser bom (SÃO TERMINAIS).

A questão da droga é as poucas que me faz querer ir para a política, para a polícia, para um parlamento e mudar alguma coisa neste mundo. Sinto que poderia mover mundos e fundos por esta causa, porque é algo que mexe tanto comigo cá por dentro! Só fuma essas merdas quem nunca foi a um hospital psiquiátrico e quem tem a sorte - ou quem não teve o infeliz infortúnio - de ter um esquizofrénico na família ou no grupo de amigos(e não são as drogas pesadas que provocam tais distúrbios).

Irrita-me a leviandade com que hoje se fumam e vendem essas porcarias. É possível estar num café, normal, altamente frequentado por crianças, e estarem pessoas ao lado, com a maior das descontrações, a fumar droga. Pior do que isso, a vender.

Ontem, vi a passarem erva mesmo em cima do meu nariz. Apeteceu-me vomitar de raiva, mover mundos e fundos, gritar com a polícia, entidades competentes, parlamentos e tudo o que me aparecesse à frente. Limitei-me a sair dali, incomodada, e a escrever este texto. As consequências desta praga só agora começaram.

21
Jun14

(Bom) Observador

Carolina

O Observador nasceu há pouco mais de um mês. Como estou dentro do meio (os meus primeiros passos, e também os últimos, que é ver-me fugir do jornalismo a cada dia que passa) fui acompanhando este novo jornal online e desde o primeiro dia que sou fã. Do look, da inovação, da desinibição, do contacto direto com os jornalistas, com os esclarecimentos que dão no "explicador". 

Na altura em que abriram o jornal já queria ter falado aqui sobre isso, e sobre uma reportagem de abertura que deu muito que falar onde o protagonista era Mário Machado, intitulada "A história de amor de um skinhead e uma menina de Cascais". Nunca é tarde para ler, é polémico, e ainda hoje me apetece falar sobre isso porque, de alguma forma, também a mim me chocou. Provavelmente, e o com o passar do tempo, talvez já não escreva sobre o assunto, mas aconselho a leitura (e a exploração do jornal) a todos.

O que queria falar é de outro aspeto desta nova "casa". Aqui há dias comecei a receber emails diários, a maioria deles intitulados de "360º". Achei estranho, mas depois percebi: é como que um editorial, uma resumo do dia e a da noite que passou, uma contextualização, feita pelo diretor do jornal. Eu não sou pessoa de ele muitos emails, não tenho grande pachorra: mas a coisa pegou. E, digo-vos, adoro a ideia, a forma como é feita (simples, concisa e de alguma forma cativante, o discurso é tu-cá-tu-lá) e dá-me imenso jeito. Porque às vezes não consigo ver os telejornais, porque há muita coisa que me passa ao lado e, no meio em que estou, dá-me jeito saber um bocadinho de tudo e o que está na ordem do dia. Mas mesmo que assim não fosse, é uma forma de estar atualizado fora de horas, de saber de tudo de forma rápida e saber que, se quisermos mais informações, sabemos onde as encontrar.

Enfim, sou uma fã do Observador. Se ainda não conhecem, vão dar uma vista de olhos.

20
Jun14

Do it yourself

Carolina

Ando muito virada para as coisas "do it yourself" (diy). Nunca fui muito de bricolages, nunca tive muito jeito de mãos mas, sei lá, apeteceu-me - talvez por ver o verão a aproximar-se e saber que, mal esteja de férias, vou precisar de alguma coisa com que me entreter.

Comecei por fazer a minha própria coroa de flores - por causa do picnic de aniversário da minha mãe e depois de ter ido à Tiger e ver uma série de coisas giras (muitas delas trouxe - como disse ao pessoal na festa, a decoração foi "patrocinada by Tiger"), achei que toda a gente devia ter uma coroa. Claro que me esqueci do facto de aquilo demorar tempo e eu estar em época de exames, pelo que só consegui acabar uma a tempo e, no dia da festa, esqueci-me de a utilizar. Fui aos chineses, comprei flores falsas e fita verde, e com a cola quente e o arame que tinha cá em casa pus mãos à obra. E rebentei de orgulho com o resultado!

Por outro lado, também andava há muito tempo para aprender a mexer na máquina de costura. Pode parecer fácil, porque quem manuseia aquilo há muito tempo assim o faz parecer; mas nos primeiros tempos não é assim. Aprender a enfiar a máquina, os seus truques, como se faz o ponto em linha e o em zigue-zague, como se aumenta a amplitude, como se coloca a canela... essas coisas todas demoram o seu tempo. Já tinha aprendido mas tornei a reaprender - primeiro porque acho uma fortuna o preço que se paga por, por exemplo, se mandar subir uma bainha, e quero ser capaz de o fazer; segundo porque sempre estive ligada aos têxteis e, se ganhar mais traquejo, não escondo a vontade de fazer algumas das minhas próprias roupas; terceiro porque dá sempre jeito, para qualquer eventualidade, saber manusear uma máquina de costura, algo que nos dias de hoje não é assim tão vulgar.

Peguei, portanto, numas calças que se tinham rasgado (não percebo como é que estes desastres estão sempre a acontece nas minhas calças, mas enfim), cortei-as, fiz-lhes a bainha e ainda lhes pus uma renda para não ficarem só uns calções de ganga sem graça nenhuma. Se ficaram perfeitos? Não, claro que não. Há várias falhas: a linha não está certinha, a bainha deveria ter sido feita mais acima, não rematei as linhas como devia. Mas estão feitos, e foram só os primeiros. Talvez seja um inicio prometedor (talvez, se isto continuar, faça aqui uns tutoriais, hun?).

 

 

20
Jun14

Sabes que não consomes ou compras álcool e que não estás a dar pelo passar dos anos quando:

Carolina

A tua mãe te pede para ires ao supermercado para comprar (entre outras coisas) vinho de tempero, tu vais à zona da garrafeira, pegas no vinho e depois perguntas a ti própria: "mas eu já posso comprar vinho?".

 

Moral da história: não bebo álcool, não compro álcool, não sei que tenho 19 anos e a prova disso são os meus pensamentos inocentes quando adquiri a minha primeira bebida alcóolica num supermercado. 

 

19
Jun14

A torcer por Portugal

Carolina

Eu finjo bem que não, mas estou a torcer por Portugal. Nunca fui muito patriota, e sou muito menos com as escolhas estúpidas do treinador e comportamentos perfeitamente condenáveis por parte de jogadores profissionais que estão a representar um país e que ganham mais do que quase nós todos ao mesmo tempo. Ainda assim, apoio Portugal. 

Não de uma forma ferrenha ou sofredora. Quando vi que íamos apanhar 4 contra a Alemanha, até que regozijei. Apetecia-me dizer, não sei bem a quem: então e o Quaresma ficou no Porto, não foi? Então temos o melhor jogador no mundo na equipa que, por acaso nem tocou na bola, não é verdade? Então que somos os maiores, os melhores do mundo, que temos imenso potencial, verdade? Enfim. Também não percebi o drama de ser contra a Alemanha - acho que somos doridos de mais. Ainda assim, serviu para muita gente engolir sapos. Serviu também para tirar o Rui Patrício da baliza, que há males que vêm por bem e eu ainda não tinha percebido porquê que o Beto já não estava lá com lugar cativo (cheira-me que o Paulo Bento está a ter uns acessos de Felipe Scolari na sua pior faceta).

Mas dizia eu: apoio Portugal. Apoio porque é bom para o país, porque traz rios de dinheiro, porque são mais camisolas, cachecóis e chapéus que se vendem e isso a mim interessa-me. Também apoio porque gosto de futebol e, acima de tudo, de ver bom futebol. E porque isso junta família e amigos, e tudo o que junta as pessoas de quem mais gostamos só pode ser bom. E, por fim, porque é uma bela desculpa para se fazer um belo churrasco, comer uns amendoins e uns tremoços enquanto se bebe um ginger-ale bem fresquinho. Só coisas boas, portanto!

Força Portugal!

19
Jun14

Molly

Carolina

Tenho uma bebé cá em casa - quase literalmente, por vários motivos. Primeiro porque ela é, de facto, bebé (ainda não tem dois meses); segundo porque nós a tratamos como bebé, temos mil e um cuidados com ela; terceiro porque ela me adotou como mãe, e eu ando a fazer de babysitter canina (como me importasse muito).

Ela adormece no meu colo, ela faz-me uma festa monumental quando me vê, ela enche-me a cara de lambidelas, quando chego a casa, persegue-me para todo o lado e se por acaso quiser ter privacidade (como ir ao quarto de banho) era faz um chinfrim sem precedentes. Um amor. Pena é que, no meio de surtos de afeto, se passe da cabeça e me comece a morder (e os dentes afiados que ela tem?). Ainda ontem peguei nela, em plena êxtase e eléctricidade, onde me dá-me beijinho e tal e depois, tau!, dá-me semelhante trinca que, se saísse à rua nas duas horas seguintes, pensavam que tinha andado a fazer umas coisas indecentes com um rapaz (o pior é que ficaram as marcas tudinhas dos dentes dela, por isso até se pensaria que era um vampiro). Fora isso, também tem umas unhas de gato, pelo que tenho os braços todos arranhados. Mas, enfim, tudo por amor.

As restantes meninas (vulgo, cadelas) adaptaram-se muito bem, gostam muito de brincar com ela e são extremamente cuidadosas. O pior é o Tomé que, embora não nos pareça que lhe quer fazer mal, é demasiado bruto, rápido, grande e pesado. Não é que ele pense "huuuum, um cachorrinho quente e tenrinho para o meu jantar" (sim, porque a Molly cabe praticamente toda dentro da boca dele), mas sim "ai que gira!! É um rato para eu brincar?" e, vai daí, não a trata com muito carinho e dá-lhe umas cabeçadas que a fazem rebolar sem fim. O problema da grandeza também se põe com as cadelas - principalmente a Olívia, que também é um mini-touro - mas, parecendo que não, elas acabam por ter mais cuidado que ele.

Têm sido dias felizes mas atarefados por estes lados. Ora embala, ora leva a fazer cocó à relva com vigia (não vá ser pisada por patarrona de um dos cães), ora brinca e faz judiarias para ela viver a sua infância em pleno. Não estou habituada a ter bebés em casa, mas acho que estoua  aperfeiçoar os meus dotes para com bebés (ainda que caninos). 

 

Discrepância Molly-Tomé:

 

Olhem-me os olhos!:

 

Mimo:

 

Discrepância Olívia-Molly e ataque fofinho (se excluirmos os dentes) Mollyano:

 

18
Jun14

"A culpa é das estrelas" (ou como chorar rios numa sala de cinema)

Carolina

Fui ontem ver o "A Culpa é das Estrelas". Tanto praguejei, tanto quis, tanto festejei, que acabei por ganhar bilhetes para ante-estreia, e posso dizer que já não queria tanto ver um filme desde o tempo do Twilight. Este post vai ser livre de spoilers - e se não for, eu avisarei nas partes devidas, portanto podem ler sem medos.

Comecemos pelas atuações: tanto a Shailene como o Ansel Elgort interpretam os seus papéis muito bem. Já é sabido que sou não fã dela, mas tenho de lhe tirar o chapéu - acho que está melhor neste do que no Divergente (suponho que dramas sejam mais a praia dela); já do Elgort, estava de pé atrás - ele não era nada daquilo que eu imaginava (queria-o mais bonito), mas a caracterização está a roçar o perfeito. Os trejeitos, o ser convencido, charmoso... está tudo lá. Valeu a pena perder-se um bocadinho da beleza para ter isto. Os dois relacionam-se muito bem, e por isso acho que a coisa resultou. De frisar também a personagem que faz de Isaac, que é perfeito - está muito, muito bem feito, o rapaz encaixa no papel a 100%.

Eu ainda tenho o livro bem fresco, e posso dizer que não faltam muitas cenas e que seguiram à risca alguns diálogos; gostei muito do facto de terem sido muito fiéis e de terem tentado pôr tudo como estava no livro. Há cenas epicamente perfeitas, mas vou deixar-vos ver para me contarem quais foram as vossas preferidas.

Respondo a uma pergunta em uníssono: sim, chorei muito. Muito mesmo. Admito que estava com uma carga emocional pesada já nos ombros, que já me apetecia chorar desde há uma semana atrás e que provavelmente descarreguei tudo naquelas duas horas, mas chorei tanto que cheguei a casa cheia de dores de cabeça. Mas vi pessoas piores. E 90% das pessoas a saírem da sala a enxaguar as lágrimas, homens incluídos (os que estavam ao nosso lado bem tentavam disfarçar mas - lamento, rapazes! - não conseguiram). 

A banda sonora complementa perfeitamente o filme. Ajuda a rir quando é para rir, e a chorar como uma madalena quando é para chorar. A única crítica que posso fazer ao filme é o facto de, após a reviravolta (se é que me entendem), o filme ser demasiado prolongado. É demasiado sofrimento. Por mim acaba ali, pegava nas tralhinhas e ia embora - mas não, choro e mais choro (e eles ainda cortaram algumas cenas). Sei que foi para se manter fiel e mimiimi, mas custou-me. Custou-me tanto que eu até ponderava ir vê-lo outra vez e não sei se vou, porque seria um puro ato de masoquismo. Este filme toca-me de uma maneira peculiar (não pelo cancro ou pela morte) e não sei se tenho forças para aguentar com tanta emoção de novo.

Quando a vós, meninos e principalmente meninas, corram amanhã para o cinema e aproveitem. É um grande filme, de um grande, grande romance.

 

P.S.: Não se esqueçam dos lenços. São tão essenciais como o bilhete para entrar no cinema.

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Também estou aqui!

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Leituras

A ler:



goodreads.com


2017 Reading Challenge

Carolina has read 0 books toward her goal of 15 books.
hide

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2011
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D

Ranking