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[Entre Parêntesis]

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

30
Abr14

Weekend essentials

Carolina

 

Planeei o meu dia ao minuto, literalmente. E - digo isto com muito orgulho - consegui cumprir tudinho! Agora só falta fazer a mala e tudo o resto que tem que ver com a viagem. Tipo passar umas músicas para o telemóvel, limpar o cartão de memória das máquinas fotográficas, pô-las a carregar - assim como o tablet - e, claro, escrever uma série de coisas que quero antes de ir embora. Talvez seja uma noite longa. Deixo-vos com o essencial deste fim-de-semana alargado (e sim, estão a ver aí umas alpergatas) - tudo o resto vai ser paisagem. A paisagem. A melhor de todas.

29
Abr14

Elevaram a fasquia..

Carolina

Há três anos a fasquia para todos, todos os homens ficou ainda mais elevada. E, para dizer a verdade, também para nós mulheres, porque ser tão bonita como a Kate, ter um vestido daqueles e toda aquela pompa e circunstância não é propriamente fácil.

A internet enche-se hoje de fotografias daquele casamento maravilhoso. O mais bonito que vi na vida. E a melhor parte é que não foi só o casamento que foi lindo - continua a ser, porque eles dão continuidade a essa felicidade (pelo menos aparente - espero que não seja só isso) a cada sítio que vão. São sempre tão simpáticos, tão sorridentes, tão... nós. E ela é linda e ele tão gentleman. 

Elevam tudo ao exponente máximo e sobem a fasquia de uma forma ridícula. Quem não quer uma Kate, tão bonita? Quem não quer um William, tão cavalheiro? Quem não quer um casamento daqueles, tão mágico?

Eu bem digo que vou ficar solteira para a vida. Resta-me babar para cima das centenas de fotografias que me aparecem à frente.

 

 

 

 

29
Abr14

Alpergatas

Carolina

Queria umas alpergatas e queria ainda mais umas alpergatas para ir ao Algarve. Não sei porquê, gosto - são descontraídas, parecem confortáveis e há algumas são tão lindas... Mas e tempo? Ando a ocupar, literalmente, todos os minutinhos livres, e amanhã vou dar uma corrida digna de uma maratona. 

Queria passar pelas Galerias de Paris, pois é lá que tem a Paez, uma loja só com alpergatas lindas de morrer. Acho que vou apanhar um banho de água fria gigante, tendo em conta que as alpergatas são feitas em tecido e, por isso, não hão-de ceder muito se e quando o meu pé estiver inchado. Mas tentar não custa, não é? A ver vamos.

 

 

 

 

28
Abr14

Knoc, knoc? São as férias!

Carolina

Estava mesmo a precisar. As da Páscoa souberam a muito pouco e com os últimos dias tristes que só eles. Desde lá tem sido só piorar - o tempo e eu. Desmotivada, desvairada, sem saber para onde me hei-de virar - e com as coisas a amontoarem-se a olhos vistos.

(In)Felizmente não sou eu a única a deprimir nesta casa, por isso decidimos ir à procura do sol e rumar ao Algarve por uns dias. E sim, para quem tem um amontoado de coisas para fazer, isto não faz muito bem ao stress... pelo menos enquanto não for. Estes próximos dois dias vão ser cheios, demasiado cheios, sem grande espaço para respirar. Fazer trabalhos, entrega-los, adiantar outros; comprar umas coisas que queria antes de ir para férias, escrever textos adiantadamente, fazer malas, não me esquecer de nada, ir às aulas, depilações e ginásios. Uffff. Mas, who cares, depois tenho férias. Eu e os meus livros. Na Minha praia, aquela onde sou a pessoa mais feliz. 

28
Abr14

Nervos em franja

Carolina

Planeio, em Setembro, ir de férias com os meus amigos para o Algarve. Temos andando a tratar disso, a escolher casas, a mandar emails a saber preços e mimimimi, para não ficarmos no Porto em consequência de não tratarmos das cosias de forma atempada. Depois de muita confusão (eu já disse que odeio estas coisas? - é sempre uma dor de cabeça para decidir o que quer que seja) lá conseguimos escolher duas casas, embora estivéssemos mais interessados naquela que está mais próxima da praia. Enviamos emails e esperamos.

O dono de uma delas - a que menos queríamos - foi impecável e prestável; a outra nem tanto: perguntou as idades, não tinha bem a data que queríamos. Mas quando lhe respondemos sobre as idades a resposta foi imediatamente não. E, a cereja no topo do bolo, tratou-me por "tu". Aiiiiiii, segurem-me. Eu percebo que as pessoas tenham medo que nós façamos uma rave lá em casa, que aquilo seja uma futura casa do Meco para a existência de praxes, que a casa fique a cheirar a álcool por todos os cantos. Eu percebo. Mas também percebo que há muito boa gente aos 30 anos que é mais porca que eu e os meus amigos todos juntos, que há muito boa gente aos 30 e mais anos que aluga casas para guardar objetos de furto ou para derreter ouro (e isto é verdade, conheço quem tenha sofrido do sucedido). Ou seja: há sempre um risco em alugar uma casa - é pôr o que é nosso nas mãos nos outros. Mas enfim, apesar de me irritar imenso (porque, basicamente, estou a pagar pelos erros dos outros e pela fama da juventude de hoje), não tenho outra hipótese senão aceitar.

Mas tratar-me por tu? Só porque sabe que tenho menos de 20 anos? Mas, quer dizer, eu ainda há pouco era uma cliente tratada com pompa e circunstância (com "exma"'s e "senhora"'s misturados lá pelo meio) e agora trata-me como se fosse a vizinha do lado que até nem gosta muito? Ufffff, fico feliz por não lhe passar dinheiro nenhum na conta. E desejo que a casa, no tempo que eu queria ir para lá, fique vazia que só ela. Ou se calhar ainda mais tempo que isso. Que raio.

27
Abr14

E guardar a bijutaria?

Carolina

Eu adoro acessórios. Todas as mulheres têm uma pancada com qualquer coisa - ou os sapatos, ou as carteiras - e eu cá gosto de tudo o que são colares, anéis, brincos e coisas que tais. A parte boa é que gasto menos dinheiro - primeiro porque sou forreta, segundo porque não compro coisas valiosas e hoje em dia encontram-se peças muito em conta. As únicas peças que prefiro ter em prata são os anéis que uso diariamente - todos os outros, quando usados durante mais do que umas horas, acabam por manchar os dedos e perder a cor.

Mas bem, posto isto, temos um problema: como é que se guardam todos os colares, brincos, pulseiras, anéis e etc. sem que tudo fique estilo novelo e ocupe muito espaço?  Pois que eu, aqui há um ano atrás,  descobri a solução. Eu também era daquelas que sofria com o facto de ter de separar os colares que se entrelaçavam - e estragavam - de cada vez que os queria usar e, como o volume deles foi aumentando, a situação foi ficando insustentável. Encontrei na Groupon uma promoção em que vinham dois "fatos" - que se penduram em cruzetas - cheios de saquinhos e presilhas para guardar colares e todo esse tipo de bugigangas - e foi a minha salvação. Ponho lá tudo -até relógios e auriculares... a parte boa é que mesmo aqueles colares fininhos que normalmente se enrolam neles próprios e fazem nós que nunca conseguimos desfazer se conseguem colocar lá, quando pendurados. É uma pequena maravilha. Só os anéis é que ponho num sítio diferente - uma caixa com muitas divisórias que comprei na área. E voilà!

 

 

 

Se quiserem comprar os "fatos", o único sítio que conheço é no andar de baixo da loja "A vida portuguesa", na rua das Galerias de Paris (Porto).

26
Abr14

Chávena de letras - Dependo de ti

Carolina

Antes de mais, importa dizer que esta avaliação não será tão rígida, fria e racional como as outras que costumo publicar: porque eu conheço a autora, tenho este livro autografado e dedicado e porque me sentiria mal em desmotivar alguém que, aos 17 anos, já publicou dois livros, tem muito jeito e também muito caminho por onde melhorar.
O "Dependo de ti" conta a história de duas gémeas eternamente bem-dispostas e a sua vida de adolescentes normais - festas, namorados, empregos part-times e etc. É um bocadinho irreal e sonhador, no ponto de vista em que tudo é perfeito, os namorados são lindos, cavalheiros, simpáticos... enfim, tudo o que qualquer rapariga deseja! A linguagem é simples mas poética, e há algumas falhas a nível da "linguagem oral" - ou seja, os diálogos não estão escritos para serem falados: têm frases complexas, com palavras "caras" (que miúdas de 17 anos não dizem) e não muito coerentes com as personagens em questão.
Mas, fora isso, não tenho nada a apontar. Apesar de ser um romance adolescente e às vezes um pouco ingénuo e imaturo, conseguiu prender-me a atenção, de forma a que eu o lesse quase de uma forma sôfrega. E isso não é fácil. 
Uma leitura leve e agradável.

25
Abr14

Compras estúpidas

Carolina

Eu sou daquelas pessoas muito práticas a comprar o que quer que seja - tudo menos sapatos e calças. Entro numa loja, dou uma vista de olhos e, se nada me saltar ao olho, é porque nada vale realmente a pena. E quando gosto, compro - não vou ver todas as outras lojas num raio de um quilómetro para ver se há algo mais giro para comprar: é pegar, pagar e ir embora. Não tenho paciência para mais. E sempre que pondero comprar algo vejo as possíveis combinações que vou fazer com as peças que já tenho, penso se vai ficar bem com isto e aquilo e repenso tudo mais uma vez para confirmar que aquele dinheiro não é gastado em vão..

Mas desta vez vacilei e estou tão irritada comigo mesma! Andava desesperada atrás de calças (as que mais gostava rasgaram de tanto uso e as outras já estavam feias de "coçadas") e decidi ir à Levis - eu tenho uma dificuldade enorme em arranjar calças que não me apertem em demasia mas também não sejam largueironas, e sou muito autocrítica em relação a tudo: "ai que tenho as coxas gordas", "odeio ver ali pano a mais", "estas ficam demasiado apertadas e nota-se que tenho a parte inferior da perna gordinha". Enfim, uma infinidade de coisas más. Mas apanhei um bom vendedor que me vendeu umas belas calças de ganga mas que me impingiu outras - de homem!!! - que eu acabei por trazer. Eu tive dúvidas em relação a estas últimas, mas ele dizia que ficavam bem (iam ficar mal?!), a minha mãe diziam que ficava bem e eu, a entrar em desespero iminente, trouxe-as para casa. Só quando as vesti é que me apercebi que foi uma má compra - ficam-me muito bem em cima (a sério que isto é um modelo de homem?!), mas em baixo não consigo gostar. E os meus pais continuam a adorar e eu a detestar. Ando a força-me a andar com elas, a testar conjuntos, botas (que é para esconder a parte posterior) a ver se me habituo e passo a gostar. Mas não está fácil. E o pior é que, de cada vez que as visto, fico irritada comigo mesmo por as ter comprado e gasto uma pequena fortuna (porque, sejamos honestos, as calças da Levis não são propriamente baratas). 

Ainda pensei em fazer delas uns calções ou... outra coisa qualquer, porque não quero dar umas calças novinhas que - parcialmente - até me ficam bem. Mas porquê que eu cediiiiiii? Odeio bons vendedores, pá.

25
Abr14

No regrets

Carolina

Quando as coisas não correm bem e são consequência de algo que decidimos antes, normalmente, arrependemo-nos. E eu tinha todos os ingredientes para estar arrependida daqui até à lua por ter mudado de ciências para letras, por ter vindo para jornalismo... Tantas decisões que tomei, tão pensadas para, no fim, chegar aqui e olhar para trás a ver que foi em vão.

Mas a verdade é que eu não me arrependo de nada: nem de um segundinho apenas. Apesar do fim não ter compensado, o meio foi o melhor que podia ter acontecido na minha vida. E eu acho que nunca tinha sentido este desfasamento - normalmente os fins são melhores do que os meios; aliás, pressupões-se que, quando se diz que algo é um meio para atingir um fim, esse meio até nem seja muito agradável - mas este foi. E, surpreendentemente, embora não me tenha levado a nada que me esteja a completar ou a fazer feliz, hoje sinto-me grata por ter conseguido tomar aquela decisão, mudar de curso, turma, colegas, amigos e, o mais importante, de ares. 

E estou feliz por não me arrepender - dá-me, de certa forma, mais segurança nas minhas decisões futuras (que, acho, se aproximam a passos largos). É tão bom não sentirmos pena de nós próprios, ou culpa ou arrependimento. Descubro que essa foi a fase mais bem resolvida da minha vida. E provavelmente mais feliz. Como me poderia arrepender disso?

24
Abr14

Dia da defesa nacional

Carolina

Ontem lá fui eu cumprir o meu serviço militar (que, nos dias de hoje, se resume a um dia muito pacífico). Vontade? Nenhuma. Mas fez-se, apesar de ter apanhado uma seca descomunal e uns raios de sol demasiado intensos tendo em conta a roupa que tinha vestida.

Para quem ainda não foi, que não se assuste: acho que há pouca informação sobre o assunto e a malta ainda tem muito presente o antigo dia da defesa nacional onde havia actividades radicais (mais "tropa") e onde, à custa disto, faleceu uma jovem. Agora são palestras (ontem foram seis, já estava com bichinhos carpinteiros para sair dali!), um almoço muito fraco, ver as armas e o equipamento (a parte mais gira) e ver o içar ou o arriar da bandeira - pelo menos foi assim que se procedeu ao sítio onde eu fui, em Gaia. Os militares são simpáticos (algum giros!!!) e só um dos que apanhei é que achou que nós estávamos mesmo na recruta - de resto, sem problemas.

Como já disse, a parte que mais gostei foi mesmo em pegar nas armas e ver os canhões e essas coisas mais pesadas. Há um lado de rapaz muito presente em mim e essa é uma das vertentes: sempre gostei dessas coisas, de estudar as guerras, de perceber como tudo aquilo se processa. Dito isto, acabei por me dar muito bem com os militares que estavam atrás das bancadas, que de muito boa vontade me puseram as armas na mão, me disseram como se disparavam, o que tinham de especial e todas essas coisas giras (provavelmente para vós não são, mas enfim). Peguei numa G3, toquei numa sniper, em revólveres e outras coisas que tais. Depois, ao mostrarem o colete à prova de balas, eu estava a brincar com o amigo que foi comigo, dizendo para ele ir experimentar - os militares, ao me verem rir, disseram "olha, aquela menina tem cara de quem quer experimentar!" (isto é karma de família...) e eu lá fui vestir uma peça de roupa que pesa só uns quinze quilinhos. Não é tão mau como parece, pelo menos quando se está parado - a correr a história não deve ser assim tão bonita. A cerimónia final é mesmo o arriar da bandeira, com todo aquele teatro das trompetes e dos militares com as armas a responderem aos comandos. É giro, muito teatral, mas sem muitos efeitos práticos.

Resta dizer que, se fosse obrigada a escolher, ia sem dúvida para a Força Aérea. Primeiro porque sempre gostei de aviadores, segundo porque acho que tem pinta andar no ar e ser piloto e, claro, porque era o militar que a representava que tinha mais pinta e mais sentido de humor dos que lá andavam. Por muito que digam o contrário, eu acho este dia importante: penso que nos devem ser dadas a conhecer as outras opções a nível de carreira e a forma como são constituídas as nossas forças armadas. O pior disto é que eles aproveitam este dia para nos despejar todo o tipo de informação em cima (para além das três palestras sobre cada uma das "forças", ainda tive uma sobre as drogas, a GNR e a proteção civil). É contraproducente: eu já não ouvia nada e só queria era sair dali. Ainda assim, e com algumas coisas a apontar (a comida também podia ser melhor...), acho que é um dia que todos devemos ter, por muito chato que seja.

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