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[Entre Parêntesis]

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

30
Nov13

Natal: o que dar? 5#

Carolina

Agora para as meninas: neste caso, já é conveniente saber o que a pessoa em questão gosta. Se é de coisas coloridas, com padrões, simples, com cores neutras... enfim!

Descobri há uns dias a "Work at home", uma loja de coisas feitas à mão no facebook. Como sempre, fiquei encantada com algumas peças; eu adoro coisas originais, saber que ninguém tem igual. Encontrei uns porta-moedas bem jeitosinhos e muito giros, e há muitas opções à escolha, para todos os gostos. Deixo em baixo alguns dos meus favoritos. Custam 7 euros mais portes de envio.

 

 

30
Nov13

O que este ano podia estar debaixo da minha árvore

Carolina

Aproveitando a onda natalícia por que hoje estou invadida - é dia de fazer a árvore de Natal, começar a ouvir Michael Bublé em repeat mode e a começar a embrulhar prendas estilo hobbie - e também a sugestão do "inspira-me" sapo, ficam algumas das 5 coisas que me poderiam cair debaixo da árvore de Natal, este ano:

 

1. Padfone da Asus

Esta foi a que de facto pedi. Ainda não tenho bem a certeza disto, mas sei que preciso de algo electrónico que ande comigo e que me sirva de algo. Temos um tablet comunitário aqui em casa, mas está cheio de tralhas dos miúdos e é instável: eles brincam com ele, instalam e desinstalam coisas e, como tal, não dá. Por outro lado, o meu telemóvel é uma desgraça: eu consigo ter umas três aplicações instaladas e é tudo: se por acaso quero experimentar outra, tenho de desinstalar uma das aplicações já instaladas. Mas levantei a opção de pedir só um tablet: ficava com o meu telemóvel mas andava sempre com aquilo, assim sempre que precisasse de correr coisas mais pesadas, ir à internet, ver e ter coisas da faculdade, podia ver lá; mas o meu irmão lembrou-se (e bem) que o telemóvel dele tem dois em um. É um telemóvel e um tablet e funcionam em conjunto, o que tem as suas vantagens - uma delas é eu não ter de ter internet no telefone e no tablet. Pelos vistos vai sair uma versão nova e a que existe teve uma redução boa no preço. Acho que vai ser mesmo isto. E descobri que na pixmania tem em branco! Yikes!

 

 

2. Livros!

Sempre bem-vindos!

 

(mais livros em que estou interessada sobre consulta, sorry!)

 

3. Este cremezinho da Jeanne Piaubert.

Comprei um aí há uns... três anos (vejam como eu uso cremes) e está mesmo a acabar. O pior é que ele me faz falta naqueles dias piores em que a minha pele decide ter algumas erupções espontâneas que me irritam solenemente. Mas eu não sou rapariga de comprar cremes, muito menos estes que custam uma pequena fortuna. Se o pai natal o puder trazer no saco, ficarei agradecida.

 

4. Cachecóis-mantas.

Agora vêem-se por aí em algumas lojas uns cachecóis/lenços que têm um aspeto muito quentinho e que têm uma textura de manta (pelo menos aquilo que eu associo a uma manta). Lenços e cachecóis normais, com padrões giros, também são bem vindos - de todas as cores e feitios e materiais - mas os estilo-manta são aqueles que mais procuro de momento.

 

Este é da Zara, mas não vi lá nenhum lenço assim (descobri este num look à parte, em que o objecto de venda era o casaco):

 

 

Este é da Parfois, onde há alguns giros:

 

5. Pijamas.

Embora eu o negue, eu tenho todo um conjunto de pijamas velhos e desbotados (que são os melhores, mas enfim, já estão feios e velhotes) e renovar o stock talvez não seja mau de todo. Só precisam de ser quentinhos e fofinhos. 

 

Oysho:

 

 

Woman Secret:

 

(como se pode ver, não sou esquisita: adoro desde os mais fofinhos até aos mais senhoris).

 

Mais sugestões: chocolates, postais, colares, anéis, mais ao menos tudo da Ale-Hop, mais ao menos tudo daquela nova loja do NorteShopping estilo Ale-Hop, cremes de corpo... 

Resumindo: sou uma pessoa bastante fácil a nível de prendas.

29
Nov13

Por ti, resistirei

Carolina

A minha faculdade não tem reprografia, nem cantina, nem um singelo bar! Tem salas, casas de banho, gabinetes, uma mini-secretaria e ficamo-nos por aqui. Se querem fotocópias vão à faculdade de direito, se querem tomar café de jeito vou ao café do outro lado da praça, se querem tratar de algo mais importante têm de ir ao Campo Alegre, se querem almoçar vão à cantina de direito ou desenrascam-se em Cedofeita, se querem fumar ficam no meio da rua (e à chuva) porque a parte coberta no exterior tem menos de três metros quadrados e se querem conviver arranjem um sítio porque a sala de convívio não deve ter mais do que vinte cadeiras. Desenganem-se - como eu fiz - se acham que todas as faculdades são maiores do que as vossas escolas secundárias. Não são. E a minha escola secundária até tinha bar. E reprografia. E cantina. Ah! e até tinha alguns espaços cobertos, embora houvesse algumas fugas ali pelo meio. 

No entanto, e à falta de tanta coisa, há uma coisa que aquele sítio tem. Chama-se máquina automática e esta vende.... chocolates milka com oreo! Ai meus deus, maldito o dia em que eu descobri tal coisa! Verdade seja dita que eu pouco entro naquela sala de convívio para fazer o que quer que seja, mas desde que fiz este achado que há algo que me atrai para aquele mini-mini-mini polivalente. Já perdi a conta à quantidade de vezes em que, nas minhas divagações durante as aulas, pensei no quão bem me saberia um chocolatinho daqueles (então agora que estou em dieta é que me apetece!)

Mas eu fujo-lhes e vou ser uma resistente. Eu ouço-os a chamar, sinto-os a puxar por mim, vejo aquela máquina a olhar para mim com olhinhos de carneirinho mal morto e a pedir "gasta dinheiro em mim e eu dou-te o chocolate mais delicioso do mundo". Mas não. Eu vou resistir. Pelo menos até ao dia em que decretar o fim desta dieta. Por ela, resistirei (com muita dor, é certo).

 

 

P.S.: Pela altura do Natal a dieta já fará mais do que parte do passado. Sintam-se livres para me consolarem por estes tempos de dor e depressão que fazem parte de uma dieta.

28
Nov13

O meu avô nasceu há precisamente 90 anos e ninguém se lembra

Carolina

Eu lembro-me, porque será das histórias que não vou esquecer. A verdade é que nem ele próprio se lembra. Já são demasiados anos a festejar o aniversário oito dias depois de ter nascido. Quando lhe perguntam, quando realmente nasceu, a resposta já não está na ponta da língua, já plissa: "hummmm, acho que foi a vinte e oito de Novembro". Acha! Provavelmente foi a idade que lhe limpou a memória ou então o facto de, durante todos estes anos, ter dito a sua data de nascimento oficial, diferente daquela em que a sua mãe o deu à luz.

Para mim, ser registado numa data em que não nascemos é digno de escândalo, de uma cara de estupefacção imensa (que foi a que fiz, quando soube disto há uns anos atrás). Mas naquela altura era mais do que normal - havia pessoas registadas meses depois de nascerem ou, como o meu avô bem me conta, até anos (ele diz-me muitas vezes que conhecia um rapaz que, diziam, tinha 21 anos quando foi para a tropa - no entanto, na realidade, tinha 25)! Era normal. Ou porque não havia disponibilidade para se registar o nascimento, ou porque se pagavam multas se a criança não fosse registada até x dias de vida - e assim, sem qualquer tipo de problema, vai de alterar a data de nascimento do bebé!

Por isso, só daqui a oito dias é que ele estará a soprar as noventa velas a que tem direito. A bem dizer, deviam ser noventa velas e um bocadinho, tendo em conta que já tem mais uma semana de vida do que aquelas que está a festejar. Mas, com noventa anos, já nem se pensa nisso: é qualquer coisa como 32850 dias de vida, muito tempo. Mais ou menos uma semana não fará grande diferença. Ainda assim, parabéns Avô (eu gosto de celebrar os dias importantes nas datas devidas)!

28
Nov13

Tudo por causa de um CD

Carolina

Aqui há dias fiquei um bocadinho deprimida quando, na comercial, falaram do lançamento do CD "Now 28". Eu há anos que não ouvia falar dos "Now"'s, mas lembro-me bem deles da minha infância. Acho que nunca cheguei a ter nenhum, mas tenho a certeza que sabia quase todas as músicas que lá estavam.

A questão é que, nesses tempos, ainda estávamos no "Now 7" - eu lembro-me de ver anúncios na televisão com todos esses CD's com músicas da era Morangos com Açúcar. Mas como raio é que já estamos no 28? Está claro que eles lançaram mais do que uma edição por ano mas, ainda assim... 28? Ou é de mim ou eu estou a ficar velha e o tempo está a passar rápido demais...

27
Nov13

Chávena de letras - O diário oculto de Nora Rute

Carolina

Este foi o primeiro livro que li de Mário Zambujal, e não fiquei propriamente fã. Verdade seja dita: não o comprei pelo autor, pela sinopse ou pelas primeiras páginas - comprei-o pela capa, pela qual me apaixonei instantaneamente.
O livro é escrito tipo diário e tem um linguagem muito informal e (até demasiado) simples, o que o torna muito fácil de ler. A história passa-se na primavera marcelista no fim dos anos 60, mas não carrega nenhuma perspectiva propriamente interessante sobre a época; o enredo é, de novo, demasiado simples - vale-nos o curto comprimento do livro, porque não há muito ali para explorar.
É mais um livro. É mau? Não. É bom? Também não. Se me vou lembrar dele daqui a um ano? Provavelmente também não. Só se for daquela brilhante capa.

27
Nov13

Uma questão de encantamento

Carolina

A verdade é que não é assim tão difícil deslumbrar-me. Não acontece muitas vezes porque, simplesmente, as qualidades que têm esse poder sobre mim não são fáceis de encontrar. Talvez seja por isso que continuo solteira ao de eterno: não é uma questão de exigência por si só. Quando nos apaixonamos, há um encantamento que vem associado - quando isso não acontece, não há nada a fazer.

Ao contrário da maioria, não é um corpo bem definido ou uma carinha laroca que me deixam a babar. Quer dizer, ajudam, como é óbvio - quem não gosta de ter um namorado que dá gosto olhar todos os dias e que faz com que todas as outras se roam de inveja? Pois claro. Mas isso não é tudo. Aliás, é muito pouco. Há duas coisas que me deixam louca logo à partida: um rapaz que seja rico culturalmente (que goste de cinema, que vá ao teatro, que leia!!) e tenha interesses fora do comum (se souber, por exemplo, coisas sobre físicas e químicas e biologias e introduza isso numa conversa perfeitamente casual é um bom início); saber tocar um instrumento musical - um rapaz que se sente em frente a um piano e que faça sair dali uma melodia qualquer de Beethoven ou de Mozart ou a Comptine d'Un Autre Été do "Amélie" conquista automaticamente metade do meu coração. 

Infelizmente, não são qualidades que se encontrem aí a cada canto. As consequências estão à vista (ó pra mim solteira) - e não me incomodam particularmente, mas não impedem que eu pense no assunto, como outra coisa qualquer. É algo que me intriga, embora devesse ser eu a pessoa que mais percebesse a razão desta minha "síndrome de solteirice" - a verdade é que não sou e por isso é que às vezes me ponho aqui a divagar. Lembro-me de vez em quando e as pessoas fazem também questão de mo lembrar, tendo em conta que não são poucas as pessoas que me vêem e perguntam de rajada "e então, namorado, já tens?"

Ontem, enquanto a voz do Jamie ecoava na minha cabeça, lembrei-me de mais esta razão (a falta de encantamento ou, por outras palavras, rapazes que se aproveitem) e decidi que era mais uma para juntar à lista. Nada como o Jamie para me inspirar.

27
Nov13

Os meus dias têm sido de uma agitação tremenda

Carolina

Como eu já não me lembrava. Mas, com noites como as de hoje, quase todo o tipo de dias se aguentam. 

Apetece-me chorar de emoção de cada vez que ouço o Jamie a cantar ao vivo. Chorar! Aquilo arrepia-me por todos os lados e diz-me mais do que qualquer outro artista. Não há cá Gaga's, Azeitonas, Veloso's, Coldplay's... Para mim, ele é o supra-sumo da música - e pronto, já disse! - e consegue mexer com todos os átomos do meu corpo. É demasiado especial para descrever. Se fosse possível, ia já amanhã para o Coliseu, disposta a ouvi-lo de novo, intermitentemente.

 

26
Nov13

Pirata em (in)acção

Carolina

Daqui fala-vos a Carolina de perna de pau, palha no olho e papagaio no ombro. Sim, a pirata.

Ando há dois dias de volta do computador, totalmente desesperada e numa corrida contra o tempo. Não há cá facebook, blogs ou o que quer que seja. Os meus novos melhores (ou piores) amigos passaram a ser os programas da Adobe: o photoshop (edição de imagem), o audition (edição de som), o flash (vai de retro!!!) e o premiere (edição de vídeo). Nenhum deles é pêra doce, todos têm os seus truques e quase todos teimam em não querer abrir/funcionar/instalar no meu computador! Neste momento, sou um misto de irritação, frustração e entusiasmo (porque as coisas nem me correm assim tão mal, não fossem esses "pequenos" percalços). No fundo, bem sei, não sou uma pirata digna da minha perna de pau. A culpa no meio disto tudo deve ser minha, mas aqui à volta não se arranjam piratas melhores. Vou ter de me safar com aquilo que tenho (que neste momento é nada, mas vamos ignorar isso).

25
Nov13

Dias maus

Carolina

Este início de semana está a ser o pior desde que iniciei a faculdade. Sinto-me numa espiral negativa e não estou bem a ver o fim.

Ontem, enquanto lia um pouco antes de ir dormir, a minha cabeça vagueava por entre os meus pensamentos. Só me lembrava de coisas como "porquê que estou neste curso?", "porquê que estás a perder tempo em algo que tens quase a certeza que não vais querer exercer?", "porquê que te estás a chatear e a preocupar tanto com algo que poucas vantagens te vai trazer no futuro?"

Penso muitas vezes se não estaria melhor a aprender e a ganhar experiência no mercado de trabalho do que estar a fazer trabalhos da treta que não lembram a um santo e em que ninguém vai pegar sequer para ler. A questão é que, hoje em dia, não ter um curso superior é "desprestigiante". É obrigatório que alguém que queira subir na vida tenha esta base teórica e, por isso, lá vamos nós, como carneirinhos, para o ensino superior.

Não sei até que ponto tenho dito e criticado que a universidade é só um prolongamento do secundário e eu própria me estou a seguir por essa linha; não sei se fui feita para estudar, para anuir, para fazer tudo o que me mandam quando tudo, neste modelo, pode passar por facultativo. 

Nestes dias tem-me apetecido desistir porque não tenho rumo. E se sorrio é porque não posso fazer muito mais do que isso.

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