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[Entre Parêntesis]

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

30
Abr13

*

Carolina

"Love never dies a natural death. It dies of blindness and errors and betrayals. It dies of weariness, of witherings, of tarnishings."

- Anais Nin

(Criminal Minds)

 

30
Abr13

They're back

Carolina

Sistema nervoso a dar sinais de vida como há muito não se via: a minha mão tremelica desde manhã sem cessar! Agora é esperar que atinja as pálpebras e ficamos com a minha panóplia habitual de sintomas nervosos. Maravilha, pá.

30
Abr13

Não se vão embora sem dizer adeus

Carolina

Odeio quando blogs que eu sigo deixem de ser actualizados de um momento para o outro. Ou que os bloggers desapareçam sem deixar rasto. Ou que apaguem os blogs sem qualquer justificação. Odeio, odeio!

Eu sei que estamos na internet, que ao mesmo tempo que aparecem coisas, desaparecem outras tantas e que é um movimento sem fim. Mas eu acredito que quando seguimos um blog copiosamente, mesmo sendo utilizadores calados e escondidos - sem nunca ter feito um comentário, um like ou coisa do género -, acabamos por fazer parte da casa. Um blog é como um livro, se for bem escrito e actualizado - vivem-se as coisas que o blogger escreve, sofre-se por eles em ocasiões especiais, torce-se para seu bem. Estabelece-se uma relação, mesmo que o autor do blog não o saiba e a maior parte das vezes não o sinta.

São muitos os blogs que seguia e que desapareceram. Muitos mesmo, e eu sei o nome deles, sei o nome dos seus autores e lembro-me deles vezes sem conta - todos desapareceram sem dar sinais, não dando uma justificação ou um aviso (ninguém tem de dar justificações a ninguém, muito menos neste mundo virtual, mas algo como "este blog já não faz sentido, já não consigo escrever, um beijinho e até sempre" caía bem). Muitos deles escritos com pessoas cheias de talento e com imenso amor nas palavras e que, por qualquer razão, abandonaram o seu spot de escrita. E de cada vez que isso acontece, para além de irritada e frustrada por desaparecem sem um "adeus", fico sempre à espera que um dia voltem, que venham ter com os seus antigos vizinhos e seguidores, e nos digam que estão de volta - e isso já aconteceu. São muitas vezes esperas sem fim, infrutíferas, mas que demonstram o amor que se pode ter por estas casas virtuais que mostram tanto daquilo que somos.

Por isso, da próxima vez que se fartarem dos vossos blogs, não se esqueçam de avisar os vossos leitores que é tempo de pausa - deixar os outros pendurados, principalmente os que esperam mais de nós, nunca é coisa boa.

29
Abr13

Lado mau de viver no campo

Carolina

O meu quarto é mesmo ao ladinho da piscina - meia dúzia de passos e está-se lá dentro. O que é óptimo, em condições normais: sempre que quero ir apanhar sol ou dar um mergulhinho, é só abrir a janela e estou lá. Sempre foi um dos pontos fortes do meu quarto, que tem tanto de negativo como positivo (por exemplo, recebe muito pouca luz solar por isso é um gelo quase todo o ano) - menos este ano! E porquê, perguntam vocês?

Basicamente, são ratos. Aliás, pelo que vi, devem é ser ratazanas, que à noite entretêm-se a andar por esta zona e fazer buracos quais toupeiras (e sim, eles fazem mesmo buracos e caminhos e essas coisas). A zona da piscina está toda esburacada e quer-me parecer que não vai ser fácil vermo-nos livres da praga - o que é péssimo, porque embora os bichos não andem por aí de dia, faz-me uma impressão desgraçada e vou acabar por não pôr lá os pés.

Há dias, quando ia a fechar a persiana, vi algo a escavar lá perto - não me pareceu um rato, mas sim um pássaro, mas eu tendo a confundir os roedores com animais mais bonitos e queridos (quantas vezes já confundi ratazanas com coelhos..?), pelo que não percebi mesmo o que era. Mas toupeiras não são de certeza, pois estas escavam de dentro para fora. Ainda fui chamar a controladora da praga, a minha mãe, mas quando lá fomos já não havia bicho algum.

E é este o problema com que nos defrontamos de momento, e que nos está a atrasar a abertura da época balnear. Para além disso, só se refresca o meu quarto com vigilância reforçada: se antes se deixava a arejar durante a manhã inteira e de porta escancarada, agora é por curtos períodos de tempo e sempre com gente cá dentro. Porque um rato (ou ratazana, ou doninha ou lá o que aquilo é) dentro de casa é o pior pesadelo que me poderiam proporcionar.

28
Abr13

"Vou deixar crescer o cabelo"?

Carolina

O meu plano, após o último corte de cabelo traumatizante, era deixa-lo crescer até ao fim do verão. Para além disso, são muitas as pessoas que dizem que eu ficava muito bem de cabelo comprido e que os caracóis eram super giros e esses elogios que são sempre bons de ouvir, não tivesse eu o cabelo curto e esticado. Por outro lado, acho que gostei tanto de ter o cabelo curto que temo, desde que o cortei, nunca mais voltar ao comprimento de antigamente. Portanto, decidi tentar dar mais uma chance aos longos cabelos.

Quatro meses passados, cabelo já grandinho e bonito, já bonzinho para fazer um rabo de cavalo, e começo a ter pensamentos pecaminosos. Enquanto vestia o casaco e o cabelo, na parte de trás, ficou dentro do mesmo, deram-me as saudades. O cabelo ficou estilo escadinha, como já o tive, curtinho atrás e longo à frente. Posto isto, não sei quanto tempo vai aguentar a história do "vou deixar crescer o cabelo"... Aceitam-se apostas.

28
Abr13

Está um dia enganador

Carolina

Olha-se lá para fora e tudo o que apetece fazer é vestir o bikini e esparramar-mo-nos ao sol. Chegamos lá fora e tudo o que pedimos é um casaquinho extra.

Apesar do sol quente e do dia lindo, o ar está frio e a nortada é para lá de terrível. Ou uma pessoa corre e trabalha, aquecendo-se, ou estar lá fora é completamente impossível. Uma pena, tendo em conta que tenho aqui o Memorial para acabar e ele gosta de ser lido ao ar livre, na cadeira de palhota onde me tenho recostado. Há dias assim; um verdadeiro desperdício!

28
Abr13

Your voice is liquid gold

Carolina

Depois da Ella Henderson (estou à espera do disco, e até lá vou ouvindo as actuações em repeat mode), arranjei mais uma "crush". Muito diferente da Ella, com uma voz diferente, ligeiramente rouca e cheia de jazz e com uma interpretação linda de uma música que eu adoro - "My Funny Valentine". Alice Fredenham é um nome para gravar.

 

27
Abr13

Por falar em concertos

Carolina

Estamos em crise, certo? A sério, preciso que me relembrem, porque depois do que vi ontem, não me acredito muito.

Enquanto via os bilhetes que havia de comprar para ambos os concertos - e talvez seja bom lembrar que o dos Deolinda tinha bilhetes dos 23 aos 30 euros e o Jamie Cullum dos 30 aos 60 euros -, apercebi-me que estavam quase esgotados. Mas a parte mais interessante está para vir: os mais caros eram os mais vendidos!

O acesso à cultura é tudo menos barato, e embora saiba que há muitas pessoas que pensam o contrário, na minha lista de prioridades, é das primeiras coisas a cortar quando o dinheiro começa a faltar. Não faz sentido eu querer comer algo melhor e abdicar disso para ir ver um concerto ou ir ao cinema (algo que eu fazia com muita frequência e que, infelizmente, cortei quase radicalmente) - embora tenha a plena noção de que é essencial e que nos enriquece, é a menor das minhas preocupações e são os primeiros cortes que farei se um dia precisar.

E, como tal, não acho que faça sentido nenhum os telejornais não falarem de outra coisa para além da "crise" e depois nós, portugueses pobres e sem dinheiro, o gastarmos em momentos efémeros como ir a um concerto. Assim como não percebo o facto de termos imensos (IMENSOS) carros topo de gama, enquanto que em países mais ricos não se vê nem metade. Lamento, mas não me cabe na cabeça. Porque embora sinta a crise mesmo ao meu lado - na família, nos amigos e mesmo cá em casa, felizmente não de forma tão "feroz" - acabo por perceber que esta não pode ser tão severa assim. Os portugueses têm as prioridades demasiado trocadas mas, quando começar a apertar a sério, suponho que estas irão ao sítio - e como ainda não foram, é porque a coisa não está assim tão má. Ou então está mesmo e nós continuamos a ser os mesmos casmurros, orgulhosos e a viver acima das nossas capacidades como o costume, à semelhança do que temos vindo a fazer ao longo dos anos.

27
Abr13

Temos bilhetes!

Carolina

 

Ontem, no ticketline, foi 2 em 1! Vi há dois dias que os Deolinda vinham cá ao Coliseu, e quando falei da ideia à minha mãe, ela mostrou-se entusiasmada e eu não perdi a oportunidade. Já aqui tinha confessado que gosto imenso deles e passo a minha vida a trautear as canções deles ("que parva q'eu sou!", "pois que seja agora!"), pelo que era uma chance óptima para os ir ver em breve e com companhia garantida.

E pronto, quem compra um, compra dois: vai daí, aproveitei o lanço e comprei os bilhetes para o meu querido Jamie (ahhh, estava a ver que este dia nunca mais chegava!). Ainda falta um bocadinho para o concerto chegar e muito pode acontecer até lá, mas o que interessa é que tenho os bilhetinhos na mão; ainda não sei quando vou de férias, não tenho companhia na certa - está alinhavado com a minha irmã, mas nunca se sabe - e vai depender também dos exames e candidaturas e essas salgalhadas que todas. Mas não importa: mais vale arrependermo-nos de algo de que fizemos do que algo que não fizemos. E, na pior das hipóteses, vendo-os (nãããããããão!). É esperar que tudo corra bem e ir pondo os CD's em repeat mode, para chegar aos concertos com tudo na ponta da língua.

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