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[Entre Parêntesis]

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

31
Jan13

Feedback: as aulas de código

Carolina

Oito aulas de código já estão feitas. Tenho seguido a minha máxima e ido todos os dias, à mesma hora, para não perder nadinha. E sabem uma coisa? Nunca vou para lá contrariada, nunca saio de lá com sono e normalmente até saio bem disposta. Tenho aprendido imenso (claro, não sabia nada daquilo) e os conhecimentos têm ficado bem retidos.

Disseram-me super mal daquilo, um autêntico bicho de sete cabeças; acredito que, passado muito tempo, seja exaustivo - mas o truque deve ser mesmo fazer as coisas num tirinho, pois não me está a custar mesmo nada. Suponho que também devo ter tido sorte com a escola.

Entretanto, e a este ritmo, no fim do mês de Fevereiro tenho as 28 aulas feitas, pelo que ainda vou ter um hiato entre o dia em que me posso inscrever no exame e o fim das 28 aulas (mas posso ir a mais, mal não me fará) - isto porque só me posso propor a exame quinze dias antes do meu aniversário (20 de Março). A ver vamos como as coisas correm.

31
Jan13

When people see good, they expect good

Carolina

Ser mau aluno é muito mais fácil do que ser bom aluno. E não falo só do facto de não trabalharem tanto, de não se esforçarem e todas essas coisas (não desprezando as pessoas que às vezes encalham numa disciplina e, independentemente do que estudam, não saem dali); falo mais na questão das expectativas que põem sobre nós.

Lembro-me muitas vezes de uma frase do Damon, do The Vampire Diaries, que me marcou. Dizia ele que "when people see good, they expect good". E é mesmo assim. Ninguém espera muito de um aluno que tira notas medíocres, que não se cala durante as aulas e que não faz a ponta de um chavo em casa - mas se esse aluno tira um notão no teste, vai de lhe fazer alta festa (a não ser que tenha copiado, obviamente). Mas de um bom aluno a coisa já muda de figura: tem de ser sempre a subir. Tira 17, mas é para chegar ao 18. Tira 18, mas é para chegar ao 19. E é até rebentar a escala. A questão é que já não há festa nenhuma - já estão tão habituados a coisas boas, que só se pronunciam nas coisas más. E mesmo que se pronunciem quando os níveis se mantêm, nós sentimos, cá no fundinho, aquela pressão: sentimo-nos dentro de uma seringa, bem fechada, enquanto estão a pressionar o embolo e nós já não temos muita margem de manobra.

Dizem-me, às vezes, que certos testes são "canja" para mim, porque sabem as notas que tiro - e eu penso neste pequenino grande fator, que tanta influência tem em mim (não sei se desse lado sentem o mesmo, mas enfim). Porque ainda pior que ferir as expectativas dos outros, é ferir as minhas, que são normalmente ainda mais altas.

30
Jan13

Dias assim-assim

Carolina

Não tenho andado nos meus dias. Não por alguma razão em especial - as de sempre, as pequnenitas que aparecem e que me incomodam. Andam demasiados "assuntos médicos" à minha volta, o que me transtorna internamente de uma forma inimaginável; está chuva, o que me deprime; estou com um corte de cabelo que não é bem do meu agrado, o que nunca nos faz sentir bem connosco próprias; estou a comer como um alarve, porque é assim que reajo quando estou mais em baixo, e depois fico com remorsos; estou com saudades das coisas do costume, o que não ajuda à festa.

Enfim, às vezes devíamos ter um botão de "reset" para poder pôr a nossa vida toda em ordem - mesmo que a desordem não seja assim tanta como nos parece. Como não temos, é esperar que passe depressa (e que a balança não acuse mais do que antes).

30
Jan13

A porquinha Lili

Carolina

Há uns dias disse à minha família que gostava de ter um porquinho de estimação. Sim, leram bem. A verdade é que vi num programa que há porcos anões que vivem em casa das pessoas e, segundo consta, são muitíssimo inteligentes e carinhosos, semelhantes aos cães; para além do mais, e contrariando o seu próprio nome, costumam ser animais super limpinhos. Mas, claro, eu não estava a falar mesmo a sério - embora gostasse, porque a minha paixão por animais não diminui e eu sinto sempre que me poderiam fazer companhia nas horas infindáveis em que me sinto sozinha.

Hoje, também como consolo de dias menos bons que tenho tido, a minha mãe chegou-me com uma prenda enrolada num lenço. Sabem o que era? Uma porquinha! De... peluche! Disseram que me viram pedir tanto um porquinho que quando se depararam com o "bicho" no Ikea tiveram de o trazer. E pronto, cá está ela na minha secretária, prontíssima para quando eu precisar de desabafar e chorar no seu ombro pequenito. Apresento-vos a porquinha Lili.

 

30
Jan13

Sabem

Carolina

Ter um medo crónico é uma merda. É senti-lo na pele que se arrepia, no coração que bate mais depressa, na garganta que dói de tão tensa e nos olhos que se contêm para não inundarem de lágrimas. Mas maior merda que o medo crónico é a merda que somos por não o conseguirmos ultrapassar. E aí dói o corpo, a alma, a parte racional da mente e o nosso orgulho. Tanto.

28
Jan13

Sabem uma coisa que me irrita solenemente?

Carolina

Aquelas pessoas que estão numa caixa de multibanco, fazem aquilo que têm a fazer e depois ficam lá, a ver o estrato na maior das calmas, e depois a arruma-lo na carteira, e depois a fechar a carteira, e depois a coloca-lo na mala, e depois a fechar a mala e SÓ DEPOIS é que decidem sair da frente do raio da máquina. No meio de tantos "e depois", está uma pessoa ali na fila, à espera, perfeitamente consciente de que o indivíduo nos viu mas que se está pouco importando se está gente a querer utilizar o aparelho. Eu bem que tusso e pigarreio, mas parece que para além de lentos têm um pouco de surdos.

E sim, eu estou solidária com todas as senhoras cujas carteiras já não fecham de tão cheias e as malas estão demasiado atafulhadas para a tarefa de meter o porta-moedas lá dentro ser facilitada. Mas para isso me deram pernas e me desloco meia-dúzia de passos para o lado, para que quem está atrás de mim possa ir à sua vidinha. Custa assim tanto ou é mesmo aquele gostinho especial em irritar os outros que está cada vez mais enraizado na população?

27
Jan13

Videoblog estilo diário de bordo

Carolina

Nas minhas últimas viagens tenho relatado quase tudo o que acho relevante aqui (e não só) - escrevo sobre os transportes, as pessoas, a cultura e tudo o que vier a calhar. Tentei fazer isso em Istambul, mas tenho plena consciência que me saí bem melhor na minha viagem a Paris.

Ainda assim, na minha próxima viagem - que será a Barcelona, se tudo correr bem -, queria fazer algo como um relato em vídeo. Não que a escrita seja posta de lado, porque nunca é, mas quero que essa viagem fique bem marcada - vai ser a minha primeira aventura sem pais e tenho a certeza que vai ser diferente do habitual, quanto mais não seja pela nossa inexperiência.

Uma máquina fotográfica (e de vídeo) vai ser, sem dúvida, a prenda de anos que vou pedir e espero poder usa-la, praticamente uma semana depois, na minha viagem de finalistas. Estou ansiosa para que chegue!

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