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[Entre Parêntesis]

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

30
Abr12

O mau perder

Carolina

Podem atribuir-me inúmeros defeitos, mas má perdedora e batoteira não estará, com certeza, na lista.

Daquilo que consigo perceber, principalmente nas aulas de educação física, as mulheres são, nesse aspecto, bem piores que os homens. Têm um mau perder terrível, zangando-se com os adversários caso percam e chegando até ao ponto de se chatearem com o parceiro. Quantas vezes ouvi berros estridentes e discussões porque uma bola caiu na linha e um diz que é fora e outro diz que é dentro?

Fico doente. Nessas alturas, apetece-me pegar na bola ou na raquete e parar de jogar. É um jogo – não está dinheiro em cima da mesa, nem sequer a dignidade. O meu orgulho nunca sai ferido, porque no desporto, perder é a minha praia. E apesar de saber que esta não é a praia de todos, acho que nos temos de habituar ao fracasso – muito mais este, que é mínimo e sem qualquer tipo de impactos.

Jogos renhidos, no balneários das raparigas, acabam muitas vezes em zangas sérias, onde nenhuma das partes se fala. Em choros desnecessários. Em irritações e suores frios durante uma partida que teria como fim a diversão.

Eu deixo-me perder, nesses casos. E depois rio de tamanha estupidez.

 

30
Abr12

Preciso de opiniões

Carolina

Há por aqui alguém que tenha feito uma loucura semelhante à minha? Quais foram os métodos de estudo?

O meu problema é o seguinte: o método de estudo que costumo usar normalmente (resuminhos escritos à mão) é muito bom para quando se vai ter exames, e se vai estudando ao longo dos dois anos e, inevitávelmente, esquecendo algumas coisas. É bom para relembrar. Mas não é esse o caso.

Eu preciso de estudar para um exame e depois arrumo com as disciplinas (em principio). Resuminhos, aqui, não hão-de servir de muito certo?

Ir lendo, sublinhando e fazer alguns exercícios (principalmente a MACS), parece-me a melhor opção. Mas preciso de opiniões. Sintam-se em casa.

30
Abr12

Limpezas virtuais

Carolina

Este fim-de-semana dediquei-me à limpeza dos espaços virtuais. Desde emails a pastas de computador.

No meu email pessoal, tinha 700 mensagens na caixa de entrada. Deitando metade ao lixo e arquivando os restantes (eu sou muito organizadinha), acabei com 10. No email do TP, não chegavam aos 200, mas também se transformaram em 10.

Já arrumar as pastas é que foi mais complicado. Então fotografias e afins é uma autêntica dor de cabeça. Para saber sempre onde está tudo e me facilitar a vida quando tenho de fazer montagens para rubricas e afins, só na secção de fotos twilight, tenho cerca de 160 pastas. E, preguiçosa como sou, deixei amontoar centenas de fotos, acabando depois por me esquecer do sítio onde realmente pertenciam.

Por fim, acabei por digitalizar postais, "arruma-los” no devido sítio e por limpar também o ambiente de trabalho, que é o primeiro sítio onde me lembro de guardar coisas que sei que vou precisar de usar em breve; pensamentos tipo “oh, para quê que vou estar a arquivar isto se daqui a 5 minutos vou precisar da foto para a montagem?”. E depois ficam lá eternidades.

O giro disto é que eu penso sempre: “Carolina, a partir de agora, vais eliminar sempre os emails que saibas que não vais querer ou precisar, e arrumar as fotos antes que se amontoem e apaga-las do ambiente de trabalho antes que a imagem de fundo deixe de se conseguir ver.” E, como é óbvio, tal acaba por nunca acontecer.

29
Abr12

Compras fleanas

Carolina

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(já consegui estragar os brincos, portanto foi uma péssima compra)

 

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(diria que a compra deste livro foi em prol da comunidade. cada vez mais, na família, se interessam por Haruki Murakami e achei que era uma boa oportunidade. não é para mim, pelo menos para já.)

 

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Gasto final: 17€ (os postais foram o maior investimento, mas valeu a pena; postais completamente normais são o mesmo preço, ou mais caros)

29
Abr12

O interregno dos pêlos

Carolina

Quando era mais nova revoltava-me imenso que as mulheres da Holanda e outros países não se depilassem. Não era pelo facto de elas terem pêlos: era por não os terem de tirar (e obviamente que eu queria que aqui fosse igual)!

O meu querido pai, para além de muito da forma de ser e de pensar, deixou-me também como herança genética o facto de ter pêlos a mais, sendo que comecei a desenvolver uma certa fúria em relação a eles.

O chato no meio disto tudo é que para tirarmos os pêlos a cera – por exemplo – eles já têm de estar suficientemente grandes. É um drama autêntico. No verão, quando queremos passar semanas na praia, há ali uma em que não nos sentimos tão bem. Porquê? Porque já temos pêlos mas não estão suficientemente grandes para os tirar-mos. Outro exemplo é praticar natação. Aí é certinho que aquela malta nos vai ver com as pernas ligeiramente peludas, principalmente se vamos mais do que uma vez por semana.

Este interregno entre o tem pêlo/não pode tirar pêlo põe-me doente. Pior do que isso só mesmo ter pêlo.

29
Abr12

Flea no Palácio de Cristal

Carolina

E mais um Flea se passou. Cada vez vai mais gente, cada vez se vende mesmo (aqui se vê a crise).

Vendi pouquinho e as peças que tinha a certezinha que iam embora não foram (e tive de me resignar a traze-las de volta, por muito que me apetecesse deixa-las lá ficar). A minha amiga idem. Mas foi giro. O sítio, desta vez, era espectacular e nós tínhamos vista directa para o rio. E tivemos a grande sorte de ficar com um lugar enorme - diria, o maior da feira, porque tínhamos um banco logo ali ao lado que deve ter baralhado a organização. Mas o dia, apesar de solarengo, estava frio e com a sombra das árvores qualquer pessoa enregelava - a tal ponto que o meu pai me viu a tremer por detrás da banca e me deu o seu casaco, com o qual eu fiquei o resto do dia (e posso dizer que nunca um casaco do meu pai me tinha sabido tão bem). Como seria de esperar, tínhamos os pavões a passearem-se por lá, como se nada fosse, na maior das à vontades.

O que eu também gosto nestas feiras são as pessoas com estilos diferentes que por lá andam. Pessoas giras. E rapazes giros, também. E encontram-se sempre conhecidos (eu encontrei metade da família, quase - ou não, que a família é muito grande).

Lá mais para o fim da tarde, uma banda foi tocar para uma espécie de coreto que lá há, e cujo o som ecoa por todo o palácio. Quando fui ver o que se passava, deparei-me com um cenário maravilhoso que podem ver numa das fotos abaixo: pessoas a dançarem rock'n roll e claramente a divertirem-se à grande e à francesa.

Enfim, foi giro. Um dia bem passado.

 

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28
Abr12

O cacifo e a moedinha

Carolina

No ginásio onde eu ando, há cacifos para guardarmos os nossos pertences mais preciosos, dentro e fora dos balneários. Na última sexta-feira, como ia com tempo, decidi experimentar como é que aquilo funcionava. Já há meses que frequento aquele espaço, mas visto que ando em constante correria e não sou nada amiga deste tipo de engenhocas, nunca tinha surgido a oportunidade de os experimentar (tirando o primeiro dia, que desisti, pois não encontrava o sítio onde era suposto enfiar a moeda).

Mal entrei no balneário, estava uma senhora a colocar as suas coisas num cacifo. Aproveitei para espreitar e ver onde é que ela punha a moeda. Tudo bem. E depois lá fui eu, toda lampeira. Primeiro, meti uma moeda de um euro. E ela caía. Experimentei outro; caía na mesma. E mais outro – e também caiu, como seria de esperar. Lá troquei umas impressões com a senhora e ela lá me disse que afinal não era de um euro, mas sim de dois. Lá deu.

Nos breves momentos em que me explicou que afinal era uma moeda de dois euros, explicou-me também o resto do processo. Mas eu, parva, não ouvi. E portanto pus a moedinha, fechei o cacifo e só depois é que pus o código. E aí percebi o erro que tinha feito.

E lá fui eu, cabisbaixa, pedir à recepção que me abrissem o cacifo porque tinha fechado o dito com o código errado. Ela lá o abriu e eu tentei outra vez. Não deu, a moeda caía. E só agora percebo que ela caía porque eu estava a rodar a maçaneta para o lado errado.

Depois de ter mudado outra vez de “buraco”, e de lá ter posto as minhas tralhas, é que consegui que aquilo ficasse direito, fechado, com a moeda dentro e com o código que eu queria.

Eu bem disse que estas engenhocas não eram comigo.

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