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[Entre Parêntesis]

Tudo o que não digo em voz alta e mais umas tantas coisas.

31
Dez11

De Lisboa 4# - o dia, a baixa, e a viagem de volta

Carolina

Depois de arranjadas, pequeno-almoçaradas e prontas, saímos de casa em direcção à baixa. Há uma forma fácil de resumir a nossa tarde: andar, andar, andar. Andamos pela baixa, pelo chiado, pelo bairro alto. Passamos pelo Adasmator, pelo Rossio, por aquelas praças todas que eu não sei os nomes, pelo castelo de S. Jorge, pelo miradouro, por uma praça onde estavam jovens a tocar tambor, super divertidos, pela Rua Augusta cheia de homens-estátua, pela loja da Pipoca Mais Doce, pela loja dos melhores rebuçados do mundo, pelo Chapitô, pelos gelados Santini (onde marchou uma bola com maracujá e doce de leite) e provavelmente por muitos outros sítios que agora não me lembro.

Foram quilómetros e quilómetros e subir e a descer as ruas íngremes da capital com a melhor companhia. Já há noite, passamos pelas corridas de S. Silvestre e poucos minutos depois, após um abraço apertado, estava eu no intercidades, a caminho da Invicta.

A viagem correu bem, sendo que na última hora de viagem tinha a carruagem por minha conta. Nos entretanto, e devido à constipação que já há uns dias me ataca, fiz um bocadinho de febre, nada que me tenha deitado abaixo.

Comigo trouxe uma camisola gira, gira, gira, e uma grande dose de rebuçados mais-do-que-deliciosos. E acima de tudo, uma grande vontade de voltar.

31
Dez11

2011

Carolina

É um pouco injusto avaliar um ano num só post. Vão haver, de certeza, inúmeras coisas importantes que me irei esquecer, momentos cruciais e relevantes. Mas darei o meu melhor.

Sinceramente, se me pedissem um balanço, eu não saberia dizer. Correu bem e mal.

Li 18 livros. Aprendi a fazer bolinhos de bolina. Passei mais de duas semanas no Algarve. Criei este blog. Inscrevi-me no postcrossing. Não saí do país. Saí do TP. Estive muitíssimo perto de tirar a minha primeira negativa. Dei dois grandes cortes no cabelo. Disseram-me que tinha uma depressão. Descobri que tinha um pé inchado para a vida. Andei na fisioterapia, perdi horas e horas dos meus dias naquele local. Passei a andar de anéis todos os dias. Conheci (o meu conhecer é pessoalmente) a And, a Claúdia e a Constança. Comecei a andar de calções. Inscrevi-me na natação. Fiz compotas como prenda de Natal. Andei de vestido e calções em plena escola. Tive o prazer de ter a Kat aqui no Porto. Vendi num mercado de segunda mão. Fui pela primeira vez ao São João no Porto. Vi o BD e o WFE, entre muitos outros bons filmes. Conheci alguém que é essencial para o meu dia-a-dia. Tomei anti-depressivos. Chorei mais do que devia. Pus unhas de gel e deixei de roer as unhas.

 

Perdi-me, encontrei-me e não sei bem o estado em que estou agora.

Resta-me desejar que 2012 seja melhor que este. E desejo-vos o mesmo :)

31
Dez11

De Lisboa 3# - a noite

Carolina

Depois do jantar, demos um passeio nocturno de carro pela capital. Algo como uma hora e meia a conhecer as praças, as grandes avenidas, a marginal e tudo mais. Adorei, adorei. Lisboa é uma cidade que, para além de todas e quaisquer rivalidades que possam existir, é muito bonita.
Chegadas a casa, lá para as duas da matina, deitamo-nos na cama com um saco de água quente e lençóis polares para enfrentar o que supostamente foi a noite mais fria do ano. Acordamos já bem depois do despertador ter tocado e sem vontade nenhuma de sair do quentinho. Mas tínhamos um dia pela frente.

31
Dez11

De Lisboa 2# - o jantar

Carolina

Quando a Cátia me disse 'japonês' eu até estremeci. Mas convenci-me de que sou uma pessoa com uma mente super aberta e estou disponível a novas experiências, por isso saí-me com um esperançoso 'nada como experimentar!'.
Primeira parte: os pauzinhos. Depois de umas quatro explicações e demostrações, e depois de várias tentativas, ficou comprovada a minha falta de jeito e a pouca cordenação que tenho. Depois de constatar que muito provavelmente deixaria cair a comida, mandei vir talheres.
Parte dois: a comida. Sim, eu comi peixe cru. Com arroz. E abacate. E mais coisas estranhas. Curiosamente, de tudo o que mandamos vir, as coisas mais 'normais' foram as que menos gostei (por terem um sabor muito semelhante a um que uma vez comi, e posteriormente tive uma paragem de estômago). Havia coisas que eram boas, mas não me perguntem o nome, porque certamente não vos sei dizer.
Acho que na generalidade, a avaliação não deixa de ser positiva. Talvez com o tempo isto vá lá. 

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